quarta-feira, 4 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Fundos Imobiliários

FIIs, FI-Infra e Fiagros: BTG indica os melhores fundos para maio

Banco retirou KNCA11 após valorização acumulada e elevou posição em KDIF11, com foco em inflação e renda recorrente.

por Daniel Soto
13/05/2026 às 08h52
em Fundos Imobiliários
Hgre11 Rescinde Venda De Terreno Após Comprador Não Obter Licenças Urbanísticas. Fundo Mantém R$ 2,25 Milhões Em Receitas Previstas Contratualmente. - Gazeta Mercantil

O BTG Pactual fez ajustes em sua carteira recomendada de fundos listados para maio, retirando o Kinea Crédito Agro (KNCA11) da seleção e aumentando a exposição ao Kinea Infra (KDIF11). A mudança reflete uma estratégia de realização parcial de ganhos em Fiagros e maior alocação em ativos de infraestrutura com exposição à inflação.

Segundo relatório do banco, o KNCA11 segue com visão positiva para futuras alocações, mas a decisão de retirá-lo da carteira ocorreu após desempenho superior ao principal indicador de referência. O fundo fazia parte do portfólio desde março de 2025 e acumulou valorização de 21,4% no período, acima dos 16,8% registrados pelo IMA-B 5+, índice da Anbima que acompanha títulos públicos indexados ao IPCA de prazo mais longo.

Leia também: Ibovespa (IBOV): Safra indica compra de PRIO3 e SLCE3 para lucrar até 6,4% nesta semana.

Com os recursos liberados, o BTG ampliou em 2 pontos percentuais a posição no KDIF11, elevando a participação do fundo para 4,5% da carteira. A avaliação do banco é que o produto combina carrego atrativo, exposição à inflação e capacidade de contribuir para diversificação e estabilidade da renda mensal.

A carteira recomendada reúne fundos imobiliários, fundos de infraestrutura e Fiagros. O objetivo é oferecer uma seleção de ativos listados com foco em geração de renda mensal, distribuição de rendimentos e diversificação entre diferentes indexadores, segmentos e estratégias.

KNCA11 sai após valorização acumulada

A retirada do Kinea Crédito Agro (KNCA11) foi motivada pela realização de parte dos ganhos acumulados. O fundo havia entrado na carteira recomendada em março de 2025 e, desde então, apresentou retorno superior ao benchmark utilizado pelo banco.

A valorização de 21,4% superou o ganho de 16,8% do IMA-B 5+ no mesmo período. Esse desempenho abriu espaço para uma mudança tática na carteira, sem que o BTG tenha abandonado a visão positiva sobre o fundo.

O KNCA11 é um Fiagro, classe de fundo voltada ao financiamento de cadeias agroindustriais. Esses veículos ganharam relevância nos últimos anos por oferecerem exposição ao agronegócio, crédito privado e rendimentos isentos de imposto de renda para pessoas físicas, dentro das regras aplicáveis.

A saída do fundo da seleção não significa necessariamente uma piora estrutural da tese. No caso de carteiras recomendadas, ajustes podem ocorrer por rebalanceamento, gestão de risco, realização de lucro ou busca por melhor relação entre retorno esperado e risco.

Para investidores, a movimentação mostra que mesmo ativos com boa performance podem ser retirados quando a valorização reduz o potencial de ganho relativo ou quando o cenário favorece outro tipo de exposição.

KDIF11 ganha espaço com foco em inflação

O principal beneficiado pela mudança foi o Kinea Infra (KDIF11), fundo de infraestrutura que teve sua participação ampliada na carteira. A alocação passou a 4,5% do portfólio recomendado.

A escolha reforça a preferência do BTG por ativos com exposição à inflação. Fundos de infraestrutura costumam investir em debêntures incentivadas e outros instrumentos ligados a projetos de energia, transporte, saneamento, logística e setores essenciais.

Esse tipo de fundo pode ser atrativo em ambientes de inflação ainda relevante, especialmente quando os papéis da carteira têm remuneração indexada ao IPCA. A estratégia busca proteger parte do poder de compra dos rendimentos e oferecer previsibilidade de fluxo.

O BTG avalia que o KDIF11 combina carrego atrativo com uma estratégia adequada ao cenário macroeconômico atual. O carrego representa o retorno esperado pelo investidor ao manter o ativo, considerando os rendimentos recorrentes distribuídos pelo fundo.

A ampliação do KDIF11 também aumenta a diversificação da carteira entre classes. Em vez de concentrar o portfólio apenas em FIIs tradicionais, o banco mantém exposição a FI-Infra e Fiagros, ampliando as fontes de renda e os fatores de risco.

