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Desemprego sobe a 6,1% no 1º trimestre, mas tem menor taxa para março na série do IBGE

por Antônio Lima - Repórter de Economia
01/05/2026
em Economia, Destaque, Notícias
Desemprego - Gazeta Mercantil

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,1% no trimestre encerrado em março de 2026, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (30), na divulgação da Pnad Contínua. O resultado representa alta em relação aos 5,1% registrados no quarto trimestre de 2025, mas também marca o menor nível da série histórica para trimestres encerrados em março.

O avanço do desemprego no início do ano era esperado por economistas e reflete um movimento sazonal comum após as contratações temporárias do fim de ano. A perda de vagas ocorreu principalmente em segmentos como comércio, administração pública e serviços domésticos, que costumam reduzir ocupação no começo do ano após o pico de atividade do período natalino.

Apesar da alta trimestral, o mercado de trabalho segue em condição mais favorável do que no mesmo período de 2025. No primeiro trimestre do ano passado, a taxa de desemprego estava em 7%. Em março de 2026, o contingente de pessoas desocupadas chegou a 6,579 milhões, alta de 19,6% frente ao trimestre anterior, mas queda de 13% na comparação anual.

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A renda média real dos trabalhadores atingiu R$ 3.722, o maior valor da série histórica. O rendimento cresceu 1,6% no trimestre e 5,5% em relação ao mesmo período de 2025, já descontada a inflação. A massa de rendimento real chegou a R$ 374,8 bilhões, também em nível recorde, com avanço anual de 7,1%, equivalente a R$ 24,8 bilhões a mais em circulação na economia.

Desemprego sobe no trimestre, mas segue abaixo do nível de 2025

A taxa de desemprego de 6,1% no trimestre encerrado em março mostra perda de fôlego do mercado de trabalho em relação ao fim de 2025. O indicador havia encerrado o quarto trimestre do ano passado em 5,1%, patamar historicamente baixo.

A alta de um ponto percentual no trimestre reflete a saída de trabalhadores ocupados em atividades sazonais. Segundo Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa do IBGE, esse movimento já era esperado após as contratações de fim de ano, especialmente no comércio, nos serviços domésticos e na administração pública.

Mesmo assim, o resultado não indica deterioração generalizada do mercado de trabalho. O desemprego de 6,1% é inferior aos 7% observados no primeiro trimestre de 2025. Isso significa que, na comparação anual, há menos pessoas procurando emprego sem conseguir ocupação.

O patamar atual é o mais elevado desde o trimestre encerrado em maio de 2025, quando a taxa ficou em 6,2%. Ainda assim, a leitura de março de 2026 se destaca por ser a menor da série para esse período do ano, indicando que a base do mercado de trabalho continua mais forte do que em ciclos anteriores.

Alta reflete efeito sazonal após contratações de fim de ano

O aumento do desemprego no primeiro trimestre tem forte componente sazonal. No fim do ano, empresas dos setores de comércio, serviços, logística, alimentação, turismo e atendimento temporário costumam reforçar equipes para atender à demanda de Natal, Réveillon e férias.

Com o encerramento desse ciclo, parte desses contratos é finalizada. Esse ajuste reduz a ocupação e eleva a taxa de desemprego nos primeiros meses do ano. A dinâmica é recorrente e costuma aparecer nos dados de janeiro, fevereiro e março.

O IBGE destacou que o mercado passa por uma fricção sazonal no primeiro trimestre. Essa fricção significa um período de transição, em que trabalhadores temporários deixam postos e parte deles volta a procurar emprego. O efeito não necessariamente muda a tendência estrutural do mercado, mas afeta o indicador no curto prazo.

A leitura mais ampla continua positiva quando comparada ao início de 2025. Segundo a coordenação da pesquisa, ocupação, nível de ocupação e carteira assinada seguem em patamar mais elevado do que há um ano. Isso sugere que o aumento do desemprego no trimestre não elimina os ganhos acumulados no mercado de trabalho.

