terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

Raízen (RAIZ4) abaixo de R$ 1 reacende alertas no mercado e expõe desafios do etanol de milho

por João Souza
08/02/2026 às 13h55
em Negócios
Raízen: Acionistas Aprovam Reorganização E Incorporação De 4 Empresas
A Raízen (RAIZ4) voltou a ser negociada abaixo do patamar psicológico de R$ 1 na primeira semana de fevereiro de 2026, retomando o status de penny stock e acendendo sinal de alerta vermelho entre investidores, analistas e participantes do setor sucroenergético. O movimento não é um ruído de curto prazo: reflete uma combinação explosiva de gatilhos recentes — desembolso para compra da participação da japonesa Sumitomo, duas renúncias no conselho de administração em sete dias — e questionamentos mais profundos sobre a sustentabilidade econômica da estratégia de crescimento apoiada no etanol de milho, modelo que se mostrou muito mais frágil e dependente de fatores externos do que se imaginava na época do IPO, em 2021. A queda recolocou o papel entre os mais voláteis da B3 e transformou a **Raízen abaixo de R$ 1** no tema dominante da semana no cruzamento entre agronegócio e mercado de capitais.
A trajetória descendente já vinha de longe: nos 12 meses anteriores, o papel acumulava perdas próximas de 40%, muito aquém do desempenho do Ibovespa e mesmo do índice setorial de energia. Mas romper a linha de R$ 1 tem significado especial: altera a base de investidores, afasta fundos com regras internas que proíbem aplicações em ações abaixo desse valor, reduz liquidez e abre espaço para maior volatilidade nos pregões. Para o mercado, o recado é claro: não se paga mais por promessas de crescimento futuro; só haverá reavaliação quando houver caixa operacional consistente, redução de alavancagem e clareza sobre a governança da companhia.

Compra da participação da Sumitomo consumiu caixa em momento de baixa tolerância a risco

O gatilho imediato que acelerou a queda e levou a Raízen abaixo de R$ 1 foi a conclusão, no final de janeiro, da operação que tornou a companhia dona de 100% da Raízen Biomassa. A transação veio do exercício de uma opção de venda prevista desde 2016, que obrigou a brasileira a comprar de volta a fatia que a japonesa Sumitomo mantinha na subsidiária. Embora a direção da empresa classifique o movimento como estratégico no longo prazo — ao eliminar sócio minoritário e ganhar autonomia total sobre os ativos — o efeito financeiro imediato foi exatamente o oposto: a empresa deixou de receber valores e passou a desembolsar recursos expressivos num momento em que o mercado já exigia máxima preservação de liquidez.
O problema não é só o valor desembolsado em si, mas o momento escolhido pelo destino. Juros ainda elevados, custo de capital caro para todo o setor intensivo em capital e margens do etanol comprimidas há três trimestres consecutivos fazem com que qualquer saída grande de caixa seja vista com desconfiança. Para muitos gestores ouvidos pela reportagem, a operação reforçou uma crítica antiga à Raízen: a de que cresceu demais, muito rápido, por meio de aquisições e construção de novas plantas, sem antes garantir que cada unidade gerasse retorno acima do custo do dinheiro aplicado. O resultado dessa estratégia é hoje visível no balanço: dívida bruta elevada, investimentos que demoram mais que o previsto para se pagar e geração de caixa operacional insuficiente para cobrir tanto os gastos de expansão quanto a remuneração esperada pelos acionistas.

