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Petróleo cai e fecha perto de US$ 100 com avanço de negociações entre EUA e Irã

Mercado reage a sinais diplomáticos no Oriente Médio, enquanto investidores seguem monitorando riscos sobre oferta global de petróleo.

por Antônio Lima - Repórter de Economia
07/05/2026 às 18h34 - Atualizado em 14/05/2026 às 16h56
em Ibovespa, Destaque, Mercados, Notícias
Petróleo Cai E Fecha Perto De Us$ 100 Com Avanço De Negociações Entre Eua E Irã-Gazeta Mercantil

Os preços internacionais do petróleo encerraram esta quinta-feira (7) em queda, pressionados pela expectativa de avanço nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã para um possível acordo de redução das tensões no Oriente Médio. O movimento reduziu parte do prêmio de risco embutido na commodity nas últimas semanas, levando o Brent a fechar próximo do patamar de US$ 100 por barril.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência global negociada na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, recuaram 1,19%, encerrando o dia a US$ 100,06 o barril.

Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado norte-americano negociada na New York Mercantile Exchange (Nymex), caiu 0,28%, fechando cotado a US$ 94,81 por barril.

O mercado voltou a reagir diretamente ao noticiário geopolítico envolvendo o Oriente Médio, região responsável por parcela relevante da produção e exportação global de petróleo.

Negociações entre EUA e Irã reduzem tensão sobre oferta global

A queda do petróleo ocorreu em meio à percepção de que as tratativas diplomáticas entre Washington e Teerã podem avançar para um entendimento capaz de reduzir riscos de interrupção no fluxo global de petróleo.

Investidores acompanharam durante toda a sessão sinais relacionados às negociações envolvendo o conflito regional e possíveis medidas de estabilização do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, corredor estratégico para exportação da commodity.

O petróleo chegou a operar em alta durante parte do pregão após o Wall Street Journal informar que Arábia Saudita e Kuwait teriam suspendido restrições ao uso de bases e espaço aéreo pelos Estados Unidos.

A notícia alimentou especulações de que o governo do presidente Donald Trump poderia retomar operações de escolta naval de embarcações comerciais na região.

Pouco depois, no entanto, o mercado passou a reverter parte dos ganhos após informações atribuídas à emissora Al Jazeera apontarem que os relatos sobre movimentações militares norte-americanas estariam incorretos, segundo suposta fonte militar dos EUA.

A mudança de direção reforçou a elevada volatilidade do mercado de petróleo diante de qualquer sinal envolvendo a segurança da oferta global.

Estreito de Ormuz segue no centro das atenções

O Estreito de Ormuz permanece como principal foco de preocupação para operadores e investidores internacionais.

A região concentra uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para transporte de petróleo e gás natural, sendo estratégica para exportações de países do Golfo Pérsico.

Qualquer ameaça de interrupção no fluxo marítimo costuma provocar forte reação nos preços internacionais da commodity.

Nesta quinta-feira, a agência Associated Press informou que o Irã criou uma agência específica para controlar o fluxo marítimo na região do estreito, movimento interpretado pelo mercado como mais um elemento de pressão geopolítica.

Ao mesmo tempo, autoridades iranianas afirmaram que ainda analisam as propostas apresentadas pelos Estados Unidos para encerramento do conflito.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, declarou que Teerã “ainda não chegou a uma conclusão” sobre os termos discutidos nas negociações diplomáticas.

A cautela do governo iraniano manteve investidores em alerta diante da possibilidade de novos episódios de instabilidade regional.

Mercado monitora impacto sobre inflação e política monetária

As oscilações recentes do petróleo seguem sendo acompanhadas de perto por investidores globais devido aos impactos diretos sobre inflação, juros e atividade econômica.

Após voltar a operar acima de US$ 100 por barril nos últimos dias, o Brent passou a elevar preocupações sobre novos choques inflacionários em economias importadoras de energia.

A persistência de preços elevados da commodity pode dificultar o processo de desaceleração inflacionária em diversos países, especialmente nos Estados Unidos e na Europa.

Esse cenário tende a influenciar decisões de bancos centrais sobre cortes de juros ao longo de 2026.

No Brasil, o comportamento do petróleo também possui impacto direto sobre empresas ligadas ao setor de energia e petróleo listadas na B3, incluindo Petrobras (PETR4), além de efeitos sobre combustíveis, inflação e percepção de risco fiscal.

A queda da commodity nesta quinta-feira ajudou a aliviar parcialmente pressões sobre ativos ligados ao setor energético, embora o ambiente global continue marcado por elevada volatilidade.

Analistas alertam para risco de nova pressão altista

Apesar da correção registrada nesta sessão, analistas internacionais avaliam que o mercado de petróleo permanece extremamente sensível à evolução do conflito no Oriente Médio.

Segundo avaliação do ING, um eventual acordo que garanta normalização do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz poderia reduzir significativamente o prêmio de risco incorporado aos preços atuais.

Por outro lado, qualquer atraso nas negociações ou agravamento das tensões geopolíticas poderia provocar nova escalada da commodity.

“O restabelecimento do fluxo por Ormuz reduziria o prêmio de risco de oferta, mas atrasos ou retrocessos podem rapidamente voltar a pressionar os preços para cima”, apontaram analistas da instituição.

O mercado também acompanha possíveis impactos sobre produção e exportações de países da Opep+, além da capacidade de reposição de oferta global em caso de interrupções prolongadas.

Petrobras e ações do setor seguem pressionadas no Ibovespa

No mercado brasileiro, a volatilidade do petróleo continuou pressionando empresas ligadas ao setor de commodities e energia.

As ações da Petrobras (PETR4), que possuem forte correlação com os preços internacionais da commodity, operaram em queda ao longo do pregão, contribuindo para o desempenho negativo do Ibovespa.

O principal índice da Bolsa brasileira recuava mais de 2,5% no fim da tarde, refletindo também aversão global ao risco e incertezas relacionadas ao cenário internacional.

Além das tensões no Oriente Médio, investidores monitoram perspectivas para crescimento global, demanda por petróleo e política monetária dos Estados Unidos.

A combinação entre desaceleração econômica e riscos geopolíticos mantém o mercado em posição defensiva, com forte sensibilidade a declarações diplomáticas e movimentações militares.

Volatilidade do petróleo mantém mercados globais sob pressão

O comportamento do petróleo voltou a reforçar o papel central da commodity no equilíbrio financeiro internacional em 2026.

Nas últimas semanas, o avanço das tensões entre Estados Unidos e Irã elevou significativamente o prêmio geopolítico dos contratos futuros, ampliando temores sobre interrupções na oferta global.

A sessão desta quinta-feira mostrou, porém, que qualquer sinal de avanço diplomático pode provocar movimentos rápidos de realização de lucros e reprecificação dos ativos energéticos.

Ainda assim, investidores continuam avaliando que o cenário permanece instável e sujeito a mudanças bruscas conforme evoluírem as negociações entre as potências envolvidas no conflito.

O petróleo deve continuar no centro das atenções dos mercados financeiros globais nos próximos dias, influenciando moedas, bolsas, inflação e expectativas para política monetária ao redor do mundo.

Tags: BrentCommodityEstados Unidosestreito de OrmuzgeopolíticaIbovespainflaçãoiráMercado FinanceiromercadosOpepPETR4PetrobrasPetróleoWTI

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Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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Empresa que teria comprado Naskar tem perfil recente e não informa executivos no site

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