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Inteligência artificial no trabalho acelera tarefas, mas amplia cansaço e revisão

por Daniel Soto - Repórter de Tecnologia
07/04/2026
em Tecnologia, Destaque, Notícias, Trabalho
Inteligência Artificial No Trabalho Acelera Tarefas, Mas Amplia Cansaço E Revisão - Gazeta Mercantil

Inteligência artificial no trabalho promete produtividade, mas amplia cansaço, revisão e pressão nas empresas

A expansão da inteligência artificial no trabalho entrou em uma nova fase nas empresas. Depois de um primeiro momento de encantamento com velocidade, automação e ganho de eficiência, começa a ganhar força uma discussão menos promocional e mais concreta sobre o que essa tecnologia realmente está produzindo na rotina dos profissionais. A promessa segue poderosa: reduzir tarefas operacionais, acelerar entregas, ampliar produtividade e liberar tempo para atividades mais estratégicas. Mas, na prática, o avanço da inteligência artificial no trabalho também vem acompanhado de revisão constante, ansiedade, cobrança por adaptação rápida e, em muitos casos, sensação de esgotamento.

Esse contraste ajuda a explicar por que a inteligência artificial no trabalho deixou de ser apenas um tema de inovação e passou a ocupar o centro do debate sobre gestão, saúde mental, produtividade real e organização da jornada. Empresas de diferentes setores já incorporam ferramentas generativas, assistentes automatizados, agentes inteligentes e plataformas de apoio para escrita, análise, atendimento e produção de conteúdo. Ao mesmo tempo, trabalhadores começam a relatar que parte do tempo supostamente economizado é consumida na checagem, na correção e no retrabalho gerado por respostas incompletas, imprecisas ou inadequadas das próprias ferramentas.

A questão não é trivial. A inteligência artificial no trabalho realmente pode gerar ganho de tempo. Pesquisa da Workday divulgada em janeiro de 2026 mostrou que 85% dos trabalhadores entrevistados disseram economizar entre uma e sete horas por semana com o uso de IA. O mesmo levantamento, porém, alertou que grande parte desse ganho é corroída por retrabalho: quase 40% do tempo poupado desaparece na revisão e correção de materiais gerados pelas plataformas. O estudo chama esse fenômeno de “falsa produtividade”, quando a sensação de velocidade não se converte necessariamente em melhor resultado líquido para o profissional ou para a empresa.

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Esse quadro se torna ainda mais relevante porque a inteligência artificial no trabalho está deixando de ser opcional em muitas organizações. Uma pesquisa da AI Resume Builder, realizada em setembro de 2025 com cerca de 1.250 líderes empresariais dos Estados Unidos, apontou que 24% das empresas já exigiam o uso de IA em todos os cargos, enquanto outras 34% requeriam a tecnologia em algumas funções específicas. Em outras palavras, o uso da ferramenta deixou de ser diferencial espontâneo e passou a ser, em várias estruturas corporativas, uma expectativa formal de desempenho.

Nesse ambiente, a inteligência artificial no trabalho ganha uma camada adicional de pressão. O profissional já não lida apenas com a necessidade de aprender uma nova ferramenta. Ele precisa provar que sabe incorporá-la à rotina, produzir mais rápido, revisar melhor, adaptar-se a diferentes plataformas e responder à expectativa de que a tecnologia aumente sua capacidade de entrega sem necessariamente reduzir sua carga total. É aí que começa a surgir o paradoxo central do momento: a IA pode até tornar processos mais ágeis, mas isso não significa, automaticamente, menos esforço humano. Em muitos casos, significa outro tipo de esforço — mais difuso, mais contínuo e cognitivamente mais desgastante.

Empresas aceleram adoção, mas trabalhadores sentem o peso da transição

O avanço da inteligência artificial no trabalho tem sido impulsionado por uma lógica empresarial clara. Em um cenário de competição intensa, busca por eficiência e pressão por margens, ferramentas que prometem automatizar tarefas, resumir documentos, gerar textos, apoiar análises e reduzir etapas operacionais se tornam especialmente sedutoras. A adoção da tecnologia passou a ser vista por muitas lideranças como parte do repertório básico de competitividade.

