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Negociação entre Lula e Trump tem impacto mais simbólico do que econômico, dizem analistas

Expectativas de redução de tarifas pelos Estados Unidos já estavam previstas antes do diálogo entre os dois líderes, segundo relatório da Moody’s Analytics

por Redação
24/10/2025 às 11h26 - Atualizado em 14/05/2026 às 21h42
em Política, Destaque, Notícias
Negociação Entre Lula E Trump Tem Impacto Mais Simbólico Do Que Econômico, Dizem Analistas - Gazeta Mercantil - Política

Negociação entre Lula e Trump tem impacto mais simbólico do que econômico nas relações entre Brasil e Estados Unidos

A negociação entre Lula e Trump ganhou destaque internacional nos últimos dias, despertando atenção de investidores, diplomatas e analistas econômicos. Apesar das expectativas criadas em torno do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, especialistas avaliam que o impacto da reunião será mais simbólico do que efetivo no campo econômico.

Segundo relatório divulgado pela Moody’s Analytics, as consequências práticas de um eventual acordo bilateral seriam marginais. A agência norte-americana já projetava que o governo Trump poderia reduzir, de forma unilateral, parte das tarifas impostas sobre produtos brasileiros ao longo de 2026 — movimento que independeria das negociações diplomáticas conduzidas por Lula.


Reaproximação política, impacto econômico discreto

O encontro entre os dois líderes marca uma tentativa de reaproximação diplomática entre Brasil e Estados Unidos, as duas maiores economias do hemisfério.
O gesto, contudo, não deve provocar transformações estruturais nas relações comerciais.
Para analistas americanos, a redução tarifária tende a beneficiar apenas setores pontuais, como aço, carne bovina e alumínio, sem alterar de forma relevante o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

A imposição de tarifas de até 40% sobre produtos brasileiros por Washington, em 2024, afetou diretamente a competitividade de exportadores nacionais. Ainda assim, economistas destacam que um eventual acordo resultaria em ganhos reputacionais para o Brasil, ao sinalizar estabilidade diplomática e abertura ao diálogo multilateral.


Mercado financeiro já previa alívio nas tarifas

De acordo com a Moody’s Analytics, o mercado financeiro já havia precificado uma flexibilização gradual das tarifas comerciais.
Os investidores esperavam que o governo dos Estados Unidos reduzisse as barreiras à importação por motivos internos — entre eles, o controle da inflação e a necessidade de reabastecer cadeias produtivas afetadas por conflitos geopolíticos e restrições de oferta.

Mesmo sem um tratado formal, Trump teria incentivos econômicos domésticos para adotar uma política comercial menos restritiva, de modo a equilibrar custos industriais e reduzir pressões inflacionárias.
Nesse cenário, a diplomacia brasileira apenas acelera um processo que já era esperado pelo mercado internacional.

A Moody’s calcula que o impacto líquido de uma eventual revisão tarifária seria de menos de 0,1 ponto percentual no PIB de ambos os países, o que é considerado estatisticamente irrelevante para as projeções de médio prazo.


Brasil busca protagonismo no Sul Global

Embora o impacto econômico da negociação entre Lula e Trump seja discreto, o episódio fortalece a estratégia de política externa brasileira voltada ao Sul Global.
O Itamaraty vê o diálogo como
parte de um movimento para diversificar parceiros comerciais e reduzir a dependência do dólar nas transações internacionais.

Durante sua viagem à Ásia, Lula reforçou o compromisso com o comércio multilateral e com o avanço de acordos em moedas locais, além de propor uma nova arquitetura financeira internacional mais inclusiva e menos concentrada nas economias desenvolvidas.

Diplomatas próximos ao presidente destacam que o diálogo com Trump é um passo estratégico dentro de uma agenda pragmática de cooperação e autonomia política, que busca equilíbrio entre o Ocidente e o Oriente.


Tarifas permanecem como desafio estrutural

As tarifas americanas sobre produtos brasileiros continuam sendo um dos principais obstáculos nas relações comerciais entre os dois países.
O Brasil é o segundo maior fornecedor de carne bovina e minério de ferro para os Estados Unidos, além de ter relevância na exportação de aço, celulose e etanol.

Com o aumento das barreiras tarifárias, parte dos exportadores brasileiros migraram para novos mercados, como China, México e Oriente Médio, para reduzir perdas de competitividade.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações brasileiras para os EUA somaram US$ 36,4 bilhões em 2024, representando 11% das vendas externas do país.
Apesar da redução do ritmo, os Estados Unidos seguem sendo o segundo principal destino dos produtos brasileiros, atrás apenas da China.


Encontro político e pragmático

Do ponto de vista político, o encontro entre Lula e Trump reflete o pragmatismo dos dois líderes em um cenário global de tensões comerciais e realinhamentos geopolíticos.
Para o governo brasileiro, o diálogo representa uma oportunidade de recompor pontes diplomáticas e reequilibrar as relações bilaterais após um período de distanciamento ideológico.

Já para Trump, o movimento reforça sua imagem de liderança global e de mediador entre potências emergentes, num momento em que busca consolidar sua influência em temas econômicos estratégicos.

O Palácio do Planalto avalia que qualquer avanço na pauta tarifária pode ser interpretado como sinal de estabilidade diplomática, abrindo espaço para futuras negociações comerciais, especialmente em áreas como energia, tecnologia agrícola e infraestrutura.


Análise setorial: ganhos e limitações

Apesar da cautela do mercado, economistas destacam que alguns setores específicos da economia brasileira podem ser beneficiados por uma eventual redução tarifária.
O complexo agroexportador, especialmente o de carnes, açúcar e etanol, tende a recuperar parte da competitividade perdida com as restrições impostas pelos Estados Unidos.

O setor siderúrgico também figura entre os potenciais beneficiados, já que as tarifas sobre aço e alumínio impactaram fortemente as exportações brasileiras nos últimos anos.
Entretanto, especialistas ressaltam que o simples alívio das barreiras não garante aumento imediato das vendas externas, já que fatores como taxa de câmbio, custos logísticos e demanda interna norte-americana continuam determinantes.


Investidores mantêm postura conservadora

No mercado financeiro, a repercussão da negociação entre Lula e Trump tem sido moderada.
O Ibovespa opera com pequenas variações, refletindo a percepção de que os efeitos econômicos do encontro são limitados.
O dólar mantém estabilidade, e os juros futuros seguem mais influenciados pelos indicadores domésticos — como inflação e política fiscal — do que por fatores externos.

Para investidores estrangeiros, o foco permanece na previsibilidade institucional e na sustentabilidade fiscal e monetária do Brasil.
A diplomacia econômica é vista como uma variável de médio prazo, com potencial de melhorar a percepção de risco-país, mas sem impacto imediato nos fluxos de capital.


Cenário global desafiador e volatilidade internacional

O contexto internacional segue marcado por tensões geopolíticas, que limitam os efeitos de qualquer acordo bilateral.
As disputas entre Estados Unidos, China e Rússia continuam desestabilizando cadeias de suprimento e pressionando os preços de commodities.

Analistas apontam que, mesmo que Washington alivie as tarifas sobre o Brasil, o impacto econômico será moderado devido ao enfraquecimento da demanda global e à desaceleração da economia chinesa.

Nesse ambiente, o Brasil tenta reconstruir alianças multilaterais, adotando uma postura equilibrada entre os blocos ocidental e oriental, sem abrir mão de sua autonomia estratégica.


Simbolismo maior que resultado

A negociação entre Lula e Trump é um marco simbólico para a diplomacia brasileira, reafirmando o protagonismo do país no cenário global.
Contudo, especialistas concordam que os efeitos econômicos serão limitados e que o mercado já antecipava parte das possíveis concessões tarifárias.

A reunião reforça o papel do Brasil como mediador no diálogo internacional e defensor do comércio justo e multilateral, mas dificilmente trará impactos relevantes no curto prazo.
Ainda assim, a aproximação pode abrir caminho para futuras tratativas e consolidar o Brasil como uma voz influente na agenda global de desenvolvimento sustentável e integração produtiva.

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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