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Você Possui um Desses Celulares? Descubra Como Ter Internet Via Satélite da Starlink Gratuitamente!

por Redação
16/05/2025 às 17h29 - Atualizado em 16/09/2025 às 19h40
em Tecnologia, Destaque, Notícias
Internet Via Satélite Da Starlink - Gazeta Mercantil

Internet via Satélite da Starlink: A Nova Era da Conectividade Global

A conectividade global está prestes a dar um salto significativo com a parceria entre a Starlink, serviço de internet via satélite da SpaceX, e a operadora T-Mobile. Juntas, elas anunciaram a oferta de internet gratuita para 11 modelos de celulares, marcando o início de uma revolução na forma como acessamos a internet, especialmente em áreas remotas e de difícil acesso.

O Que é a Internet Via Satélite da Starlink?

A Starlink é uma constelação de satélites de baixa órbita desenvolvida pela SpaceX, empresa de Elon Musk. Seu objetivo principal é fornecer internet de alta velocidade a regiões que tradicionalmente não são atendidas por operadoras convencionais. Inicialmente, o serviço exigia antenas e roteadores específicos, mas agora, com a nova tecnologia, os satélites podem se comunicar diretamente com smartphones compatíveis.

Como Funciona a Conexão Direta ao Celular?

A tecnologia opera em bandas específicas de frequência, como a banda n53 utilizada pela T-Mobile, permitindo a conexão direta entre o satélite e o telefone, sem a necessidade de hardware adicional. Isso transforma os satélites em verdadeiras torres móveis no espaço, proporcionando sinal em qualquer lugar do planeta coberto pela constelação da Starlink.

Quais Celulares São Compatíveis com a Conexão Starlink?

Atualmente, apenas alguns modelos de celulares estão preparados para operar com essa nova tecnologia. Esses dispositivos precisam suportar as frequências específicas e os protocolos de comunicação exigidos pelos satélites. Confira a lista completa dos celulares compatíveis com a conexão via satélite da Starlink:

Apple:

  • iPhone 14

  • iPhone 15

  • iPhone 16

Google:

  • Pixel 9

Motorola:

  • Razr (2024)

  • Razr Plus (2024)

  • Moto Edge

  • Moto G Power 5G (2024)

Samsung:

  • Galaxy A14 até A54

  • Galaxy S21 até S25

  • Galaxy Z Flip 3 até Z Flip 6

Esses modelos já contam com o hardware necessário para se conectar aos satélites da Starlink e devem ser os primeiros beneficiados pelo novo serviço.

Por Que Apenas Esses Modelos São Compatíveis?

A limitação se deve principalmente à necessidade de compatibilidade com a banda n53 e à presença de antenas específicas nos dispositivos. A expectativa é que os fabricantes incorporem essa funcionalidade nos lançamentos futuros, ampliando o número de aparelhos compatíveis.

Onde a Starlink Terá Maior Impacto?

A maior transformação esperada com essa tecnologia não está nas cidades, mas nas áreas onde a conectividade é praticamente inexistente. Entre os principais beneficiados, estão:

  • Regiões rurais e agroindustriais

  • Montanhas e florestas tropicais

  • Desertos e zonas áridas

  • Ilhas e áreas costeiras

  • Rotas marítimas e aéreas

  • Trilhas, estradas remotas e rodovias de baixa densidade

Com a Starlink, será possível levar educação a distância, telemedicina, serviços bancários e comunicação básica a comunidades isoladas, reduzindo o abismo digital que ainda separa milhões de pessoas da economia digital.

O Caso dos Estados Unidos

Nos EUA, a T-Mobile prevê cobrir mais de 500 mil milhas quadradas, beneficiando especialmente caminhoneiros, fazendeiros, pescadores e viajantes, que normalmente sofrem com a ausência de sinal em longos trechos do país.

Quais os Desafios da Conexão Via Starlink?

Embora promissora, a conexão via satélite para celulares ainda enfrenta algumas barreiras importantes:

Custo Elevado:
Os primeiros planos devem ter um valor superior ao das operadoras convencionais, especialmente pela complexidade tecnológica envolvida. Ainda não há preços oficiais divulgados para o público.

Cobertura em Expansão:
A constelação de satélites da Starlink ainda está em fase de crescimento. Embora o número de satélites já ultrapasse os 5.000, nem todas as regiões do mundo são atendidas com qualidade uniforme.

Compatibilidade Restrita:
Como vimos, apenas alguns smartphones de ponta são compatíveis com o serviço atualmente, o que limita a democratização da tecnologia no curto prazo.

Interferências e Latência:
Apesar de a baixa órbita dos satélites reduzir significativamente o tempo de resposta da conexão, ainda há risco de interferências climáticas e latência mais alta em comparação com redes 5G em áreas urbanas.

O Que Esperar do Futuro da Internet Via Satélite?

A parceria entre Starlink e T-Mobile está atualmente em fase de testes operacionais nos Estados Unidos, com previsão para lançamentos comerciais ainda em 2025. A expansão internacional dependerá de acordos regulatórios e de espectro com outros países.

Elon Musk já manifestou interesse em firmar parcerias com outras operadoras no Brasil, Europa, África e Ásia. A ideia é tornar a Starlink uma solução global de acesso à internet — especialmente em países com infraestrutura terrestre precária.

Os fabricantes de smartphones deverão acelerar a adoção do suporte à banda n53 e protocolos satelitais nos próximos anos. Modelos intermediários e até de entrada poderão, em breve, fazer parte da lista de compatíveis.

Elon Musk e a Visão de uma Internet Universal

Para Elon Musk, a Starlink é mais do que um projeto comercial. É uma missão com impacto social profundo: levar internet de qualidade a cada canto do planeta, derrubando fronteiras geográficas e econômicas.

Com essa nova fase do projeto, Musk se aproxima da realização de um sonho que parecia distante — o de uma conectividade verdadeiramente universal, acessível até mesmo em áreas onde não há nem rede elétrica constante.

Um Pequeno Passo para o Celular, um Grande Salto para a Conectividade

A liberação da internet via satélite da Starlink para 11 celulares marca o início de uma nova era na conectividade móvel. Ainda que restrita, a inovação promete transformar vidas, inserir populações excluídas na economia digital e redefinir o acesso à informação em todo o planeta.

Se os testes forem bem-sucedidos e os fabricantes adotarem a tecnologia em larga escala, é provável que, em poucos anos, qualquer pessoa — em qualquer lugar — possa estar conectada diretamente com o espaço.

O futuro chegou. E ele está orbitando acima de nossas cabeças.

Tags: banda n53celulares compatíveisconectividade globalElon Muskinclusão digitalinternet via satéliteregiões remotasStarlinkT-Mobiletecnologia espacial

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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