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STF retoma julgamento do núcleo 4 da trama golpista com voto de Alexandre de Moraes

Corte analisa responsabilidade de sete réus acusados de integrar esquema de desinformação ligado a tentativa de golpe de Estado

por Redação
21/10/2025 às 09h45 - Atualizado em 14/05/2026 às 16h38
em Política, Destaque, Notícias
Stf Retoma Julgamento Do Núcleo 4 Da Trama Golpista Com Voto De Alexandre De Moraes - Gazeta Mercantil

STF retoma julgamento do núcleo 4 da trama golpista com voto de Alexandre de Moraes

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira (21) o julgamento do núcleo 4 da trama golpista, em uma das etapas mais sensíveis do processo que investiga a tentativa de golpe de Estado e os ataques ao Estado Democrático de Direito. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, será o primeiro a apresentar seu voto, definindo o rumo da sessão e a posição do tribunal sobre as acusações apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A sessão será conduzida pela Primeira Turma do STF, presidida pelo ministro Flávio Dino, e deve se estender por dois dias, com encontros marcados para esta terça e quarta-feira. Sete réus foram denunciados por operar uma engrenagem de desinformação utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, com o objetivo de desacreditar o sistema eleitoral e criar um ambiente favorável à ruptura institucional.


Os sete réus da trama golpista no STF

O núcleo 4 da trama golpista é composto por figuras que atuaram em diferentes frentes da tentativa de subversão da ordem democrática, segundo denúncia da PGR. Entre os réus estão militares da ativa e da reserva, além de um agente da Polícia Federal e o presidente de um instituto ligado à auditoria eleitoral.

Os nomes incluídos nessa etapa do processo são:

  • Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército;

  • Ângelo Denicoli, major da reserva do Exército;

  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal;

  • Giancarlo Rodrigues, subtenente do Exército;

  • Guilherme Almeida, tenente-coronel do Exército;

  • Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal;

  • Reginaldo Abreu, coronel do Exército.

Esses sete réus são acusados de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, formação de organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado — delitos que, se comprovados, podem resultar em penas severas.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a condenação de todos os réus, reforçando a tese de que o grupo agiu de maneira coordenada para desestabilizar o processo eleitoral e fomentar um ambiente de desinformação que culminou nos atos antidemocráticos.


Alexandre de Moraes abre a votação com voto decisivo

O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, inicia o julgamento com a leitura do seu voto, que é aguardado com grande expectativa. Moraes deverá se pronunciar pela condenação ou absolvição de cada um dos acusados, apresentando um parecer técnico sobre o papel de cada réu dentro da trama golpista.

O voto do relator tem peso simbólico e jurídico, pois delineia a linha interpretativa que poderá influenciar os demais ministros da Primeira Turma.

Após o voto de Moraes, a votação seguirá a ordem de antiguidade na Corte, com os ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e, por último, o presidente Flávio Dino.


Sessões e cronograma do julgamento

A Primeira Turma do STF programou sessões para esta terça-feira (21) e quarta-feira (22). O julgamento ocorrerá em dois turnos: das 9h às 12h e das 14h às 19h, no plenário do tribunal.

O processo é considerado uma das últimas etapas da série de julgamentos relacionados à tentativa de golpe de Estado, iniciada após os atos de 8 de janeiro de 2023. Essa fase específica trata do núcleo operacional de desinformação, que teria sido responsável por disseminar narrativas falsas sobre as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro.


O papel do núcleo 4 na tentativa de golpe

O núcleo 4 da trama golpista é visto como uma peça-chave dentro da engrenagem que tentou sustentar juridicamente e psicologicamente o discurso golpista. Segundo a denúncia, o grupo foi responsável por espalhar informações falsas nas redes sociais, organizar campanhas coordenadas de ataques às instituições democráticas e alimentar desconfiança nas urnas eletrônicas.