País tem 6,579 milhões de pessoas desocupadas

O número de pessoas em situação de desemprego chegou a 6,579 milhões no trimestre encerrado em março. O contingente cresceu 19,6% em relação aos três meses anteriores, refletindo a entrada de trabalhadores na busca por ocupação após o período de maior contratação temporária.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2025, porém, o número de desocupados caiu 13%. Esse recuo anual reforça a leitura de que o mercado de trabalho segue mais aquecido do que no início do ano passado, apesar da piora em relação ao fim de 2025.

A população desocupada é formada por pessoas que não tinham trabalho, estavam disponíveis para trabalhar e procuraram ocupação no período de referência da pesquisa. Portanto, o indicador não inclui quem deixou de procurar emprego ou não estava disponível para assumir uma vaga.

A queda anual do desemprego é relevante porque indica melhora na absorção de mão de obra ao longo dos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, a alta trimestral mostra que a economia pode estar entrando em uma fase de crescimento menos acelerado, com menor criação líquida de vagas no curto prazo.

Total de ocupados recua no trimestre, mas cresce em um ano

O total de pessoas ocupadas no país somou 101,976 milhões no trimestre encerrado em março. O número representa queda de 1% em relação ao trimestre anterior, mas crescimento de 1,5% frente ao primeiro trimestre de 2025.

A redução trimestral da ocupação ajuda a explicar o avanço do desemprego. Quando menos pessoas estão trabalhando e parte delas passa a procurar vaga, a taxa sobe. Esse movimento foi observado em diferentes setores no início de 2026.

Nenhum dos dez grupamentos de atividade analisados pelo IBGE registrou crescimento na comparação trimestral. As principais perdas ocorreram no comércio, na administração pública e nos serviços domésticos.

Apesar da retração no trimestre, a base ocupada segue maior do que há um ano. Esse dado é importante para avaliar a consistência do mercado de trabalho. O avanço anual da ocupação mostra que a economia ainda mantém capacidade de geração de postos em relação a 2025, mesmo com o ritmo menor no começo de 2026.

Comércio, administração pública e serviços domésticos puxam perdas

A alta do desemprego no trimestre foi acompanhada por retração da ocupação em setores específicos. O comércio perdeu 287 mil pessoas ocupadas, queda de 1,5% em relação ao trimestre anterior. A administração pública registrou redução de 439 mil trabalhadores, recuo de 2,3%. Já os serviços domésticos tiveram queda de 148 mil pessoas, baixa de 2,6%.

Esses três segmentos ajudam a explicar a perda de dinamismo no início do ano. O comércio é fortemente influenciado por datas sazonais e costuma reduzir postos após o ciclo de fim de ano. Os serviços domésticos também podem oscilar conforme renda das famílias, informalidade e demanda por trabalho residencial.

A administração pública teve retração trimestral, mas apresentou expansão de 4,8% na comparação anual. Isso indica que a queda recente pode refletir ajustes pontuais após contratações temporárias ou movimentos específicos no setor, sem necessariamente reverter a tendência observada em 12 meses.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve crescimento em informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com alta de 3,2%. Esse avanço mostra que setores ligados a serviços especializados continuam sustentando parte da ocupação, mesmo com a alta do desemprego no trimestre.

Carteira assinada recua, mas permanece acima do início de 2025

Os empregados com carteira assinada no setor privado tiveram queda de 0,6% no trimestre. Já os trabalhadores sem carteira recuaram 2,1% no mesmo período. A redução nas duas categorias mostra que a perda de ocupação atingiu tanto vínculos formais quanto informais.

Ainda assim, o mercado formal permanece em situação mais favorável do que no início de 2025, segundo a avaliação do IBGE. A coordenadora da pesquisa destacou que a carteira de trabalho segue em patamar mais elevado na comparação anual.

