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	<title>Acervo Gazeta Mercantil &#8211; GAZETA MERCANTIL</title>
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	<description>A Gazeta Mercantil traz as últimas notícias sobre política, economia, segurança, entretenimento, negócios, entretenimento, esportes, moda</description>
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		<title>Por que não ficamos com a Telebrás?</title>
		<link>https://gazetamercantil.com/por-que-nao-ficamos-com-a-telebras</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Acervo Gazeta Mercantil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 20:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ACERVO HISTÓRICO Documento publicado originalmente pela Gazeta Mercantil em 14 de abril de 2008 examinou a privatização do Sistema Telebrás e os argumentos de Virgílio Freire sobre a estatal, seus investimentos e a reorganização do mercado de telefonia. Nota do acervo: A transcrição abaixo preserva os dados, projeções, denominações e circunstâncias da publicação original. São [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>ACERVO HISTÓRICO</em></strong></p>
<p><em>Documento publicado originalmente pela <a class="wpil_keyword_link" title="Gazeta Mercantil – Jornal Online" href="https://gazetamercantil.com" target="_blank" rel="noopener" data-wpil-keyword-link="linked" data-wpil-monitor-id="333739">Gazeta Mercantil</a> em 14 de abril de 2008 examinou a privatização do Sistema Telebrás e os argumentos de Virgílio Freire sobre a estatal, seus investimentos e a reorganização do mercado de telefonia.</em></p>
<p><em><strong>Nota do acervo:</strong> A transcrição abaixo preserva os dados, projeções, denominações e circunstâncias da publicação original.</em></p>
<hr />
<p>São Paulo e Rio, 14 de abril de 2008</p>
<p>Na manhã de 29 de julho de 1998, Virgílio Freire, então presidente da subsidiária brasileira da fabricante norte-americana de equipamentos para telecomunicações Lucent, tinha perto de si um rádio a pilha que quase colava no ouvido, tal qual fazem os fanáticos torcedores de futebol.</p>
<p>Não era seu time do coração que jogava, a internet engatinhava no País, assim como a televisão por assinatura. Em vez de gols, ele queria saber para quem se batia o martelo na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ).</p>
<p>Tratava-se da privatização do Sistema Telebrás. Por meio de 12 leilões consecutivos, vendeu-se o controle de três holdings de telefonia fixa, uma de longa distância e oito de telefonia celular, naquela que foi considerada a maior operação de privatização de um bloco de controle já realizada no mundo.</p>
<p>Com a desestatização, o governo federal arrecadou R$ 22 bilhões, um ágio de 63% sobre o preço mínimo estipulado, de acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), gestor do processo.</p>
<p>Em grande parte de sua vida profissional, Freire trabalhou no Sistema Telebrás, no qual teve importante participação nos projetos de ampliação da oferta de linhas telefônicas à população. Mesmo assim, era um entusiasta da privatização.</p>
<p>Tanto que, em maio de 1999, foi designado presidente da Vésper, empresa-espelho criada para concorrer com a Telefônica e a Telemar &#8211; duas companhias que, no leilão realizado em 1998, ficaram com a concessão do serviço de telefonia fixa em São Paulo e nos demais estados do Sudeste, Norte e Nordeste, respectivamente.</p>
<p>A Vésper não foi bem-sucedida e acabou sendo incorporada pela Embratel, operadora que oferece ligações de longa distância pertencente ao grupo mexicano Telmex.</p>
<p>&#8220;Hoje, olhando em retrospecto, estou convencido de que, se a Telebrás tivesse naquela época a mesma liberdade orçamentária que têm a Petrobras e o Banco do Brasil, não seríamos forçados a privatizá-la&#8221;, diz Freire, hoje um requisitado consultor no ramo.</p>
<p>&#8220;Se a Telebrás, que era altamente lucrativa, pretendesse melhorar o serviço e atender a um número maior de clientes, investindo na expansão da rede, por exemplo, US$ 7 bilhões, o Congresso reduzia esse valor para, por exemplo, US$ 2 bilhões.&#8221;</p>
<p>Em razão disso, segundo Freire, a Telebrás ficou com fama de ineficiente, burocrática, lenta, incompetente.</p>
<p>&#8220;Nenhum desses qualificativos é verdadeiro&#8221;, protesta o consultor. &#8220;Os funcionários da Telebrás eram tão competentes ou mais do que os das operadoras estrangeiras que compraram parte da Telebrás. Até hoje, amigos que trabalham nas operadoras européias e americanas que vieram para cá me dizem de seu assombro com a incompetência dos estrangeiros, seu desconhecimento do <a class="wpil_keyword_link" href="https://gazetamercantil.com/mercados" target="_blank"  rel="noopener" title="Mercados" data-wpil-keyword-link="linked"  data-wpil-monitor-id="333740">mercado</a> brasileiro e do setor de telecomunicações.</p>
<p>No ponto de vista de Freire, se a Telebrás tivesse tido liberdade de investimento, seria hoje o que é a Petrobras, com atendimento pleno da demanda e presença no exterior.</p>
<p>Curiosamente, os argumentos em favor da arrastada fusão das telefônicas Oi (ex-Telemar) com a Brasil Telecom (BrT) enaltecem futuros atributos que a nova empresa teria, como porte para concorrer com os colossais grupos estrangeiros.</p>
<p>Como ambas as companhias são de capital nacional, muitas vezes recorre-se a um tipo de capitalismo patriótico para saudar a união, que para ocorrer de fato carece de uma decisão de direito: a alteração da regulamentação que impede a fusão de concessionárias de telefonia fixa.</p>
<p>É difícil crer que o objetivo dos acionistas da BrT e da Oi seja tão cívico a ponto de colocarem o interesse do País acima dos seus, montando uma empresa forte o suficiente para estabelecer uma competição com suas concorrentes que baixe os preços e melhore a qualidade dos serviços de telecomunicações que todas oferecem no Brasil. É difícil crer que o objetivo dos acionistas da Brasil Telecom e da Oi seja tão cívico.</p>
<hr />
<p><em>Contexto atual: Em 2026, a Gazeta Mercantil confrontou as circunstâncias e avaliações apresentadas no documento com a expansão da telefonia, a evolução dos acessos móveis, a concentração do mercado, o papel regulador e financiador do Estado e os efeitos econômicos da privatização da Telebrás.</em></p>
<p>Leia a análise: <a href="https://gazetamercantil.com/privatizacao-telebras-leilao-do-seculo" target="_blank">O leilão do século: como a privatização da Telebrás colocou o celular no bolso do brasileiro e redesenhou o país</a></p>
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		<item>
		<title>Briga pela mulher da cerveja</title>
		<link>https://gazetamercantil.com/briga-mulher-cerveja-2002</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Acervo Gazeta Mercantil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2002 05:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ACERVO HISTÓRICO Documento publicado originalmente pela Gazeta Mercantil em 8 de fevereiro de 2002 registrou a disputa entre Kaiser e Antarctica pela originalidade de campanhas publicitárias no mercado brasileiro de cervejas. Nota do acervo: A transcrição abaixo preserva os dados, percentuais, denominações, marcas, grafias e circunstâncias da publicação original. (03:14) São Paulo e Rio, 8 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>ACERVO HISTÓRICO<br />
</strong>Documento publicado originalmente pela Gazeta Mercantil em <strong>8 de fevereiro de 2002</strong> registrou a disputa entre Kaiser e Antarctica pela originalidade de campanhas publicitárias no mercado brasileiro de cervejas.</em></p>
<p><em><strong>Nota do acervo:</strong> A transcrição abaixo preserva os dados, percentuais, denominações, marcas, grafias e circunstâncias da publicação original.</em></p>
<hr />
<p><strong>(03:14) São Paulo e Rio, 8 de fevereiro de 2002</strong> — A guerra das fabricantes de cerveja para conquistar cada 0,1 ponto percentual de participação no <a class="wpil_keyword_link" title="Mercados" href="https://gazetamercantil.com/mercados" target="_blank" rel="noopener" data-wpil-keyword-link="linked" data-wpil-monitor-id="331874">mercado</a> (o equivalente a 8 milhões de litros da bebida) depende, e muito, das campanhas publicitárias. E da originalidade.</p>
<p>É justamente a criatividade na conquista do consumidor que a Kaiser e a Antarctica, uma das marcas da AmBev, discutem no Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar).</p>
<p>A Kaiser, que nos últimos meses viu sua participação no <a href="https://gazetamercantil.com/siglas-corporativas-aprender" title="Siglas Corporativas para Aprender e Aplicar no Mercado (2026)" target="_blank" rel="noopener"  data-wpil-monitor-id="333993">mercado crescer de 13,3% em outubro para</a> 13,6% em dezembro, segundo dados da ACNielsen, com a campanha “Mulheres”, da agência Bates Brasil, acusa a Antarctica de usar a sua idéia, no filme para TV “Lúpulo”, produzido pela agência AlmapBBDO.</p>
<p>O Conar considerou, em decisão provisória, que há indícios de “confusão proposital com peça anterior”, situação vedada pelo artigo 42 do Código de Auto-Regulamentação.</p>
<p>A Antarctica, por sua vez, já anuncia uma nova campanha para recuperar os 0,3 ponto percentual que a marca perdeu no ano passado.</p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa da AmBev, o filme “Lúpulo” não deve ser retirado do ar por determinação do Conar, já que a empresa vai recorrer da liminar que deu razão à Kaiser. Mas, de acordo com a assessoria, o filme pode sair por causa de uma nova campanha.</p>
<p>A alegação da Kaiser é de que a sua idéia de associar a cerveja às mulheres foi copiada.</p>
<p>Em filmes e cartazes, a própria garrafa da Kaiser Pilsen toma a forma de lindas mulheres. Nos “spots” para rádio, a palavra “kaiser” ganha o significado de moça bonita.</p>
<p>Já no filme da Antarctica, três rapazes discutem por que a cerveja seria tão saborosa. Um deles sugere que seria a cevada, e a câmara mostra moças no campo. Outro fala que pode ser a água, e aparecem mulheres nadando.</p>
<p>Os rapazes acabam chegando à conclusão de que seria o lúpulo, “uma planta da família das trepadeiras”.</p>
<hr />
<p><strong>Contexto atual:</strong> Em 2026, a <a class="wpil_keyword_link" title="Gazeta Mercantil – Jornal Online" href="https://gazetamercantil.com" target="_blank" rel="noopener" data-wpil-keyword-link="linked" data-wpil-monitor-id="331875">Gazeta Mercantil</a> confrontou o episódio registrado neste documento com as transformações ocorridas na concorrência entre as cervejarias, incluindo publicidade, distribuição, presença em bares, contratos de exclusividade e mudanças no comportamento do consumidor.</p>
<p><a href="https://gazetamercantil.com/concorrencia-ambev-heineken-mercado-cervejas/" target="_blank"><span style="color: #ff0000;">Leia a análise: como mudou a concorrência entre Ambev e Heineken</span></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Água, Ouro do Século XXI</title>
		<link>https://gazetamercantil.com/agua-ouro-do-seculo-21-1998</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Acervo Gazeta Mercantil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 1998 05:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acervo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ACERVO HISTÓRICO Documento publicado originalmente pela Gazeta Mercantil em 5 de dezembro de 1998 apresentou as pautas de um relatório especial sobre escassez, aquíferos, desperdício, tratamento de água e dessalinização. Nota do acervo: A transcrição abaixo preserva os dados, projeções, denominações e circunstâncias da publicação original. 05/12/1998 &#8211; Tanto a Organização das Nações Unidas (ONU) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div align="center">
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: left;"><em><strong>ACERVO HISTÓRICO<br />
Documento publicado originalmente pela Gazeta Mercantil em 5 de dezembro de 1998 apresentou as pautas de um relatório especial sobre escassez, aquíferos, desperdício, tratamento de água e dessalinização.</strong></em></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: left;"><em><strong>Nota do acervo:</strong> A transcrição abaixo preserva os dados, projeções, denominações e circunstâncias da publicação original.<br />
</em></p>
<hr />
<p style="text-align: left;">05/12/1998 &#8211; Tanto a Organização das Nações Unidas (ONU) quanto a Global Water Partnership (GWP) já alertaram para o fato que, no ritmo atual de consumo, são grandes as chances de faltar água no mundo antes de 2025.. Estimativas do Banco Mundial indicam uma população terrestre de cerca de 8,3 bilhões de pessoas naquele ano (em 1996, eram 5,7 bilhões). Segundo a GWP, para cada tonelada de grão que essa multidão precisará para comer, serão necessárias de mil a dez mil toneladas de água. Até 2025, dobrará a demanda de água no mundo. Para os mais fatalistas, a água será o estopim das guerras do próximo século. Uma coisa, contudo, parece certa: não haverá água para todos. Ainda de acordo com a GWP, em 2025, pelo menos 20% da população não terão água garantida.</p>
</div>
<p>O Relatório Água, Ouro do Século XXI, mostrará as iniciativas públicas e privadas para evitar a escassez do líquido, bem como as reservas mundiais e nacionais e os principais problemas relativos ao consumo e à exploração dos recursos hídricos.</p>
<p>Entre outros assuntos, o Relatório abordará:</p>
<p><i>O estoque de água doce no mundo</i> &#8211; Onde estão as maiores reservas, o que está sendo feito para melhorar a qualidade da água e a posição do Brasil em <a title="O leilão do século: como a privatização da Telebrás colocou o celular no bolso do brasileiro e redesenhou o país" href="https://gazetamercantil.com/privatizacao-telebras-leilao-do-seculo" target="_blank" rel="noopener" data-wpil-monitor-id="333526">com</a>paração com os demais países;</p>
<p><i>Cidades que captam água em poços artesianos</i>, como Ribeirão Preto (SP), com 500 mil habitantes, que utiliza 100% da água do aquífero Botucatu, um grande oceano subterrâneo, que serve ainda outras cidades, como Matão (SP). Como estão os volumes, o número de poços, as providências que estão sendo feitas para não contaminar o lençol freático.</p>
<p><i>As cidades que captam águas em rios</i>. Um panorama sobre a situação e como as cidades estão resolvendo seus problemas de captação de água potável em rios. O problema da manutenção dos mananciais, continuamente ameaçados pela expansão urbana.</p>
<p><i>Monitorando o desperdício</i>: como as cidades estão controlando o uso da água. O caso de Fortaleza, que recebeu dinheiro do Banco Mundial para resolver o problema de desperdício de água potável. Foi feito o monitoramento completo da rede de tal forma que sensores detectam o ponto exato do vazamento, gerando uma ação imediata de reparação.</p>
<p><i>A tecnologia de perfuração de poços:</i> o aproveitamento das reservas que existem no subsolo dependem da capacidade de alcançá-las. A localização e a perfuração se sofisticam à medida em que a escassez avança.</p>
<p><i>A tecnologia de tratamento da água</i>: a contaminação dos rios e do lençol freático tornam cada vez mais críticos os processos de tratamento. Produzir água bacteriologicamente pura é o maior desafio. Os processos existentes e seus custos.</p>
<p><i>Dessalinização</i>: as maiores reservas de água do planeta (os oceanos) têm pouco uso para matar a sede dos seres vivos, por causa do sal. Há, no entanto, várias usinas de dessalinização que operam comercialmente. Toda a água utilizada na ilha de Curaçao, no Caribe é retirada do mar. No Oriente Médio também há experiências que vale conhecer.</p>
<hr />
<p><strong>Contexto atual:</strong> Em 2026, a <a class="wpil_keyword_link" title="Gazeta Mercantil – Jornal Online" href="https://gazetamercantil.com" target="_blank" rel="noopener" data-wpil-keyword-link="linked" data-wpil-monitor-id="331597">Gazeta Mercantil</a> confrontou as previsões apresentadas neste documento com dados contemporâneos sobre escassez de água, agricultura, aquíferos, perdas na distribuição e<br />
dessalinização.<br />
<a href="https://gazetamercantil.com/escassez-de-agua-alerta-1998-previsoes-2026" target="_blank"><br />
<span style="color: #ff0000;">Leia a análise: o que o alerta de 1998 acertou até 2026</span></a></p>
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