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MEC estuda projeto de lei para proibir uso de celulares em salas de aula no Brasil

por Redação
24/09/2024 às 13h07 - Atualizado em 26/06/2025 às 17h12
em Brasil, Destaque, Notícias
Cnn Brasil

O Ministério da Educação (MEC) está preparando um projeto de lei que poderá proibir o uso de celulares dentro das salas de aula em todo o Brasil. Essa iniciativa visa reduzir as distrações causadas pelos dispositivos móveis durante o processo de ensino-aprendizagem e segue o exemplo de países como França, Espanha e Suíça, que já implementaram medidas semelhantes em suas escolas. A discussão sobre a regulamentação do uso de celulares no ambiente escolar não é nova e ganha força diante dos desafios educacionais contemporâneos.

Proibição de celulares em sala de aula: um movimento global

A proposta do MEC segue uma tendência mundial de limitar o uso de celulares por crianças e adolescentes em ambientes escolares. Segundo o Relatório Global de Monitoramento da Educação, organizado pela Unesco, pelo menos 25% dos países já implementaram leis que proíbem ou restringem o uso de smartphones em escolas.

A França, por exemplo, foi um dos primeiros países a adotar essa restrição, em 2018, proibindo o uso de qualquer dispositivo conectado, como celulares, tablets e relógios inteligentes, para estudantes até 15 anos, inclusive durante o recreio. Essa medida visa promover um ambiente de aprendizado mais focado e reduzir distrações. Além da França, países como Espanha, Grécia, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Itália, Suíça e México também adotaram regras que limitam o uso de celulares dentro das escolas.

Na Grécia e na Dinamarca, a proibição entrou em vigor recentemente. Nesses países, os estudantes ainda podem levar seus celulares para a escola, mas os dispositivos devem permanecer guardados dentro das mochilas durante as aulas. Essa medida é vista como um meio-termo que permite o acesso a dispositivos móveis fora do horário de aula, mas garante que eles não interfiram no processo educativo.

Os impactos da tecnologia na aprendizagem: benefícios e desafios

Apesar das iniciativas para limitar o uso de celulares, a tecnologia digital desempenha um papel cada vez mais importante na educação. O Relatório Global de Monitoramento da Educação reconhece que as tecnologias digitais são uma ferramenta essencial para a aprendizagem moderna, especialmente para estudantes com deficiência, para os quais a tecnologia pode ser uma aliada no desenvolvimento de suas habilidades.

O relatório afirma que é “improvável que a educação seja igualmente relevante sem as tecnologias digitais”, destacando a necessidade de equilibrar o uso dessas ferramentas para maximizar seu potencial educativo sem prejudicar a interação humana e o foco no aprendizado. Uma abordagem ampliada sobre o direito à educação, segundo o relatório, deve incluir o apoio da tecnologia para garantir que todos os alunos, independentemente de sua realidade, possam alcançar seu pleno potencial acadêmico.

No entanto, há um ponto de atenção. O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), citado no documento, aponta uma correlação negativa entre o uso excessivo de tecnologias de informação e comunicação e o desempenho acadêmico. O uso descontrolado de dispositivos móveis pode prejudicar a concentração e, consequentemente, o aprendizado, resultando em desempenho acadêmico inferior.

A realidade do uso de celulares nas escolas brasileiras

No Brasil, o uso de celulares em sala de aula é uma questão que vem sendo discutida há anos, com algumas medidas já adotadas em nível estadual. No Rio de Janeiro, por exemplo, a Secretaria Municipal de Educação realizou uma consulta pública para decidir sobre a proibição de dispositivos eletrônicos nas escolas públicas municipais. Com a participação de mais de 10 mil pessoas, os resultados mostraram que 83% dos participantes eram favoráveis à proibição, 11% eram parcialmente favoráveis e apenas 6% se posicionaram contra a medida.

Com base nesse apoio popular, o Rio de Janeiro implementou a proibição do uso de celulares em sala de aula em suas escolas públicas. Essa medida visa promover um ambiente mais propício ao aprendizado e reduzir o impacto das distrações digitais, que, segundo especialistas, comprometem a concentração dos alunos e, consequentemente, seu desempenho escolar.

Outros estados e municípios brasileiros também têm estudado a implementação de regras semelhantes, principalmente em meio às preocupações crescentes sobre o impacto do uso excessivo de dispositivos móveis no desenvolvimento educacional de crianças e adolescentes.

Vantagens e desvantagens da proibição do uso de celulares em sala de aula

A discussão sobre a proibição do uso de celulares em sala de aula é polarizada, com argumentos sólidos de ambos os lados. Entre os benefícios apontados pelos defensores da proibição, destacam-se:

  • Redução de distrações: O uso de celulares em sala de aula é frequentemente citado como uma das principais fontes de distração para os alunos, desviando a atenção dos conteúdos lecionados e prejudicando o foco no aprendizado.
  • Maior interação social: A ausência de celulares pode incentivar os alunos a interagir mais entre si e com os professores, promovendo um ambiente mais colaborativo e menos isolado.
  • Prevenção do cyberbullying: Em muitos casos, os celulares são usados para disseminar bullying e assédio entre colegas de classe, e a proibição desses dispositivos pode ajudar a mitigar essa prática nociva.

Por outro lado, há argumentos que defendem a importância da tecnologia, inclusive dos celulares, na educação moderna:

  • Acesso a informações em tempo real: Os celulares permitem que os alunos acessem rapidamente informações e recursos online, o que pode enriquecer a experiência educacional e ampliar o horizonte de conhecimento.
  • Uso como ferramenta pedagógica: Muitos professores já integram o uso de celulares e aplicativos educacionais em suas aulas, utilizando a tecnologia como uma aliada no processo de ensino.
  • Conectividade em emergências: Em situações de emergência, os celulares permitem que os alunos mantenham contato com familiares e responsáveis, oferecendo uma camada adicional de segurança.

Próximos passos do MEC e o futuro da educação digital no Brasil

O projeto de lei que o MEC está desenvolvendo para proibir o uso de celulares em sala de aula ainda está em fase de estudo, e a expectativa é que ele seja integrado a um pacote mais amplo de medidas voltadas para a melhoria da qualidade da educação no Brasil. Além da proibição, o governo estuda outras regras que visam limitar o uso de dispositivos móveis por crianças e adolescentes, tanto em escolas públicas quanto privadas.

A proposta certamente será tema de debate entre especialistas em educação, gestores escolares e a sociedade como um todo. Enquanto a tecnologia se torna uma parte cada vez mais indispensável da vida cotidiana, o desafio será encontrar um equilíbrio entre o uso dos recursos digitais como ferramentas pedagógicas e a garantia de que eles não se tornem obstáculos ao aprendizado.

O cenário internacional mostra que, embora muitos países estejam restringindo o uso de celulares nas escolas, a tecnologia continua a ser uma aliada importante no campo educacional. No Brasil, o sucesso dessa iniciativa dependerá da implementação de políticas equilibradas que permitam a integração tecnológica de forma saudável e produtiva, sem comprometer o foco e a interação humana nas salas de aula.

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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