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Crise hídrica em SP: Cantareira atinge menor nível em 10 anos e acende alerta máximo

Escassez de chuvas e desmatamento agravam situação do principal sistema de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo

por Redação
24/10/2025 às 14h15
em Brasil, Notícias
Crise Hídrica Em Sp: Cantareira Atinge Menor Nível Em 10 Anos E Acende Alerta Máximo - Gazeta Mercantil - Brasil

Cantareira atinge menor nível em 10 anos e acende alerta para crise hídrica em SP

O Sistema Cantareira, responsável por abastecer quase metade da população da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), atingiu nesta sexta-feira (24) o menor nível de armazenamento dos últimos dez anos, de acordo com dados da Sabesp. O volume útil está em apenas 24,2%, acendendo um forte alerta para uma nova crise hídrica em SP, semelhante à que afetou o estado entre 2014 e 2015.

A situação preocupa autoridades estaduais e federais, que anunciaram medidas emergenciais para conter os efeitos da estiagem prolongada e evitar um colapso no abastecimento de água na capital e nas cidades vizinhas.


O que é o Sistema Cantareira e por que ele é vital para São Paulo

O Sistema Cantareira é o maior conjunto de reservatórios de abastecimento de água do estado de São Paulo, com capacidade para atender cerca de 46% da população da RMSP, o que equivale a mais de 8,8 milhões de pessoas.

Formado pelos reservatórios Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro, o sistema é interligado por uma rede de túneis subterrâneos e canais que captam e distribuem a água entre as bacias. Essa complexa estrutura permite que o Cantareira movimente cerca de 33 metros cúbicos de água por segundo, sustentando o fornecimento para parte dos 39 municípios da Grande São Paulo.

Entretanto, a baixa taxa de chuvas registrada nas últimas semanas, combinada ao avanço do desmatamento nas áreas de recarga, tem comprometido a recuperação natural dos mananciais e agravado o quadro da crise hídrica em SP.


Alerta de crise hídrica em SP reacende após dez anos

o índice atual de 24,2% do volume útil coloca o sistema em estado de alerta. Para comparação, em 2014 — auge da última grande crise hídrica em SP — o nível chegou a 13%, forçando o governo a recorrer ao chamado “volume morto”, uma reserva técnica abaixo do nível de captação regular.

Na época, o uso dessa reserva, que soma cerca de 480 bilhões de litros, foi uma medida extrema, acessível apenas por meio de bombeamento, para garantir o abastecimento da população. Agora, com o ritmo lento das chuvas e as previsões desfavoráveis, há risco de a história se repetir.

O governo do estado, sob gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve anunciar um novo plano de contingência nas próximas horas, com ações emergenciais para preservar o consumo urbano e agrícola.


Causas da queda histórica: estiagem e desmatamento

Entre as principais causas da redução drástica no nível do Cantareira estão a estiagem prolongada e o desmatamento nas áreas de proteção ambiental que cercam os reservatórios.

A região do sistema possui 93.932 hectares de vegetação nativa, o equivalente a 35,5% da área total, segundo dados oficiais. No entanto, o avanço urbano e a degradação do solo têm diminuído a capacidade natural de infiltração da água, o que reduz a recarga dos aquíferos e intensifica o risco de crise hídrica em SP.

Além disso, o fenômeno climático El Niño tem provocado irregularidades nas chuvas em todo o Sudeste, alterando o regime hídrico e comprometendo a recuperação dos reservatórios.


Histórico das crises e a vulnerabilidade do Cantareira

O Sistema Cantareira enfrentou seu maior colapso entre 2014 e 2015, quando as vazões afluentes (volume de água que chega aos reservatórios) ficaram muito abaixo da média histórica observada desde 1930.

  • Em 2014, o sistema recebeu apenas 23% da média histórica;

  • Em 2015, o índice subiu para 50%, mas ainda muito aquém do necessário para normalizar o abastecimento.

Durante aquele período, a Sabesp precisou implementar um plano emergencial de rodízio no fornecimento de água, campanhas de conscientização e até bônus para consumidores que reduziram o consumo.