Carteira tem 16 fundos listados

Com os ajustes para maio, a carteira recomendada do BTG passou a contar com 16 ativos distribuídos entre fundos imobiliários, fundos de infraestrutura e Fiagro.

A maior parte da seleção continua concentrada em FIIs, especialmente fundos de papel, que investem em certificados de recebíveis imobiliários e outros ativos de crédito imobiliário. Esses fundos costumam apresentar rendimento recorrente elevado, mas dependem da qualidade da carteira, dos indexadores e do risco de crédito.

A carteira também inclui fundos de tijolo, como TRXF11 e TEPP11, que têm exposição a imóveis físicos. Esses veículos dependem de fatores como qualidade dos ativos, vacância, contratos de locação, localização e capacidade de reajuste dos aluguéis.

Nos fundos de infraestrutura, a carteira reúne BDIF11, BODB11, CPTI11, CDII11 e KDIF11. A presença dessa classe reforça a busca por exposição a ativos ligados ao IPCA e ao CDI, com potencial de distribuição de rendimentos.

Já o RURA11 permanece como representante dos Fiagros na carteira, com alocação de 2%. O fundo tem estratégia pós-fixada e dividend yield anualizado de 15,3%, segundo os dados da seleção.

KNCR11 tem maior peso no portfólio

O maior peso individual da carteira é do Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), com alocação de 15,5%. O fundo tem estratégia pós-fixada, preço sobre valor patrimonial de 1,04 vez e dividend yield anualizado de 12,4%.

A presença relevante do KNCR11 indica preferência por fundos com exposição ao CDI, que tendem a se beneficiar de juros elevados. Em um cenário de Selic ainda em patamar alto, fundos pós-fixados podem manter distribuição de rendimentos competitiva.

Na sequência, aparecem o RBRY11, com 9% da carteira, e o CDII11, com 8,5%. O primeiro é um FII de estratégia pós-fixada, enquanto o segundo é um fundo de infraestrutura também ligado ao pós-fixado.

A carteira mantém ainda posições relevantes em MCCI11 e TRXF11, ambos com 7% de participação. O MCCI11 tem estratégia de inflação, enquanto o TRXF11 representa a exposição a fundos de tijolo.

Essa combinação mostra uma carteira voltada para renda, mas com diferentes fontes de retorno. Há exposição ao CDI, ao IPCA, a imóveis físicos, crédito imobiliário, infraestrutura e agronegócio.

Fundos de papel seguem dominantes

Os fundos imobiliários de papel seguem com peso importante na carteira do BTG. Entre eles estão KNHY11, RBRY11, KNCR11, KNIP11, MCCI11, KNHF11, MCRE11 e CPTS11.

Esses fundos investem principalmente em ativos de crédito imobiliário, como CRIs. A remuneração costuma ser indexada ao CDI, ao IPCA ou a outros indicadores, dependendo da composição da carteira.

O apelo para o investidor está na renda mensal. Em um ambiente de juros elevados, fundos de papel podem distribuir rendimentos superiores aos de fundos de tijolo, embora também carreguem risco de crédito, marcação a mercado e concentração em devedores.

O KNIP11, por exemplo, tem estratégia ligada à inflação, P/VPA de 1,01 vez e dividend yield anualizado de 14%. Já o CPTS11 apresenta P/VPA de 0,88 vez e dividend yield anualizado de 13,9%, com estratégia de carrego.

O desconto em relação ao valor patrimonial pode indicar oportunidade, mas também deve ser analisado com cautela. Fundos negociados abaixo do valor patrimonial podem refletir percepção de risco, qualidade dos ativos, liquidez ou expectativa de revisão de rendimentos.

FI-Infra reforça diversificação da carteira

Os fundos de infraestrutura ganharam presença relevante na carteira recomendada. A seleção inclui BDIF11, BODB11, CPTI11, CDII11 e KDIF11.

O BDIF11 tem alocação de 10,5%, estratégia de inflação, P/VPA de 0,90 vez e dividend yield anualizado de 13,6%. O BODB11 representa 7% da carteira, também com estratégia de inflação, P/VPA de 0,94 vez e rendimento anualizado de 15%.

O CPTI11 aparece com 6%, P/VPA de 0,96 vez e dividend yield anualizado de 15,5%. Já o CDII11 tem 8,5% de participação, estratégia pós-fixada, P/VPA de 1,03 vez e rendimento anualizado de 14,5%.

