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Ações da Petrobras e Vale em Nova York derretem no…

por Redação
07/04/2025 às 10h11 - Atualizado em 14/05/2026 às 17h08
em Ibovespa, Destaque, Economia, Notícias
Ibovespa Hoje - Gazeta Mercantil

Ibovespa Hoje: Queda Generalizada Após Sangria nos Mercados Globais Impacta Petrobras e Vale

Panorama internacional provoca forte recuo no índice brasileiro; ADRs de empresas nacionais desabam em Nova York com temor de recessão e tarifas dos EUA

São Paulo, 7 de abril de 2025 – O início da semana foi marcado por um verdadeiro colapso nos mercados financeiros globais, com reflexos imediatos no desempenho do Ibovespa hoje, o principal índice da Bolsa brasileira. O movimento de queda foi influenciado por fatores externos, como o agravamento das tensões comerciais internacionais, a entrada em vigor de novas tarifas impostas pelos Estados Unidos e a preocupação crescente com uma possível recessão global.

As repercussões desse cenário já se fazem sentir fortemente no desempenho das ações brasileiras listadas em bolsas estrangeiras. Os ADRs da Petrobras e da Vale – que funcionam como recibos de ações de empresas brasileiras negociados na Bolsa de Nova York – registraram quedas significativas nas primeiras horas do pregão norte-americano, refletindo a piora nas expectativas para o petróleo e o minério de ferro.


ADRs de Petrobras e Vale derretem em Nova York

Por volta das 8h50 (horário de Brasília), os ADRs da Petrobras (PBR) caíam 3,96%, sendo negociados a US$ 12,61, enquanto os da versão preferencial (PBRa) recuavam 3,62%, a US$ 11,44. A Vale também não escapou da tendência e viu seus papéis desvalorizarem 2,64%, cotados a US$ 8,84.

A queda nas ações da Petrobras reflete diretamente o desempenho negativo do petróleo no mercado internacional. O barril do tipo WTI, referência nos EUA, caía 2,53% na pré-abertura da bolsa de Nova York, sendo cotado a US$ 60,42. Já o Brent, referência global e utilizado pela Petrobras, recuava 2,13%, para US$ 64,18.

A desvalorização do petróleo está diretamente ligada ao temor de uma recessão global, agravada após o presidente norte-americano Donald Trump implementar no sábado (5) novas tarifas recíprocas contra produtos importados, intensificando a guerra comercial.

Já no caso da Vale, a queda dos ADRs tem relação direta com o recuo de mais de 3% do preço do minério de ferro na bolsa de Dalian, na China. Como maior compradora da commodity no mundo, qualquer desaceleração no mercado chinês tem efeito imediato sobre as mineradoras brasileiras.


ETF de ações brasileiras também entra em queda

O impacto da derrocada das empresas brasileiras em Nova York também se reflete no desempenho do iShares MSCI Brazil ETF, um fundo que replica os principais ativos brasileiros listados em Wall Street. Às 8h50, o fundo despencava 3,31%, com suas cotas sendo negociadas a US$ 23,69.

Esse desempenho ruim dos ADRs antecipa uma forte pressão sobre o Ibovespa hoje, que tende a abrir o pregão da B3 em queda, já que as ações da Petrobras (PETR3, PETR4) e da Vale (VALE3) têm peso expressivo no índice.


Sangria nos mercados asiáticos e europeus agrava tensão

O cenário de desvalorização não é isolado do Brasil. As bolsas asiáticas já encerraram o pregão com perdas históricas. A Bolsa de Tóquio recuou 7,83%, enquanto o Índice Hang Seng de Hong Kong derreteu 13,22%. Em Xangai, as perdas foram de 7,34%.

Na Europa, os principais índices ainda operam em baixa. O Stoxx 600, que reúne as maiores empresas do continente, cai quase 5%. O DAX de Frankfurt recua 4,61% e o CAC 40 de Paris desvaloriza 4,85%.

Nos Estados Unidos, os futuros dos principais índices também indicam forte queda: o Dow Jones recua 2,05%, o S&P 500 perde 2,4% e o Nasdaq, mais exposto a empresas de tecnologia, recua 2,73%.


Recessão global: o fantasma volta a assombrar os investidores

O pano de fundo para a sangria generalizada nos mercados é o agravamento das tensões comerciais globais e o risco iminente de uma nova recessão mundial. A adoção de tarifas recíprocas por parte dos Estados Unidos, promovidas por Donald Trump, lança incertezas sobre o comércio internacional e as cadeias produtivas.

Investidores temem que a escalada das tarifas leve a uma desaceleração do crescimento global, pressionando setores sensíveis como energia, mineração e tecnologia. Esse receio provoca movimentos de aversão ao risco, levando à venda massiva de ativos em bolsas de valores e valorizando o dólar frente às moedas emergentes.


Impacto direto sobre o Ibovespa hoje

Com esse cenário, o Ibovespa hoje deve sentir diretamente o impacto da aversão global ao risco. Os papéis mais líquidos do índice – como VALE3, PETR3 e PETR4 – já têm previsão de forte queda, o que tende a arrastar o índice para baixo ao longo do pregão.

Além disso, a expectativa é que investidores estrangeiros aumentem a retirada de capital da B3, ampliando a volatilidade do mercado interno. Com a queda dos preços das commodities e o fortalecimento do dólar, o ambiente se torna mais desafiador para os ativos brasileiros.


O que esperar do mercado nos próximos dias?

Especialistas ouvidos por agências internacionais apontam que o movimento de queda pode se intensificar caso os Estados Unidos não revejam suas medidas tarifárias ou caso a China reaja com novos bloqueios a importações.

O petróleo, por exemplo, pode continuar em queda, pressionando empresas como Petrobras. Já o minério de ferro pode seguir em baixa, afetando as exportações brasileiras e impactando diretamente o desempenho da Vale.

Além disso, os olhos do mercado estarão voltados para os próximos passos do Banco Central dos EUA (Federal Reserve) e da autoridade monetária chinesa, na expectativa de estímulos que possam mitigar os efeitos da crise.


Ibovespa hoje sob forte pressão

O Ibovespa hoje inicia a semana sob forte pressão, em meio a um ambiente global de pânico nos mercados. A queda das ações da Petrobras e da Vale nos EUA é um termômetro claro do que se pode esperar no pregão brasileiro, com perdas relevantes que podem testar suportes técnicos importantes do índice.

Com a possibilidade de agravamento das tensões comerciais, desaceleração da China e instabilidade cambial, o investidor deve manter cautela redobrada e observar com atenção o desenrolar dos próximos dias. O momento é de aversão ao risco, fuga de capitais e forte volatilidade.

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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