Os especialistas alertam que, mesmo após uma década, o sistema continua vulnerável a ciclos de seca mais severos — um risco crescente diante das mudanças climáticas e da urbanização desordenada.


Responsabilidade compartilhada e gestão do Cantareira

A administração do Sistema Cantareira é compartilhada entre a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) do estado de São Paulo. Embora o sistema esteja totalmente dentro do território paulista, ele depende de bacias hidrográficas de gestão federal, o que exige cooperação entre governos.

Essa divisão de responsabilidades muitas vezes torna o processo de tomada de decisão mais lento, especialmente em situações críticas, como a atual crise hídrica em SP.

Autoridades defendem que o monitoramento integrado e o uso de tecnologias de previsão climática são essenciais para antecipar medidas de prevenção antes que o nível dos reservatórios chegue a patamares críticos.


A importância da vegetação na regulação hídrica

A crise atual também evidencia o papel crucial da cobertura vegetal na regulação do ciclo da água. As árvores funcionam como amortecedores climáticos, contribuindo para o controle da temperatura, a infiltração da água da chuva e a proteção do solo contra a erosão.

Nas áreas urbanas, a arborização ajuda a reduzir as temperaturas locais, absorvendo parte da radiação solar por meio da fotossíntese. Além disso, melhora a qualidade do ar ao reter material particulado e gases poluentes.

Sem essa proteção natural, as chuvas escoam rapidamente, aumentando o risco de enchentes e diminuindo a infiltração que abastece os aquíferos — agravando o ciclo da crise hídrica em SP.


Medidas de enfrentamento da crise hídrica em SP

O governo de São Paulo deve anunciar um pacote de medidas emergenciais para conter o avanço da crise. Entre as ações em estudo estão:

  1. Campanhas de economia de água e redução do consumo residencial;

  2. Monitoramento em tempo real dos reservatórios, com uso de sensores e tecnologia de dados;

  3. Parcerias com municípios para o controle de perdas e vazamentos na rede de distribuição;

  4. Reflorestamento de áreas de mananciais e criação de cinturões verdes;

  5. Investimentos em infraestrutura hídrica, como reservatórios complementares e captação subterrânea;

  6. Incentivos para reúso da água em indústrias e condomínios residenciais.

essas medidas buscam evitar que o cenário se agrave e que o abastecimento precise ser racionado, como ocorreu em 2014.


Prognóstico: risco elevado de racionamento

De acordo com especialistas, se as chuvas permanecerem abaixo da média nas próximas semanas, o Cantareira pode chegar a níveis inferiores a 20% do volume útil — limiar que obriga a adoção de medidas de racionamento e uso do volume morto.

O cenário é considerado de alerta máximo, especialmente para os meses de novembro e dezembro, tradicionalmente mais secos.

A Sabesp monitora a situação de hora em hora e avalia a possibilidade de aplicar programas de redução de pressão noturna, que limitam o volume de água distribuído em determinados horários para equilibrar o sistema.


Conscientização: o papel da população

Especialistas reforçam que o sucesso de qualquer plano de enfrentamento depende também do comportamento da população. O uso racional da água, a detecção de vazamentos domésticos e o reaproveitamento de água da chuva são atitudes simples, mas que fazem diferença no combate à crise hídrica em SP.

A cada litro economizado, reduz-se a pressão sobre o sistema, contribuindo para que o abastecimento continue estável até o retorno das chuvas regulares.


Perspectivas para o futuro do abastecimento em SP

A crise hídrica em SP expõe a necessidade de uma política permanente de gestão da água, baseada em tecnologia, educação ambiental e sustentabilidade.

Projetos como a interligação de sistemas, a construção de novos reservatórios e o uso de inteligência artificial para previsão de demanda estão sendo avaliados como alternativas de longo prazo para evitar futuras crises.

A resiliência hídrica deve ser tratada como prioridade estratégica do estado, considerando que São Paulo é o maior centro econômico do Brasil e depende diretamente de um abastecimento estável para manter suas atividades industriais e urbanas.

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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