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Empresas globais reduzem custos com tarifas dos EUA após novos acordos comerciais

por Redação
20/10/2025 às 14h56
em Mundo, Destaque, Notícias
Empresas Globais Reduzem Custos Com Tarifas Dos Eua Após Novos Acordos Comerciais - Gazeta Mercantil

Empresas globais revisam para baixo custos com tarifas dos EUA após novos acordos comerciais

As tarifas dos EUA vêm sendo um ponto crítico para empresas globais desde que o governo norte-americano elevou impostos sobre importações a níveis recordes, algo que não era visto desde a década de 1930. Contudo, recentes acordos comerciais firmados com a União Europeia, Japão e outros parceiros internacionais começaram a aliviar a pressão sobre corporações multinacionais, levando muitas a revisar para baixo suas projeções de custos.

Antes da temporada de anúncios de resultados do terceiro trimestre de 2025, as empresas estimavam um impacto combinado superior a US$35 bilhões decorrente das tarifas dos EUA, com previsão de US$21 a 22,9 bilhões apenas para 2025 e quase US$15 bilhões para 2026. Esses números refletem o efeito direto das tarifas sobre cadeias de suprimento globais, aumento de preços e ajustes estratégicos em investimentos e produção.


Como os acordos comerciais reduziram os custos das tarifas

O cenário de incerteza começou a mudar após a assinatura de acordos bilaterais entre os Estados Unidos e grandes blocos econômicos. O aumento inicial nas estimativas, que chegou a US$35 bilhões, foi em grande parte impulsionado por empresas como a Toyota, que previu um impacto de US$9,5 bilhões. No entanto, outras corporações internacionais ajustaram suas expectativas, considerando reduções de tarifas sobre produtos-chave e exceções para determinados setores.

Fabricantes franceses de bebidas destiladas, como Remy Cointreau e Pernod Ricard, reduziram suas projeções de impacto financeiro após o acordo comercial com a União Europeia. A Sony também revisou suas previsões em agosto, beneficiando-se de ajustes tarifários e flexibilizações impostas pelos Estados Unidos. Mesmo o setor brasileiro sentiu impactos mitigados, com apenas um terço das exportações enfrentando tarifas de 50%, por exemplo.

Essa tendência evidencia que as tarifas dos EUA, embora ainda representem uma variável complexa, estão se tornando mais previsíveis para empresas globais. Essa clareza permite melhor planejamento financeiro e operacional, reduzindo o risco de perdas inesperadas.


Impacto nas cadeias de suprimento e estratégias corporativas

A guerra comercial iniciada por Trump provocou interrupções significativas nas cadeias de suprimento globais, obrigando empresas a revisarem estoques, preços e rotas logísticas. A volatilidade, que antes dificultava qualquer projeção de custos, agora começa a ceder, graças a exceções tarifárias e acordos bilaterais que estabilizam parcialmente o comércio internacional.

A Stellantis, por exemplo, anunciou em outubro um investimento de US$13 bilhões nos próximos quatro anos para produção nos Estados Unidos. Inicialmente, a montadora alertou para um prejuízo de 1,5 bilhão de euros decorrente das tarifas dos EUA, mas a perspectiva de redução nos impostos ajustou suas projeções e estratégias de expansão.

O secretário-geral adjunto da Câmara de Comércio Internacional, Andrew Wilson, reforça que, embora os acordos comerciais ajudem, a complexidade permanece. Empresas ainda precisam gerenciar riscos, flutuações tarifárias e incertezas geopolíticas que podem impactar diretamente a competitividade internacional.


Perspectivas para 2025 e 2026 com as tarifas dos EUA

Apesar da redução das previsões de custos, algumas ameaças ainda pairam sobre as empresas globais. Recentemente, a administração norte-americana considerou tarifas adicionais de até 100% sobre produtos importados da China, embora tenha recuado diante da insustentabilidade da medida. Esses movimentos reforçam que a gestão das tarifas dos EUA continuará sendo essencial para planejamento estratégico.

Empresas precisam ajustar preços, redirecionar investimentos e garantir que cadeias de suprimento estejam protegidas contra novas alterações tarifárias. A tendência de previsibilidade, no entanto, é positiva e deve permitir uma gestão mais eficiente, evitando grandes prejuízos inesperados.


Setores mais impactados pelas tarifas dos EUA

Alguns setores são mais vulneráveis às tarifas dos EUA, principalmente indústrias automobilística, tecnologia, eletrônicos, bens de consumo e bebidas destiladas. A Toyota, Sony, Remy Cointreau e Pernod Ricard são exemplos de empresas que sentiram impacto direto, revisando suas estratégias para reduzir custos e manter competitividade internacional.

A redução nas tarifas possibilitou que empresas voltassem a projetar investimentos e expansões em território norte-americano, contribuindo para a recuperação de lucros e aumento da confiança de investidores globais. O efeito positivo é percebido na estratégia de precificação, que agora incorpora as tarifas como uma variável administrável, e não como um fator imprevisível.


Como a guerra comercial moldou o mercado global

O aumento das tarifas dos EUA durante a administração Trump alterou profundamente o cenário global de comércio, exigindo ajustes logísticos, financeiros e estratégicos. Empresas globais foram forçadas a absorver custos adicionais, alterar cadeias de suprimento e repensar políticas de preços.

O impacto acumulado nos últimos anos ultrapassa US$35 bilhões, mostrando a magnitude da interferência governamental no comércio internacional. No entanto, os novos acordos e exceções tarifárias indicam que o pior cenário talvez tenha passado, permitindo que executivos planejem 2025 e 2026 com maior clareza.


Tarifas dos EUA ainda são um desafio, mas há sinais de alívio

O impacto das tarifas dos EUA nas empresas globais é inegável, mas a recente revisão para baixo das projeções mostra que os efeitos podem ser administrados. A assinatura de acordos com blocos econômicos estratégicos e exceções tarifárias permitiu que corporações ajustassem planejamento financeiro, investimentos e estratégias de mercado.

Embora a guerra comercial continue gerando incerteza, a tendência é que as tarifas dos EUA deixem de ser um fator totalmente imprevisível, possibilitando que empresas globais operem com maior segurança e confiança.

As empresas permanecem atentas a qualquer mudança regulatória, prontas para reagir rapidamente e manter competitividade global, consolidando a importância de entender e gerenciar continuamente o impacto das tarifas dos EUA.

Tags: acordos comerciaiscadeias de suprimentocomércio internacionalcustos tarifas EUAempresas globaisguerra comercialimpacto tarifastarifas dos EUATrump tarifas

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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