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Presidente do conselho da Copasa renuncia após delações sobre Aegea e esquema de propina

por João Souza - Repórter de Negócios
12/02/2026 às 23h55 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h05
em Negócios, Destaque, Notícias
Presidente Do Conselho Da Copasa Renuncia Após Delações Sobre Aegea E Esquema De Propina - Gazeta Mercsantil

Presidente do conselho da Copasa renuncia após citações em delações sobre esquema de propina na Aegea

A Copasa comunicou nesta quinta-feira (12) ao mercado a renúncia de Hamilton Amadeo ao cargo de presidente do conselho de administração da companhia, com efeito imediato. A saída do executivo ocorre em meio à repercussão de delações premiadas relacionadas à Aegea, empresa da qual Amadeo foi presidente entre 2011 e fevereiro de 2020. A informação foi oficializada por meio de Fato Relevante.

A renúncia acontece em um momento sensível para a Copasa, que se prepara para seu processo de privatização, previsto por meio de oferta secundária de ações ainda no primeiro trimestre de 2026. Especialistas destacam que a saída de Amadeo pode influenciar a percepção do mercado sobre a governança corporativa da companhia, sobretudo diante das implicações legais e políticas que envolvem o caso.

Contexto das delações e envolvimento de Hamilton Amadeo

Mais cedo, reportagem do UOL detalhou que delações premiadas homologadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) apontam que a expansão da Aegea em concessões de água e esgoto envolveu pagamentos de propina a agentes públicos para obtenção ou manutenção de contratos em seis estados e 20 municípios. Entre os estados citados estão Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, e os relatos indicam repasses a conselheiros de tribunais de contas, prefeitos e intermediários políticos.

Executivos e colaboradores da Aegea admitiram, segundo as delações, repasses ilícitos que somaram ao menos R$ 63 milhões entre 2010 e 2018. Os pagamentos teriam ocorrido por meio de dinheiro em espécie, contratos fictícios, compra de imóveis e veículos, e até influência sobre órgãos de controle. Os documentos das colaborações premiadas ainda permanecem sob sigilo judicial.

No caso de Hamilton Amadeo, os depoimentos indicam que ele teria autorizado os pagamentos durante seu período à frente da Aegea. Além disso, Amadeo aparece como um dos delatores do caso perante o STJ, o que contribui para a pressão que resultou em sua renúncia na Copasa.

Histórico da Aegea e impactos regulatórios

A Aegea procurou autoridades em 2020 e firmou um acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF). Pelo termo, a companhia se comprometeu a pagar R$ 439 milhões à União, parcelados em 15 prestações anuais corrigidas pelo IPCA, além de reconhecer irregularidades ocorridas antes de 2018. A medida teve como objetivo garantir a integridade das operações da empresa e reduzir potenciais sanções administrativas e criminais.

Após o acordo, a empresa reforçou sua estrutura societária. A Itaúsa tornou-se sócia da Aegea, fortalecendo a governança corporativa. Posteriormente, a companhia conquistou blocos relevantes no leilão da Cedae, no Rio de Janeiro, o que ampliou sua atuação no setor de saneamento. Ainda assim, a citação do nome de Hamilton Amadeo nas delações coloca em evidência possíveis lacunas de compliance que podem ter impactos na confiança do mercado.

A Copasa, por sua vez, acompanha o caso com atenção. Analistas apontam que a renúncia de Amadeo, embora isolada, sinaliza a necessidade de reforço em práticas de governança e transparência, especialmente em um momento crítico de privatização.

Repercussão e posicionamento oficial das empresas

A Aegea informou que o acordo de leniência abrange “circunstâncias anteriores a 2018, apuradas em investigações internas e independentes, compartilhadas voluntariamente com o MPF”, e que os impactos financeiros decorrentes já foram refletidos nas demonstrações contábeis da companhia. A empresa reforçou que a citação de Amadeo se refere a episódios pretéritos e que as medidas corretivas internas foram implementadas para garantir conformidade.

Políticos citados nas delações negaram qualquer irregularidade. Os acordos de colaboração seguem sob sigilo e os desdobramentos cíveis e criminais permanecem em tramitação no Judiciário. O contexto ressalta a complexidade de casos envolvendo empresas de concessão de serviços públicos e a necessidade de acompanhamento rigoroso de contratos e processos administrativos.

Privatização da Copasa e impactos no mercado

O plano de privatização da Copasa envolve oferta secundária de ações prevista para o primeiro trimestre de 2026, e o episódio da renúncia de Amadeo ganha relevância nesse cenário. Investidores e analistas de mercado acompanham de perto a governança corporativa da companhia, avaliando os efeitos da saída do executivo sobre a percepção de risco e sobre o andamento do processo de venda.

Especialistas em economia destacam que casos de renúncia ligados a delações podem afetar temporariamente o valor das ações e a confiança do mercado. A transparência nos procedimentos e a comunicação rápida ao mercado são fatores determinantes para minimizar impactos negativos.

Além disso, o episódio reforça a necessidade de mecanismos sólidos de compliance em empresas estatais e privadas que atuam em setores estratégicos, como o saneamento básico. A Copasa mantém um plano de governança robusto, mas a saída de um membro do conselho exige atenção redobrada à estabilidade institucional e à continuidade operacional.

Implicações legais e cíveis

Os desdobramentos das delações e das colaborações premiadas ainda estão sendo acompanhados pelo Judiciário. A Aegea e seus executivos podem enfrentar processos cíveis e criminais relacionados a pagamentos ilícitos, contratos fictícios e outros atos de corrupção administrativa. O caso também evidencia a importância de auditorias independentes e da atuação de órgãos de controle, incluindo tribunais de contas estaduais e municipais.

Para a Copasa, embora a renúncia de Hamilton Amadeo não envolva diretamente a gestão da companhia, o episódio ressalta a exposição potencial de membros de conselhos e a necessidade de manter políticas internas de integridade claras e rigorosas, especialmente em período de transição acionária.

Governança corporativa e lições estratégicas

O episódio reforça a relevância da governança corporativa em empresas de capital aberto e em processo de privatização. Para investidores, a clareza na comunicação de fatos relevantes e a atuação rápida diante de riscos reputacionais são elementos cruciais para a manutenção da confiança no mercado.

Analistas do setor apontam que a Copasa pode usar a renúncia como oportunidade para fortalecer comitês internos, revisar práticas de compliance e consolidar políticas de transparência, garantindo que os processos decisórios estejam alinhados com os melhores padrões internacionais.

A atuação de Hamilton Amadeo na Aegea, especialmente no período citado nas delações, também serve como estudo de caso sobre como lacunas em controles internos podem gerar impactos duradouros sobre a imagem corporativa e sobre decisões estratégicas de mercado.

Desdobramentos futuros para a Copasa e setor de saneamento

Com a privatização no horizonte, a Copasa deve manter atenção especial à governança e à comunicação institucional. A saída de Amadeo reforça a necessidade de estruturas sólidas de conselho e de políticas internas que minimizem riscos reputacionais.

O setor de saneamento básico no Brasil continua sendo estratégico, e episódios como este mostram a importância de práticas transparentes e éticas na gestão de concessões e contratos públicos. O acompanhamento de órgãos reguladores, o cumprimento de acordos de leniência e a adoção de medidas preventivas são essenciais para assegurar a confiança do mercado e a sustentabilidade dos negócios.

Tags: acordo de leniênciaAegeaCopasaesquema de propinagovernança corporativaHamilton Amadeomercado de saneamentonegóciosprivatização CopasarenúnciaSTJ

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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