sexta-feira, 17 de abril de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
PUBLICIDADE
Home Economia

Scott Bessent diz que Fed deve esperar antes de cortar juros em meio à guerra no Irã

por Eduardo Toscano - Correspondente Internacional
14/04/2026
em Economia, Destaque, Mundo, Notícias
Scott Bessent Diz Que Fed Deve Esperar Antes De Cortar Juros Em Meio À Guerra No Irã - Gazeta Mercantil

Reprodução

Scott Bessent diz que Fed deve esperar antes de cortar juros em meio à guerra no Irã e inflação mais alta

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que o Federal Reserve deve adotar uma postura de “esperar para ver” antes de decidir por cortes de juros, diante dos efeitos ainda incertos da guerra no Irã sobre inflação, energia e atividade econômica. A declaração recoloca Scott Bessent no centro do debate sobre política monetária americana justamente em um momento em que o mercado tenta entender até que ponto o choque do petróleo pode adiar o início do afrouxamento monetário nos Estados Unidos.

A fala de Scott Bessent ganhou peso porque ocorre em um ambiente de forte sensibilidade dos mercados a qualquer sinal vindo de Washington. Em março, os preços ao consumidor nos EUA subiram no ritmo mais forte em quase quatro anos, impulsionados principalmente pela disparada dos combustíveis após a guerra com o Irã pressionar o petróleo. O avanço dos preços elevou a cautela sobre os próximos passos do Fed e tornou mais difícil defender cortes imediatos de juros, ainda que integrantes do governo continuem pressionando por uma política monetária menos restritiva.

Ao justificar sua posição, Scott Bessent disse que a economia americana estava “muito forte” em janeiro e fevereiro e que o banco central faz “a coisa certa” ao observar com mais calma como o conflito se desenrola antes de mexer na taxa básica. A declaração é relevante porque combina duas mensagens ao mesmo tempo: de um lado, preserva a pressão política por juros menores; de outro, reconhece que o ambiente atual não favorece decisões precipitadas.

Como Ganhar Dinheiro Como Ganhar Dinheiro Como Ganhar Dinheiro
PUBLICIDADE

Para os mercados, a intervenção de Scott Bessent reforça a percepção de que a política monetária americana entrou em uma nova zona de incerteza. Antes da escalada no Oriente Médio, parte dos investidores ainda via espaço para cortes ao longo de 2026. Agora, com inflação reacelerando, petróleo pressionado e dirigentes do Fed sinalizando cautela, o debate passou a girar menos em torno de “quando cortar” e mais em torno de “quanto tempo será necessário esperar”.

O que Scott Bessent disse sobre juros e por que isso importa

A mensagem central de Scott Bessent foi objetiva: em meio à guerra no Irã, o Federal Reserve não deveria agir com pressa. Segundo ele, o momento exige observação, análise e leitura mais cuidadosa do impacto da crise geopolítica sobre os preços e sobre o crescimento. Em outras palavras, o secretário do Tesouro reconheceu que o choque externo alterou o ambiente macroeconômico de curto prazo e tornou menos linear a discussão sobre cortes.

O peso da fala de Scott Bessent não está apenas no cargo que ocupa, mas na sinalização política embutida. O governo americano vinha insistindo em juros mais baixos, mas agora admite que o Fed tem motivo para cautela. Essa inflexão é importante porque mostra que o próprio Executivo entende que o efeito inflacionário da guerra limita o espaço para pressionar o banco central de maneira mais agressiva neste momento.

Além disso, Scott Bessent afirmou estar confiante de que os aumentos recentes de preços não vão se incorporar às expectativas de inflação. Essa observação é decisiva porque, para o Fed, não basta observar a inflação cheia; é preciso avaliar se o choque de preços tende a se espalhar e a se tornar persistente. Se o banco central concluir que o movimento é temporário, a porta para cortes pode reabrir mais adiante. Se entender que houve contaminação mais ampla, o ciclo de juros altos tende a durar mais.

No plano prático, a fala de Scott Bessent funciona como um retrato fiel do dilema atual dos EUA: a economia segue relativamente robusta, mas a inflação voltou a acelerar por causa da energia. Nessa combinação, qualquer decisão antecipada do Fed corre o risco de ser interpretada como erro, seja por afrouxar cedo demais, seja por manter juros altos por tempo excessivo.

Guerra no Irã virou variável central para a política monetária dos EUA

A mudança no tom do debate sobre juros não pode ser entendida sem a guerra no Irã. O conflito elevou os preços globais do petróleo em mais de 30%, pressionou gasolina e diesel nos Estados Unidos e recolocou a energia como um dos principais vetores de inflação. Esse choque alterou diretamente a leitura que o mercado fazia sobre a trajetória de preços e sobre a margem de manobra do Federal Reserve.

Com isso, Scott Bessent passou a tratar a guerra não apenas como tema geopolítico, mas como variável econômica concreta. Quando ele diz que o Fed deve esperar, está reconhecendo que o conflito mudou o quadro de referência para a política monetária. O petróleo caro atinge transporte, logística, consumo e expectativas das famílias, ampliando o risco de que a inflação demore mais a convergir para a meta de 2%.

Esse é o ponto que mais pesa na fala de Scott Bessent. Antes da guerra, parte do mercado discutia os efeitos de tarifas, desaceleração pontual da atividade e sinais mistos de inflação. Depois da escalada no Oriente Médio, o choque de energia mudou a ordem das prioridades. O problema já não é apenas saber se a inflação está desacelerando no núcleo, mas entender por quanto tempo o petróleo continuará transmitindo pressão para os preços ao consumidor.

Ao mesmo tempo, a guerra adiciona enorme incerteza sobre horizonte e intensidade do impacto econômico. É isso que torna a postura defendida por Scott Bessent politicamente conveniente e tecnicamente plausível: esperar mais para decidir passou a parecer menos hesitação e mais prudência.

Inflação nos EUA reacendeu o debate sobre o timing dos cortes

O pano de fundo da declaração de Scott Bessent é a reaceleração inflacionária observada em março. O índice de preços ao consumidor subiu 0,9% no mês e 3,3% em 12 meses, marcando o avanço mensal mais forte em quase quatro anos, enquanto a gasolina disparou e respondeu por grande parte do movimento. Esse resultado enfraqueceu a tese de cortes próximos e recolocou a inflação como obstáculo central para o afrouxamento monetário.

No atacado, o quadro também exigiu atenção. O índice de preços ao produtor subiu 0,5% em março e 4% na comparação anual, com destaque para uma alta de 8,5% nos custos de energia. Embora o resultado mensal tenha vindo abaixo de algumas previsões mais agressivas, ainda reforçou o ambiente de pressão inflacionária causado pela guerra.

Nesse contexto, a fala de Scott Bessent encontra respaldo no próprio comportamento dos indicadores. A inflação voltou a surpreender, especialmente em componentes ligados a combustíveis. Ainda que o núcleo permaneça relativamente mais comportado, o choque de energia já foi suficiente para adiar apostas mais otimistas sobre o calendário de cortes.

Para o investidor, isso significa que Scott Bessent verbalizou um sentimento que o mercado já começava a precificar: a janela para cortes rápidos se estreitou. Não se trata, necessariamente, de descartar totalmente a queda dos juros em 2026, mas de admitir que ela ficou muito mais dependente de uma descompressão geopolítica e de uma nova melhora dos índices de inflação.

Fed ganha mais argumentos para manter cautela

A posição de Scott Bessent encontrou eco em parte da comunicação recente do próprio Federal Reserve. Nesta terça-feira, o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, afirmou que cortes podem ter de esperar até 2027, dependendo de quanto tempo os preços do petróleo permanecerem elevados. A fala reforça que a autoridade monetária vê o choque atual como fator relevante para prolongar a política de juros altos.

Isso ajuda a entender por que a declaração de Scott Bessent não soou como simples comentário político. Ela dialoga com uma percepção já presente dentro do próprio banco central: o ambiente ficou mais difícil. Se os custos de energia continuarem pressionados e se o conflito mantiver efeito direto sobre expectativas e cadeias de preços, o Fed terá menos incentivo para correr com o ciclo de cortes.

Na prática, o que Scott Bessent sugeriu é que o Fed não precisa provar independência por meio de ação imediata, mas por meio de paciência. Em um cenário de inflação ainda acima da meta, petróleo pressionado e guerra aberta, esperar se torna uma escolha defensável. Isso vale especialmente para um banco central que ainda carrega o custo reputacional de ter subestimado pressões inflacionárias em momentos anteriores.

Essa postura cautelosa também reduz o risco de uma decisão que precise ser rapidamente revertida. Se o Fed cortasse juros e a inflação de energia persistisse, a credibilidade poderia ser afetada. Sob essa ótica, Scott Bessent ajuda a consolidar o “wait and see” como a fórmula dominante do momento.

A economia americana segue forte, mas o consumidor sente o peso da energia

Ao dizer que a economia estava “muito forte” em janeiro e fevereiro, Scott Bessent procurou destacar que os EUA não chegaram a esse momento de guerra em situação de fragilidade. O comentário é importante porque sugere que o país ainda tem base de atividade para suportar um período maior de juros altos, caso isso se mostre necessário para conter os efeitos inflacionários do conflito.

Mas a força macroeconômica convive com uma pressão muito concreta sobre o consumidor. A gasolina ultrapassou US$ 4 por galão pela primeira vez em mais de três anos, e o salto dos combustíveis já começou a afetar o humor das famílias e a avaliação da condução econômica do governo. O choque de energia, portanto, não é apenas estatístico; ele está chegando ao bolso do consumidor e contaminando a percepção sobre inflação e bem-estar.

É nesse ponto que a fala de Scott Bessent ganha dimensão política. Ao sustentar que a alta de preços não deve se incorporar às expectativas de inflação, ele tenta sugerir que o choque é forte, mas temporário. Essa distinção é essencial para proteger a narrativa de que a economia americana continua resiliente e que não há necessidade de resposta precipitada do Fed.

Ainda assim, o risco é evidente. Se os preços de energia permanecerem altos por mais tempo, a confiança do consumidor pode enfraquecer e o choque temporário pode ganhar duração suficiente para alterar comportamento de consumo, reajustes e expectativas. É exatamente essa fronteira que o mercado tentará medir a partir daqui.

O que a fala de Scott Bessent muda para os mercados

Do ponto de vista dos mercados, Scott Bessent entregou uma mensagem que tende a reforçar volatilidade, e não a eliminá-la. Ao mesmo tempo em que reconhece a prudência do Fed em esperar, ele mantém a defesa de juros menores em algum momento, caso a inflação subjacente continue cedendo. Isso deixa os investidores em uma zona intermediária, sem sinal claro de corte iminente, mas também sem cancelamento definitivo dessa possibilidade.

Em termos práticos, a fala de Scott Bessent pode sustentar dólar mais firme, Treasuries sensíveis ao noticiário inflacionário e maior seletividade em bolsa. A lógica é simples: quanto maior a incerteza sobre o timing dos cortes, maior a dependência do mercado em relação a cada novo dado de inflação, petróleo e atividade. Isso tende a elevar a oscilação dos ativos.

Também muda a forma como o mercado vai ler as próximas comunicações do Fed. Depois da fala de Scott Bessent, qualquer dirigente que adote tom mais duro será visto como coerente com o ambiente atual. Já qualquer sinal mais dovish exigirá evidência forte de que a inflação ligada à guerra está perdendo força. Em outras palavras, o piso de cautela subiu.

Para países emergentes e para ativos sensíveis a fluxo internacional, essa reprecificação importa muito. Se os juros americanos ficarem altos por mais tempo, o custo global do capital segue pressionado. E, nesse cenário, a fala de Scott Bessent deixa de ser apenas comentário doméstico e passa a influenciar a forma como o mundo inteiro lê os próximos passos do Fed.

A guerra virou o filtro pelo qual o Fed terá de enxergar 2026

O ponto mais importante da declaração de Scott Bessent talvez seja este: a guerra no Irã deixou de ser um ruído periférico e passou a integrar o núcleo da discussão monetária americana. Ao pedir que o Fed espere antes de cortar juros, o secretário do Tesouro reconhece que 2026 já não pode ser lido apenas por núcleo de inflação, emprego e crescimento. Agora, petróleo, combustíveis e risco geopolítico também ocupam o centro da análise.

Esse deslocamento é significativo porque muda o horizonte de previsibilidade. O mercado estava acostumado a discutir se o Fed começaria a cortar em determinado trimestre. Agora, com Scott Bessent defendendo mais observação e com dirigentes do banco central admitindo espera prolongada, a política monetária ficou ainda mais dependente de fatores externos ao ciclo econômico tradicional.

Se a guerra perder intensidade e o petróleo ceder, a tese de cortes pode voltar com força. Se a crise persistir, a cautela tende a dominar por mais tempo. Assim, a fala de Scott Bessent não apenas comenta o presente; ela redefine o enquadramento do debate monetário para os próximos meses.

É justamente por isso que a declaração repercutiu tanto. Não foi apenas uma observação técnica sobre juros. Foi um reconhecimento explícito de que a guerra mudou a equação da política monetária americana e de que o Fed, agora, terá de atravessar 2026 olhando para inflação e geopolítica como partes inseparáveis do mesmo problema.

Tags: banco central americanocorte de juros Fedfed jurosguerra no Irã e jurosinflação nos EUAjuros nos EUA 2026petróleo EUAScott BessentScott Bessent Fedsecretário do Tesouro dos EUA

LEIA MAIS

Operação Compliance Zero: Ex-Presidente Do Brb É Preso E Pf Revela Esquema Com Imóveis De R$ 146 Milhões-Gazeta Mercantil
Política

Operação Compliance Zero: ex-presidente do BRB é preso e PF revela esquema com imóveis de R$ 146 milhões

Operação Compliance Zero leva à prisão ex-presidente do BRB e revela patrimônio milionário oculto A Operação Compliance Zero voltou ao centro das atenções do mercado financeiro e do...

MaisDetails
Ibovespa Hoje Cai Aos 196 Mil Pontos Mesmo Com Alta De Petrobras (Petr4) E Pressão Externa-Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje cai aos 196 mil pontos mesmo com alta de Petrobras (PETR4) e pressão externa

Ibovespa hoje recua aos 196 mil pontos mesmo com alta da Petrobras (PETR4) e sinaliza cautela do mercado O desempenho do Ibovespa hoje refletiu um ambiente de maior...

MaisDetails
Ifix Máxima Histórica: Fundos Imobiliários Disparam Com Expectativa De Queda Da Selic Em 2026-Gazeta Mercantil
Negócios

IFIX máxima histórica: fundos imobiliários disparam com expectativa de queda da Selic em 2026

IFIX máxima histórica impulsiona fundos imobiliários e reforça otimismo com ciclo de juros no Brasil O mercado financeiro brasileiro registra um novo marco relevante em 2026. O índice...

MaisDetails
Dólar Hoje Fecha A R$ 4,99 Com Tensão No Oriente Médio E Alerta De Inflação No Brasil-Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 4,99 com tensão no Oriente Médio e alerta de inflação no Brasil

Dólar hoje fecha estável a R$ 4,99 com tensão geopolítica e alertas de inflação no radar O comportamento do dólar hoje voltou ao centro das atenções do mercado...

MaisDetails
Rio Fashion Week 2026 Estreia Com Projeção De R$ 100 Milhões E Recoloca O Rio No Mapa Global Da Moda - Gazeta Mercantil
Negócios

Rio Fashion Week 2026 estreia com projeção de R$ 100 milhões e recoloca o Rio no mapa global da moda

Rio Fashion Week 2026 estreia com projeção de R$ 100 milhões e recoloca o Rio no centro da moda O Rio Fashion Week 2026 estreou nesta terça-feira cercado...

MaisDetails

Veja Também

Operação Compliance Zero: Ex-Presidente Do Brb É Preso E Pf Revela Esquema Com Imóveis De R$ 146 Milhões-Gazeta Mercantil
Política

Operação Compliance Zero: ex-presidente do BRB é preso e PF revela esquema com imóveis de R$ 146 milhões

MaisDetails
Ifix Máxima Histórica: Fundos Imobiliários Disparam Com Expectativa De Queda Da Selic Em 2026-Gazeta Mercantil
Negócios

IFIX máxima histórica: fundos imobiliários disparam com expectativa de queda da Selic em 2026

MaisDetails
Rio Fashion Week 2026 Estreia Com Projeção De R$ 100 Milhões E Recoloca O Rio No Mapa Global Da Moda - Gazeta Mercantil
Negócios

Rio Fashion Week 2026 estreia com projeção de R$ 100 milhões e recoloca o Rio no mapa global da moda

MaisDetails
Liquidação Da Creditag: Banco Central Intervém Após Colapso Financeiro E Bloqueia Bens De Gestores-Gazeta Mercantil
Economia

Liquidação da Creditag: Banco Central intervém após colapso financeiro e bloqueia bens de gestores

MaisDetails
Telefônica Brasil (Vivt3) Tem Lucro Líquido De R$ 1,9 Bi No 3T25, Alta De 13% – Money Times
Negócios

Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 365 milhões em JCP; veja valor por ação, data-com e ex-juros

MaisDetails

EDITORIAS

  • Brasil
  • Cultura & Lazer
  • Economia
  • Esportes
  • Lifestyle
  • Mundo
  • Negócios
  • Notícias
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Trabalho
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Brasil
  • Cultura & Lazer
  • Economia
  • Esportes
  • Lifestyle
  • Mundo
  • Negócios
  • Notícias
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Trabalho
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Operação Compliance Zero: ex-presidente do BRB é preso e PF revela esquema com imóveis de R$ 146 milhões

Ibovespa hoje cai aos 196 mil pontos mesmo com alta de Petrobras (PETR4) e pressão externa

IFIX máxima histórica: fundos imobiliários disparam com expectativa de queda da Selic em 2026

Dólar hoje fecha a R$ 4,99 com tensão no Oriente Médio e alerta de inflação no Brasil

Rio Fashion Week 2026 estreia com projeção de R$ 100 milhões e recoloca o Rio no mapa global da moda

Liquidação da Creditag: Banco Central intervém após colapso financeiro e bloqueia bens de gestores

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com

Sem resultados
Todos os resultados
  • Brasil
  • Cultura & Lazer
  • Economia
  • Esportes
  • Lifestyle
  • Mundo
  • Negócios
  • Notícias
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Trabalho
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com