Com a elevação do KDIF11, a carteira amplia a participação em ativos de infraestrutura indexados à inflação. O fundo tem P/VPA de 0,90 vez e dividend yield anualizado de 13,7%.

A diversificação em FI-Infra pode reduzir dependência exclusiva do mercado imobiliário. Esses fundos têm exposição a setores como energia, rodovias, saneamento e logística, embora também carreguem riscos de crédito, regulação e execução de projetos.

Desempenho ficou abaixo do benchmark em abril

Em abril, a carteira recomendada de fundos listados do BTG subiu 0,70%, enquanto o IMA-B 5+ avançou 1,26%. No acumulado de 2026, a carteira acumula alta de 4,61%, abaixo dos 5,56% registrados pelo indicador de referência.

A comparação com o IMA-B 5+ é relevante porque muitos fundos da seleção têm exposição a ativos indexados à inflação. O índice da Anbima acompanha títulos públicos de longo prazo atrelados ao IPCA e costuma refletir expectativas para juros reais e inflação.

Quando o IMA-B 5+ sobe mais que a carteira, pode indicar que os títulos públicos indexados ao IPCA tiveram desempenho superior ao conjunto de fundos selecionados no período. Ainda assim, fundos listados oferecem características distintas, como distribuição mensal de rendimentos, exposição a crédito privado e possibilidade de descontos em Bolsa.

O desempenho relativo abaixo do benchmark ajuda a explicar os ajustes do mês. O BTG buscou aumentar a exposição a ativos que considera mais alinhados ao cenário macroeconômico, especialmente aqueles com proteção inflacionária e carrego elevado.

Para investidores, a leitura deve considerar horizonte de prazo, renda mensal, volatilidade e risco de crédito. Carteiras recomendadas não eliminam a necessidade de análise individual dos fundos.

Lista de fundos recomendados pelo BTG para maio

A carteira do BTG para maio ficou distribuída entre FIIs, FI-Infra e Fiagro, com diferentes estratégias de indexação e geração de renda.

Tipo Fundo Alocação Estratégia P/VPA DY anualizado
FII KNHY11 5,0% Inflação 1,02x 13,7%
FII RBRY11 9,0% Pós-fixado 0,93x 13,7%
FII KNCR11 15,5% Pós-fixado 1,04x 12,4%
FII KNIP11 3,5% Inflação 1,01x 14,0%
FII MCCI11 7,0% Inflação 1,02x 12,3%
FII TRXF11 7,0% Tijolo 0,92x 12,2%
FII KNHF11 3,5% Carrego 0,99x 12,2%
FII MCRE11 4,0% Carrego 0,95x 13,6%
FII CPTS11 4,5% Carrego 0,88x 13,9%
FII TEPP11 2,5% Tijolo 0,93x 17,8%
FI-Infra BDIF11 10,5% Inflação 0,90x 13,6%
FI-Infra BODB11 7,0% Inflação 0,94x 15,0%
FI-Infra CPTI11 6,0% Inflação 0,96x 15,5%
FI-Infra CDII11 8,5% Pós-fixado 1,03x 14,5%
FI-Infra KDIF11 4,5% Inflação 0,90x 13,7%
Fiagro RURA11 2,0% Pós-fixado 0,89x 15,3%

A tabela mostra predominância de fundos com dividend yield anualizado acima de 12%, o que reforça o foco em renda. O maior rendimento projetado da seleção é o do TEPP11, com 17,8%, seguido por CPTI11, com 15,5%, e RURA11, com 15,3%.

Dividend yield elevado, porém, não deve ser analisado isoladamente. O investidor precisa avaliar se o rendimento é recorrente, se há eventos não recorrentes, qualidade dos ativos, vacância, inadimplência, risco de crédito e sustentabilidade da distribuição.

Carteira busca renda em cenário de juros altos

A composição da carteira mostra uma estratégia voltada à geração de renda em um ambiente ainda marcado por juros elevados e inflação monitorada. Fundos pós-fixados oferecem exposição ao CDI, enquanto fundos indexados ao IPCA buscam proteção contra inflação e renda real.

Essa combinação pode ser útil em um cenário de incerteza sobre a velocidade de queda da Selic. Se os juros permanecerem altos por mais tempo, fundos pós-fixados tendem a manter rendimentos competitivos. Se a inflação ganhar peso na curva, fundos indexados ao IPCA podem preservar atratividade.

