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StoneCo (STOC34) tem lucro ajustado de R$ 549,1 milhões no 1T26, alta de 3,5%

Dona das maquininhas Stone e Ton registrou receita de R$ 3,578 bilhões no trimestre, mas lucro recuou na comparação com o quarto trimestre de 2025.

por João Souza - Repórter de Negócios
14/05/2026 às 19h20 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h25
em Empresas, Notícias
Stoneco (Stoc34) Tem Lucro Ajustado De R$ 549,1 Milhões No 1T26, Alta De 3,5% - Gazeta Mercantil

A StoneCo (STOC34), dona das maquininhas Stone e Ton, registrou lucro líquido ajustado de R$ 549,1 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira, 14. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, porém, o resultado caiu 22,3%.

A companhia informou que o desempenho foi influenciado pela menor taxa efetiva de imposto no período. No primeiro trimestre de 2026, a taxa ficou em 14,3%, abaixo dos 18,8% registrados no mesmo intervalo do ano anterior.

A receita total da StoneCo (STOC34) atingiu R$ 3,578 bilhões entre janeiro e março, crescimento de 6,5% na comparação anual. O lucro bruto somou R$ 1,487 bilhão, praticamente estável em relação ao primeiro trimestre de 2025, com leve queda de 0,2%.

Lucro cresce no ano, mas cai contra o 4T25

O avanço de 3,5% no lucro líquido ajustado mostra que a StoneCo (STOC34) conseguiu ampliar o resultado em relação ao primeiro trimestre de 2025, ainda que em ritmo moderado.

A queda de 22,3% frente ao quarto trimestre de 2025, no entanto, indica uma desaceleração sequencial. Esse movimento pode refletir sazonalidade, mudanças no mix de receitas, despesas operacionais, dinâmica de clientes e comparação com um período historicamente mais forte para empresas de meios de pagamento.

Para investidores, a comparação anual mostra evolução do resultado, enquanto o recuo trimestral exige atenção sobre o ritmo de crescimento ao longo de 2026.

Receita avança 6,5%

A receita total de R$ 3,578 bilhões reforça a capacidade da StoneCo (STOC34) de continuar expandindo sua base de negócios no mercado brasileiro de pagamentos.

O crescimento de 6,5% em 12 meses ocorre em um setor competitivo, marcado por disputa por clientes, pressão sobre margens e avanço de soluções digitais para pequenas e médias empresas.

A StoneCo atua em adquirência, serviços financeiros, tecnologia para varejo e soluções de gestão, com marcas como Stone e Ton voltadas a diferentes perfis de lojistas.

O desempenho da receita será acompanhado pelo mercado nos próximos trimestres, especialmente diante da concorrência com bancos, fintechs, adquirentes tradicionais e plataformas digitais.

Lucro bruto fica praticamente estável

O lucro bruto da StoneCo (STOC34) somou R$ 1,487 bilhão no primeiro trimestre, queda de 0,2% em relação ao mesmo período de 2025.

A estabilidade do lucro bruto, mesmo com avanço da receita, pode indicar pressão sobre custos, mix de produtos ou margens. Esse ponto tende a ser analisado por investidores para avaliar a qualidade do crescimento da companhia.

Empresas de meios de pagamento costumam ser sensíveis a fatores como custo de funding, antecipação de recebíveis, inadimplência, competitividade comercial, despesas com tecnologia e eficiência operacional.

Por isso, a evolução do lucro bruto em relação à receita é um indicador importante para medir se o crescimento da StoneCo (STOC34) está sendo acompanhado por rentabilidade proporcional.

EPS ajustado sobe 15,4%

O lucro por ação ajustado, conhecido como EPS, ficou em R$ 2,19 no primeiro trimestre de 2026. O valor representa alta de 15,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução do EPS acima do crescimento do lucro líquido ajustado pode refletir efeitos de estrutura de capital, recompra de ações, menor número de papéis em circulação ou outros fatores contábeis e financeiros.

Para o mercado, o lucro por ação é relevante porque mede o resultado atribuído a cada papel e ajuda a comparar desempenho entre empresas, períodos e expectativas dos analistas.

O avanço do EPS é um ponto positivo do balanço, especialmente em um trimestre em que o lucro bruto ficou praticamente estável.

ROE consolidado atinge 18,6%

O retorno sobre o patrimônio líquido consolidado, o ROE, foi de 18,6% no primeiro trimestre de 2026. O indicador avançou 0,4 ponto porcentual em relação ao primeiro trimestre de 2025, mas recuou 6,1 pontos porcentuais frente ao quarto trimestre de 2025.

O ROE mede a capacidade da companhia de gerar lucro sobre o capital próprio. Quanto maior o indicador, maior tende a ser a eficiência da empresa na utilização do patrimônio dos acionistas.

No caso da StoneCo (STOC34), o avanço anual mostra alguma melhora na rentabilidade sobre o patrimônio, mas a queda trimestral reforça a leitura de desaceleração em relação ao fim de 2025.

Esse será um dos indicadores acompanhados por investidores para avaliar se a empresa conseguirá sustentar retornos elevados em um setor de margens pressionadas.

Resultado mostra crescimento moderado e pressão de margem

O balanço do primeiro trimestre de 2026 mostra uma StoneCo (STOC34) ainda lucrativa e em expansão, mas com sinais mistos.

De um lado, a companhia elevou receita, lucro líquido ajustado, lucro por ação e ROE na comparação anual. De outro, registrou queda sequencial do lucro, estabilidade do lucro bruto e recuo relevante do ROE frente ao quarto trimestre.

A leitura para investidores depende da capacidade da empresa de acelerar receitas sem comprometer margens. Em um mercado competitivo, a StoneCo precisa equilibrar crescimento de clientes, rentabilidade, controle de custos e eficiência em serviços financeiros.

Mercado monitora rentabilidade da StoneCo em 2026

A StoneCo (STOC34) entra em 2026 sob atenção do mercado por atuar em um setor diretamente ligado ao consumo, ao crédito e à digitalização dos pagamentos no Brasil.

A alta de 6,5% da receita indica crescimento, mas a estabilidade do lucro bruto mostra que a rentabilidade operacional será um ponto-chave nos próximos trimestres.

O lucro líquido ajustado de R$ 549,1 milhões confirma a geração de resultado da companhia, mas a queda frente ao trimestre anterior limita uma leitura plenamente positiva do balanço.

Para os investidores, os próximos números da StoneCo (STOC34) serão decisivos para indicar se a empresa conseguirá retomar expansão mais forte de margens, sustentar ROE elevado e ampliar lucro em um ambiente de concorrência intensa no mercado de adquirência e soluções financeiras.

Tags: adquirênciabalanço StoneCoEmpresasEPSfintechslucro StoneComaquininhasmeios de pagamentoreceitaresultado StoneCoROESTOC34StoneStoneCoTon

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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. 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Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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Empresa que teria comprado Naskar tem perfil recente e não informa executivos no site

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