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Home Economia Ibovespa

Ibovespa recorde: a lista das ações baratas na Bolsa que ninguém está vendo

por Daniel Wicker - Repórter
05/02/2026
em Ibovespa, Destaque, Economia, News
Ibovespa Recorde: A Lista Das Ações Baratas Na Bolsa Que Ninguém Está Vendo - Gazeta Mercantil

Ibovespa renova máximas históricas, mas analistas apontam setores descontados e indicam onde encontrar ações baratas na Bolsa

O mercado acionário brasileiro vive um momento singular em fevereiro de 2026. Enquanto o principal índice da B3, o Ibovespa, rompe barreiras históricas e testa o patamar dos 187 mil pontos, uma análise mais criteriosa dos fundamentos revela uma dicotomia que atrai a atenção de investidores institucionais e pessoas físicas: mesmo no topo nominal, ainda existe um vasto leque de ações baratas na Bolsa. O movimento de alta recente, impulsionado vigorosamente pelo fluxo de capital estrangeiro, não eliminou as distorções de preços em diversos setores, criando janelas de oportunidade para quem busca valorização a médio e longo prazo.

A valorização do Ibovespa, que em dólares avançou expressivos 18,42% segundo dados da Elos Ayta Consultoria, reflete uma rotação global de ativos. O capital internacional, em busca de retornos mais atrativos fora dos mercados saturados dos Estados Unidos, tem migrado com força para a América Latina. Contudo, o rali não foi uniforme. Enquanto papéis de grande liquidez foram os primeiros a capturar esse fluxo, segmentos inteiros ligados à economia doméstica e ao consumo discricionário permanecem negociados com descontos históricos, configurando o que especialistas classificam como ações baratas na Bolsa brasileira, prontas para uma eventual reprecificação.

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Fluxo estrangeiro e o desempenho comparativo na América Latina

O desempenho da bolsa brasileira não é um evento isolado, mas parte de um movimento coordenado de apetite ao risco em mercados emergentes. Comparativamente, o Brasil se destaca, mas divide as atenções com vizinhos que também apresentaram performances robustas em moeda forte. O índice S&P/BVL General, do Peru, liderou os ganhos na região com alta de 22,51% em dólares, seguido de perto pelo MSCI Colcap, da Colômbia, com 21,16%. O Brasil aparece na sequência, superando o IPSA do Chile (+15,65%) e o IPyC do México (+9,18%).

No recorte doméstico, o mês de fevereiro de 2026 confirmou a tendência altista. Na sessão de terça-feira (3), o Ibovespa encerrou com ganho de 1,58%, atingindo 185.674,43 pontos, após tocar a máxima intradiária de 187.333,83 pontos — o maior nível já registrado. Mesmo com a correção técnica observada na quarta-feira (4), quando o índice recuou 2,14%, o suporte de 181 mil pontos foi mantido, sinalizando resiliência. Para analistas da XP, que revisaram a projeção do índice para 190 mil pontos, a tese de investimento permanece intacta: a rotação de portfólio global deve continuar favorecendo o Brasil, sustentando a busca por ações baratas na Bolsa local.

Múltiplos descontados: onde está o valor real

O desafio do investidor, diante de um índice nas máximas, é separar o que está caro do que ainda oferece margem de segurança. A análise setorial da XP lança luz sobre essa questão, indicando que o Brasil combina valuations atrativos com fundamentos corporativos sólidos. A corretora aponta que, embora setores financeiros e defensivos tenham passado por uma expansão de múltiplos no início de 2025, e as commodities tenham reagido no segundo semestre, os ativos cíclicos ainda engatinham.

Em uma perspectiva histórica, a distorção de preços é evidente. O setor de consumo discricionário — que engloba varejo, construção civil e serviços não essenciais — desponta como o principal reduto de ações baratas na Bolsa. Este segmento negocia com um desconto agressivo de 43% em relação à sua média histórica. Na sequência, aparecem os setores de energia, com 26% de desconto, e saúde, com 18%. Esses números sugerem que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de recuperação dessas empresas em um cenário de eventual queda da taxa Selic, o que destravaria valor para os acionistas.

Análise de retorno implícito favorece economia doméstica

Corroborando a visão de que há valor a ser capturado, o Santander realizou um estudo detalhado baseado na Taxa Interna de Retorno (IRR, na sigla em inglês) das ações sob sua cobertura, projetando cenários até o fim de 2028. A métrica, essencial para grandes alocadores de recursos, aponta que as oportunidades mais assimétricas estão concentradas na economia interna.