A presença de fundos de tijolo, como TRXF11 e TEPP11, acrescenta exposição a imóveis físicos. Esses ativos podem se beneficiar de contratos de locação, reajustes e eventual valorização patrimonial, mas também são sensíveis a vacância, renegociações e qualidade dos inquilinos.

O portfólio também equilibra liquidez, diversificação e diferentes gestores. Ainda assim, a concentração em fundos de crédito e infraestrutura exige atenção ao risco de crédito privado, sobretudo em um ambiente de maior seletividade no mercado.

Para investidores pessoa física, a isenção de imposto de renda sobre rendimentos de FIIs, FI-Infra e Fiagros, quando cumpridas as regras aplicáveis, continua sendo um atrativo importante. Mas a isenção não elimina riscos de mercado, liquidez ou perda de capital.

Ajuste reforça preferência por inflação e carrego

A troca do KNCA11 pelo aumento no KDIF11 resume a principal mensagem da carteira de maio: o BTG optou por realizar ganhos em um Fiagro que superou o benchmark e aumentar a exposição a um fundo de infraestrutura com carrego considerado atrativo e maior sensibilidade à inflação.

Essa movimentação indica preferência por proteção inflacionária e renda recorrente em um momento de incerteza sobre juros, atividade econômica e comportamento da curva de longo prazo. Também mostra maior diversificação entre fundos imobiliários, infraestrutura e agro.

A carteira segue com foco em renda mensal, mas a composição revela uma busca por equilíbrio entre pós-fixado, inflação, fundos de tijolo e crédito. Para o investidor, a recomendação do banco funciona como referência de alocação, mas a decisão deve considerar perfil de risco, horizonte de investimento e necessidade de liquidez.

Leia também

  • FI-Infra: fundos isentos de IR chegam a taxas indicativas de IPCA+10,68% ao ano
  • BIDB11: Fundo de Infraestrutura Reporta Lucro e Consolida Yield de 1,21% ao Mês com Isenção de IR

LEIA MAIS

Mercados - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

BTG Pactual altera carteira de ações para novembro após eleições, inclui Caixa Seguridade, Ultrapar e TIM e projeta valorização de até 83% para Rede D'Or.

Leia MaisDetails
Dólar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, alta de 0,79%, pressionado por incertezas fiscais e novas projeções de inflação e juros antes da decisão do Copom.

Leia MaisDetails
Saudi Aramco - Gazeta Mercantil
Empresas

Lucro da Aramco (2222) salta 35% no 3º trimestre e chega a US$ 36,3 bilhões

Lucro da Aramco cresce 35% e atinge US$ 36,3 bilhões no 3º trimestre de 2026, impulsionado pelo petróleo, refino e venda de ativos.

Leia MaisDetails
Ibovespa Hoje - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje: Bolsa abre em queda com eleições nos EUA e decisão do Copom no radar

Ibovespa hoje, 3 de novembro: índice futuro cai 1,57%, com eleições nos EUA, decisão do Copom, alta do dólar e cenário fiscal no radar.

Leia MaisDetails
Ibovespa - Gazeta Mercantil
Mercados

B3 muda horário nesta terça (3) e pregão de ações passa a terminar às 18h

B3 amplia horário de negociação nesta terça-feira (3). Veja os novos horários do pregão de ações, Ibovespa, mini-índice e contratos futuros.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

01:01:52
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Serasa Registra 84,2 Milhões De Inadimplentes E Dívidas De R$ 597,4 Bilhões No Brasil-Gazeta Mercantil
Economia

Serasa registra 84,2 milhões de inadimplentes e dívidas de R$ 597,4 bilhões no Brasil

Leia MaisDetails
Mercados - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

Leia MaisDetails
Gado Leiteiro - Gzt - Gazeta Mercantil
Agronegócio

Paraná libera construção de centro de pecuária leiteira com investimento de R$ 36 milhões

Leia MaisDetails
Dólar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Leia MaisDetails
Tesouro Projeta Dívida Pública De 86,3% Do Pib Em 2036 E Identifica R$ 4,87 Trilhões Em Riscos Fiscais-Gazeta Mercantil
Economia

Dívida bruta do Brasil deve atingir 83,7% do PIB em 2026, projeta Tesouro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Serasa registra 84,2 milhões de inadimplentes e dívidas de R$ 597,4 bilhões no Brasil

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

Paraná libera construção de centro de pecuária leiteira com investimento de R$ 36 milhões

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Dívida bruta do Brasil deve atingir 83,7% do PIB em 2026, projeta Tesouro

Lara Resende propõe limitar Selic enquanto juros da dívida superam R$ 1,2 trilhão

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil