quinta-feira, 17 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Oncoclínicas (ONCO3) mais que triplica prejuízo no 1T26, para R$ 438,7 milhões

Rede de oncologia teve Ebitda ajustado negativo, queda de receita, alta alavancagem e impacto do desabastecimento de medicamentos nas clínicas

por João Souza
15/05/2026 às 10h32
em Empresas
Oncoclínicas

A Oncoclínicas (ONCO3) registrou prejuízo líquido de R$ 438,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, mais do que triplicando a perda de R$ 131,9 milhões apurada no mesmo período de 2025, informou a companhia em relatório de resultados divulgado ao mercado na noite de quinta-feira (14). O desempenho foi pressionado por queda de receita, Ebitda ajustado negativo, provisões contábeis, desalavancagem operacional e pelos efeitos do desabastecimento de medicamentos nas clínicas a partir de março.

O resultado amplia a pressão sobre a Oncoclínicas (ONCO3), que atravessa um dos períodos mais delicados desde sua abertura de capital. A companhia, especializada em tratamentos oncológicos, vem enfrentando piora nos indicadores financeiros, elevado consumo de caixa, aumento da alavancagem e necessidade de renegociação com credores.

No trimestre, o Ebitda ajustado, indicador que mede o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ficou negativo em R$ 49,2 milhões. A margem Ebitda ajustada foi negativa em 4,2%, refletindo a deterioração da operação em um período marcado por menor volume de procedimentos e problemas na cadeia de fornecimento de medicamentos.

A receita líquida da Oncoclínicas (ONCO3) somou R$ 1,16 bilhão entre janeiro e março, queda de 22,3% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Segundo a companhia, a dinâmica foi influenciada pelo volume de provisões de PCLD, a provisão para créditos de liquidação duvidosa, contabilizadas no período.

Prejuízo da Oncoclínicas aumenta com queda de receita e provisões

O prejuízo da Oncoclínicas (ONCO3) no primeiro trimestre mostra a intensidade da deterioração financeira enfrentada pela companhia. A perda de R$ 438,7 milhões representa uma piora relevante em relação ao prejuízo de R$ 131,9 milhões registrado um ano antes.

A queda da receita líquida foi um dos principais fatores de pressão. Ao recuar 22,3%, para R$ 1,16 bilhão, a companhia perdeu escala operacional em um negócio que depende de volume, previsibilidade de atendimento e eficiência na relação com fontes pagadoras.

A empresa atribuiu parte da queda ao aumento das provisões para créditos de liquidação duvidosa. Esse tipo de provisão é utilizado quando há risco de inadimplência ou dificuldade de recebimento de valores. No setor de saúde, a relação com operadoras, seguradoras e demais fontes pagadoras tem impacto direto sobre capital de giro e geração de caixa.

O Ebitda ajustado negativo também reforça a fragilidade do trimestre. O indicador ficou em R$ 49,2 milhões negativos, com margem negativa de 4,2%. Na prática, isso mostra que a operação ajustada não conseguiu gerar resultado operacional positivo antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortização.

Para investidores, o dado é especialmente sensível porque o Ebitda costuma ser usado como referência para avaliar capacidade de pagamento de dívida. Quando o indicador fica negativo ou pressionado, a percepção de risco aumenta, especialmente em companhias com alto endividamento.

Desabastecimento de medicamentos afetou operação nas clínicas

A Oncoclínicas (ONCO3) informou que o Ebitda ajustado foi diretamente impactado pela desalavancagem operacional do período. Segundo a companhia, o problema foi causado pelo desabastecimento de medicamentos nas clínicas, cenário que começou a ser enfrentado no início de março.

Em uma rede de tratamento oncológico, a disponibilidade de medicamentos é componente essencial da operação. A falta de insumos pode afetar a realização de procedimentos, reduzir a capacidade de atendimento e comprometer a geração de receita.

O número de procedimentos no trimestre foi de aproximadamente 133,4 mil, abaixo dos períodos anteriores. A companhia atribuiu a redução à política comercial de diminuição da exposição a fontes pagadoras mais intensivas em capital de giro e à crise de abastecimento de medicamentos.

Essa combinação evidencia um ajuste operacional complexo. De um lado, a empresa buscou reduzir exposição a contratos ou fontes de pagamento que exigem mais capital de giro. De outro, enfrentou restrições no fornecimento de medicamentos, o que limitou a capacidade de converter demanda em receita.

O impacto financeiro tende a ser mais severo quando ocorre em uma estrutura de custos elevada. Com menor volume de procedimentos, despesas fixas e custos operacionais passam a pesar proporcionalmente mais sobre o resultado, reduzindo margens e pressionando caixa.

Dívida líquida e aquisições a pagar chegam a R$ 3,26 bilhões

Ao fim do primeiro trimestre, a dívida líquida financeira da Oncoclínicas (ONCO3), somada às aquisições a pagar, atingiu R$ 3,26 bilhões. O patamar reforça a preocupação do mercado com a estrutura de capital da companhia.