Sob a ótica do banco, setores como educação, varejo e transporte oferecem retornos implícitos significativamente superiores ao custo de capital, mesmo quando aplicadas premissas conservadoras nos modelos de avaliação. Isso reforça a tese de que as ações baratas na Bolsa não são apenas “armadilhas de valor”, mas empresas com capacidade de entregar crescimento real de lucros.

Em contrapartida, o estudo sugere cautela com setores que já performaram muito bem ou que dependem de variáveis externas mais voláteis. Segmentos exportadores (alimentos, bebidas, materiais, óleo e gás), utilidade pública e o cluster de tecnologia, mídia e telecomunicações (TMT) apresentam retornos implícitos menos atraentes neste momento, indicando que o “filé mignon” da valorização pode já ter ficado para trás nesses nichos específicos.

Carteira de oportunidades: as escolhas do Santander

Na prática, onde estão essas oportunidades? O Santander listou uma série de empresas que combinam preços atrativos com fundamentos em melhora, categorizando-as como ações baratas na Bolsa com potencial de upside. A lista é diversificada e foca na recuperação do consumo e na eficiência operacional:

  1. Varejo e Consumo: O banco destaca a C&A (CEAB3), a rede de academias SmartFit (SMFT3) e a joalheria Vivara (VIVA3). São companhias líderes em seus nichos que tendem a se beneficiar diretamente do aumento da renda disponível e da alavancagem operacional.

  2. Construção Civil: O setor imobiliário é representado por Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3). A tese aqui se apoia na resiliência da demanda por habitação e na capacidade dessas empresas de manterem margens saudáveis mesmo em ambientes desafiadores.

  3. Serviços e Outros: A lista inclui ainda a plataforma financeira Inter (INTR), a empresa de energia Eneva (ENEV3), a gigante de aluguel de carros Localiza (RENT3) e a Rede D’Or (RDOR3) no setor de saúde.

Esses nomes refletem uma aposta na qualidade da gestão e na capacidade de execução, características fundamentais para quem busca ações baratas na Bolsa sem abrir mão da segurança nos fundamentos.

Visão do Value Investing: garimpando descontos profundos

Para além dos grandes bancos, casas de análise independentes focadas em Value Investing (investimento em valor) também identificam assimetrias relevantes. Ramiro Gomes Ferreira, cofundador do Clube do Valor, aponta que o setor financeiro, tradicionalmente um porto seguro, ainda guarda oportunidades descontadas.

Entre as instituições financeiras, Ferreira cita o Banco do Brasil (BBAS3), o Banrisul (BRSR6) e o Banco ABC (ABCB4) como exemplos de ações baratas na Bolsa. A métrica aqui é clara: empresas lucrando bilhões, pagando dividendos e sendo negociadas a múltiplos de Preço sobre Lucro (P/L) historicamente baixos.

No varejo, a visão do analista converge com a do Santander em relação à C&A, mas adiciona outros nomes de peso. Lojas Renner (LREN3) e Grendene (GRND3) são citadas como empresas que, apesar da solidez de balanço e liderança de mercado, sofreram penalizações excessivas nas cotações, abrindo pontos de entrada interessantes para o investidor de longo prazo.

Small Caps e a aposta na queda dos juros

Lucas Sigu, sócio-fundador da Ciano Investimentos, amplia o espectro da análise para papéis que possuem maior sensibilidade aos juros e ao ciclo econômico. A tese é que, em um cenário de normalização monetária futura, empresas alavancadas ou de crescimento acelerado (growth) tendem a performar acima da média.

Sigu identifica atratividade no varejo eletrônico e no setor pet, citando Magazine Luiza (MGLU3) e União Pet (AUAU3). A lógica para classificar estes papéis como ações baratas na Bolsa reside no potencial de recuperação de margens. “Vemos potencial nas empresas que apresentam um Ebit positivo, mas um lucro ainda pressionado pelo custo das dívidas”, explica.

Essa dinâmica é particularmente visível no setor de locação e logística. A Ciano destaca a Vamos (VAMO3) e a Movida (MOVI3). Ambas as companhias possuem operações robustas, mas seus resultados financeiros foram impactados pelo custo do serviço da dívida. À medida que o cenário macroeconômico permitir um alívio nos juros, o lucro líquido dessas empresas tende a destravar valor rapidamente, justificando a posição atual.