Duas saídas em uma semana no conselho ampliam sensação de instabilidade

Se o desembolso com a Sumitomo abalou as contas, a sequência de renúncias no conselho de administração abalou a confiança — e foi o empurrão final para o rompimento de R$ 1. Em menos de sete dias, dois conselheiros anunciaram sua saída por motivos pessoais, sem maiores detalhes, e a companhia se limitou a informar que nomeará substitutos em momento oportuno. Em empresas de governança considerada boa, trocas isoladas são naturais; duas em sequência, sem explicação clara e num momento já de fragilidade da ação, são lidas pelo mercado quase sempre como sinal de desalinhamento estratégico, divergências internas ou falta de visão comum sobre o rumo da empresa.
A Raízen abaixo de R$ 1 é, em boa medida, também um prêmio de risco de governança. O mercado não sabe hoje exatamente quem comanda a estratégia de longo prazo, quem responde pelos erros do passado e quem vai decidir os ajustes necessários para reverter o quadro. Num ambiente em que o investidor já desconfia dos números operacionais, qualquer sinal de desorganização na cúpula é punido com força total. Não por acaso, nos pregões seguintes às duas demissões, o volume de negociação do papel triplicou, quase sempre com predominância de ordens de venda de grandes carteiras institucionais que decidiram cortar perdas antes que a situação piorasse ainda mais.

Etanol de milho trouxe escala, mas carrega defeitos estruturais que hoje explodem

Por trás de todos esses problemas de curto prazo, porém, está o ponto mais grave e que vai definir o futuro da empresa: o modelo de negócio baseado na expansão massiva do etanol de milho, que durante anos foi vendido como o grande diferencial competitivo da Raízen, hoje aparece como seu principal calcanhar de Aquiles. Diferente das usinas tradicionais de cana‑de‑açúcar — que geram a própria energia a partir do bagaço, tornando‑se quase autossuficientes — as unidades industriais 100% dedicadas ao milho precisam comprar toda a biomassa de terceiros para mover caldeiras e secar grãos. Essa dependência externa não é um detalhe operacional: é um defeito estrutural que destrói margens toda vez que o preço da lenha, do cavaco ou da própria energia elétrica sobe.
Além disso, a conta econômica dessas plantas é muito mais sensível a variações do preço do milho no mercado doméstio e internacional. Quando a commodity sobe, o custo de produção explode antes que o preço do etanol consiga subir na mesma velocidade; quando cai, a margem melhora, mas nunca o suficiente para compensar os períodos ruins. O resultado prático visto nos últimos dois anos é o seguinte: a Raízen ganhou capacidade de produzir quase 50% mais etanol em três anos, mas essa produção maior não se transformou em lucro maior, nem em caixa maior, justamente porque o modelo tem custo fixo muito alto e margem variável muito apertada. Enquanto a cana entrega hoje margem Ebitda acima de 35% em plantas bem operadas, as unidades de milho da empresa têm operado na casa dos 12% a 18% — insuficiente para pagar o custo do capital investido nelas.
Essa constatação é o que mudou definitivamente o humor do mercado. Antes, acreditava‑se que o etanol de milho seria o motor de crescimento sustentado por uma década; hoje, vê‑se que é um negócio cíclico, de risco elevado, que exige muito dinheiro para funcionar e devolve pouco em troca, salvo em janelas de preço muito favoráveis que duram poucos meses por ano. E é exatamente essa fratura na tese original que explica por que a Raízen abaixo de R$ 1 não parece ser um movimento passageiro: o preço da ação hoje já está descontando que parte dos ativos construídos recentemente pode nunca valer o que custou para ser erguida.

Seletividade no agro premia eficiência e pune complexidade; Jalles (JALL3) vira alternativa

O que acontece com a Raízen não é um caso isolado, mas sim o exemplo mais extremo de uma mudança maior que vem ocorrendo há cerca de um ano na avaliação de todo o agronegócio brasileiro. O mercado deixou de pagar caro por histórias de crescimento a qualquer custo e passou a premiar acima de tudo simplicidade, geração previsível de caixa, baixo endividamento e disciplina de capital. Nesse novo ambiente, empresas com estruturas mais enxutas, menos diversificadas e foco em cana‑de‑açúcar passaram a ser vistas como portos seguros — e a Jalles (JALL3) é o nome que mais aparece nas carteiras como alternativa justamente onde a Raízen perdeu espaço.
Dados de bancos de investimento mostram que, enquanto a RAIZ4 perdia quase metade do seu valor em 12 meses, a JALL3 se manteve praticamente estável, com pequena alta, e hoje negocia com múltiplos de avaliação pelo menos 60% mais altos que os da concorrente maior. A explicação é simples: a Jalles cresceu também, mas sempre dentro da própria capacidade de caixa, quase não usa dívida para financiar expansão, mantém quase toda a produção baseada em cana e evita entrar em negócios novos onde não tem domínio tecnológico completo. Em ano de aperto, essa diferença de perfil vale ouro: o investidor foge de complexidade e corre para onde as contas são fáceis de entender e o risco de surpresas negativas é menor.
Essa comparação dura é o que mais dói na avaliação da Raízen. Se uma empresa menor, mais nova e com menos estrutura de mercado consegue valer mais por real de lucro simplesmente por ser mais previsível, fica evidente que o desconto aplicado hoje à RAIZ4 não é por menor tamanho ou pior posição competitiva — é um desconto puro por risco de modelo de negócio e por falta de confiança na capacidade da diretoria de entregar o que prometeu no passado.

Outros setores do agro também sentem vento de rigor, mas com menor intensidade

O clima de maior exigência não atinge só o sucroenergético. Na mesma semana em que a Raízen abaixo de R$ 1 dominava os noticiários, analistas revisaram para baixo as projeções de resultados do quarto trimestre de 2025 para as grandes de papel e celulose — Suzano (SUZB3), Klabin (KLBN11) e Dexco (DXCO3) — por efeitos sazonais negativos, paradas programadas para manutenção industrial e preços internacionais ainda em recuperação lenta. A diferença é que essas companhias têm balanços fortes, caixa sobrando e décadas de histórico de atravessar ciclos ruins, por isso suas ações caem pouco e não correm risco de chegar a patamares críticos.
O que une todos esses casos é uma só regra que voltou a valer com força total no mercado brasileiro: dinheiro hoje vale muito mais que dinheiro prometido daqui a cinco anos. Empresas que precisam gastar muito agora para ganhar muito lá na frente estão sendo brutalmente reavaliadas para baixo; aquelas que já geram caixa hoje, distribuem proventos com regularidade e não surpreendem negativamente mantêm ou até ampliam seu valor. Nesse sentido, a trajetória da RAIZ4 funciona como um aviso para todo o agro: a era do “cresça a qualquer preço” acabou; quem não se adaptar à nova realidade de disciplina financeira sofrerá o mesmo tipo de punição na bolsa.

Abaixo de R$ 1, riscos estruturais aumentam e saída se torna mais difícil

Romper o piso de R$ 1 não é apenas um marco psicológico. Ele traz consequências práticas que podem criar um ciclo vicioso difícil de quebrar. O primeiro efeito é a saída forçada de fundos de pensão, previdência privada e gestores com regras internas que impedem manter em carteira ações abaixo desse valor — o que gera mais vendas, mais queda, mais saídas, num círculo que se retroalimenta. O segundo é a redução natural da liquidez: com preço tão baixo, grandes lotes não são mais negociados sem derrubar ainda mais a cotação. O terceiro, e mais grave a longo prazo, é o aumento do custo de capital para a própria empresa: se o mercado não confia no seu papel, fica mais caro e mais difícil captar recursos via follow‑on, debêntures ou até mesmo empréstimos bancários para continuar operando e investindo.
Para a Raízen, que tem um plano de investimentos bilionário ainda para cumprir nos próximos anos, esse é um risco real. Se o papel continuar nessa faixa por muitos meses, a empresa pode ser obrigada a rever toda a estratégia, vender ativos não essenciais, parar obras ou até mudar o modelo de negócio para gerar caixa mais rápido — medidas que, embora necessárias, costumam ser vistas como sinal de fraqueza e costumam ser punidas inicialmente pelos investidores.

