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Novo recorre ao plenário da Câmara contra STF e questiona ampliação de poderes da Corte

por Redação
15/10/2025 às 17h05 - Atualizado em 14/05/2026 às 11h35
em Política, Destaque, Notícias
Novo Recorre Ao Plenário Da Câmara Contra Stf E Questiona Ampliação De Poderes Da Corte - Gazeta Mercantil

Novo recorre ao plenário da Câmara contra STF e questiona ampliação de poderes da Corte

A bancada do partido Novo protocolou um recurso ao plenário da Câmara dos Deputados, contestando o substitutivo do Projeto de Lei (PL) 3.640/2023, que altera regras sobre ações de controle de constitucionalidade e amplia o protagonismo do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, segundo o Novo, representa um risco ao equilíbrio entre os Poderes e à segurança jurídica no país.

O recurso foi registrado na terça-feira (14/10) e conta com apoio de diversas legendas que compartilham preocupações semelhantes quanto à concentração de poder na Corte. Os parlamentares argumentam que o substitutivo aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), elaborado pelo relator Rubens Pereira Júnior (PT-MA), permite que o STF atue de forma mais intensa em matérias políticas e administrativas, extrapolando limites constitucionais.


Contexto do PL 3.640/2023 e controvérsias

O PL 3.640/2023 tem como objetivo atualizar e sistematizar as normas que regulam o controle de constitucionalidade no Brasil, incluindo Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI), Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) e Ações Diretas de Constitucionalidade (ADC). No entanto, o substitutivo aprovado pela CCJ gerou críticas por ampliar de forma significativa a atuação do STF, permitindo decisões monocráticas e parciais de mérito.

Para o partido Novo, a aprovação do texto substitutivo reforça o ativismo judicial e amplia o poder da Corte sobre assuntos que cabem ao Legislativo e Executivo, resultando em insegurança jurídica. A legenda defende a análise da PEC 8/2021, aprovada no Senado, como alternativa que melhor preserva o equilíbrio entre os Poderes.


Principais críticas do partido Novo

Entre os pontos mais criticados pelo Novo estão:

  1. Medidas liminares monocráticas: O substitutivo mantém a possibilidade de decisões individuais por ministros, conferindo poder desproporcional sobre atos do Legislativo e Executivo.

  2. Decisões parciais de mérito: Permitindo que o STF julgue parcialmente ações de validade geral, o que aumenta a interferência da Corte em políticas públicas.

  3. Mudança nos requisitos para ADC: O substitutivo altera o critério de “controvérsia judicial relevante” para “controvérsia jurídica relevante”, permitindo que ações cheguem ao STF mesmo sem decisões conflitantes.

  4. Criação da ADPF incidental: Permite o deslocamento direto de discussões das instâncias ordinárias para o STF, ampliando o alcance da Corte e criando possíveis sobressaltos processuais.

  5. Uso de tratados internacionais e decisões de Cortes de direitos humanos como parâmetro de controle, sem distinção entre tratados aprovados por quórum de emenda constitucional ou ordinário, o que pode gerar insegurança jurídica.

  6. Teoria da transcendência dos motivos determinantes no Código de Processo Civil: Facilita o acesso ao STF para declarar inconstitucionalidade de normas semelhantes, aumentando o protagonismo da Corte.

O Novo sustenta que, apesar de melhorias em relação ao projeto original, o substitutivo mantém o protagonismo do STF sobre políticas públicas e questões morais, contrariando o objetivo de limitar a hipertrofia da Corte.


Impacto da ação do Novo no plenário da Câmara

O recurso apresentado pelo partido será analisado pelo plenário da Câmara dos Deputados. Caso seja aceito, o texto poderá retornar à CCJ para nova apreciação ou ajustes de mérito antes da votação final. A iniciativa demonstra a importância do Legislativo em revisar medidas que possam comprometer o equilíbrio entre os Poderes e reforça a atuação do Novo como defensor da segurança jurídica.

Parlamentares do Novo argumentam que o fortalecimento do STF, sem contrapesos adequados, aumenta o risco de decisões que podem impactar negativamente a atuação do Legislativo e Executivo, interferindo em políticas públicas essenciais.


STF e a discussão sobre hipertrofia judicial

A chamada hipertrofia judicial é um tema recorrente no debate político brasileiro. O termo descreve a ampliação do poder do Supremo Tribunal Federal para atuar em matérias que tradicionalmente cabem ao Legislativo ou Executivo, incluindo:

  • Políticas públicas;

  • Questões morais;

  • Controle de constitucionalidade de normas sem conflito judicial;

  • Interpretação de tratados internacionais sem respaldo em emendas constitucionais.

O partido Novo defende que a hipertrofia do STF pode gerar insegurança jurídica, concentração de poder e redução da capacidade de atuação do Parlamento, tornando urgente a revisão das regras de controle de constitucionalidade.


A defesa do equilíbrio entre os Poderes

O Novo recorre ao plenário da Câmara contra STF como forma de preservar a separação de funções entre os Poderes da República. Para os parlamentares, é essencial que:

  • O Legislativo mantenha autonomia para legislar sem interferência excessiva da Corte;

  • O Executivo tenha segurança jurídica para implementar políticas públicas;

  • O STF concentre sua atuação em casos de relevância constitucional clara, evitando decisões monocráticas e parciais que ampliem seu poder.

A bancada do Novo reforça que a aprovação de medidas equilibradas é fundamental para garantir estabilidade institucional, proteger direitos e manter a confiança da população no sistema democrático.


Repercussões políticas e debates no Congresso

A iniciativa do Novo gerou amplo debate entre partidos e especialistas em Direito Constitucional. A tramitação do PL 3.640/2023 reflete o desafio de conciliar a modernização do controle de constitucionalidade com a manutenção de limites claros para o STF.

Críticos alertam que a ampliação do protagonismo da Corte pode influenciar decisões em políticas públicas, questões fiscais e regulatórias, enquanto apoiadores argumentam que o STF precisa ter ferramentas modernas para lidar com demandas complexas da sociedade contemporânea.


Perspectivas para a votação final

Caso o recurso do Novo seja aceito, a tramitação do substitutivo poderá sofrer ajustes significativos antes de chegar à votação final. Entre as possibilidades estão:

  • Retorno à CCJ para revisão de pontos polêmicos;

  • Inclusão de emendas que limitem a atuação monocrática do STF;

  • Discussão sobre critérios mais claros para ADC e ADPF;

  • Revisão da utilização de tratados internacionais como parâmetro de controle.

A expectativa é que o debate seja intenso, envolvendo parlamentares, juristas e representantes da sociedade civil, refletindo a importância do tema para o equilíbrio institucional do país.

Tags: ADPF incidentalcontrole de constitucionalidadehipertrofia do STFliminares monocráticasNovo recorre ao plenário da Câmara contra STFpartido NovoPEC 8/2021PL 3.640/2023poder do STFPolíticasegurança jurídica

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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