O problema é que a implementação da inteligência artificial no trabalho nem sempre vem acompanhada da mesma velocidade em treinamento, reorganização de processos e clareza sobre responsabilidades. O resultado é que muitos profissionais passam a usar a tecnologia em um ambiente de improviso, sem parâmetros objetivos sobre quando confiar, quando revisar, quando descartar a resposta gerada e até quais ferramentas são oficialmente autorizadas pela empresa. Isso amplia a insegurança operacional e transforma a curva de aprendizado em fonte adicional de estresse.

Uma pesquisa da consultoria Section mostrou esse desalinhamento de forma expressiva. Enquanto 74% dos executivos disseram estar animados com a IA, 68% dos colaboradores individuais relataram ansiedade ou sensação de sobrecarga em relação à tecnologia. O mesmo levantamento apontou que apenas 27% dos trabalhadores haviam recebido treinamento corporativo em IA e só 32% afirmavam ter clareza sobre quais ferramentas poderiam usar. Esses números ajudam a mostrar que a inteligência artificial no trabalho está sendo incorporada mais rapidamente do que as empresas conseguem estruturar as condições para um uso realmente eficiente e saudável.

Ganho de velocidade não significa redução real da carga de trabalho

Um dos pontos mais importantes para entender a nova fase da inteligência artificial no trabalho é a diferença entre tempo economizado e carga efetivamente reduzida. Em teoria, se uma ferramenta automatiza etapas repetitivas, o profissional deveria terminar mais cedo ou redirecionar tempo para tarefas mais estratégicas. Na prática, isso nem sempre acontece.

A própria Workday mostrou que a inteligência artificial no trabalho pode economizar horas formais ao mesmo tempo em que gera retrabalho relevante. Quando quase 40% do tempo poupado é gasto corrigindo respostas, refazendo materiais ou validando informações, a sensação de alívio se enfraquece. Em vez de liberar a agenda, a IA pode apenas mudar a natureza do esforço exigido, trocando tarefas operacionais por tarefas de supervisão, curadoria e revisão.

Esse ponto é decisivo porque a inteligência artificial no trabalho costuma ser vendida com uma promessa de simplificação. Mas simplificar não é o mesmo que aliviar. Em muitos ambientes corporativos, o que ocorreu foi a transformação do tempo liberado em nova exigência de performance. O profissional que produz mais rápido passa a receber mais demandas, atender mais frentes, revisar mais materiais e responder a uma régua de produtividade mais alta. Em vez de trabalhar menos, ele passa a trabalhar de outro modo — e muitas vezes sob pressão maior.

Revisão, correção e checagem consomem parte relevante do tempo salvo

A etapa menos glamourosa da inteligência artificial no trabalho é justamente a que mais pesa na experiência cotidiana: revisar o que a máquina entregou. Ferramentas generativas são úteis para rascunhos, sínteses, apoio à escrita, estruturação de ideias e aceleração de tarefas. Mas ainda produzem inconsistências, generalizações frágeis, erros de contexto e respostas que exigem validação humana constante.

Quando isso acontece de forma recorrente, a inteligência artificial no trabalho deixa de ser um atalho simples e passa a exigir vigilância permanente. O trabalhador não pode simplesmente apertar um botão e seguir em frente. Ele precisa interpretar, comparar, ajustar, conferir e, em alguns casos, recomeçar. Isso cria um tipo de fadiga específica: a fadiga de supervisão. Diferentemente da execução tradicional, ela exige atenção contínua sem entregar, necessariamente, a sensação de domínio pleno do processo.

Esse quadro ajuda a entender por que a inteligência artificial no trabalho vem sendo associada a uma espécie de produtividade ambígua. O output bruto sai mais rápido, mas a responsabilidade humana pela qualidade final continua inteira — e, em muitos casos, ainda mais pesada. O tempo economizado existe, mas não é plenamente líquido. Parte dele evapora justamente no esforço de garantir que a tecnologia não entregue algo incompleto, inadequado ou incorreto.

Falta de treinamento aprofunda ansiedade e sensação de sobrecarga

A adoção apressada da inteligência artificial no trabalho expôs um problema clássico da transformação tecnológica: a empresa pressiona pela adaptação antes de construir as bases para a adaptação acontecer de forma segura. Quando a liderança exige ganho de eficiência com IA, mas não oferece treinamento, governança de uso, critérios de validação e orientação sobre riscos, o profissional passa a operar em território instável.

Foi isso que a pesquisa da Section ajudou a mostrar. A inteligência artificial no trabalho gera entusiasmo no topo da organização, mas também ansiedade nas camadas operacionais e técnicas. E essa ansiedade não é irracional. Ela nasce da combinação entre cobrança por resultado, insegurança sobre uso correto da ferramenta e medo de ficar para trás em uma estrutura que passa a valorizar cada vez mais quem demonstra fluência tecnológica.

A consequência é que a inteligência artificial no trabalho se converte, para muitos, em fonte simultânea de oportunidade e tensão. O trabalhador percebe o potencial da ferramenta, mas também sente o peso de ter de aprender rápido, produzir melhor e evitar erro em um ambiente onde a margem para falhas continua baixa. Sem treinamento consistente, o uso da IA passa a ser menos um ganho espontâneo e mais uma obrigação difusa, frequentemente acompanhada de sensação de inadequação.

“AI brain fry” entra no vocabulário corporativo

À medida que o debate amadurece, a inteligência artificial no trabalho passa a ser associada não apenas a produtividade, mas também a exaustão cognitiva. É nesse ponto que surgiu a expressão “AI brain fry”, usada para descrever uma espécie de fadiga mental ligada ao uso frequente e intensivo de IA no trabalho. O termo foi discutido em artigo da Harvard Business Review e em material da Boston Consulting Group com base em estudo com 1.488 trabalhadores de grandes empresas nos Estados Unidos.

Os dados são eloquentes. Segundo o estudo, tarefas que exigem alto nível de supervisão da IA aumentam em 14% o esforço mental percebido e elevam em 12% a fadiga mental. Também foram observados mais sobrecarga de informação, mais erros e maior intenção de sair do emprego quando o uso da tecnologia se torna excessivamente intenso ou mal calibrado. Em outras palavras, a inteligência artificial no trabalho pode gerar valor, mas o modo de uso faz toda a diferença entre apoio produtivo e desgaste psicológico.

Quanto mais agentes de IA, maior o risco de confusão e exaustão

Outro ponto relevante do estudo da BCG é que a inteligência artificial no trabalho não pesa da mesma forma em todos os contextos. O problema se intensifica especialmente quando o profissional precisa lidar com múltiplos agentes, revisar fluxos simultâneos e coordenar diferentes sistemas de apoio automatizado. O excesso de interfaces, comandos, saídas e necessidades de validação gera uma espécie de atrito cognitivo permanente.

Segundo a BCG, trabalhadores que utilizam três ou mais agentes de IA apresentam maior probabilidade de efeitos negativos, como confusão mental e sobrecarga. Isso mostra que a inteligência artificial no trabalho não é uma variável linear: mais ferramenta não significa automaticamente mais produtividade. Em alguns cenários, significa apenas mais camadas de supervisão, mais pontos de falha e maior dispersão da atenção humana.

Esse dado é especialmente importante porque o discurso empresarial costuma tratar a multiplicação de ferramentas como sinal de modernização. Mas a experiência prática sugere que a inteligência artificial no trabalho exige desenho de uso, e não apenas adoção em massa. Sem coordenação, a sobreposição de sistemas pode produzir o efeito oposto ao prometido: em vez de simplificar, fragmenta; em vez de aliviar, sobrecarrega.

IA acelera a entrega, mas também pode ampliar jornada e expectativas

Outro ângulo importante sobre a inteligência artificial no trabalho aparece em pesquisas ligadas à Universidade da Califórnia em Berkeley e em trabalhos de Harvard Business Review. Em vez de libertar tempo, a IA pode fazer com que trabalhadores passem a assumir uma variedade maior de atividades, aceitem mais tarefas e ampliem a própria jornada, muitas vezes sem que isso seja explicitamente exigido pela chefia. O ganho de capacidade subjetiva se transforma em expansão da carga.

Essa dinâmica revela algo estrutural sobre a inteligência artificial no trabalho: a tecnologia pode elevar o padrão esperado de entrega. Se antes um profissional conseguia finalizar determinado número de tarefas em um dia, o uso da IA pode fazer com que esse teto implícito aumente. O problema é que a remuneração, a organização da jornada e o reconhecimento nem sempre acompanham essa elevação de expectativa.

Em outras palavras, a inteligência artificial no trabalho pode reduzir o tempo por tarefa ao mesmo tempo em que aumenta o volume de tarefas, o nível de supervisão e a necessidade de responder rapidamente. Isso ajuda a explicar por que muitos trabalhadores relatam maior cansaço mesmo quando reconhecem que certas etapas ficaram mais rápidas.

Lideranças enxergam eficiência; equipes vivem a fadiga da adaptação

Existe hoje uma assimetria clara na forma como a inteligência artificial no trabalho é percebida entre lideranças e equipes. O topo da estrutura costuma medir a tecnologia em termos de produtividade, ganho de escala e velocidade de entrega. Já a base da operação sente mais diretamente o retrabalho, a pressão por adaptação e o desconforto de revisar o que a máquina gera sob prazo apertado.

Esse desalinhamento é perigoso porque pode levar as empresas a subestimar o custo humano da transição. A inteligência artificial no trabalho não fracassa apenas quando não entrega ganho técnico. Ela também fracassa quando entrega ganho técnico às custas de fadiga crescente, ansiedade difusa e piora na experiência cotidiana do trabalho. Se a organização mede apenas output, perde de vista a sustentabilidade desse output.

Por isso, a discussão sobre a inteligência artificial no trabalho tende a se deslocar cada vez mais para um eixo de maturidade organizacional. A pergunta já não é só “como usar IA”, mas “como usar IA sem destruir a qualidade da experiência de trabalho”. Empresas que não responderem a isso correm o risco de trocar eficiência aparente por desgaste silencioso.

O problema não é a IA em si, mas o modelo de implementação

Seria um erro concluir que a inteligência artificial no trabalho é, por definição, um problema. Os dados mostram que a tecnologia realmente economiza tempo, aumenta a capacidade de execução e pode apoiar atividades de forma relevante. O ponto crítico está em como as empresas implementam essa camada tecnológica e no que fazem com o tempo supostamente liberado.

Quando a inteligência artificial no trabalho é introduzida sem treinamento, sem critérios claros, sem revisão de processos e sem proteção contra sobrecarga, ela tende a intensificar o trabalho em vez de reduzi-lo. Quando vem acompanhada de governança, orientação, delimitação de uso e revisão real de fluxos, a chance de captura de valor é maior. O desafio não está só na ferramenta, mas no desenho organizacional que a recebe.

Esse é o núcleo da nova discussão corporativa. A inteligência artificial no trabalho já não pode ser pensada apenas como software de apoio. Ela precisa ser tratada como mudança de estrutura, de responsabilidade e de expectativa. Ignorar isso é uma forma eficiente de transformar inovação em desgaste.

A nova fronteira da produtividade passa pela saúde mental

O que o debate atual mostra com clareza é que a inteligência artificial no trabalho colocou produtividade e saúde mental na mesma equação. Por muito tempo, esses temas foram tratados em trilhas paralelas. Agora, tornaram-se inseparáveis. Uma empresa que acelera a produção, mas amplia a fadiga, cria um modelo de eficiência frágil. Um trabalhador que usa IA e entrega mais, mas vive em estado constante de revisão, tensão e sobrecarga, não necessariamente está melhor.

A verdadeira maturidade no uso da inteligência artificial no trabalho dependerá de reconhecer esse limite. Nem toda hora economizada se converte em bem-estar. Nem toda automação reduz esforço. Nem toda aceleração melhora a rotina. O mercado corporativo começa a descobrir, talvez de forma mais lenta do que deveria, que produtividade sustentável não nasce só da tecnologia. Nasce da combinação entre ferramenta, processo, treinamento e respeito ao ritmo humano.

Quando a tecnologia acelera, mas o cansaço também cresce

A ascensão da inteligência artificial no trabalho é irreversível, mas a forma como ela será incorporada ainda está em disputa. O que os estudos mais recentes indicam é que a promessa de ganho de tempo existe, mas vem acompanhada de contrapartidas importantes: revisão, retrabalho, ansiedade, necessidade de aprendizado constante e risco de fadiga mental. Empresas que tratam a IA como solução automática para tudo correm o risco de criar uma produtividade de superfície, intensa no indicador e frágil na experiência real.

A inteligência artificial no trabalho continuará avançando porque entrega valor concreto. Mas o debate deixou de ser se ela funciona. A questão agora é outra: em que condições ela funciona sem ampliar cansaço, pressão e desgaste. Essa resposta definirá não apenas a qualidade do trabalho nos próximos anos, mas também a diferença entre organizações que usam IA para melhorar a rotina e aquelas que apenas aceleram o ritmo sem aliviar o peso.

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