Desafio agora é reconstruir credibilidade e provar que modelo ainda faz sentido

Com a Raízen abaixo de R$ 1, o foco de todos se volta para os próximos passos da cúpula da companhia. O mercado não espera mais anúncios grandiosos de novas fábricas ou novas aquisições; pelo contrário, o que quer ver agora é humildade para reconhecer erros, ajustar o que não deu certo, cortar gastos onde for preciso, estabilizar o caixa, preencher as vagas do conselho com nomes fortes e independentes e, principalmente, mostrar nos próximos balanços que o negócio operacional ainda tem fôlego para gerar valor real, não apenas contábil.
O pior cenário, que hoje já começa a ser citado em rodadas com analistas, é que a empresa fique presa numa armadilha: preço baixo impede captar, falta de dinheiro impede investir, sem investir a produção não cresce, sem crescimento o preço não sobe. Para sair dela, será preciso uma mudança clara de rota, comunicada com transparência e executada com consistência ao longo de vários trimestres — algo que, até o fechamento desta edição, ainda não havia sido apresentado publicamente pela nova direção.

Queda da RAIZ4 funciona como termômetro de um novo ciclo para o agro nacional

Ao final, o que aconteceu com a Raízen na primeira semana de fevereiro é maior que uma empresa só. É o símbolo mais nítido de que o agronegócio brasileiro entrou numa nova fase, muito menos generosa com quem erra na gestão do capital. Durante quase dez anos, dinheiro barato fez o mercado perdoar atrasos, erros de estratégia e promessas não cumpridas; hoje, com juros mais altos e tolerância zero a surpresas, cada deslize é cobrado na hora e com juros.
O etanol de milho não está morto, nem a Raízen está condenada — mas ambos terão de se reinventar para continuar relevantes. O modelo que parecia perfeito em 2021 hoje mostra todas as suas costuras frágeis, e só quem as consertar rápido vai sobreviver como protagonista no setor. Enquanto isso, a Raízen abaixo de R$ 1 permanecerá não apenas uma notícia de mercado, mas o principal exemplo do que acontece quando escala e ambição não vêm acompanhadas, na mesma medida, de eficiência, governança e disciplina financeira.

LEIA MAIS

Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Companhia do ramo de alimentos e panificação supera 500 mil hectares e expande programa no Brasil; meta é obter todos ingredientes-chave desse modelo até 2050

Leia MaisDetails
Bradseg, Do Bradesco, Mira Expansão Em Seguros E Prioriza Rentabilidade - Gazeta Mercantil - Empresas
Empresas

Bradseg, do Bradesco, mira expansão em seguros e prioriza rentabilidade

Estratégia mantém um limite claro: não vai sacrificar rentabilidade para crescer agressivamente em ramos que entraram em disputa excessiva de preços, a exemplo do segmento de automóveis

Leia MaisDetails
Terras Raras Concentram Cerca De 42% Dos Valores Mapeados, Enquanto Grupos Chineses Ampliam Presença E Grandes Mineradoras Reduzem Exposição A Ativos Fora De Suas Prioridades-Gazeta Mercantil
Negócios

Fusões e aquisições na mineração somam US$ 8,2 bi e terras raras concentram 42%

A mineração brasileira atravessa uma forte reacomodação de capital, impulsionada pela disputa internacional por minerais estratégicos e pela revisão dos portfólios de grandes grupos do setor. Fusões e...

Leia MaisDetails
Tiktok Shop Cresce 102 Vezes No Brasil E Entra Na Estratégia De Grandes Marcas - Gazeta Mercantil
Negócios

TikTok Shop cresce 102 vezes no Brasil e entra na estratégia de grandes marcas

Plataforma transforma influenciadores em vendedores e vídeos em lojas virtuais

Leia MaisDetails
Hotel Rosewood - Gazeta Mercantil
Negócios

Cidade Matarazzo projeta superar R$ 1,5 bilhão em movimentação em 2026

Com mais de R$ 3 bilhões investidos, complexo Mata São Paulo, no Cidade Matarazzo, reúne hotel, restaurantes, arte, moda e novas atrações na Bela Vista

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

23:38:57
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Leia MaisDetails
Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Leia MaisDetails
Nunes Marques - Gazeta Mercantil
Política

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP