Investidores recebem até R$ 2,51 por ação: semana de dividendos até R$ 2,51 por ação aquece renda passiva na Bolsa
Entre os dias 9 e 13 de fevereiro de 2026, o mercado de capitais brasileiro vive um dos momentos mais relevantes do ciclo de dividendos até R$ 2,51 por ação, com diversas empresas listadas na B3 acionando seus calendários de renda. Empresas industriais, bancos de crescimento e companhias de energia concentram pagamentos de dividendo e juros sobre o capital próprio (JCP), reforçando a centralidade do Buy and Hold para investidores que buscam geração recorrente de caixa.
Entre os destaques, destaca‑se a Metalúrgica Riosulense S.A. (RSUL3 e RSUL4), cujos proventos alcançam o pico de R$ 2,51 por ação preferencial, um dos maiores valores por papel distribuídos na semana no universo B3. O episódio mostra como, mesmo fora do conceito tradicional de blue chips, companhias industriais podem se transformar em pilares estratégicos para carteiras focadas em renda passiva e longo prazo.
Como funcionam dividendos e JCP na estrutura de dividendos até R$ 2,51 por ação
Dividendos são parcelas do lucro líquido de uma empresa distribuídas aos acionistas, em linha direta com a doutrina societária de remuneração ao capital social. Já os juros sobre o capital próprio (JCP) representam uma forma alternativa de remuneração, idêntica do ponto de vista econômico, mas distinta em critérios contábeis e direcionamento tributário.
No Brasil, o dividendos até R$ 2,51 por ação se celebram com tratamento favorecido: dividendos não sofrem retenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, na estrutura vigente de lucro real ou arbitrado. Já o JCP é tributado com retenção de IR na fonte, hoje fixada em torno de 15%, o que reduz o valor efetivamente recebido pelo investidor.
Para ter direito aos dividendos até R$ 2,51 por ação e demais proventos, o investidor precisa ter a ação ou unit em carteira até a data‑com, definida pela companhia em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários. Quem compra o papel após a data‑com não participa do pagamento, mesmo que mantenha o ativo até a data de crédito em conta corrente.
Metalúrgica Riosulense: o pico de dividendos até R$ 2,51 por ação
A Metalúrgica Riosulense S.A. (RSUL3 e RSUL4) é a protagonista da semana de dividendos até R$ 2,51 por ação, consolidando uma distribuição atipicamente generosa para o segmento industrial. A empresa, sediada em Santa Catarina, lista papéis em duas classes: ordinária RSUL3 e preferencial RSUL4, ambas beneficiadas pelo ciclo de remuneração.
Os valores pagos na semana indicam:
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R$ 2,12 por ação ordinária RSUL3
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R$ 2,51 por ação preferencial RSUL4
Somente investidores que mantinham os papéis em carteira na data‑com de 22 de dezembro de 2025 são elegíveis. O montante cai em conta em 12 de fevereiro de 2026, reforçando o entendimento de que a classe preferencial, em cenários de distribuição robusta, assume elevado apelo para iniciativas de renda.
Para estratégias de Buy and Hold, esse tipo de pagamento revela como negócios industriais, mesmo com menor capilaridade em indicadores de liquidez, podem oferecer yield acima da média do índice Bovespa, se for sustentada a solidez operacional e o controle de alavancagem.
BTG Pactual paga JCP em ciclo de dividendos até R$ 2,51 por ação
Outro ponto de destaque na semana de dividendos até R$ 2,51 por ação é o BTG Pactual S.A. (BPAC11, BPAC3 e BPAC5), referência em teses de crescimento e gestão alternativa. O banco, conhecido por agregação de valor via advisory e mercados de capitais, também remunera acionistas com JCP, embora o foco seja mais voltado para expansão do lucro por ação do que para renda generosa.
No período, a estrutura contempla:
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Para units BPAC11:
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R$ 0,50 por unit para data‑com de 18 de dezembro de 2025
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R$ 0,15 por unit para data‑com de 29 de dezembro de 2025
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Valor total de R$ 0,65 por unit
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Para ações BPAC3 e BPAC5:
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R$ 0,17 por ação para data‑com de 18 de dezembro de 2025
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R$ 0,05 por ação para data‑com de 29 de dezembro de 2025
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O pagamento integral ocorre em 13 de fevereiro de 2026, alinhando‑se a um calendário que baliza investidores institucionais e varejistas que acompanham o banco como tese de expansão macro nos serviços financeiros e gestão de recursos.
Outras empresas no circuito de dividendos até R$ 2,51 por ação
Entre 9 e 13 de fevereiro, múltiplas empresas adicionam liquidez a depósitos de investidores, formando um mosaico amplo de setores e classes de capital.
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9 de fevereiro de 2026
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JHSF Participações (JHSF3) paga R$ 0,07 por ação
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Neoenergia (NEOE3) paga R$ 0,81 por ação
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11 de fevereiro de 2026
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Banco ABC Brasil (ABCB4) paga JCP de R$ 1,53 por ação
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12 de fevereiro de 2026
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Alupar Investimento S.A. (ALUP11, ALUP3 e ALUP4) reparte dividendos pelas três classes de papel
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13 de fevereiro de 2026
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Cogna Educação (COGN3) paga R$ 0,07 por ação
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Alfa Holdings (RPAD5) paga R$ 0,49 por ação
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A concentração em cinco dias reforça o caráter de “semana de dividendos até R$ 2,51 por ação” como momento relevante na rotina de teses de rendimento, em que até investidores com carteiras diversificadas podem perceber somas não desprezíveis ao final do período.
Por que os dividendos até R$ 2,51 por ação importam no cenário brasileiro
Em ambiente de juros ainda em patamar relevante e demanda por previsibilidade, dividendos até R$ 2,51 por ação passam a funcionar como fluxo de caixa adicional relevante para o investidor brasileiro de varejo. Em vez de depender exclusivamente de variação de preço, acionistas aproveitam pagamento periódico para:
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Reinvestir os proventos e acelerar o efeito dos juros compostos
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Complementar renda mensal, sem necessidade de abertura de novos créditos
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Reduzir o preço médio de entrada das ações na carteira, permitindo eficiência algorítmica via média móvel ponderada
Empresas que mantêm histórico de distribuição consistente — sem lacunas prolongadas nem cortes súbitos — tendem a ser vistas como mais previsíveis e resilientes em ciclos de aperto. Esse padrão se reflete na avaliação dos nomes, tendendo a suavizar choques em cotações durante correções de mercado.
Atenção às datas e riscos dos dividendos até R$ 2,51 por ação
Erros recorrentes entre iniciantes aos dividendos até R$ 2,51 por ação incluem a compra após a data‑com e a expectativa equivocada de recebimento. Paralelamente, parte do público pouco pondera o impacto real do IR sobre o JCP, que aniquila parte do rendimento para quem se baseia em valores brutos divulgados pelas empresas.
Recomenda‑se sempre:
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Consultar o comunicado oficial da companhia, com data‑com, valor bruto e classe de papel atingida
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Cruzar os dados com registros divulgados à Comissão de Valores Mobiliários, maior repositório de informações relevantes do mercado
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Ajustar o modelo de subida entre ativos remunerados via JCP (IR 15%) e ativos remunerados via dividendos (isenção para pessoa física)
Desse modo, a carteira não se organiza apenas pela magnitude nominal da remuneração — como os dividendos até R$ 2,51 por ação da Riosulense —, mas pelo resultado efetivo percebido em conta corrente, após tributação e custos de corretagem.
O que a semana de dividendos até R$ 2,51 por ação revela sobre o BX brasileiro
A semana entre 9 e 13 de fevereiro de 2026 evidencia a multipolaridade da renda distribuída na Bolsa brasileira, articulando:
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Empresas industriais como Riosulense
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Setor financeiro com BTG Pactual e Banco ABC Brasil
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Energia com Neoenergia
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Óleo e gás com Alupar
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Educação com Cogna
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Holding diversificada com Alfa Holdings
Essa diversidade mostra que, em vez de concentrar riqueza em nomes celebralmente “imunes”, investidores de longo prazo podem construir rede própria de dividendos até R$ 2,51 por ação, com setores hibernados e de baixa volatilidade complementando teses de crescimento mais dinâmicas.
Na prática, acompanhar o calendário de dividendos e JCP torna‑se tão estratégico quanto analisar margens, dívida líquida/EBITDA e ROE das companhias, especialmente para perfis que priorizam rendimento e low‑vol acima de capitalização máxima de curto prazo.