A alavancagem financeira total, medida pela dívida financeira líquida mais aquisições a pagar sobre o Ebitda ajustado, ficou em 5,2 vezes ao fim do período. Em empresas com geração operacional pressionada, esse indicador ganha relevância porque aponta o grau de comprometimento do balanço em relação à capacidade de geração de resultado.

O nível de alavancagem da Oncoclínicas (ONCO3) passou a ser um dos principais pontos de atenção para acionistas, credores e analistas. A companhia precisa recuperar a operação, recompor abastecimento, melhorar geração de caixa e manter diálogo com credores para evitar maior deterioração financeira.

Em abril, a empresa obteve waiver dos debenturistas para descumprimento de covenant financeiro. O waiver funciona como uma dispensa temporária ou exceção concedida por credores diante do não cumprimento de determinada obrigação contratual.

A companhia também conseguiu na Justiça uma liminar que suspendeu por 60 dias os efeitos de vencimento antecipado de dívidas e a exigibilidade de obrigações financeiras. A medida deu fôlego temporário à empresa, mas não elimina a necessidade de reorganização financeira.

Expansão pós-IPO aumentou complexidade da operação

A crise atual da Oncoclínicas (ONCO3) ocorre após um ciclo de expansão iniciado com maior intensidade depois do IPO, realizado em 2021. A companhia nasceu com foco em tratamentos oncológicos, incluindo diagnóstico, radioterapia e quimioterapia.

Após a abertura de capital, a empresa ampliou sua estratégia para áreas de maior complexidade dentro do tratamento oncológico e passou a investir em aquisições de hospitais. O movimento buscava aumentar escala, diversificar receitas e consolidar uma plataforma integrada de cuidado ao paciente.

A expansão, no entanto, aumentou a complexidade da operação. A companhia chegou a adquirir três hospitais gerais e trabalhava na construção de outros três. A gestão hospitalar exige competências diferentes da operação de clínicas oncológicas, com desafios ligados a custos, ocupação, corpo clínico, suprimentos, regulação, convênios e capital de giro.

O movimento não entregou os resultados esperados no ritmo necessário para compensar o aumento da dívida e do consumo de caixa. Como consequência, a Oncoclínicas (ONCO3) passou a enfrentar piora nos resultados, alta alavancagem e necessidade recorrente de capitalização.

Para o mercado, o caso reforça os riscos de estratégias agressivas de expansão em setores de alta complexidade operacional. No segmento de saúde, crescimento por aquisições pode gerar ganhos de escala, mas também aumenta a exigência de integração, disciplina financeira e controle de custos.

Relação com Banco Master ampliou atenção sobre estrutura financeira

A situação financeira da Oncoclínicas (ONCO3) ganhou ainda mais visibilidade após a companhia ser associada ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. Parte do caixa da empresa chegou a estar aplicada em CDBs do banco, que também injetou capital na companhia.

A relação chamou atenção de investidores em meio ao aumento do escrutínio sobre a estrutura financeira da empresa e sobre a necessidade de liquidez para atravessar o período de maior pressão operacional.

A exposição a instrumentos financeiros e a dependência de capital externo passaram a ser observadas em conjunto com a evolução do endividamento, o resultado operacional e a capacidade de renegociar obrigações.

Em companhias alavancadas, a gestão do caixa é decisiva. Qualquer dificuldade de acesso a recursos, descasamento de prazos ou pressão de credores pode afetar a operação. No caso da Oncoclínicas (ONCO3), esse ponto se tornou ainda mais sensível diante da crise de abastecimento de medicamentos.

A empresa precisa demonstrar ao mercado que conseguirá reorganizar a estrutura financeira sem comprometer a continuidade do atendimento, a relação com fornecedores e a confiança das fontes pagadoras.

MAK Capital e Lumina Capital apresentaram proposta de apoio financeiro

Em meio à crise, o conselho de administração da Oncoclínicas (ONCO3) avaliou proposta apresentada pela MAK Capital e pela Lumina Capital para dar fôlego financeiro à companhia. O valor previsto ficaria entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões, a depender das garantias disponíveis.

A injeção de recursos tinha como objetivo viabilizar a aquisição de medicamentos junto à OncoProd e preservar a geração de receitas das companhias envolvidas, além de manter a continuidade da cadeia de fornecimento essencial.

A necessidade de capital para compra de medicamentos mostra a gravidade do problema operacional. Em uma empresa de saúde especializada, restrições no fornecimento podem afetar diretamente o volume de procedimentos e, consequentemente, a receita.

Para atender às condições impostas por MAK e Lumina, o conselho aceitou a renúncia imediata de Bruno Ferrari como membro e vice-presidente do conselho. Também foram nomeados Mateus Affonso Bandeira, indicado pela MAK, e o CEO Carlos Gil Ferreira para ocupar as vagas abertas no conselho até a assembleia de acionistas de 30 de abril de 2026.