A atuação desse núcleo teria fornecido base ideológica e suporte operacional para os demais grupos que participaram dos atos antidemocráticos. De acordo com as investigações, havia uma divisão de tarefas entre os núcleos: enquanto uns cuidavam da logística e do financiamento das manifestações, o núcleo 4 se encarregava de influenciar a opinião pública e ampliar o alcance das fake news que questionavam a legitimidade das eleições.


O relator e o simbolismo do julgamento

A condução do processo por Alexandre de Moraes carrega um peso político e institucional importante. Moraes é o principal responsável pelas investigações sobre os atos antidemocráticos e tem se posicionado com firmeza na defesa da democracia e do Estado de Direito.

Seu voto será acompanhado de perto tanto por juristas quanto por analistas políticos, que veem o julgamento como um marco na responsabilização de agentes públicos e militares que ultrapassaram os limites da legalidade em nome de projetos de poder.

Além de punir os envolvidos, o STF busca reforçar a autoridade das instituições democráticas, enfraquecidas durante o período de desinformação e ataques sistemáticos às urnas eletrônicas e ao processo eleitoral.


A importância da decisão para o futuro institucional

O julgamento do núcleo 4 da trama golpista é mais do que um ato de justiça: representa um teste de resiliência do sistema democrático brasileiro. O STF busca, com esse processo, estabelecer precedentes jurídicos claros para que episódios semelhantes não voltem a ocorrer.

o caso também marca um ponto de inflexão na relação entre o Judiciário e as Forças Armadas, uma vez que boa parte dos réus é composta por militares. A eventual condenação desses integrantes pode enviar uma mensagem firme de que ninguém está acima da lei, independentemente do posto ou função que ocupe.


Os próximos passos e possíveis desdobramentos

Após a leitura dos votos dos ministros, o julgamento poderá resultar na condenação coletiva ou parcial dos acusados. Em caso de empate, caberá ao presidente da Turma, Flávio Dino, o voto de desempate.

Dependendo do resultado, o STF poderá determinar penas de prisão, perda de patente militar e proibição de exercer cargos públicos. Também é possível que o tribunal imponha multas e reparação de danos ao patrimônio público, já que parte das acusações envolve deterioração de bens tombados durante os atos antidemocráticos.

Além disso, novas fases do inquérito ainda poderão ser abertas para investigar outros agentes que tenham colaborado com o núcleo de desinformação e as fontes de financiamento das ações coordenadas.


Repercussão política e expectativa do governo

O julgamento do núcleo 4 da trama golpista acontece em um momento de forte tensão política. O governo federal acompanha de perto o processo, enquanto partidos de oposição mantêm discurso de que as punições precisam respeitar o devido processo legal.

Para o Palácio do Planalto, a decisão do STF é vista como uma oportunidade de encerrar um ciclo de instabilidade institucional e reafirmar a importância da Constituição e das eleições livres. Já para os analistas políticos, o resultado do julgamento poderá impactar o ambiente político de 2026, influenciando a narrativa dos grupos mais radicais que ainda questionam a legitimidade do atual governo.


STF reafirma papel central na defesa da democracia

A retomada do julgamento do núcleo 4 da trama golpista simboliza o compromisso do Supremo Tribunal Federal com a preservação do Estado Democrático de Direito. Ao analisar o envolvimento de militares, agentes públicos e líderes civis em um esquema de desinformação voltado para corroer a confiança nas urnas, a Corte busca não apenas aplicar a lei, mas também reconstruir a confiança institucional da sociedade brasileira.

Independentemente do resultado final, o julgamento será lembrado como um divisor de águas na história recente do país, consolidando a mensagem de que a democracia não é negociável e que qualquer tentativa de ruptura institucional será enfrentada com rigor jurídico e transparência.

Tags: Alexandre de Moraesdesinformação eleitoralFlavio DinoJair Bolsonarojulgamento do STFnúcleo 4 STFPGRPolíticaSupremo Tribunal Federaltentativa de golpe de Estadotrama golpista

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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