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Home Economia

Governo e Congresso discutem taxação da energia solar e reacendem debate sobre o futuro da matriz energética brasileira

por Redação
31/10/2025 às 18h15 - Atualizado em 15/05/2026 às 16h54
em Economia, Destaque, Notícias
Governo E Congresso Discutem Taxação Da Energia Solar E Reacendem Debate Sobre O Futuro Da Matriz Energética Brasileira - Gazeta Mercantil

Governo estuda taxação da energia solar e gera alerta no setor sobre risco de retrocesso ambiental e econômico

Brasília – O debate em torno da taxação da energia solar voltou a ganhar força no Congresso Nacional após o envio de uma carta conjunta de oito entidades do setor elétrico pedindo mudanças na Medida Provisória (MP) 1.304/2025. O documento sugere que milhões de consumidores que produzem a própria energia por meio de painéis solares passem a contribuir financeiramente com os custos provocados pelos cortes de geração nas grandes usinas.

O tema reacende uma disputa entre o modelo tradicional centralizado de geração elétrica e o novo paradigma descentralizado, baseado na micro e minigeração distribuída (MMGD), responsável por uma das maiores transformações energéticas da história do Brasil.


Crescimento recorde e o novo impasse

O Brasil ultrapassou a marca de 3 milhões de consumidores com sistemas de energia solar instalados em residências, comércios e propriedades rurais. A expansão rápida da tecnologia fotovoltaica permitiu a redução de custos na conta de luz e impulsionou a criação de mais de 1,5 milhão de empregos diretos e indiretos.

Entretanto, esse crescimento acelerado trouxe desafios à estrutura tradicional do setor elétrico. Segundo entidades como a Abradee, ABEEólica, Abrace, Abrage e Apine, a geração solar distribuída estaria comprometendo a estabilidade financeira e a previsibilidade dos investimentos nas grandes geradoras e distribuidoras.

Essas instituições defendem que, mesmo quem produz energia limpa, deve participar do custeio de encargos e compensações relacionados aos cortes de geração – interrupções temporárias impostas pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) quando há excesso de energia ou limitações na rede de transmissão.


O que propõe a MP 1.304/2025

A Medida Provisória 1.304/2025 redesenha regras do sistema elétrico e inclui dispositivos que podem abrir caminho para uma nova taxação da energia solar. Entre os principais pontos em discussão estão:

  • Compensação financeira a grandes geradoras eólicas e solares pelos cortes impostos pelo ONS.

  • Redefinição de encargos e subsídios aplicados à micro e minigeração distribuída.

  • Criação de mecanismos de armazenamento de energia como alternativa aos períodos de sobreoferta.

  • Revisão do modelo de créditos de energia, que hoje permite abatimento integral para quem injeta excedentes na rede.

A proposta dividiu o setor e colocou em lados opostos as entidades tradicionais e as organizações defensoras da energia fotovoltaica, como a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSolar).


Reação da ABSolar: “Taxar o consumidor é punir quem investe em energia limpa”

Para a ABSolar, a taxação da energia solar representa um retrocesso que desestimula investimentos, ameaça empregos e desvaloriza o esforço do cidadão em adotar práticas sustentáveis.

A entidade argumenta que os cortes de geração são consequência de falhas de planejamento e infraestrutura, e não responsabilidade dos microgeradores. Além disso, afirma que a energia solar é uma das poucas fontes verdadeiramente democráticas, acessível a consumidores de todas as classes sociais.

Segundo a associação, penalizar o pequeno produtor seria comprometer a transição energética e colocar em risco mais de 30 mil empresas instaladoras que movimentam a cadeia produtiva de equipamentos solares no país.


Entenda o que são os cortes de geração

Os chamados cortes de geração (ou curtailments) ocorrem quando há produção de energia acima da capacidade de transmissão das redes. Esse fenômeno tem sido frequente no Nordeste e em Minas Gerais, regiões que concentram grande parte das usinas solares e eólicas.

Durante os horários de pico de irradiação solar – geralmente no fim da manhã e início da tarde – a produção aumenta, mas o consumo permanece estável. Quando o sistema elétrico não consegue escoar o excedente, o ONS ordena a redução temporária da geração para evitar sobrecarga.

Na prática, os consumidores com geração distribuída não são afetados, pois utilizam a energia localmente ou injetam na rede de distribuição. Mesmo assim, as entidades querem que eles contribuam com os custos causados aos grandes geradores, sob o argumento de que fazem parte do mesmo sistema interligado.


