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Tenda (TEND3) cresce no 1T25 com vendas recordes e operação de CRI de R$ 159 milhões

por Redação
23/06/2025 às 09h29 - Atualizado em 23/10/2025 às 21h46
em Destaque, Negócios, Notícias
Tenda Tend3 Cresce No 1T25 Com Vendas Recordes E Operação De Cri De R$ 159 Milhões Gazeta Mercantil

Tenda (TEND3) dispara em vendas e atrai investidores com operação de CRI de R$ 159 milhões

Construtora Tenda mostra força no 1T25 com crescimento robusto e estratégia financeira inovadora

A Tenda TEND3, uma das principais construtoras voltadas ao segmento de habitação popular no Brasil, iniciou 2025 com desempenho expressivo tanto nas frentes operacionais quanto financeiras. Com resultados sólidos no primeiro trimestre e a realização de uma operação relevante com Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a companhia se posiciona de forma estratégica no setor de construção civil, despertando o interesse do mercado financeiro e investidores atentos ao setor imobiliário.

A movimentação mais recente que reforça a solidez da Tenda TEND3 foi a primeira integralização de uma carteira pró-soluto vinculada à emissão de CRI pela Opea Securitizadora. A operação, que gerou aproximadamente R$ 159 milhões líquidos para a companhia, sinaliza uma postura proativa no modelo de gestão de seus ativos e no aproveitamento de oportunidades de liquidez.


Operação de CRI fortalece caixa e amplia capacidade de investimento

A operação com CRI estruturada pela Opea Securitizadora compreende duas séries da classe sênior e uma subordinada, todas com remuneração atrelada à taxa DI e correção pelo IPCA. Os papéis têm lastro em créditos imobiliários originados por contratos de venda de imóveis residenciais realizados pela Tenda TEND3 e suas controladas.

Ao receber R$ 159 milhões líquidos na primeira integralização, a companhia amplia seu fôlego financeiro e demonstra uma gestão eficiente de recebíveis, importante para sustentar o crescimento dos lançamentos e reforçar a saúde de seu caixa. Essa movimentação pode abrir espaço para novos investimentos, expansões estratégicas e até redução de endividamento no médio prazo.


Tenda TEND3 registra crescimento expressivo no 1º trimestre de 2025

no campo operacional, a Tenda TEND3 divulgou uma prévia animadora do seu desempenho no primeiro trimestre de 2025. A empresa apresentou um aumento expressivo no volume de vendas e lançamentos, consolidando sua atuação como uma das líderes no segmento de habitação econômica no país.

De janeiro a março de 2025, a companhia atingiu um total de R$ 920,9 milhões em vendas líquidas, o que representa um aumento de 20,7% em comparação com o mesmo período de 2024. As <strong data-start="2483" data-end=”2526″>vendas brutas bateram recorde histórico, alcançando R$ 1,094 bilhão, o que mostra a força da marca e a crescente demanda por moradias acessíveis no Brasil.


Lançamentos impulsionam resultados com VGV superior a R$ 818 milhões

No primeiro trimestre, a Tenda TEND3 lançou 10 empreendimentos, totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 818,5 milhões, um crescimento de 21,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O preço médio por unidade nos lançamentos ficou em R$ 225,3 mil, mostrando uma valorização moderada, alinhada ao aumento de custos do setor e à busca por manter acessibilidade.

O destaque da estratégia da Tenda foi a diversificação por meio da sua marca Alea, especializada em casas, que complementa sua atuação tradicional em prédios residenciais. Essa segmentação por produto e público-alvo tem ampliado o alcance da empresa em diferentes regiões e classes sociais.


VSO recua, mas segue dentro da média do setor

Apesar dos excelentes resultados em vendas e lançamentos, o VSO (Venda Sobre Oferta) apresentou leve retração, ficando em 25,8% no 1T25, frente aos 30,4% registrados no mesmo trimestre do ano anterior. O dado, embora menor, ainda está dentro da média histórica do setor e reflete o aumento no volume de lançamentos, o que naturalmente reduz temporariamente a proporção de unidades vendidas sobre o total ofertado.


Mercado aguarda balanço completo da Tenda TEND3

A Tenda TEND3 anunciou que divulgará seu balanço financeiro completo referente ao 1T25 no próximo dia 8 de maio. A expectativa é que os números confirmem o bom momento operacional e financeiro, além de fornecer detalhes sobre margens, rentabilidade e evolução do caixa após a integralização dos recursos provenientes da operação com CRI.

Investidores e analistas de mercado estão atentos, pois os indicadores divulgados na prévia apontam para um trimestre de desempenho sólido, o que pode influenciar positivamente o preço das ações da TEND3 na B3.


Estratégia de securitização: tendência crescente entre construtoras

A securitização de recebíveis tem se consolidado como uma ferramenta relevante para construtoras acessarem capital e reduzirem exposição bancária. No caso da Tenda TEND3, a operação de CRI com a Opea Securitizadora exemplifica essa tendência e pode servir de modelo para outras empresas do setor.

Além da liquidez imediata, esse tipo de operação permite melhor planejamento financeiro e maior previsibilidade de fluxo de caixa, o que é vital em um setor de capital intensivo como a construção civil.


Tenda TEND3 consolida liderança no segmento de habitação popular

A trajetória da Tenda TEND3 reflete um modelo de negócios focado em escala, padronização e controle rigoroso de custos. Sua atuação concentrada em projetos do programa Minha Casa, Minha Vida, aliado à sua presença nacional e estratégia de industrialização da construção, faz com que a companhia esteja bem posicionada para aproveitar o momento de retomada do mercado imobiliário.

O crescimento observado no primeiro trimestre de 2025 mostra que a empresa vem superando desafios macroeconômicos e se adaptando rapidamente às novas exigências do consumidor, principalmente em relação a financiamento, localização e tipologia de imóveis.


Expectativas para os próximos trimestres

Com a antecipação de recursos via CRI e o bom ritmo de vendas, a Tenda TEND3 deve manter uma curva de crescimento consistente nos próximos trimestres. A expectativa é de novas integrações de carteiras, mais lançamentos e, possivelmente, expansão geográfica em regiões com déficit habitacional elevado.

A combinação entre inovação financeira e robustez operacional coloca a empresa em posição de destaque dentro da B3, com potencial de valorização para os acionistas e geração de valor sustentável no longo prazo.

A Tenda TEND3 iniciou 2025 em trajetória ascendente, com recorde de vendas, expansão de lançamentos e uma operação bem-sucedida de securitização que fortaleceu seu caixa. O foco em habitação popular, aliado à gestão eficiente e à utilização de instrumentos financeiros avançados, como o CRI, reafirma sua posição como uma das mais sólidas e promissoras construtoras do país. O mercado aguarda agora os resultados oficiais, que devem confirmar essa leitura positiva e impulsionar ainda mais o interesse por seus ativos na bolsa.

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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