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Lucro do Itaú cresce 10,4% no 1º trimestre e chega a R$ 12,28 bilhões

por João Souza - Repórter de Negócios
06/05/2026 às 08h03 - Atualizado em 14/05/2026 às 22h07
em Negócios, Destaque, Notícias
Itau, Itub4 - Gazeta Mercantil

O lucro do Itaú (ITUB4) encerrou o primeiro trimestre de 2026 em R$ 12,28 bilhões, avanço de 10,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho confirma a capacidade do maior banco privado do País de sustentar rentabilidade elevada mesmo em um ambiente de juros altos, competição intensa no crédito e maior seletividade na concessão de financiamentos.

O resultado veio praticamente em linha com as expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados antes da divulgação projetavam lucro de aproximadamente R$ 12,32 bilhões para o período. A diferença entre o número reportado e a média das estimativas ficou dentro da margem considerada normal para projeções de grandes bancos, reforçando a previsibilidade do balanço.

O lucro do Itaú foi sustentado por expansão da carteira de crédito, crescimento da margem financeira com clientes e manutenção de indicadores de rentabilidade em patamar elevado. No trimestre, o retorno sobre o patrimônio líquido total, conhecido pela sigla ROE, atingiu 24,8%, acima dos 24,4% registrados no quarto trimestre de 2025 e dos 22,5% observados no primeiro trimestre do ano passado.

Considerando apenas as operações no Brasil, o ROE foi ainda maior, chegando a 26,4%. O índice havia sido de 26% no trimestre imediatamente anterior e de 23,7% no primeiro trimestre de 2025. O indicador mostra a eficiência do banco em transformar capital próprio em resultado, um dos pontos mais acompanhados por investidores de Itaú (ITUB4).

Resultado mostra força operacional do Itaú no início de 2026

O lucro do Itaú no primeiro trimestre reflete uma combinação de crescimento moderado da carteira, disciplina na gestão de risco e expansão em linhas consideradas estratégicas pelo banco. A instituição manteve foco em segmentos com maior capacidade de geração de receita recorrente, especialmente crédito a pessoas físicas, consignado, financiamento imobiliário, cartões e operações com micro, pequenas e médias empresas.

A margem financeira gerencial somou R$ 32,3 bilhões no trimestre, crescimento de 4% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, o número ficou estável. Esse comportamento indica que o banco conseguiu preservar sua geração de receitas financeiras mesmo em um cenário de maior competição por clientes e de ajustes nas carteiras.

A margem financeira com clientes avançou 4,5% em um ano e chegou a R$ 31 bilhões. Essa linha mede, de forma geral, o resultado obtido nas operações tradicionais com clientes, como empréstimos, financiamentos, cartões e demais produtos de crédito. Já a margem com o mercado caiu 11,2%, para R$ 820 milhões, refletindo menor contribuição das operações ligadas a tesouraria e posições de mercado.

A composição do resultado mostra que o lucro do Itaú foi mais apoiado nas operações recorrentes do banco do que em ganhos extraordinários de mercado. Para investidores, esse ponto tende a ser relevante porque indica maior qualidade do lucro e menor dependência de fatores pontuais.

Carteira de crédito chega a R$ 1,48 trilhão

A carteira de crédito total do Itaú, incluindo as operações no Brasil e na América Latina, encerrou março de 2026 em R$ 1,48 trilhão. Sem considerar o efeito da variação cambial, a expansão foi de 9% em 12 meses e de 1,2% frente ao quarto trimestre de 2025.

Com o efeito cambial incorporado, a carteira consolidada apresentou queda de 0,5% no trimestre, mas ainda assim registrou crescimento anual de 7,2%. O comportamento mostra que parte da variação trimestral foi influenciada por fatores de conversão cambial, e não necessariamente por retração operacional relevante.

A expansão do crédito foi um dos principais motores do lucro do Itaú no período. A carteira de pessoas físicas cresceu 6,8% em um ano, alcançando R$ 470 bilhões. Entre os destaques estão o consignado, que avançou 6%, o financiamento imobiliário, com alta de 11%, e cartões, com crescimento anual de 8%.

Na comparação com o trimestre anterior, a carteira de pessoas físicas teve alta de 1,1%. O avanço moderado indica que o banco segue crescendo, mas sem abrir mão de seletividade. Em um ambiente de crédito mais sensível ao custo financeiro, a qualidade da originação torna-se essencial para preservar margens e controlar inadimplência.

Consignado privado ganha espaço na carteira

Um dos destaques apontados pelo Itaú foi o crescimento do consignado privado. Essa carteira avançou 19,1% em relação ao quarto trimestre de 2025, ritmo superior ao observado em outras linhas de crédito. O desempenho reforça a estratégia do banco de ampliar presença em produtos com menor risco relativo, já que o pagamento das parcelas costuma estar vinculado à folha de pagamento.

A carteira total de consignado do banco encerrou março em R$ 78 bilhões. Dentro desse segmento, o consignado ao setor público cresceu 1,9%, impulsionado pela criação de uma estrutura dedicada ao servidor nos canais internos da instituição. A estratégia indica uma tentativa de fortalecer relacionamento direto com públicos de menor risco e maior previsibilidade de renda.