O embate entre o modelo tradicional e o descentralizado

O debate sobre a taxação da energia solar simboliza uma disputa entre duas visões de futuro.

O modelo tradicional, baseado em grandes hidrelétricas e termelétricas, concentra poder econômico e operacional nas mãos de poucas empresas. Já o modelo descentralizado, impulsionado pela geração fotovoltaica, permite que milhões de brasileiros se tornem produtores e consumidores simultaneamente — os chamados prosumidores.

Defensores da energia solar afirmam que o novo modelo democratiza o acesso à energia e reduz a dependência das distribuidoras. Já as grandes entidades do setor elétrico sustentam que a rápida expansão dos sistemas residenciais e comerciais está gerando distorções tarifárias, pois parte dos custos da rede estaria sendo repassada a quem não possui painéis solares.


Efeitos econômicos e sociais de uma possível taxação

A adoção de uma taxação da energia solar teria impactos diretos e profundos na economia verde brasileira. Especialistas apontam possíveis consequências:

  • Queda na instalação de novos sistemas fotovoltaicos, reduzindo o ritmo de crescimento da geração distribuída.

  • Fechamento de pequenas empresas instaladoras, especialmente em municípios de médio porte.

  • Desemprego no setor solar, que hoje emprega mais de 1,5 milhão de pessoas.

  • Desaceleração da transição energética, comprometendo as metas climáticas assumidas pelo Brasil.

  • Redução na arrecadação fiscal indireta, já que a cadeia solar movimenta bilhões em equipamentos, serviços e tecnologia.

Por outro lado, defensores da cobrança afirmam que o equilíbrio financeiro do sistema elétrico depende de uma redistribuição justa dos custos e que a ausência de taxação gera distorções que penalizam consumidores sem painéis solares.


A importância estratégica da energia solar no Brasil

Desde 2012, o país vive uma revolução energética. Segundo dados da ABSolar, a capacidade instalada em energia solar fotovoltaica atingiu 61,8 gigawatts (GW), representando cerca de 24% de toda a matriz elétrica brasileira.

Desse total:

  • 42,9 GW (69%) são provenientes da geração distribuída — sistemas instalados em residências, comércios e propriedades rurais;

  • 18,8 GW (31%) vêm das grandes usinas centralizadas.

A energia solar já é a segunda principal fonte de geração do país, atrás apenas da hidrelétrica, e se destaca por ser limpa, renovável e de implantação rápida. Além de contribuir para a diversificação da matriz, reduz a dependência de combustíveis fósseis e ajuda a conter o avanço das emissões de carbono.


Soluções propostas para o impasse

Especialistas e entidades técnicas defendem que há caminhos alternativos à taxação da energia solar para equilibrar o sistema elétrico nacional. Entre as soluções mais debatidas estão:

  1. Investimento em armazenamento de energia – incentivo ao uso de baterias residenciais e industriais que absorvam o excedente gerado durante o dia.

  2. Ampliação das linhas de transmissão – obras que permitam transferir o excesso de energia solar e eólica do Nordeste para regiões de maior consumo.

  3. Planejamento energético integrado – maior coordenação entre o ONS, Aneel e o Ministério de Minas e Energia para otimizar a gestão de oferta e demanda.

  4. Revisão gradual dos incentivos – ajustes progressivos que preservem os direitos de quem já instalou painéis solares.

  5. Criação de fundos setoriais verdes – financiamento para compensar eventuais perdas de receita das grandes geradoras, sem repassar custos ao consumidor solar.


O futuro da energia solar e o papel do governo

O debate sobre a taxação da energia solar ocorre em um momento crucial para o Brasil, que busca consolidar sua liderança em energia limpa na América Latina.

A forma como o governo e o Congresso conduzirão a discussão sobre a MP 1.304/2025 definirá o ritmo da transição energética do país. Caso prevaleça o entendimento de que os micro e minigeradores devem arcar com encargos adicionais, o Brasil pode perder competitividade e reduzir investimentos estrangeiros no setor.

Por outro lado, um acordo equilibrado que preserve o incentivo à energia limpa e garanta sustentabilidade financeira às redes elétricas pode colocar o país como referência global em inovação energética.

O desfecho dessa discussão mostrará se o Brasil está disposto a consolidar a energia solar como vetor central de sua economia verde — ou se cederá à pressão das grandes corporações do setor tradicional.

Tags: Absolarcobrança de energia solarcortes de geração ONScrise no setor elétricoEconomiaenergia fotovoltaicaenergia solar no Brasilgeração distribuídaMP 1.304/2025política energética brasileirataxação da energia solar

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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