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Home Política

Governo Lula Prepara Decreto para Regulamentar Uso da Força Pelas Polícias

por Redação
27/09/2024 às 15h15 - Atualizado em 28/07/2025 às 17h51
em Política, Brasil, Destaque, Notícias
Governo Lula Prepara Decreto Para Regulamentar Uso Da Força Pelas Polícias - Gazeta Mercantil - Política

O governo federal, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está em fase de preparação de um novo decreto para regular o uso da força pelas polícias em todo o Brasil. O texto, que visa atualizar a portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública de 2010, não será imposto aos estados, mas funcionará como uma diretriz essencial para que os estados recebam recursos federais. O objetivo central é alinhar a atuação das polícias ao uso responsável e proporcional da força, especialmente em situações de crise e na abordagem de suspeitos.

O Contexto do Decreto

Embora os estados sejam os responsáveis diretos pelas Polícias Militares, Civis e Penais, o novo decreto condicionará a liberação de verbas dos fundos de segurança pública ao cumprimento das normas estabelecidas. Governadores que desejarem acessar os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo Penitenciário Nacional para aquisição de armamentos, munições e instrumentos não-letais terão que adotar as diretrizes do governo federal. Isso incluirá regras para procedimentos de busca pessoal e o uso de algemas, além da criação de um órgão que monitorará mortes relacionadas à ação policial e de policiais mortos em serviço.

O novo texto surge em um contexto de aprimoramento das diretrizes de segurança no Brasil, com o intuito de evitar excessos no uso da força, bem como garantir maior transparência e controle sobre as ações policiais, especialmente em momentos de grande tensão.

Atualizações Propostas no Novo Decreto

O decreto trará alterações substanciais em comparação à portaria de 2010, abordando seis grandes temas: emprego de arma de fogo, gerenciamento de crises, busca pessoal e domiciliar, uso de algemas, lesões ou mortes decorrentes do uso da força, e a criação do Comitê de Monitoramento do Uso da Força.

1. Emprego de Arma de Fogo

A questão do uso de armas de fogo pelas forças de segurança pública é um dos pontos centrais do novo decreto. A regra geral mantém-se inalterada: “O emprego de arma de fogo constitui medida de último recurso”, mas o texto introduz algumas especificações adicionais.

No que diz respeito ao uso de armas contra pessoas em fuga, o decreto reforça que só será permitido disparar caso o suspeito armado represente risco imediato de morte ou lesão grave. Se o suspeito estiver desarmado, a utilização de armas de fogo será expressamente proibida. Outro ponto relevante é que os agentes de segurança pública não deverão utilizar armas de fogo contra veículos que furarem bloqueios policiais, exceto quando o ato representar uma ameaça à vida de terceiros ou dos próprios agentes.

2. Gerenciamento de Crises

O gerenciamento de crises é uma das novidades inseridas no novo decreto. Esse tema foi incluído como resposta a uma condenação do Brasil pela Corte Interamericana de Direitos Humanos em 2017, devido a episódios de violência policial em chacinas no Rio de Janeiro nos anos de 1994 e 1995. A partir dessa diretriz, as operações policiais de grande porte deverão ser estrategicamente planejadas, com o uso de equipamentos de gravação audiovisual sempre que possível, e as decisões tomadas durante a operação deverão ser documentadas e justificadas.

3. Busca Pessoal e Domiciliar

Outro ponto de destaque no novo decreto é a regulamentação das buscas pessoais e domiciliares. A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2022, que determinou ser ilegal a busca baseada apenas na aparência ou atitude de um indivíduo, foi incluída no texto. O decreto exigirá que qualquer busca realizada tenha uma “fundada suspeita”, o que inclui indícios objetivos, como posse de armas ou objetos que constituam corpo de delito.

Além disso, o policial responsável pela abordagem deverá informar ao indivíduo os motivos da revista, registrar a identidade da pessoa revistada e os motivos que levaram à busca. Essa medida visa coibir abusos e garantir maior transparência e proteção aos direitos fundamentais.

4. Uso de Algemas

O uso de algemas será regulamentado de forma mais rígida no novo decreto, ajustando-se à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o texto, o uso de algemas será considerado uma medida excepcional, utilizada apenas em casos de resistência à prisão, tentativa de fuga ou quando houver risco à integridade física do agente ou de terceiros.

5. Lesão ou Morte Decorrente do Uso da Força

A preservação do local em casos de morte e a prestação de socorro imediato a feridos em ações policiais permanecem como diretrizes. Entretanto, o novo decreto traz uma inovação ao exigir que, em casos de morte, o Ministério Público (MP) seja notificado de imediato, recebendo uma cópia do relatório preenchido pelo profissional de segurança envolvido no disparo. Essa medida tem como objetivo reforçar a fiscalização externa das ações policiais, garantindo maior controle e responsabilidade.

6. Criação do Comitê de Monitoramento do Uso da Força

Um dos principais avanços trazidos pelo decreto é a criação do Comitê de Monitoramento do Uso da Força, que terá como função produzir relatórios e orientações sobre a letalidade policial e mortes de agentes de segurança. O comitê será composto por representantes do Ministério da Justiça, do Ministério dos Direitos Humanos, das forças de segurança, além de membros da sociedade civil.

Este órgão também será responsável por monitorar o cumprimento das diretrizes do decreto, assegurando que as práticas de uso da força sejam acompanhadas de perto e que haja transparência nas ações policiais.

Implicações do Decreto

A implementação do novo decreto tem implicações diretas para os estados, que deverão se adaptar às normas federais se quiserem garantir o recebimento de recursos essenciais para suas forças de segurança. Apesar de os estados terem autonomia sobre as Polícias Militares e Civis, o governo federal utiliza o financiamento como ferramenta de persuasão para garantir que as normas de uso da força sejam seguidas de maneira uniforme em todo o território nacional.

A criação do Comitê de Monitoramento e o registro de todas as ocorrências envolvendo o uso da força são passos importantes para garantir que haja maior controle sobre a letalidade policial, o que poderá resultar em uma redução do número de mortes e em uma maior confiança da sociedade nas forças de segurança.

O novo decreto proposto pelo governo Lula busca atualizar as diretrizes de uso da força policial, trazendo maior clareza e controle sobre as ações das forças de segurança. Embora ainda esteja em fase de elaboração, o texto já apresenta avanços importantes, como a regulamentação do uso de algemas, busca pessoal e a criação de um órgão de monitoramento. A adesão a essas normas será um requisito para o acesso a recursos federais, o que deve estimular os estados a adotarem as diretrizes e contribuírem para uma atuação policial mais responsável e transparente.

Tags: busca pessoal enquadrocomitê monitoramento força policialdecreto uso da forçadiretrizes policiais Brasilgoverno Lula segurança públicaregulamentação polícias Brasiluso de algemas políciauso de arma de fogo

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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