A linha de crédito consignado para beneficiários do INSS, por outro lado, apresentou redução de 0,1%. Segundo o banco, o recuo está relacionado ao encerramento da operação no canal externo. A instituição passou a priorizar canais próprios, movimento que pode reduzir custos de aquisição e melhorar o controle sobre a qualidade da carteira.

O desempenho do consignado ajudou a compor o lucro do Itaú em um trimestre marcado por busca de eficiência e maior controle de risco. Para bancos de grande porte, o crescimento em linhas garantidas ou com menor volatilidade de pagamento é uma forma de proteger rentabilidade em períodos de maior cautela macroeconômica.

Cartões recuam no trimestre, mas crescem em 12 meses

A carteira de cartões do Itaú encerrou março em R$ 150 bilhões. Na comparação anual, houve crescimento de 8%, mas frente ao quarto trimestre de 2025 a linha apresentou queda de 2%. O banco atribuiu o recuo trimestral a fatores sazonais típicos do início do ano.

O comportamento dos cartões é relevante porque essa é uma linha com alta geração de receitas, mas também sensível à inadimplência e ao comportamento de consumo das famílias. Em períodos de juros elevados, bancos tendem a ser mais rigorosos na concessão e no aumento de limites, buscando equilibrar crescimento e risco.

Apesar da queda no trimestre, a expansão em 12 meses mostra que a base de cartões segue importante para o lucro do Itaú. A linha contribui não apenas com receitas financeiras, mas também com tarifas, relacionamento com clientes e oferta de produtos complementares.

O desafio para o banco é manter crescimento em cartões sem deteriorar a qualidade da carteira. Esse equilíbrio é acompanhado de perto pelo mercado, especialmente porque o crédito ao consumo costuma reagir rapidamente a mudanças de renda, inflação, juros e endividamento das famílias.

Empresas seguem como eixo estratégico do banco

No segmento de pessoa jurídica, as operações voltadas a micro, pequenas e médias empresas chegaram a R$ 302 bilhões ao fim do primeiro trimestre. O avanço foi de 10,9% em 12 meses, embora tenha havido ligeiro recuo de 0,1% na comparação com o trimestre anterior.

O crescimento anual da carteira para empresas menores mostra que o Itaú continua buscando espaço em um segmento estratégico. Micro, pequenas e médias empresas costumam demandar capital de giro, antecipação de recebíveis, financiamento de estoques, soluções de pagamento e serviços bancários recorrentes.

Essa base é importante para o lucro do Itaú porque amplia o relacionamento comercial e permite a oferta de produtos financeiros além do crédito. A estratégia pode incluir contas empresariais, maquininhas, cartões corporativos, seguros, investimentos e soluções digitais integradas ao fluxo de caixa das companhias.

A carteira para grandes empresas somou R$ 454 bilhões, com alta de 6,8% em um ano e queda de 0,2% no trimestre. O crescimento anual indica demanda ainda relevante por crédito corporativo, embora a variação trimestral mostre uma postura mais cautelosa no curto prazo.

Operações no Brasil puxam crescimento da carteira

No Brasil, a carteira de crédito do Itaú avançou 7,8% em 12 meses, chegando a R$ 1,237 trilhão, sem considerar o efeito da variação cambial. O número confirma o peso do mercado doméstico na estratégia do banco e na formação do lucro do Itaú.

A operação brasileira segue como principal fonte de receitas e rentabilidade da instituição. O banco se beneficia de escala, ampla base de clientes, presença digital consolidada e diversificação de produtos. Essa combinação permite diluir custos, melhorar eficiência operacional e preservar margens mesmo em ciclos econômicos mais desafiadores.

Na América Latina, a carteira de crédito somou R$ 245 bilhões, avanço de 4,2% em 12 meses. Embora o crescimento regional tenha sido menor que o registrado no Brasil, as operações fora do País continuam relevantes para diversificação geográfica e expansão de longo prazo.

O desempenho consolidado mostra que o Itaú manteve crescimento em suas principais frentes, ainda que com diferentes velocidades entre Brasil e demais mercados latino-americanos. Para o investidor de Itaú (ITUB4), a composição geográfica da carteira ajuda a entender a resiliência do banco em ambientes econômicos distintos.

Rentabilidade segue em patamar elevado

O ROE total de 24,8% reforça a posição do Itaú entre os bancos mais rentáveis do mercado brasileiro. Em instituições financeiras, esse indicador é um dos principais termômetros de eficiência, pois mede a relação entre o lucro gerado e o patrimônio líquido.

A alta do ROE em relação ao primeiro trimestre de 2025 sinaliza que o lucro do Itaú cresceu em ritmo superior à expansão da base de capital. Isso pode indicar maior eficiência operacional, melhor alocação de recursos e disciplina na concessão de crédito.

