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Assessores de investimento: Número de profissionais cresce e atinge recorde em 2026, aponta ANCORD

por Alice Nascimento - Repórter de Negócios
22/04/2026
em Negócios, Destaque, Notícias
Assessores De Investimento: Número De Profissionais Cresce E Atinge Recorde Em 2026, Aponta Ancord - Gazeta Mercantil

O Fortalecimento do Mercado de Capitais: O Crescimento Exponencial dos Assessores de Investimento no Brasil

O cenário financeiro brasileiro atravessa uma transformação estrutural profunda, marcada pela migração consistente de investidores da poupança e dos grandes bancos comerciais para plataformas de investimento especializadas. No epicentro dessa revolução, a figura dos assessores de investimento consolida-se como o principal elo entre o investidor e o Mercado de Capitais. Segundo dados recentes divulgados pela ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), o Brasil alcançou a marca histórica de 27.721 profissionais credenciados em março de 2026.

Este volume representa um avanço de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025, evidenciando uma retomada vigorosa na expansão da categoria. Para o investidor e para as instituições, o crescimento do número de assessores de investimento sinaliza não apenas uma maior oferta de serviços, mas o amadurecimento de uma indústria que exige, cada vez mais, especialização e capilaridade técnica. Dos mais de 27 mil profissionais ativos, 20.135 já estão vinculados formalmente a instituições do mercado financeiro, demonstrando a força do modelo de agentes autônomos e escritórios de investimento em todo o território nacional.

A Capilaridade Regional dos Assessores de Investimento

A distribuição geográfica dos assessores de investimento em 2026 revela que a desintermediação bancária não é mais um fenômeno restrito ao eixo Rio-São Paulo. Embora o estado de São Paulo mantenha a liderança absoluta, concentrando 11.092 profissionais, o levantamento da ANCORD destaca avanços significativos em outras regiões, provando que a educação financeira está permeando o interior do país.

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No Sul, o Rio Grande do Sul desponta com 2.936 assessores de investimento, refletindo a forte cultura de poupança e investimento do estado. No Centro-Oeste, Goiás lidera o crescimento regional com 605 profissionais, impulsionado pela liquidez vinda do agronegócio. Já no Nordeste, a Bahia concentra 564 especialistas, enquanto no Norte, o Pará reúne 172 profissionais. Essa descentralização é fundamental para o fortalecimento do mercado, pois permite um atendimento customizado que respeita as particularidades econômicas de cada estado brasileiro. O presidente da ANCORD, Rafael Furlanetti, reforça que o crescimento é contínuo e consolidado, integrando mulheres e homens de variadas idades na construção de um mercado mais qualificado.

Perfil Etário e a Renovação da Carreira na Assessoria

A demografia dos assessores de investimento aponta para um equilíbrio entre experiência e renovação. De acordo com o relatório da ANCORD, a maior concentração de profissionais está na faixa etária entre 26 e 45 anos, representando 64% do total. Este grupo é o motor da indústria, unindo energia operacional com uma curva de aprendizado já consolidada.

Contudo, chama a atenção o crescimento da base jovem: profissionais entre 18 e 25 anos já respondem por 11% da categoria. O mercado de assessoria tem se tornado um destino atrativo para universitários e recém-formados, que veem na profissão uma oportunidade de empreendedorismo dentro do setor financeiro. Na outra ponta, os assessores de investimento com idade entre 46 e 55 anos compõem 16% do mercado, enquanto os veteranos acima de 56 anos somam 9%. Essa diversidade etária é vital para o atendimento de diferentes perfis de clientes, desde o jovem que busca acumulação patrimonial até o investidor sênior focado em sucessão e preservação de capital.

Modernização Tecnológica e a Certificação Online

Um dos principais catalisadores para o aumento no número de assessores de investimento nos últimos quatro anos foi a modernização dos processos de entrada na carreira. A consolidação do Exame de Certificação da ANCORD em formato online foi um divisor de águas. Anteriormente, as barreiras geográficas dificultavam o acesso de candidatos de regiões distantes aos centros de exame físicos.

Com a digitalização, o acesso à profissão foi democratizado. Hoje, um aspirante a um dos cargos de assessores de investimento no interior do Amazonas ou no extremo sul do país pode realizar a prova de certificação com o mesmo nível de exigência e suporte que um candidato na Avenida Paulista. Essa facilidade tecnológica, aliada a investimentos em infraestrutura de TI pelas corretoras, permitiu que a indústria de assessoria ganhasse escala sem perder o rigor técnico exigido pelo órgão regulador.

