Golpe da Maquininha: Alerta Para Famosos e População Após Caso Envolvendo Viúvo de Paulo Gustavo
O Brasil está presenciando um aumento alarmante no número de vítimas do golpe da maquininha, uma prática criminosa que tem causado prejuízos financeiros a cidadãos comuns e também a celebridades. O caso mais recente e que ganhou destaque na mídia envolve Thales Bretas, viúvo do humorista Paulo Gustavo. Ele foi enganado por um suposto taxista no Rio de Janeiro, o que acendeu um alerta vermelho sobre a atuação de quadrilhas especializadas nesse tipo de fraude.
A seguir, vamos entender em detalhes o que é o golpe da maquininha, como ele funciona, por que ele está se espalhando rapidamente nas grandes cidades e, principalmente, como você pode se proteger. A meta é simples: alcançar o topo dos resultados de busca no Google com um conteúdo informativo, completo e otimizado para a palavra-chave golpe da maquininha.
O que é o golpe da maquininha?
O golpe da maquininha é um tipo de fraude em que criminosos utilizam maquininhas de cartão de crédito ou débito adulteradas ou com visor danificado para enganar as vítimas durante transações de pagamento. O golpe é geralmente aplicado em locais onde há troca rápida de serviços, como táxis, aplicativos de transporte, bares, restaurantes e até eventos.
A fraude acontece da seguinte forma: o golpista apresenta uma maquininha sem visor ou com visor apagado, alega que o pagamento precisa ser feito com cartão físico e não aceita pagamento por aproximação. Ao inserir o cartão, a vítima digita a senha, sem saber o valor real cobrado. Após a transação, o criminoso simplesmente desaparece com um valor muito maior do que o combinado – como ocorreu com Thales Bretas, que teve uma cobrança de R$ 4 mil em um táxi falso.
Caso Thales Bretas: como o golpe foi aplicado?
O viúvo de Paulo Gustavo, o médico dermatologista Thales Bretas, relatou recentemente que foi vítima do golpe da maquininha ao entrar com uma amiga em um táxi falso no Rio de Janeiro. O motorista criou uma encenação, alegando problemas no carro e pedindo que os passageiros descessem. No momento do pagamento, usou uma maquininha sem visor e exigiu o uso do cartão físico.
Thales só percebeu que tinha caído em um golpe após receber uma notificação por SMS de uma compra de R$ 4 mil. O criminoso, nesse caso, aproveitou-se do momento de confusão, da falta de atenção e da confiança da vítima para aplicar a fraude.
Golpe da maquininha é mais comum do que parece
Casos como o de Thales Bretas não são isolados. O golpe da maquininha tem se tornado cada vez mais comum nas principais capitais do Brasil. Quadrilhas especializadas aplicam esse tipo de crime com estratégias bem elaboradas, visando desde turistas a moradores locais.
Relatórios de segurança apontam um aumento de 35% nas ocorrências desse tipo de golpe somente em 2025. A falta de fiscalização e o fácil acesso a maquininhas de cartão facilitam a atuação dos criminosos.
Como os criminosos escolhem suas vítimas?
Os golpistas normalmente atuam em regiões movimentadas, como aeroportos, terminais rodoviários, áreas turísticas e bairros nobres. Disfarçados de motoristas de táxi ou prestadores de serviço, os criminosos se aproveitam da pressa ou da falta de atenção das vítimas.
Celebridades, por sua visibilidade, acabam atraindo ainda mais atenção dos criminosos. A exposição nas redes sociais pode facilitar a identificação e o rastreio de rotinas, tornando-as alvos fáceis para fraudes como o golpe da maquininha.
Por que o golpe da maquininha funciona?
O sucesso do golpe da maquininha está na sua simplicidade. Com uma atuação rápida e objetiva, os criminosos exploram situações cotidianas para induzir as vítimas ao erro. O uso de maquininhas com visor quebrado ou apagado impede que o consumidor confira o valor digitado.
Além disso, muitos clientes, por hábito ou pressa, não solicitam o comprovante da transação. Esse comportamento facilita ainda mais o sucesso do golpe. Em poucos minutos, o prejuízo pode ser de centenas ou até milhares de reais, como demonstrado no caso de Thales Bretas.
Como se proteger do golpe da maquininha?
Veja abaixo algumas dicas práticas e eficazes para se proteger do golpe da maquininha:
1. Nunca insira a senha sem conferir o valor
Antes de digitar a senha, certifique-se de que o visor está visível e o valor da cobrança é o correto.
2. Prefira pagamentos por aproximação
Pagamentos via aproximação (NFC) são mais seguros e evitam manipulações suspeitas da maquininha.
3. Solicite sempre o comprovante da transação
Exigir o comprovante impresso ou digital é uma forma de verificar o valor debitado.
4. Use apps com notificações instantâneas
Ative notificações de transações no seu aplicativo bancário. Isso permite identificar fraudes rapidamente.
5. Desconfie de maquininhas sem visor ou com defeito
Nunca aceite realizar pagamentos em equipamentos sem visor funcionando ou que dificultem a visualização do valor.
O que fazer se você cair no golpe da maquininha?
Caso você perceba que foi vítima do golpe da maquininha, tome imediatamente as seguintes providências:
-
Entre em contato com o banco emissor do cartão e bloqueie o pagamento.
-
Registre um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima ou pela internet.
-
Guarde o máximo de informações possíveis, como nome do estabelecimento, placa do carro (se houver), dia e hora da transação.
-
Entre com pedido de contestação da compra junto ao banco.
-
Alimente bancos de dados públicos como os Procons e portais de reclamações.
A legislação brasileira protege a vítima?
A legislação atual permite que consumidores vítimas de fraudes como o golpe da maquininha entrem com ações judiciais para reaver o valor perdido, desde que comprovem a fraude. Bancos, em muitos casos, reembolsam o cliente após análise. No entanto, o processo pode ser demorado.
Por isso, o mais importante continua sendo a prevenção.
Famosos na mira de golpistas
Além de Thales Bretas, outros nomes conhecidos do público já relataram situações semelhantes envolvendo golpes com cartões de crédito ou maquininhas. Isso reforça que, independentemente de status social, qualquer um pode ser vítima.
Com o crescimento do número de golpes financeiros, cresce também a importância da educação financeira e digital, incluindo atenção redobrada em transações rotineiras.
O caso do golpe da maquininha sofrido por Thales Bretas trouxe à tona a necessidade de mais atenção e cuidados no momento de realizar pagamentos com cartão. Este tipo de crime está longe de ser isolado e representa uma ameaça real e crescente à segurança financeira da população.
A conscientização é o primeiro passo para se proteger e evitar prejuízos. Fique atento, compartilhe essas informações e ajude a combater esse tipo de fraude.






