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Trump aposta em acordo comercial entre EUA e China e minimiza risco de conflito por Taiwan

Presidente norte-americano busca equilíbrio entre diplomacia e estratégia econômica em meio à disputa global com Pequim

por Redação
21/10/2025 às 10h12 - Atualizado em 14/05/2026 às 11h35
em Mundo, Destaque, Notícias
Trump Aposta Em Acordo Comercial Entre Eua E China E Minimiza Risco De Conflito Por Taiwan - Gazeta Mercantil

Trump minimiza tensão sobre Taiwan e aposta em acordo comercial entre EUA e China

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a abordar o delicado tema das relações comerciais com a China, destacando que espera alcançar um acordo comercial justo com o presidente Xi Jinping. Em suas declarações recentes, Trump minimizou o risco de um confronto sobre Taiwan, mesmo com as tensões entre as duas maiores economias do mundo ainda elevadas. O líder norte-americano afirmou que Pequim não teria planos imediatos de invasão da ilha e demonstrou otimismo em relação ao encontro com Xi, que deve ocorrer na Coreia do Sul na próxima semana durante uma conferência econômica.

O tema é central no atual cenário geopolítico, já que o acordo comercial entre EUA e China pode redefinir as cadeias de fornecimento globais, as tarifas de importação e o equilíbrio de poder econômico na Ásia.


A busca por um acordo comercial entre EUA e China

Trump afirmou que seu governo está empenhado em restabelecer relações econômicas equilibradas com Pequim, defendendo um acordo que beneficie ambos os países. O presidente reconheceu que há desafios nas negociações, especialmente em questões ligadas a tarifas, tecnologia, coerção econômica e acesso ao mercado.

Mesmo com a postura conciliatória de Trump, os negociadores norte-americanos têm adotado um tom mais firme em relação às práticas econômicas chinesas. Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA, alertou que Washington responderá com medidas proporcionais caso Pequim continue utilizando mecanismos de pressão sobre empresas norte-americanas ou de aliados estratégicos.

O discurso sinaliza que, embora o governo dos Estados Unidos esteja aberto a um acordo comercial entre EUA e China, há uma linha vermelha: a defesa dos interesses estratégicos e industriais americanos.


Taiwan continua como ponto sensível nas relações EUA-China

A questão de Taiwan segue como um dos temas mais delicados nas relações diplomáticas sino-americanas. A ilha, que Pequim considera parte de seu território, é vista por Washington como um símbolo de democracia e estabilidade no Indo-Pacífico.

Trump declarou que a China “não quer fazer isso”, ao ser questionado sobre a possibilidade de uma invasão de Taiwan, reforçando que acredita na manutenção da estabilidade regional. Ele ressaltou a força militar dos EUA e o compromisso com a segurança no Indo-Pacífico, destacando o papel dos aliados, como Austrália e Coreia do Sul, na estratégia de contenção à influência chinesa.

Apesar disso, diplomatas em Washington reconhecem que Taiwan pode entrar nas discussões do próximo encontro entre Trump e Xi Jinping. A expectativa é que o tema seja tratado com cautela, sem comprometer o andamento das negociações comerciais.


Austrália ganha protagonismo em nova aliança econômica e militar

Durante uma reunião com o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, Trump anunciou um novo acordo de minerais essenciais com o país, destinado a reduzir a dependência dos Estados Unidos em relação à China. O pacto também reforça a cooperação no setor de defesa, incluindo a aceleração das entregas de submarinos nucleares à Austrália.

O movimento integra a estratégia dos EUA de fortalecer alianças no Indo-Pacífico, uma das regiões mais dinâmicas e estratégicas do mundo. Ao mesmo tempo, busca-se proteger cadeias de suprimentos críticas, como as de semicondutores e minerais raros, que são essenciais para as tecnologias verdes e de defesa.

Para analistas internacionais, a aproximação entre Washington e Canberra funciona como um contrapeso à expansão da influência de Pequim na região.


EUA endurecem discurso contra “coerção econômica” da China

Enquanto Trump mantém uma postura diplomática em busca de um acordo comercial entre EUA e China, o tom de alguns assessores e negociadores do governo é mais duro. Jamieson Greer, representante de Comércio norte-americano, acusou Pequim de praticar “coerção econômica” ao pressionar empresas que fazem investimentos estratégicos em setores considerados sensíveis pelos Estados Unidos.

Um exemplo citado por autoridades da Coreia do Sul envolve as sanções impostas pela China à construtora naval Hanwha Ocean, empresa parceira dos EUA em programas de defesa naval. O episódio acendeu o alerta sobre o risco de dependência excessiva de insumos chineses e reforçou o argumento de Washington em favor de uma reindustrialização americana.

Greer afirmou que os EUA não se deixarão intimidar e que continuarão fortalecendo suas capacidades produtivas e tecnológicas, especialmente nos setores de energia limpa, microchips e defesa.


A importância do acordo comercial para o equilíbrio global

O acordo comercial entre EUA e China é visto por especialistas como peça-chave para a estabilidade da economia global. A relação entre as duas potências influencia diretamente o preço das commodities, o comércio marítimo, o câmbio e a inflação internacional.

Nos últimos anos, as disputas entre os dois países provocaram flutuações nas bolsas de valores, rupturas em cadeias de fornecimento e tensões diplomáticas crescentes. Um novo entendimento entre Washington e Pequim poderia reduzir incertezas e restaurar a confiança de investidores globais.

Além disso, um acordo equilibrado pode abrir caminho para novos investimentos bilaterais, favorecendo setores como tecnologia, energia limpa e infraestrutura — áreas estratégicas para a transição energética e a digitalização da economia mundial.


Coreia do Sul e o papel de mediadora regional

A Coreia do Sul, país que sediará o encontro entre Trump e Xi Jinping, vem atuando como uma espécie de ponte diplomática entre os dois líderes. Com forte presença no comércio global e parcerias tanto com os Estados Unidos quanto com a China, Seul busca garantir estabilidade regional e preservar seus interesses econômicos.

O governo sul-coreano tem se mostrado preocupado com as sanções chinesas a empresas locais e com os impactos sobre seus planos de cooperação industrial com Washington. Por isso, a reunião na Coreia do Sul pode representar um avanço nas tratativas multilaterais sobre segurança, tecnologia e comércio.


Expectativas para o encontro entre Trump e Xi Jinping

A reunião marcada para a próxima semana na Coreia do Sul é aguardada com grande expectativa. Analistas acreditam que Trump buscará equilibrar a pressão diplomática sobre Taiwan com avanços concretos nas negociações comerciais.

Fontes próximas ao governo norte-americano afirmam que a meta é restaurar o comércio bilateral, com foco em reduzir tarifas e ampliar o acesso de empresas americanas ao mercado chinês. Também está na pauta a proteção à propriedade intelectual e a redução da dependência de insumos críticos importados da China.

Embora Trump evite falar em detalhes sobre a questão de Taiwan, o tema deve surgir no diálogo com Xi Jinping, como parte de uma estratégia mais ampla para estabilizar a relação entre as duas potências.


Impactos no mercado e na geopolítica global

O resultado das negociações entre os dois países pode redefinir o cenário econômico global. Um acordo comercial entre EUA e China bem-sucedido tende a impulsionar os mercados financeiros, aumentar os fluxos de investimento direto e reduzir o risco de uma guerra comercial prolongada.

Por outro lado, caso as tratativas fracassem, analistas alertam para novas sanções mútuas, elevação das tarifas e retração nas exportações. O impacto seria sentido principalmente em setores estratégicos, como tecnologia, energia e agricultura.

Ainda assim, a sinalização de Trump de que busca um entendimento justo e equilibrado com Pequim foi bem recebida pelos investidores, que enxergam na aproximação uma oportunidade de descompressão geopolítica após anos de tensões crescentes.


Diplomacia e pragmatismo no centro da agenda global

Ao minimizar o risco de conflito em torno de Taiwan e enfatizar o desejo por um acordo comercial entre EUA e China, Donald Trump adota uma estratégia de diplomacia pragmática, combinando pressão militar e abertura econômica.

O desafio, porém, é conciliar interesses divergentes em áreas críticas — de tecnologia e defesa a direitos humanos e segurança cibernética. O encontro entre Trump e Xi Jinping pode não resolver todas as diferenças, mas é um passo decisivo para redefinir as relações sino-americanas e o futuro do comércio mundial.

Tags: acordo comercial entre EUA e Chinacoerção econômica Chinacomércio internacionalDonald Trump e Xi Jinpingeconomia globalgeopolítica asiáticaMundonegociações comerciais EUA-ChinaTaiwantensões EUA-ChinaTrump China Coreia do SulTrump Xi encontro

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. 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Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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