Educação Continuada: O Diferencial Técnico da Categoria

Para manter a qualidade em meio à expansão numérica, o Programa de Educação Continuada (PEC) da ANCORD tornou-se uma ferramenta indispensável para os assessores de investimento. O programa disponibiliza atualmente 702 cursos, totalizando mais de 6 mil horas de conteúdo técnico. A oferta de 4 mil créditos gratuitos incentiva o aprimoramento constante, garantindo que o assessor não seja apenas um vendedor de produtos, mas um verdadeiro consultor de estratégia patrimonial.

O mercado atual não premia apenas o talento comercial, mas a mentalidade de longo prazo e a atualização constante sobre as normativas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Na medida em que os produtos financeiros se tornam mais complexos — com o avanço dos derivativos, fundos estruturados e investimentos internacionais —, o papel dos assessores de investimento exige um nível de capacitação que o PEC busca suprir. A educação permanente é o que blinda a profissão contra crises de confiança e assegura que o investidor brasileiro receba recomendações adequadas ao seu perfil de risco.

O Novo Modelo de Remuneração e Transparência

O ano de 2026 também marca a consolidação de novos modelos de remuneração para os assessores de investimento, especialmente em grandes casas como a XP. O debate sobre transparência e o modelo de fee-based (taxa fixa sobre o patrimônio) versus o tradicional commission-based (comissões por produto) tem evoluído para garantir maior alinhamento com os interesses do cliente.

Muitos assessores de investimento têm migrado para modelos que privilegiam a gestão de longo prazo e a satisfação do investidor, reduzindo potenciais conflitos de interesse. Essa mudança de postura tem sido bem recebida pelos órgãos reguladores e pelos próprios investidores, que passam a enxergar nos assessores de investimento parceiros estratégicos para a vida financeira, e não meros intermediários de transações. A transparência na remuneração é um dos pilares do E-E-A-T que eleva a autoridade da profissão no cenário nacional.

O Futuro da Intermediação Financeira no Brasil

As projeções para o restante da década de 2020 indicam que a demanda por assessores de investimento continuará em ascensão. Com a queda gradual das taxas de juros em determinados ciclos e a necessidade de busca por rentabilidade em ativos de risco, o investidor pessoa física sente-se desamparado sem o suporte de um especialista. O assessor atua como um educador financeiro, ajudando o cliente a navegar pela volatilidade do Ibovespa e a compreender as nuances do mercado de renda fixa e fundos imobiliários.

Além disso, a consolidação de grandes escritórios de investimento, que hoje operam com estruturas de family office, amplia o escopo de atuação dos assessores de investimento. Eles passam a lidar com planejamento tributário, previdenciário e imobiliário, integrando todas as pontas da vida financeira do cliente. Esse movimento de sofisticação da carreira atrai profissionais de alto gabarito que anteriormente estavam restritos aos departamentos de private banking dos bancos tradicionais.

Desafios Regulatórios e a Vigilância da CVM

Apesar do crescimento, os assessores de investimento enfrentam desafios regulatórios constantes. A CVM tem apertado a fiscalização sobre a conduta e a divulgação de informações, visando proteger o investidor de práticas abusivas. A conformidade (compliance) tornou-se uma área obrigatória e robusta dentro dos escritórios de assessoria.

Os assessores de investimento precisam estar em total consonância com as normas de suitability (adequação ao perfil), garantindo que nenhum produto seja oferecido sem que o cliente tenha plena ciência dos riscos envolvidos. A ética profissional é, portanto, o maior ativo de um escritório de sucesso. Aqueles que negligenciam o rigor regulatório tendem a ser expelidos pelo próprio mercado, que está cada vez mais vigilante e informado.

A Tecnologia como Aliada, não Substituta

Houve um tempo em que se temia que os “robôs-advisors” e a inteligência artificial substituíssem os assessores de investimento. O cenário de 2026 prova o contrário: a tecnologia potencializou o trabalho humano. As ferramentas de IA são utilizadas hoje para processar dados, gerar relatórios de performance em tempo real e identificar oportunidades de rebalanceamento de carteira.

No entanto, o componente emocional e a tomada de decisão complexa em momentos de pânico no mercado continuam sendo atribuições exclusivas dos assessores de investimento. O “olho no olho” e a confiança estabelecida entre o profissional e o cliente são insubstituíveis. A tecnologia atua para retirar o trabalho burocrático e operacional das mãos do assessor, permitindo que ele foque no que realmente importa: o relacionamento e a estratégia personalizada para cada família investidora.

Empreendedorismo e a Jornada do Bancário à Assessoria

Um movimento migratório comum na última década foi a saída de gerentes de bancos para se tornarem assessores de investimento. Motivados pela busca de maior autonomia e por um modelo meritocrático, esses profissionais trazem consigo uma base de relacionamento fiel. No entanto, a jornada exige uma mudança de mentalidade, saindo de uma estrutura protegida para um ambiente de empreendedorismo puro.

