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O Impacto da Desinformação no Governo Trump: Como a “Máquina de Besteiras” Está Moldando a Política dos EUA

por Redação
25/03/2025 às 15h22 - Atualizado em 07/10/2025 às 16h15
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O Impacto Da Desinformação No Governo Trump: Como A &Quot;Máquina De Besteiras&Quot; Está Moldando A Política Dos Eua - Gazeta Mercantil - Mundo

O Impacto da Desinformação no Governo Trump: Como a “Máquina de Besteiras” Está Moldando a Política dos EUA

O fenômeno da desinformação nunca foi tão proeminente na política dos Estados Unidos como durante o governo de Donald Trump. Desde seu primeiro mandato (2017-2021), o ex-presidente foi protagonista de uma série de declarações falsas ou enganosas. De acordo com o jornal The Washington Post, Trump fez mais de 30.000 declarações falsas ou imprecisas durante esse período. Agora, com seu retorno à Casa Branca em janeiro de 2025, a situação parece ter se agravado, com a disseminação de fake news e a construção de uma verdadeira “máquina de besteiras” em torno de sua administração.

O Retorno de Trump e a Ampliação da Desinformação

No primeiro governo, Trump costumava agir sem a influência de um grupo de apoio imediato que amplificasse suas mensagens. Contudo, ao retornar à presidência, ele não está mais sozinho. Ao contrário do passado, quando seus assessores tentavam suavizar suas falas, a nova administração tem abraçado a desinformação como uma ferramenta de poder, com figuras-chave ao seu redor que intensificam esse processo.

Kate Starbird, especialista em desinformação, foi clara ao afirmar que a infraestrutura política dos Estados Unidos foi alimentada por essa máquina de fake news, que hoje está profundamente interligada à mídia digital. A desinformação, impulsionada por movimentos populistas de direita, permeia as ações do governo, gerando uma distorção da realidade e criando um ambiente de constante manipulação da opinião pública.

O Papel da Mídia e Influenciadores Conservadores

Trump, mais do que nunca, tem aliados nos meios de comunicação, especialmente com influenciadores conservadores que amplificam suas declarações e teorias da conspiração. Um exemplo disso é Brian Glenn, do canal de TV Real America’s Voice, que, em um momento, atacou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, por sua escolha de vestimenta ao se reunir com Trump na Casa Branca. Essa crítica foi usada para atacar a imagem de Zelensky e reforçar a narrativa política de Trump, com a mídia conservadora desempenhando um papel central.

Audrey McCabe, analista da Common Cause, comentou que o governo de Trump utiliza uma estratégia de “sobrecarga de desinformação” para descreditar opositores e atacar o Judiciário, o que torna a reação difícil. Essa abordagem parece ser uma continuação da filosofia política do ex-estrategista de Trump, Steve Bannon, que acreditava que a desinformação seria uma ferramenta poderosa para desestabilizar a oposição e controlar a narrativa.

Desinformação e Influência nas Redes Sociais

As redes sociais, especialmente o X (antigo Twitter), têm sido um terreno fértil para a disseminação de desinformação sob o governo de Trump. Ao lado de Elon Musk, que lidera a plataforma com uma postura contra a verificação de fatos, Trump e seus aliados têm aproveitado o ambiente digital para espalhar mentiras e teorias conspiratórias. Uma das fake news mais notórias foi a acusação de que o governo dos EUA gastou US$ 50 milhões em preservativos para o Hamas, um fato que não apenas foi falseado, mas também usado para impulsionar um discurso político de austeridade e anti-palestinianismo.

Além disso, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou que a empresa encerraria seu programa de verificação de fatos, substituindo-o por um modelo de “notas da comunidade”, no qual os próprios usuários corrigem informações. Esse movimento favorece a proliferação de desinformação, uma vez que a verificação dos dados fica à mercê de indivíduos sem expertise técnica.

A Trágica Influência de Influenciadores Conservadores

O governo Trump também tem investido na voz de influenciadores e figuras públicas que disseminam desinformação. Brian Glenn, por exemplo, se tornou uma figura central ao atacar Zelensky, alegando que sua falta de terno durante uma reunião com Trump era uma afronta ao cargo presidencial. Este tipo de retórica impulsionada por influenciadores de direita amplifica as falas de Trump, criando um ciclo de desinformação que impacta diretamente a política interna e externa dos EUA.

O Impacto das Fake News nas Políticas de Governo

A crescente influência da desinformação no governo Trump não se limita às palavras ditas por ele ou seus aliados. As políticas também refletem a manipulação da informação. A secretária de Agricultura, Brooke Rollins, comemorou o bloqueio de US$ 600 mil para um estudo que, na verdade, analisava o uso de fibras naturais em produtos de higiene feminina. A alegação de que o governo estava financiando estudos sobre “ciclos menstruais de homens trans” foi uma distorção da realidade, amplificada pelas redes sociais.

Esses casos demonstram como a desinformação se infiltrou nas políticas de saúde, educação e até mesmo em questões internacionais, gerando um caos informativo que afeta diretamente a percepção pública e as decisões políticas.

A Nova Era da Desinformação Política: Desafios e Consequências

A ascensão de Trump, alimentada pela desinformação, coloca em evidência os perigos dessa estratégia política. A manipulação de dados e fatos para controlar a narrativa não é apenas uma ameaça à democracia, mas também à credibilidade das instituições. A falta de um sistema eficiente de verificação de informações e a propagação de fake news por plataformas como X e Facebook agravam a situação, criando um ciclo vicioso de manipulação de massas.

Ao manter um exército de seguidores fervorosos e influenciadores ao seu lado, Trump continua a dominar a narrativa, não com base em evidências, mas em mentiras repetidas que, eventualmente, se tornam verdades para uma parte significativa da população. A política da desinformação se revela como uma arma poderosa nas mãos de líderes populistas, e os efeitos dessa estratégia estão longe de ser simples ou passageiras.

Tags: desinformação políticaestratégia de desinformaçãoFake Newsinfluenciadores conservadoresmanipulação da opinião públicamentira política.mídia digitalpolítica de desinformaçãoredes sociais e políticaTrump desinformação

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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