As mudanças de governança indicam que o apoio financeiro veio acompanhado de exigências sobre a estrutura decisória da companhia. Esse tipo de movimento é comum em situações de crise, quando investidores ou financiadores buscam maior influência sobre a condução da reestruturação.

Resultado aumenta pressão sobre ações da Oncoclínicas

O balanço do primeiro trimestre tende a manter pressão sobre as ações da Oncoclínicas (ONCO3). O mercado deve observar principalmente a evolução da dívida, o retorno do abastecimento de medicamentos, a capacidade de recuperação do volume de procedimentos e a renegociação com credores.

A queda da receita, o Ebitda negativo e o prejuízo ampliado indicam um trimestre de forte deterioração. Para acionistas, o ponto central será avaliar se a companhia conseguirá estabilizar a operação nos próximos meses.

O setor de saúde costuma ser visto como defensivo, por estar ligado a demanda recorrente e serviços essenciais. No entanto, empresas altamente alavancadas podem sofrer de forma intensa quando há problemas operacionais, aumento de provisões, pressão de fornecedores e piora no capital de giro.

No caso da Oncoclínicas (ONCO3), a especialização em oncologia é um ativo estratégico, mas a expansão para hospitais e a estrutura financeira mais pesada ampliaram os riscos. A companhia precisa recompor confiança junto a pacientes, fontes pagadoras, fornecedores, credores e investidores.

A reação do mercado dependerá da clareza do plano de recuperação. Medidas de corte de custos, venda de ativos, reforço de capital, renegociação de dívida e foco no negócio principal podem ser acompanhadas com atenção nos próximos trimestres.

Crise da Oncoclínicas expõe riscos de alavancagem no setor de saúde

O resultado da Oncoclínicas (ONCO3) no primeiro trimestre de 2026 expõe os riscos de combinar expansão acelerada, alto endividamento e pressão operacional em um setor que exige previsibilidade, capital intensivo e rigor na cadeia de suprimentos.

A companhia encerrou o trimestre com prejuízo de R$ 438,7 milhões, receita menor, Ebitda negativo e alavancagem de 5,2 vezes. O quadro mostra que a recuperação dependerá não apenas da normalização do abastecimento de medicamentos, mas também de uma reorganização financeira mais ampla.

A obtenção de waiver e a liminar judicial deram prazo para a empresa evitar vencimentos antecipados e preservar liquidez no curto prazo. Ainda assim, a pressão sobre o balanço permanece.

A Oncoclínicas (ONCO3) terá de provar ao mercado que consegue recuperar geração de caixa, reduzir riscos operacionais, controlar provisões e reequilibrar sua estrutura de capital. Até que isso ocorra, o desempenho financeiro da companhia seguirá no centro das atenções de investidores, credores e agentes do setor de saúde.

LEIA MAIS

Percepção De Envolvimento De Aliados De Bolsonaro No Caso Master Sobe 12,9 Pontos, Diz Atlas
Política

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

A parcela dos brasileiros que considera os aliados de Jair Bolsonaro mais envolvidos nas irregularidades investigadas no caso Banco Master aumentou 12,9 pontos percentuais em seis meses, segundo...

Leia MaisDetails
Flávio Bolsonaro Usou Recentemente Apartamento Que Pertenceu A Cunhado De Vorcaro
Política

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Flávio Bolsonaro usou, em agosto, durante a campanha presidencial em São Paulo, um apartamento de alto padrão que meses antes havia pertencido a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel...

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

A LVMH, maior grupo de luxo do mundo, encerrou a sessão de 15 de setembro de 2026 com valor de mercado em torno de €201 bilhões, depois de...

Leia MaisDetails
Brb Recebe R$ 376 Milhões Da Xp Por Créditos Ligados Ao Banco Master-Gazeta Mercantil
Empresas

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

O Banco de Brasília (BRB) (BSLI3; BSLI4) recebeu R$ 376 milhões com a venda à XP de ativos que haviam chegado ao banco por meio de operações relacionadas...

Leia MaisDetails
Jpmorgan Corta Preço-Alvo Do Banco Do Brasil Para R$ 22 E Mantém Recomendação Neutra-Gazeta Mercantil
Empresas

Banco do Brasil (BBAS3): JPMorgan corta preço-alvo para R$ 22 e reduz projeções de lucro

O JPMorgan reduziu de R$ 24 para R$ 22 o preço-alvo das ações do Banco do Brasil (BBAS3) para dezembro de 2027 e manteve recomendação neutra para os...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

10:15:38
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Leia MaisDetails
Percepção De Envolvimento De Aliados De Bolsonaro No Caso Master Sobe 12,9 Pontos, Diz Atlas
Política

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Leia MaisDetails
Flávio Bolsonaro Usou Recentemente Apartamento Que Pertenceu A Cunhado De Vorcaro
Política

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP