terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Política

Papuda vira centro de articulação política de Jair Bolsonaro na montagem das alianças eleitorais

por Carlos Menezes
09/02/2026 às 10h22
em Política
Papuda Se Consolida Como Centro De Decisões Políticas Do Bolsonarismo Na Articulação Das Eleições Desde A Transferência De Jair Bolsonaro Para O 19º Batalhão Da Polícia Militar Do Distrito Federal, Conhecido Como Papudinha, A Rotina Do Ex-Presidente Passou A Extrapolar Os Limites Formais Da Custódia Judicial. O Espaço, Inicialmente Concebido Para Assegurar A Integridade Física E O Acompanhamento Médico Do Ex-Chefe Do Executivo, Tornou-Se, Na Prática, Um Ponto Central De Validação Política Do Bolsonarismo, Funcionando Como Um Verdadeiro Núcleo Estratégico Na Montagem Das Alianças Eleitorais Para O Pleito De Outubro. A Movimentação Diária De Advogados, Aliados Históricos, Parlamentares E Emissários Partidários Transformou A Unidade Em Um Ambiente Onde Diagnósticos Eleitorais São Apresentados, Disputas Regionais São Avaliadas E Decisões Estratégicas Recebem O Aval Direto De Jair Bolsonaro, Ainda Considerado A Principal Liderança Do Campo Conservador No País. A Rotina Da Custódia E O Fluxo Político Permanente Oficialmente, Bolsonaro Cumpre Medidas Judiciais Sob Acompanhamento Médico Constante, Com Registros Frequentes De Atendimentos Clínicos, Visitas Jurídicas E Deslocamento De Equipes De Saúde. Nos Bastidores, Porém, O Fluxo De Informações Políticas É Contínuo. Conversas Diárias Com Antigos Subordinados, Aliados Próximos E Dirigentes Partidários Fazem Parte Da Rotina Do Ex-Presidente Dentro Da Papuda. Advogados Atuam Como Pontes Permanentes Entre O Interior Da Unidade E A Cúpula Do Pl. São Eles Que Levam Avaliações Sobre Cenários Estaduais, Pesquisas Internas, Tensões Regionais E Movimentos Autônomos De Aliados. Na Volta, Carregam Orientações Claras De Bolsonaro Sobre Prioridades Eleitorais, Riscos Políticos E Limites De Negociação. Entre Aliados, A Avaliação É Consensual: Nenhuma Decisão Relevante Sobre A Montagem De Palanques Estaduais Avança Sem O Aval De Jair Bolsonaro. Interlocutores Fixos E Visitas Recorrentes O Circuito Político Montado Na Papuda É Discreto, Mas Altamente Estruturado. Um Dos Nomes Mais Frequentes É O De João Henrique Nascimento De Freitas, Ex-Assessor Da Presidência E Formalmente Designado Para Integrar A Defesa Do Ex-Presidente. Ele Esteve Na Unidade Ao Menos Oito Vezes Em Um Curto Intervalo De Tempo, Consolidando-Se Como Um Dos Principais Interlocutores Entre Bolsonaro E A Direção Do Partido. Outro Visitante Recorrente É O Ex-Ministro Adolfo Saschida, Que Também Registrou Oito Visitas Recentes. A Presença Constante De Ambos Reforçou Seu Papel Como Canais De Comunicação Direta Com A Cúpula Do Pl, Em Um Momento Em Que O Partido Tenta Evitar Dispersões Regionais E Conflitos Internos Às Vésperas Da Campanha. Procurados, Ambos Optaram Por Não Comentar Publicamente O Teor Das Visitas. O Aval Político Como Regra Interna Relatos De Aliados Indicam Que As Conversas Vão Muito Além De Prazos Processuais Ou Estratégias Jurídicas. Dentro Da Papuda, O Foco É Político. Advogados Apresentam O Quadro Detalhado De Cada Estado, Discutem Pesquisas Eleitorais Internas, Relatam Disputas Entre Pré-Candidatos E Retornam Com O Posicionamento De Bolsonaro. Internamente, O Entendimento É Claro: Nenhuma Definição Relevante Pode Prescindir Do Aval Do Ex-Presidente. Esse Papel Central Reforça A Percepção De Que, Mesmo Fora Do Circuito Presencial Tradicional, Jair Bolsonaro Segue Exercendo Influência Decisiva Sobre O Campo Conservador. A Mediação Com A Cúpula Do Pl Também Esteve Na Unidade O Advogado Marcelo Luiz Ávila De Bessa, Ligado Diretamente Ao Presidente Do Pl, Valdemar Costa Neto. A Visita Ocorreu Em 20 De Janeiro, Registrada Oficialmente Como Atendimento Jurídico. Nos Bastidores, No Entanto, O Encontro É Descrito Como Uma Interlocução Política Específica, Articulada A Pedido De Valdemar. O Dirigente Partidário Tenta Autorização Para Visitar Bolsonaro Pessoalmente Desde O Início Da Custódia, Mas Teve Os Pedidos Negados Por Também Figurar Como Investigado Nos Mesmos Processos. Assim, A Comunicação Passou A Ser Feita Por Intermediários. O Recado Levado À Papuda Incluía A Leitura Da Direção Nacional Do Partido Sobre A Montagem De Palanques Estaduais E A Necessidade De Conter Movimentos Independentes Enquanto Bolsonaro Permanece Fora Do Circuito Público. Convivência Com Antigos Aliados E Debates Estratégicos A Dinâmica Interna Da Unidade Também Contribui Para O Ambiente Político. Bolsonaro Mantém Contato Diário Com O Ex-Ministro Da Justiça Anderson Torres E Com O Ex-Diretor Da Prf Silvinei Vasques, Ambos Presos No Mesmo Batalhão. As Caminhadas Sob Escolta Transformaram-Se Em Momentos De Debate Sobre Decisões Judiciais, Cenário Institucional E Cálculos Eleitorais. Segundo Relatos, A Convivência Funciona Como Válvula De Escape Emocional, Mas Também Como Espaço De Reflexão Estratégica Sobre O Futuro Político Do Grupo. Entre Os Temas Recorrentes Estão O Veto Ao Pl Da Dosimetria, Os Caminhos Para Tentar Reverter A Decisão E As Projeções Eleitorais Para 2026, Especialmente Em Cenários Que Medem O Desempenho De Nomes Da Direita Frente Ao Presidente Luiz Inácio Lula Da Silva (Pt). Saúde, Discurso Político E Estratégia Jurídica A Saúde Do Ex-Presidente Passou A Integrar O Enredo Político. Informações Sobre Dieta, Dificuldades Para Dormir, Crises De Soluço E Acompanhamento Médico Constante Circulam Entre Aliados E São Usadas Para Reforçar O Discurso De Que Bolsonaro Enfrenta Intercorrências Clínicas Relevantes. Documentos Oficiais Registram Atendimentos Frequentes E Deslocamento De Equipes Médicas À Unidade. Fora Da Custódia, Essas Informações Alimentam Argumentos Favoráveis À Concessão De Prisão Domiciliar, Tese Que Vem Sendo Discutida Nos Bastidores Jurídicos E Políticos. Rogério Marinho E O Mapa Eleitoral Dos Estados Foi Nesse Ambiente Que Ocorreu A Visita Do Senador Rogério Marinho (Pl-Rn), Considerado Hoje O Principal Operador Político Da Pré-Campanha De Flávio Bolsonaro (Pl-Rj). O Encontro Durou Cerca De Duas Horas E Percorreu Um Amplo Diagnóstico Do Cenário Nacional. Segundo Aliados, Marinho Levou À Papuda Um Mapeamento Detalhado Dos Estados, Apontando Riscos De Fragmentação Do Campo Conservador E Avaliando As Chances Eleitorais Em Diferentes Colégios. Saiu Com Orientações Diretas De Bolsonaro Sobre Prioridades, Limites De Negociação E Regiões Onde A Intervenção Política Será Mais Intensa. São Paulo E Minas Gerais Foram Tratados Como Focos Imediatos, Tanto Pela Disputa Ao Senado Quanto Pela Necessidade De Evitar Pulverização De Candidaturas De Direita. Goiás E Paraná Também Entraram No Radar Estratégico. A Engenharia Dos Palanques Antes Da Chapa Nacional De Acordo Com Aliados, Bolsonaro Tem Insistido Que A Montagem Dos Palanques Estaduais Deve Preceder Qualquer Definição Sobre A Chapa Presidencial. A Lógica É Garantir Bases Sólidas Nos Estados Antes De Avançar Em Decisões Nacionais, Como A Escolha Do Vice. Esse Entendimento Tem Orientado As Conversas Dentro Da Papuda E Reforça O Papel Do Ex-Presidente Como Fiador Das Alianças Regionais. O Debate Sobre O Vice E O Nome De Romeu Zema A Discussão Sobre Um Eventual Vice Já Começou A Ser Testada Nos Bastidores. Emissários Do Pl Sondaram O Governador De Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Pedindo Uma Resposta Após O Carnaval. No Entorno De Bolsonaro, Zema É Tratado Como O “Vice Dos Sonhos”, Pela Densidade Eleitoral Em Minas E Pelo Potencial De Diálogo Com O Eleitor Liberal. Apesar Disso, Publicamente, O Governador Mantém O Discurso De Pré-Candidatura Própria À Presidência. Dentro Da Custódia, Bolsonaro Tem Incentivado Uma Aproximação Com O Mineiro, Movimento Que Poderia Garantir Um Palanque Estratégico Em Um Dos Maiores Colégios Eleitorais Do País. Goiás, Resistências Locais E O Papel Do Ex-Presidente Em Goiás, A Lógica É Semelhante. Bolsonaro Defende Uma Aproximação Com O Grupo Do Governador Ronaldo Caiado (Psd), Mesmo Diante Da Resistência De Setores Do Pl Local, Que Apoiam A Candidatura Do Senador Wilder Morais (Pl-Go). Aliados Afirmam Que, Na Maioria Dos Estados, A Palavra Final De Jair Bolsonaro Tem Sido Decisiva Para Evitar Rupturas Internas E Unificar O Campo Conservador. Religião, Política E Articulação Contínua Paralelamente À Articulação Eleitoral, Bolsonaro Mantém Agendas Religiosas Regulares. A Assistência Espiritual Com Pastores Integra Sua Rotina, Assim Como Encontros Reservados Com Parlamentares Que Buscam Orientação Política. Esse Conjunto De Fatores Transformou A Papuda Em Algo Além De Um Espaço De Custódia: Um Centro Informal De Decisões Políticas, Onde O Bolsonarismo Reorganiza Suas Estratégias Para O Próximo Ciclo Eleitoral. Papuda Vira Centro Nervoso Do Bolsonarismo Eleitoral À Medida Que O Calendário Eleitoral Avança, A Papuda Consolida-Se Como Um Verdadeiro Centro Nervoso Do Bolsonarismo. Mesmo Longe Dos Palanques E Dos Eventos Públicos, Jair Bolsonaro Segue Exercendo Influência Direta Sobre Alianças, Candidaturas E Estratégias Nacionais, Reforçando Seu Papel Como Principal Fiador Político Da Direita Brasileira. - Gazeta Mercantil