No Brasil, o ROE de 26,4% mostra que a operação local continua sendo altamente rentável. Esse patamar é expressivo mesmo para os padrões do setor bancário brasileiro, historicamente marcado por margens elevadas, concentração de mercado e forte demanda por serviços financeiros.

A manutenção de rentabilidade elevada é especialmente relevante em um momento em que bancos enfrentam pressão competitiva de fintechs, plataformas digitais, cooperativas de crédito e novos modelos de serviços financeiros. O resultado sugere que o Itaú conseguiu defender sua posição em segmentos-chave.

Balanço reforça previsibilidade para Itaú (ITUB4)

O lucro do Itaú em linha com o esperado tende a reduzir incertezas em relação à execução da estratégia do banco. Para o mercado, resultados previsíveis são importantes porque permitem avaliar com mais clareza a sustentabilidade dos dividendos, a evolução da carteira e a capacidade de geração de capital.

Itaú (ITUB4) é uma das ações mais acompanhadas da Bolsa brasileira, especialmente por investidores interessados no setor financeiro. O banco costuma ser avaliado por métricas como lucro recorrente, ROE, margem financeira, inadimplência, carteira de crédito, eficiência operacional e distribuição de proventos.

Embora o balanço do primeiro trimestre não traga surpresa relevante em relação às projeções, ele reforça a percepção de que o banco segue com operação sólida. O avanço anual do lucro, a expansão da carteira e a alta do ROE sustentam uma leitura positiva sobre a capacidade de geração de resultado.

Ao mesmo tempo, alguns pontos exigem acompanhamento nos próximos trimestres. Entre eles estão o comportamento da inadimplência, a evolução do crédito ao consumo, a rentabilidade das operações na América Latina e o impacto do ambiente macroeconômico sobre a demanda por crédito.

Crédito cresce com seletividade em ambiente de juros altos

O desempenho do Itaú ocorre em um contexto em que o crédito no Brasil continua condicionado por juros elevados e cautela na concessão. Bancos de grande porte tendem a priorizar clientes com melhor perfil de risco, maior capacidade de pagamento e relacionamento mais amplo com a instituição.

Nesse ambiente, o lucro do Itaú mostra que a instituição conseguiu crescer sem depender de expansão agressiva. A alta da carteira foi relevante, mas distribuída entre segmentos que permitem maior controle de risco, como consignado, financiamento imobiliário e relacionamento com empresas.

A seletividade também aparece na decisão de fortalecer canais próprios no consignado do INSS. Ao reduzir dependência de canais externos, o banco pode melhorar a originação e ampliar o controle sobre custos, qualidade dos contratos e relacionamento com clientes.

A estratégia é coerente com um cenário em que o crescimento do crédito precisa ser acompanhado de disciplina. Para bancos, avançar em carteira sem controle adequado pode comprometer resultados futuros por meio de aumento de provisões e piora da inadimplência.

Margem com clientes sustenta qualidade do resultado

A alta de 4,5% na margem financeira com clientes é um dos pontos centrais do balanço. Essa linha mostra que o banco ampliou a rentabilidade das operações recorrentes, o que ajuda a explicar o crescimento do lucro do Itaú.

A margem com clientes tende a ser mais valorizada pelo mercado do que ganhos pontuais de tesouraria, porque está ligada à atividade bancária principal. Quanto mais consistente for essa margem, maior tende a ser a visibilidade sobre os resultados futuros.

A queda da margem com o mercado, para R$ 820 milhões, não impediu a expansão do lucro. Isso indica que as operações com clientes foram suficientes para compensar a menor contribuição da tesouraria. Em balanços bancários, essa composição pode ser interpretada como sinal de maior recorrência.

O resultado reforça a importância da base de clientes do Itaú. A escala do banco permite atuar em diferentes segmentos, reduzir dependência de uma única linha de negócio e equilibrar os efeitos de oscilações econômicas sobre a carteira.

Itaú mantém posição de destaque entre grandes bancos

O lucro do Itaú de R$ 12,28 bilhões no primeiro trimestre de 2026 reafirma a força da instituição no setor financeiro brasileiro. O banco manteve crescimento anual do resultado, carteira de crédito superior a R$ 1,48 trilhão e rentabilidade em patamar elevado.

A combinação de lucro crescente, ROE acima de 24% e expansão em segmentos estratégicos coloca Itaú (ITUB4) no centro das atenções dos investidores. O balanço também reforça o papel dos grandes bancos na intermediação financeira do País, especialmente em crédito a empresas, famílias e operações de longo prazo.

Para os próximos trimestres, o mercado deve acompanhar se o banco conseguirá manter o ritmo de crescimento do lucro sem pressionar a qualidade da carteira. A evolução da inadimplência, o custo do crédito e a demanda em linhas como cartões, consignado e empresas serão fatores decisivos para a continuidade da trajetória.

O primeiro trimestre, porém, mostra que o Itaú iniciou 2026 com operação robusta, margem preservada e disciplina na expansão do crédito. Em um cenário ainda marcado por juros altos e competição crescente, o lucro do Itaú confirma a resiliência do banco e mantém Itaú (ITUB4) entre os principais ativos do setor financeiro na B3.

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Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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