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CDBs do Banco Master: Esteves afirma que BTG Pactual não errou e debate regulação financeira domina mercado

por Álvaro Lima - Repórter de Economia
12/02/2026 às 00h10 - Atualizado em 14/05/2026 às 12h00
em Economia, Destaque, Negócios
Cdbs Do Banco Master: Esteves Afirma Que Btg Pactual Não Errou E Debate Regulação Financeira Domina Mercado - Gazeta Mercantil

CDBs do Banco Master: André Esteves afirma que BTG não errou na distribuição e debate sobre regulação domina mercado financeiro

O presidente do conselho de administração e sócio sênior do BTG Pactual, André Esteves, afirmou nesta quarta‑feira, 11 de fevereiro, que a atuação do banco na distribuição dos CDBs do Banco Master não foi, em sua visão, uma conduta equivocada nem imprópria, mesmo diante das recentes controvérsias e investigações que mobilizam o mercado financeiro, plataformas de investimento e órgãos reguladores. A declaração foi dada durante evento corporativo que reuniu lideranças do setor financeiro e reforça o centro de um debate mais amplo sobre regulação, responsabilidade dos distribuidores e proteção dos investidores no Brasil.

A discussão acerca dos CDBs do Banco Master ganhou destaque após a liquidação extrajudicial do banco em novembro de 2025 pelo Banco Central (BC), momento em que o caso passou a ser amplamente analisado por especialistas, plataformas de investimento e pela própria Justiça. A complexidade do episódio envolve avaliações sobre o papel das instituições financeiras, das corretoras e das regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Distribuição de CDBs e defesa do BTG

Esteves afirmou que o BTG agiu dentro dos limites esperados e que, ao perceber sinais de risco relacionados ao Banco Master, tomou medidas prudenciais de redução e posterior interrupção na distribuição dos CDBs do Banco Master. Ele ressaltou que a instituição também promoveu campanhas para alertar investidores sobre os limites de cobertura do FGC, incentivando a observância dos limites de garantia disponíveis.

“Quando começamos a achar que havia algo errado com essa instituição, fomos reduzindo a distribuição até pararmos e fizemos consecutivas campanhas para investidores estarem dentro da garantia”, declarou o executivo, defendendo que o banco cumpriu seu papel.

Este posicionamento acontece em meio a ação civil pública que envolve o BTG Pactual, XP e Nubank pela comercialização dos CDBs do Banco Master, com questionamentos sobre a suficiência de informações prestadas aos investidores antes da liquidação extrajudicial ocorrer.

Críticas e resposta do mercado financeiro

Enquanto Esteves defende a atuação do banco, outros atores do sistema financeiro manifestam visões distintas. Executivos de grandes instituições, como o presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho, deixaram claro que seu banco optou por não distribuir CDBs do Banco Master em função de critérios técnicos internos, citando que esse tipo de produto prometia retornos elevados acima da média de mercado, o que poderia elevar o risco ao investidor.

O caso dos CDBs do Banco Master mostra o quanto a estratégia de captação por meio desses títulos pode ser controversa. Ofertas com remuneração acima de 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) atraíram grande volume de investidores, especialmente em plataformas digitais, gerando discussões intensas sobre o equilíbrio entre retorno e risco.

Debates sobre o Fundo Garantidor de Créditos e regulação

A crise desencadeada pelos CDBs do Banco Master expôs fragilidades percebidas na regulação do mercado financeiro brasileiro, sobretudo no uso do FGC como principal instrumento de proteção e estímulo à captação de recursos via CDBs. Especialistas e executivos defendem que o caso não deve levar à demonização das plataformas de investimento, mas sim a uma revisão criteriosa das normas que regem a supervisão e a utilização desses mecanismos, sem reduzir o acesso dos pequenos investidores a produtos financeiros inovadores.

Segundo avaliação de lideranças do setor, a regulação atual do FGC não impede que bancos de menor porte captem recursos em níveis elevados com títulos de alto retorno. Por isso, o episódio provocou um chamado para reavaliação da maneira como esses instrumentos são utilizados e supervisionados, relativamente ao capital e à liquidez das instituições emissoras.

Impactos no mercado de investimentos

O debate sobre os CDBs do Banco Master estende‑se ao modelo de negócios das plataformas de investimentos. Corretoras e bancos digitais passaram a ser criticados ou questionados quanto às práticas de disponibilização dos produtos, com ações judiciais analisando se houve falhas na apresentação adequada dos riscos aos investidores.

O volume de CDBs do Banco Master distribuídos atingiu cifras relevantes em 2025, com grandes instituições liderando a oferta desses títulos, incluindo a XP com R$ 26 bilhões em vendas e o BTG Pactual com R$ 6,7 bilhões, respondendo por uma parcela significativa do total distribuído ao varejo.

Especialistas de mercado observam que, embora os CDBs sejam produtos tradicionais de renda fixa, a forma como foram ofertados no caso do Banco Master, especialmente por meio de plataformas digitais com amplo alcance, destaca a necessidade de clarificação das responsabilidades entre distribuidor e emissor, bem como o papel da regulação para proteger o investidor sem sufocar a inovação no setor financeiro.

Repercussão entre investidores e futuro da regulação

O episódio dos CDBs do Banco Master também desencadeou um amplo debate sobre a experiência dos investidores, muitos dos quais foram atraídos pelos altos rendimentos comparados ao mercado tradicional. A participação de corretoras e bancos de investimento na distribuição desses títulos ampliou consideravelmente a captação de recursos pelo Master antes da intervenção do Banco Central, o que agora coloca em foco a transparência das informações e a capacidade de avaliação de risco por parte dos investidores.

Para analistas, a experiência pode levar a uma transformação mais ampla no mercado de investimentos, incluindo ajustes regulatórios no FGC, critérios de distribuição de títulos de renda fixa e maior ênfase em educação financeira para investidores de varejo, de modo a equilibrar proteção e acesso a oportunidades de mercado.

O papel das plataformas de investimento no Brasil

A defesa de Esteves destaca ainda que as plataformas de investimento desempenham papel essencial ao democratizar o acesso a produtos financeiros antes limitados a investidores institucionais, permitindo que o varejo tenha acesso a CDBs e outras aplicações que, em condições normais, estariam restritas. Essa visão, defendida por líderes do BTG Pactual, sugere que o episódio não deve ser interpretado como falha do modelo, mas sim como um pontapé para aprimorar regras sem desestimular a competição e a inovação.

Ele reiterou que tais plataformas não são a raiz dos problemas observados, mas sim a estrutura de utilização do seguro do FGC como principal alavanca de captação sem contrapartida de gestão de risco adequada por parte das instituições emissores de títulos.

Tags: André Esteves CDB MasterBTG Pactual e CDBs MasterCDBs do Banco Masterdistribuição de CDBs MasterEconomiamercado financeiro Brasilnegóciosplataformas de investimentoregulação FGC CDB

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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