Esse dado é relevante porque o emprego formal tende a oferecer maior estabilidade, acesso a direitos trabalhistas, contribuição previdenciária e renda mais previsível. Em períodos de crescimento do trabalho com carteira, o mercado ganha qualidade, mesmo que a taxa de desemprego oscile sazonalmente.

A queda mais intensa entre trabalhadores sem carteira pode também ajudar a explicar o avanço da renda média. Quando há redução de ocupações de menor remuneração, a média salarial dos ocupados pode subir, ainda que parte desse movimento esteja ligada à saída de trabalhadores mais vulneráveis da base ocupada.

Renda média real bate recorde na série histórica

A renda média real dos trabalhadores chegou a R$ 3.722 no trimestre encerrado em março, maior valor da série histórica da Pnad Contínua. O rendimento subiu 1,64% em relação ao trimestre encerrado em dezembro, quando estava em R$ 3.662.

Na comparação com o mesmo período de 2025, a alta foi de 5,53%, já descontada a inflação. No primeiro trimestre do ano passado, o rendimento médio era de R$ 3.527.

O avanço da renda em meio à alta do desemprego pode parecer contraditório, mas há uma explicação estatística e econômica. Segundo o IBGE, parte do aumento ocorre porque houve redução do número de trabalhadores em atividades de menor remuneração, tanto no setor informal quanto em parte do formal.

Quando ocupações de renda mais baixa diminuem proporcionalmente, a média dos rendimentos dos trabalhadores que permanecem ocupados pode subir. Além disso, o mercado ainda aquecido em setores de maior qualificação contribui para sustentar ganhos reais.

Massa de rendimento chega a R$ 374,8 bilhões

A massa de rendimento real alcançou R$ 374,8 bilhões no trimestre encerrado em março, o maior valor da série histórica. Em relação ao mesmo período de 2025, o crescimento foi de 7,1%, o equivalente a R$ 24,8 bilhões a mais na economia.

A massa de rendimento é um indicador importante porque mede o volume total de renda recebido pelos trabalhadores. Ela combina número de ocupados e rendimento médio. Mesmo com queda trimestral da ocupação, o avanço anual da renda ajudou a manter a massa em nível recorde.

Na comparação com o trimestre anterior, a massa ficou estável. Isso mostra que o aumento da renda média compensou, em parte, a redução do número de pessoas ocupadas.

Para a economia, a massa de rendimento elevada sustenta consumo das famílias, pagamento de dívidas, demanda por serviços e atividade no comércio. Esse é um dos fatores que seguem no radar do Banco Central, porque renda forte pode manter a demanda aquecida e dificultar uma queda mais rápida da inflação.

Mercado de trabalho segue no radar do Banco Central

O cenário de desemprego baixo, renda em alta e massa salarial recorde é acompanhado de perto pelo Banco Central. Na véspera da divulgação da Pnad Contínua, o Comitê de Política Monetária reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano.

A decisão ocorre em um ambiente de inflação ainda monitorada e atividade econômica com sinais mistos. Um mercado de trabalho resiliente sustenta o consumo, mas também pode manter pressões sobre preços, especialmente em serviços.

A alta da renda real aumenta o poder de compra das famílias. Esse movimento é positivo para trabalhadores e para a economia doméstica, mas exige atenção da política monetária quando a inflação ainda está acima do centro da meta.

O desemprego em 6,1% mostra que o mercado perdeu força em relação ao fim de 2025, mas continua apertado em comparação histórica. Esse equilíbrio ajuda a explicar a cautela do Banco Central na condução dos juros, mesmo com o início de um ciclo de cortes.

Economistas esperam alta gradual do desemprego em 2026

A expectativa para 2026 é de alta gradual do desemprego após mínimas históricas registradas recentemente. A perda de ritmo da economia deve reduzir a capacidade de criação de vagas ao longo do ano, embora o mercado de trabalho ainda seja considerado resiliente.

A alta esperada não significa necessariamente uma deterioração abrupta. O cenário mais provável, segundo a leitura do mercado, é de normalização após um período de forte ocupação e taxas historicamente baixas.

O avanço de 5,1% para 6,1% entre o quarto trimestre de 2025 e o primeiro trimestre de 2026 se enquadra nesse movimento de ajuste. A sazonalidade explica parte da alta, mas a desaceleração econômica também pode começar a aparecer nos próximos trimestres.

O ponto central será observar se o desemprego continuará subindo apenas de forma gradual ou se haverá perda mais intensa de ocupação. A resposta dependerá de atividade econômica, juros, confiança empresarial, consumo das famílias e investimentos.

Pnad Contínua mede ocupação, renda e informalidade

A Pnad Contínua é a principal pesquisa do IBGE sobre mercado de trabalho. Divulgada desde 2012, ela cobre todo o território nacional e acompanha indicadores como ocupação, desemprego, informalidade, rendimento e participação da população na força de trabalho.

O levantamento permite comparar trimestres móveis e identificar tendências de curto e longo prazo. Por isso, é usado por economistas, governo, empresas, mercado financeiro e instituições de pesquisa para avaliar a situação do emprego no país.

A taxa de desemprego é um dos indicadores mais observados, mas não deve ser analisada isoladamente. Renda média, massa salarial, ocupação, carteira assinada, informalidade e setores de atividade ajudam a compor uma leitura mais completa.

No resultado divulgado nesta quinta-feira, a combinação é mista: houve alta trimestral do desemprego e queda da ocupação, mas a renda média e a massa de rendimento atingiram recordes, enquanto a taxa ficou no menor patamar para trimestres encerrados em março.

Resultado mostra mercado menos acelerado, mas ainda forte

O resultado da Pnad Contínua mostra um mercado de trabalho menos acelerado no início de 2026, mas ainda forte em perspectiva histórica. A taxa de desemprego subiu para 6,1%, movimento esperado após as contratações de fim de ano, mas ficou abaixo dos 7% registrados no mesmo trimestre de 2025.

A ocupação caiu no trimestre, principalmente em comércio, administração pública e serviços domésticos. Ainda assim, o total de trabalhadores ocupados segue acima do observado há um ano. A renda média bateu recorde, assim como a massa de rendimento real.

Esse conjunto de dados sugere que o mercado passa por um ajuste sazonal e por alguma perda de ritmo, mas não por uma reversão brusca. A demanda por trabalho permanece relevante, especialmente em setores de maior qualificação e serviços especializados.

Para os próximos meses, o comportamento do desemprego será decisivo para medir a força da economia. Se a renda continuar crescendo e a ocupação se estabilizar, o consumo das famílias pode seguir sustentado. Se a criação de vagas perder força mais rapidamente, o mercado de trabalho poderá se tornar um sinal de desaceleração mais ampla.

Renda recorde sustenta consumo, mas desemprego volta a exigir atenção

O avanço do desemprego para 6,1% no primeiro trimestre de 2026 recoloca o mercado de trabalho no centro da análise econômica. A alta era esperada e reflete sazonalidade, mas também ocorre em um momento de expectativa de perda gradual de ritmo da economia.

O dado mais forte do relatório veio da renda. O rendimento médio real de R$ 3.722 e a massa salarial de R$ 374,8 bilhões mostram que os trabalhadores ocupados seguem com poder de compra elevado em relação à série histórica. Esse quadro sustenta o consumo das famílias e ajuda a manter a atividade econômica.

Ao mesmo tempo, o aumento de 19,6% no número de desocupados frente ao trimestre anterior mostra que a transição após o fim do ano foi relevante. O país tem 6,579 milhões de pessoas procurando trabalho e sem ocupação.

O desafio para 2026 será manter a resiliência do mercado sem reacender pressões inflacionárias. Para o Banco Central, a combinação de desemprego baixo, renda recorde e consumo sustentado exige cautela na trajetória da Selic. Para os trabalhadores, o dado mostra que o mercado continua melhor do que há um ano, mas com sinais de que o ciclo de melhora pode avançar em ritmo mais moderado.

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