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Falha em Agibank expõe dados de 5,2 mil chaves Pix e acende alerta sobre segurança

por Álvaro Lima - Repórter de Economia
13/02/2026 às 22h02 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h05
em Economia, Destaque, Notícias
Falha Em Agibank Expõe Dados De 5,2 Mil Chaves Pix E Acende Alerta Sobre Segurança - Gazeta Mercantil

Falha em Agibank expõe dados de mais de 5 mil chaves Pix

O Banco Central do Brasil (BC) confirmou nesta sexta-feira (13) que um incidente de segurança envolvendo o Banco Agibank S.A. resultou na exposição de dados cadastrais de 5.290 chaves Pix. O episódio, que envolve informações sensíveis dos clientes, acende alertas sobre a proteção de dados financeiros no país e a necessidade de mecanismos mais robustos de prevenção a incidentes cibernéticos em instituições financeiras.

De acordo com o BC, o período afetado compreende registros cadastrados entre 26 de dezembro de 2025 e 30 de janeiro de 2026. Os dados expostos incluem nome do usuário, CPF com máscara, instituição de relacionamento, número da agência e número e tipo da conta. Não houve, porém, vazamento de informações sensíveis como senhas, movimentações financeiras ou saldos bancários. Segundo o órgão, “as informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”.


Comunicação restrita aos clientes

O Banco Central detalhou que os clientes afetados serão informados exclusivamente por meio do aplicativo ou do internet banking do Agibank. A instituição esclareceu que não utilizará outros canais, como mensagens de texto, e-mails ou ligações telefônicas, para notificar os usuários, reforçando o controle e a segurança da comunicação.

O BC afirmou ainda que todas as medidas previstas na regulação vigente já foram adotadas para apuração detalhada do incidente, incluindo auditoria dos sistemas e reforço na segurança da plataforma Pix do banco. Apesar de não haver obrigação legal de divulgar o caso publicamente, o BC optou pela transparência como princípio de atuação institucional.


Histórico de irregularidades e problemas anteriores

O episódio da falha em Agibank não é isolado. Em fevereiro de 2026, Gilberto Waller Júnior, presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), revelou que cerca de 2 mil empréstimos consignados foram liberados a aposentados e pensionistas já falecidos, majoritariamente por meio do Agibank. O relato ocorreu durante audiência da CPMI do INSS, que investiga fraudes e irregularidades em contratos de crédito consignado.

Segundo o presidente do INSS, falhas na verificação de identidade permitiram a liberação irregular dos empréstimos, evidenciando fragilidades nos processos de controle e segurança do banco. Em agosto de 2025, o instituto chegou a suspender temporariamente o contrato com o Agibank, responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários, para apurar denúncias de descumprimentos contratuais graves.

Entre as irregularidades detectadas pelo INSS estavam a interceptação e o redirecionamento de chamadas à Central 135, recusas à portabilidade de benefícios, retenção indevida de valores e convocações obrigatórias a agências físicas. O instituto classificou as práticas como infração gravíssima e afirmou que a suspensão visou preservar transparência e segurança nos pagamentos. O Agibank, por sua vez, negou qualquer irregularidade, garantindo que atua dentro das normas e busca retomar integralmente os serviços operacionais com o INSS.


Impactos da exposição de dados

A falha em Agibank evidencia riscos potenciais de incidentes de segurança em bancos que operam com Pix e outros meios de pagamento digital. Embora não haja comprometimento direto de fundos ou senhas, o vazamento de informações cadastrais pode facilitar golpes, phishing e tentativas de fraude. Especialistas em segurança digital alertam que dados como CPF, agência e tipo de conta podem ser utilizados em esquemas de engenharia social.

Além disso, incidentes dessa natureza reforçam a importância de processos internos de auditoria contínua, monitoramento de acessos e atualização de protocolos de segurança, especialmente em instituições que gerenciam grande volume de transações financeiras e dados sensíveis de clientes.


Reforço na governança e medidas corretivas

Após o incidente, o Agibank reforçou a governança de segurança da informação, adotando medidas preventivas e corretivas em parceria com o Banco Central. Entre as ações implementadas estão a revisão de controles de acesso, aprimoramento de sistemas de monitoramento e auditorias regulares para identificar vulnerabilidades.

O BC acompanha de perto a situação e manterá a supervisão até a completa regularização das operações e mitigação de riscos. A divulgação do incidente segue o compromisso do órgão com a transparência, assegurando que clientes e sociedade estejam informados sobre eventuais vulnerabilidades em sistemas financeiros.


Repercussão regulatória e transparência

A divulgação do caso pela autoridade monetária também tem caráter regulatório e preventivo. A atuação proativa do BC sinaliza para o setor financeiro a necessidade de políticas robustas de gestão de risco, controles internos eficientes e procedimentos claros de comunicação em incidentes de segurança.

Apesar de a exposição envolver apenas dados cadastrais, o episódio serve como alerta para outras instituições financeiras sobre a importância de políticas preventivas e de compliance rigoroso, especialmente no contexto de expansão de pagamentos digitais e aumento de transações via Pix.


Vigilância do mercado financeiro

O incidente da falha em Agibank coincide com crescente atenção do mercado financeiro a riscos cibernéticos. Bancos e fintechs enfrentam pressão regulatória e exigência de adoção de práticas de segurança alinhadas às normas do Banco Central, que prioriza proteção do consumidor e integridade dos sistemas financeiros.

Para especialistas, o episódio reforça a necessidade de cultura corporativa voltada à segurança digital, investimentos em tecnologia e capacitação constante de equipes técnicas, garantindo que vulnerabilidades sejam rapidamente identificadas e mitigadas.


Orientações aos clientes afetados

Clientes do Agibank devem ficar atentos a mensagens oficiais recebidas pelo aplicativo ou internet banking, evitando clicar em links suspeitos ou fornecer dados adicionais por canais não oficiais. O banco recomenda monitoramento regular das contas e atenção a qualquer movimentação incomum.

O incidente serve como alerta para toda a base de usuários de bancos digitais sobre a importância de boas práticas de segurança, incluindo uso de autenticação em dois fatores, atualização de senhas e atenção a tentativas de fraude.

Tags: Agibank S.A.Banco Centralclientes Agibankdados Pix expostosEconomiafalha em Agibankfraude Pixincidentes bancáriosproteção de dadosregulamentação financeirasegurança financeira

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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