Os escritórios de assessores de investimento operam hoje como verdadeiras empresas, com departamentos de RH, marketing e operações. Para ter sucesso, não basta entender de gráficos e taxas; é preciso saber gerir um negócio. Essa transformação do assessor em empresário tem elevado o nível de maturidade do setor, resultando em escritórios que gerenciam bilhões de reais sob custódia, rivalizando em eficiência com as maiores tesourarias do país.

Dinâmicas de Remuneração e Carreira para Novos Talentos

O ingresso de jovens na carreira de assessores de investimento tem sido estimulado por pacotes de remuneração atrativos e pela perspectiva de crescimento acelerado. Diferente das carreiras bancárias tradicionais, onde a progressão pode ser lenta e burocrática, na assessoria o resultado costuma ser diretamente proporcional ao esforço de captação e manutenção de base.

Para os universitários, o mercado oferece programas de estágio e treinamento que funcionam como uma imersão no Mercado de Capitais. O foco na mentalidade de sócio é o que diferencia os melhores escritórios. Ao oferecer participação societária para os assessores de investimento de maior destaque, as instituições garantem a retenção de talentos e a continuidade do atendimento aos clientes de alta renda, que valorizam o vínculo de longo prazo com seus consultores.

Inovações no Atendimento e a Era da Personalização

A experiência do cliente com seus assessores de investimento em 2026 é pautada pela hiperpersonalização. Com o auxílio de Big Data, o assessor consegue antecipar necessidades, sugerindo proteções de carteira ou alocações táticas antes mesmo que o cenário se materialize. O atendimento tornou-se proativo e focado em objetivos de vida, como a compra de um imóvel, a educação dos filhos no exterior ou a aposentadoria precoce.

Essa mudança de foco — do produto para o objetivo — consolidou os assessores de investimento como figuras centrais na classe média e alta brasileira. O acompanhamento próximo e a linguagem acessível ajudam a desmistificar o mercado financeiro, trazendo segurança para o investidor que, sem esse suporte, dificilmente sairia da zona de conforto dos produtos bancários tradicionais de baixa rentabilidade.

Expansão da Indústria de Intermediação e Sustentabilidade

A expansão do número de assessores de investimento aponta para um ciclo virtuoso de sustentabilidade econômica para a indústria de intermediação. Quanto mais profissionais qualificados atuam no mercado, maior é a educação financeira da população, o que gera mais liquidez para as empresas captarem recursos via debêntures ou ações. Esse movimento irriga a economia real, gera empregos e impulsiona o crescimento do país.

A ANCORD, ao monitorar e certificar esses milhares de assessores de investimento, cumpre um papel institucional de guardiã da qualidade. O fortalecimento da categoria é, em última instância, o fortalecimento do próprio capitalismo brasileiro, que se torna menos dependente do crédito estatal e mais fundamentado na poupança e no investimento privado. O crescimento de 2,1% registrado em 2026 é apenas um degrau em uma escada que ainda tem muito a subir.

Visão Estratégica do Mercado de Assessoria para o Próximo Ciclo

Com 27.721 profissionais credenciados, o mercado de assessoria no Brasil entra em uma fase de consolidação. A tendência é que vejamos fusões entre escritórios menores para ganho de escala e eficiência operacional. Nesse novo cenário, os assessores de investimento que investirem em nichos de mercado — como agronegócio, sucessão familiar ou investimentos sustentáveis (ESG) — terão maior facilidade em se diferenciar e fidelizar clientes.

A jornada de Gabriela Ribeiro, mencionada em estudos de caso da indústria, exemplifica a transição de um modelo transacional para um modelo de relacionamento profundo. A assessoria de investimentos não é mais uma profissão de futuro; é a profissão do presente para quem deseja atuar no coração financeiro do Brasil. Com o apoio da ANCORD e das grandes plataformas, os assessores de investimento brasileiros estão prontos para levar o Mercado de Capitais a novos patamares de excelência e inclusão financeira.

A Ascensão da Classe de Assessores como Pilar do Desenvolvimento

Em última análise, o aumento no número de assessores de investimento reflete a confiança mútua entre o profissional e a sociedade. O investidor brasileiro aprendeu que, para obter resultados superiores, precisa de acompanhamento profissional. O assessor, por sua vez, encontrou uma carreira sólida, meritocrática e de grande impacto social. O relatório da ANCORD de março de 2026 não traz apenas estatísticas; ele traz o retrato de um Brasil que decidiu investir melhor seu capital, acreditando no potencial transformador do Mercado de Valores Mobiliários para as gerações futuras.

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