Papuda se consolida como centro de decisões políticas do bolsonarismo na articulação das eleições

Desde a transferência de Jair Bolsonaro para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, a rotina do ex-presidente passou a extrapolar os limites formais da custódia judicial. O espaço, inicialmente concebido para assegurar a integridade física e o acompanhamento médico do ex-chefe do Executivo, tornou-se, na prática, um ponto central de validação política do bolsonarismo, funcionando como um verdadeiro núcleo estratégico na montagem das alianças eleitorais para o pleito de outubro.

A movimentação diária de advogados, aliados históricos, parlamentares e emissários partidários transformou a unidade em um ambiente onde diagnósticos eleitorais são apresentados, disputas regionais são avaliadas e decisões estratégicas recebem o aval direto de Jair Bolsonaro, ainda considerado a principal liderança do campo conservador no país.

A rotina da custódia e o fluxo político permanente

Oficialmente, Bolsonaro cumpre medidas judiciais sob acompanhamento médico constante, com registros frequentes de atendimentos clínicos, visitas jurídicas e deslocamento de equipes de saúde. Nos bastidores, porém, o fluxo de informações políticas é contínuo. Conversas diárias com antigos subordinados, aliados próximos e dirigentes partidários fazem parte da rotina do ex-presidente dentro da Papuda.

Advogados atuam como pontes permanentes entre o interior da unidade e a cúpula do PL. São eles que levam avaliações sobre cenários estaduais, pesquisas internas, tensões regionais e movimentos autônomos de aliados. Na volta, carregam orientações claras de Bolsonaro sobre prioridades eleitorais, riscos políticos e limites de negociação.

Entre aliados, a avaliação é consensual: nenhuma decisão relevante sobre a montagem de palanques estaduais avança sem o aval de Jair Bolsonaro.

Interlocutores fixos e visitas recorrentes

O circuito político montado na Papuda é discreto, mas altamente estruturado. Um dos nomes mais frequentes é o de João Henrique Nascimento de Freitas, ex-assessor da Presidência e formalmente designado para integrar a defesa do ex-presidente. Ele esteve na unidade ao menos oito vezes em um curto intervalo de tempo, consolidando-se como um dos principais interlocutores entre Bolsonaro e a direção do partido.

Outro visitante recorrente é o ex-ministro Adolfo Saschida, que também registrou oito visitas recentes. A presença constante de ambos reforçou seu papel como canais de comunicação direta com a cúpula do PL, em um momento em que o partido tenta evitar dispersões regionais e conflitos internos às vésperas da campanha.

Procurados, ambos optaram por não comentar publicamente o teor das visitas.

O aval político como regra interna

Relatos de aliados indicam que as conversas vão muito além de prazos processuais ou estratégias jurídicas. Dentro da Papuda, o foco é político. Advogados apresentam o quadro detalhado de cada estado, discutem pesquisas eleitorais internas, relatam disputas entre pré-candidatos e retornam com o posicionamento de Bolsonaro.

Internamente, o entendimento é claro: nenhuma definição relevante pode prescindir do aval do ex-presidente. Esse papel central reforça a percepção de que, mesmo fora do circuito presencial tradicional, Jair Bolsonaro segue exercendo influência decisiva sobre o campo conservador.

A mediação com a cúpula do PL

Também esteve na unidade o advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, ligado diretamente ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto. A visita ocorreu em 20 de janeiro, registrada oficialmente como atendimento jurídico. Nos bastidores, no entanto, o encontro é descrito como uma interlocução política específica, articulada a pedido de Valdemar.

O dirigente partidário tenta autorização para visitar Bolsonaro pessoalmente desde o início da custódia, mas teve os pedidos negados por também figurar como investigado nos mesmos processos. Assim, a comunicação passou a ser feita por intermediários.

O recado levado à Papuda incluía a leitura da direção nacional do partido sobre a montagem de palanques estaduais e a necessidade de conter movimentos independentes enquanto Bolsonaro permanece fora do circuito público.

Convivência com antigos aliados e debates estratégicos

A dinâmica interna da unidade também contribui para o ambiente político. Bolsonaro mantém contato diário com o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e com o ex-diretor da PRF Silvinei Vasques, ambos presos no mesmo batalhão.

As caminhadas sob escolta transformaram-se em momentos de debate sobre decisões judiciais, cenário institucional e cálculos eleitorais. Segundo relatos, a convivência funciona como válvula de escape emocional, mas também como espaço de reflexão estratégica sobre o futuro político do grupo.

Entre os temas recorrentes estão o veto ao PL da Dosimetria, os caminhos para tentar reverter a decisão e as projeções eleitorais para 2026, especialmente em cenários que medem o desempenho de nomes da direita frente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Saúde, discurso político e estratégia jurídica

A saúde do ex-presidente passou a integrar o enredo político. Informações sobre dieta, dificuldades para dormir, crises de soluço e acompanhamento médico constante circulam entre aliados e são usadas para reforçar o discurso de que Bolsonaro enfrenta intercorrências clínicas relevantes.

Documentos oficiais registram atendimentos frequentes e deslocamento de equipes médicas à unidade. Fora da custódia, essas informações alimentam argumentos favoráveis à concessão de prisão domiciliar, tese que vem sendo discutida nos bastidores jurídicos e políticos.

Rogério Marinho e o mapa eleitoral dos estados

Foi nesse ambiente que ocorreu a visita do senador Rogério Marinho (PL-RN), considerado hoje o principal operador político da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O encontro durou cerca de duas horas e percorreu um amplo diagnóstico do cenário nacional.

Segundo aliados, Marinho levou à Papuda um mapeamento detalhado dos estados, apontando riscos de fragmentação do campo conservador e avaliando as chances eleitorais em diferentes colégios. Saiu com orientações diretas de Bolsonaro sobre prioridades, limites de negociação e regiões onde a intervenção política será mais intensa.

São Paulo e Minas Gerais foram tratados como focos imediatos, tanto pela disputa ao Senado quanto pela necessidade de evitar pulverização de candidaturas de direita. Goiás e Paraná também entraram no radar estratégico.

A engenharia dos palanques antes da chapa nacional

De acordo com aliados, Bolsonaro tem insistido que a montagem dos palanques estaduais deve preceder qualquer definição sobre a chapa presidencial. A lógica é garantir bases sólidas nos estados antes de avançar em decisões nacionais, como a escolha do vice.