Dividendos: renda passiva com ativos descontados

Para o investidor focado em renda passiva, encontrar ações baratas na Bolsa que também paguem bons proventos é o “Santo Graal”. Pedro Galdi, analista da Ações Garantem o Futuro (AGF), mapeia oportunidades nesse nicho específico. A lista de recomendações inclui clássicos do setor elétrico e financeiro: Isa Energia (TRPL4), Axia Energia (AXAI3), Cemig (CMIG4), Sanepar (SAPR11) e Bradesco (BBDC4).

Um destaque importante na análise da AGF é o Banco do Brasil. A instituição, que historicamente liderou os rankings de dividend yield, perdeu momentaneamente esse posto devido às dificuldades na carteira de crédito do agronegócio. No entanto, a casa mantém uma visão construtiva, acreditando na recuperação da inadimplência e no retorno do banco ao topo da lista de pagadores, o que torna a cotação atual uma oportunidade de entrada em um ativo de qualidade.

Blue Chips: liquidez versus preço justo

Quando se trata das “Blue Chips” — as ações de maior peso e liquidez do Ibovespa —, o conceito de ações baratas na Bolsa exige nuances. O Clube do Valor alerta que poucas gigantes negociam com descontos reais. A exceção notável, segundo a análise, é a Petrobras (PETR4), que ainda apresenta múltiplos atrativos frente aos seus pares globais e à sua capacidade de geração de caixa.

Por outro lado, pesos-pesados como Itaú (ITUB4) e Vale (VALE3) são vistos com cautela sob a ótica de valuation. Embora sejam empresas excelentes, com governança sólida e bons pagadores de dividendos, seus preços atuais já refletem essas qualidades, oferecendo pouca margem de segurança para o investidor focado estritamente em preço. “Não são papéis baratos”, resume Ferreira, destacando que qualidade nem sempre é sinônimo de oportunidade de compra imediata.

Riscos e armadilhas: o barato que sai caro

Identificar ações baratas na Bolsa requer mais do que apenas olhar para uma cotação em queda. Especialistas alertam para as chamadas “Value Traps” (armadilhas de valor) — empresas que parecem baratas, mas cujos fundamentos estão em deterioração estrutural. Uma ação pode estar descontada por motivos legítimos: o setor está em crise terminal, a empresa perdeu mercado ou há riscos de governança.

Para fugir dessas armadilhas, a recomendação é sistematizar a análise. Fatores como liquidez diária são cruciais; entrar em um papel difícil de negociar pode transformar o investimento em um passivo ilíquido. Além disso, a análise fria dos balanços trimestrais é indispensável. Indicadores como o Earnings Yield (rendimento dos lucros) ajudam a comparar a rentabilidade real da empresa com outras opções de investimento, como a renda fixa.

Estratégias quantitativas e fundamentalistas concordam em um ponto: o fluxo de capital estrangeiro ou a conjuntura política podem influenciar a volatilidade de curto prazo, mas não alteram a forma de avaliar o valor intrínseco de uma companhia. No final, a busca por ações baratas na Bolsa deve sempre estar ancorada na capacidade da empresa de gerar caixa e lucro no futuro.

Perspectivas para a rotação de carteiras e o fluxo local

Olhando para frente, a sustentabilidade da alta do Ibovespa e a valorização das ações baratas na Bolsa dependem da dinâmica entre commodities e economia interna. Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos, alerta para a necessidade de monitorar os preços do minério de ferro e do petróleo. Em um cenário de acomodação dessas commodities, o mercado passará a exigir maior eficiência e geração de lucros, o que pode limitar o fôlego de Petrobras e Vale.

Essa possível estabilização nas commodities abre espaço para uma “segunda onda” de valorização. Se a primeira etapa foi liderada pelo investidor estrangeiro focando em liquidez, a próxima fase pode ser protagonizada pelo investidor local, voltando-se para as Small Caps e empresas de menor capitalização. É nesse cenário que os setores de varejo, construção e serviços — atualmente os mais descontados — podem brilhar, validando a tese de que, mesmo nas máximas históricas, o mercado brasileiro ainda oferece oportunidades ímpares de entrada.

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