Esse entendimento tem orientado as conversas dentro da Papuda e reforça o papel do ex-presidente como fiador das alianças regionais.

O debate sobre o vice e o nome de Romeu Zema

A discussão sobre um eventual vice já começou a ser testada nos bastidores. Emissários do PL sondaram o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pedindo uma resposta após o carnaval.

No entorno de Bolsonaro, Zema é tratado como o “vice dos sonhos”, pela densidade eleitoral em Minas e pelo potencial de diálogo com o eleitor liberal. Apesar disso, publicamente, o governador mantém o discurso de pré-candidatura própria à Presidência.

Dentro da custódia, Bolsonaro tem incentivado uma aproximação com o mineiro, movimento que poderia garantir um palanque estratégico em um dos maiores colégios eleitorais do país.

Goiás, resistências locais e o papel do ex-presidente

Em Goiás, a lógica é semelhante. Bolsonaro defende uma aproximação com o grupo do governador Ronaldo Caiado (PSD), mesmo diante da resistência de setores do PL local, que apoiam a candidatura do senador Wilder Morais (PL-GO).

Aliados afirmam que, na maioria dos estados, a palavra final de Jair Bolsonaro tem sido decisiva para evitar rupturas internas e unificar o campo conservador.

Religião, política e articulação contínua

Paralelamente à articulação eleitoral, Bolsonaro mantém agendas religiosas regulares. A assistência espiritual com pastores integra sua rotina, assim como encontros reservados com parlamentares que buscam orientação política.

Esse conjunto de fatores transformou a Papuda em algo além de um espaço de custódia: um centro informal de decisões políticas, onde o bolsonarismo reorganiza suas estratégias para o próximo ciclo eleitoral.

Papuda vira centro nervoso do bolsonarismo eleitoral

À medida que o calendário eleitoral avança, a Papuda consolida-se como um verdadeiro centro nervoso do bolsonarismo. Mesmo longe dos palanques e dos eventos públicos, Jair Bolsonaro segue exercendo influência direta sobre alianças, candidaturas e estratégias nacionais, reforçando seu papel como principal fiador político da direita brasileira.

Tags: alianças do PLarticulação política Bolsonaroeleições 2026 direitaFlávio BolsonaroJair BolsonaroPapudaPolíticaRogério Marinho

LEIA MAIS

Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

O candidato do Partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, colocou a legislação trabalhista no centro de seu discurso nesta terça-feira (18) ao defender o fim da...

Leia MaisDetails
Deputado Gilvan Da Federal - Gazeta Mercantil
Política

STF torna Gilvan da Federal réu por injúria contra Lula

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (18) receber denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES) pelo...

Leia MaisDetails
Pablo Marçal - Gazeta Mercantil
Política

Pablo Marçal corrige patrimônio no TSE: R$ 7,4 bilhões viram R$ 149,9 milhões

Pablo Marçal (PRTB) apresentou nesta terça-feira, 18 de agosto, uma nova declaração de bens à Justiça Eleitoral e reduziu de aproximadamente R$ 7,4 bilhões para R$ 149,9 milhões...

Leia MaisDetails
Michelle Pede Voto Para Flávio Em Palanque De Arruda E Embaralha Alianças No Df - Gazeta Mercantil
Política

Michelle pede voto para Flávio em palanque de Arruda e embaralha alianças no DF

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro transformou nesta terça-feira, 18 de agosto, o lançamento de um comitê eleitoral em Brasília em um retrato das alianças cruzadas que marcam o início...

Leia MaisDetails
Eleições 2026: Lula E Flávio Bolsonaro Somam 77% E Deixam Rivais Distantes - Gazeta Mercantil
Política

Eleições 2026: Lula e Flávio concentram 77% das intenções de voto entre 13 candidatos

A eleição presidencial de 2026 começou oficialmente com 13 pedidos de candidatura, mas a multiplicidade de nomes na disputa ainda não se traduziu em fragmentação significativa das intenções...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

20:51:00
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails
Dólar Hoje Fecha A R$ 5,22 Com Tensão No Oriente Médio E Ata Do Fed No Radar - Gazeta Mercantil - Dólar
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

Leia MaisDetails
Deputado Gilvan Da Federal - Gazeta Mercantil
Política

STF torna Gilvan da Federal réu por injúria contra Lula

Leia MaisDetails
Ibovespa Hoje - B3 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

STF torna Gilvan da Federal réu por injúria contra Lula

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP