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GARE11 supera 500 mil cotistas e ganha força entre maiores FIIs do IFIX

Fundo imobiliário alcançou 511,6 mil investidores em maio, lidera crescimento entre grandes FIIs e mantém vacância zero em portfólio de R$ 2,73 bilhões.

por Daniel Wicker - Repórter
14/05/2026 às 18h24
em Fundos Imobiliários, Destaque, Mercados, Notícias
Fundo Imobiliário Gare11 Anuncia Nova Emissão De Cotas E Pode Captar Mais De R$ 1 Bilhão Gazeta Mercantil - Economia

O fundo imobiliário GARE11 ultrapassou pela primeira vez a marca de 500 mil cotistas em maio de 2026, chegando a 511.604 investidores, segundo relatório mensal da gestora Guardian. O avanço consolida o FII entre os maiores fundos do IFIX por base de investidores e reforça a presença do produto entre pessoas físicas que buscam renda imobiliária na Bolsa.

Com esse desempenho, o GARE11 ocupa a quinta posição no ranking geral do IFIX por número de cotistas. Entre os fundos imobiliários de tijolo, o fundo aparece em terceiro lugar, atrás apenas de XPML11 e HGLG11.

A expansão da base de investidores ocorre em meio à combinação de liquidez elevada, portfólio diversificado, contratos atípicos e vacância zero. Para a gestora, esses fatores ajudam a explicar a tração recente do fundo no varejo e o ganho de relevância frente a pares tradicionais do mercado.

GARE11 lidera crescimento entre grandes FIIs

O ritmo de entrada de novos investidores é um dos principais destaques do GARE11. Em média, o fundo tem adicionado 12.901 novos cotistas por mês, desempenho que o coloca na liderança de crescimento entre os cinco maiores FIIs do mercado brasileiro por base de investidores.

O avanço supera fundos consolidados como MXRF11, XPML11, HGLG11 e KNCR11, indicando ganho contínuo de participação no segmento.

Caso mantenha o ritmo atual, projeções da gestora indicam que o GARE11 pode ultrapassar o HGLG11 em novembro de 2026, chegando a 601.913 cotistas. Nesse cenário, o fundo assumiria a segunda posição entre os FIIs de tijolo e a quarta colocação no ranking geral do IFIX por número de investidores.

A expansão da base de cotistas é relevante porque aumenta a visibilidade do fundo, melhora a dispersão da base acionária e tende a reforçar a liquidez das cotas no mercado secundário.

Liquidez vira diferencial competitivo

A liquidez também aparece como um dos principais diferenciais do GARE11. Segundo o relatório, o fundo lidera o ranking de giro de patrimônio líquido entre 57 FIIs com patrimônio acima de R$ 1 bilhão.

O volume diário negociado do GARE11 é 2,6 vezes superior à média desse grupo, o que indica maior profundidade de mercado e menor custo de entrada e saída para investidores.

Para fundos imobiliários, liquidez é um fator importante porque permite ao cotista ajustar posição com mais facilidade, reduz o risco de grandes distorções entre preço de compra e venda e amplia o interesse de investidores institucionais e pessoas físicas.

A alta liquidez também pode favorecer a permanência do fundo em carteiras recomendadas e índices de referência, além de aumentar a competitividade em relação a outros FIIs de grande porte.

Patrimônio líquido chega a R$ 2,73 bilhões

O GARE11 encerrou o período com R$ 2,73 bilhões em patrimônio líquido. O portfólio reúne 33 imóveis, distribuídos em 15 estados, com área bruta locável de 463,6 mil metros quadrados.

A diversificação geográfica e setorial é um dos pilares da estratégia do fundo. O portfólio combina ativos ligados a varejo e logística, segmentos que têm atraído investidores pela presença de inquilinos de grande porte, contratos mais longos e maior previsibilidade de receita.

O fundo mantém vacância física e financeira de 0%, o que significa que todos os imóveis estão ocupados e gerando receita contratada. Esse indicador é acompanhado de perto pelo mercado porque afeta diretamente a capacidade de distribuição de rendimentos.

Em FIIs de tijolo, vacância baixa ou nula costuma ser vista como sinal positivo, desde que acompanhada de bons locatários, contratos sustentáveis e qualidade dos imóveis.

Contratos atípicos reforçam previsibilidade

O GARE11 tem 94% dos contratos na modalidade atípica, com prazo médio de aluguel superior a 10 anos. Esse tipo de contrato costuma oferecer maior previsibilidade de receita, já que geralmente prevê multas mais rígidas em caso de rescisão antecipada.

A estrutura contratual é um ponto relevante para investidores que buscam renda recorrente. Em fundos com contratos longos e inquilinos de maior qualidade de crédito, o risco de queda abrupta na receita tende a ser menor.

A carteira de locatários do GARE11 inclui empresas como Grupo Carrefour, BAT, GPA, Grupo Mateus e Mercado Livre. A presença de companhias de grande porte ajuda a sustentar a percepção de estabilidade dos fluxos de aluguel.

Segundo a gestora, o fundo também mantém 100% de adimplência, outro indicador relevante para avaliação da qualidade do portfólio.

Guidance de rendimentos é mantido para 2026

A Guardian reafirmou o guidance de rendimentos do GARE11 para 2026, em faixa entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota.

A projeção é sustentada por três frentes principais: reciclagem de portfólio, redução de alavancagem e reorganização de capital. Esses movimentos buscam preservar a capacidade de distribuição do fundo e melhorar a estrutura financeira ao longo do ano.

Para o cotista, o guidance funciona como uma referência de previsibilidade, embora não represente garantia de pagamento. A distribuição efetiva depende da receita dos imóveis, despesas, eventuais movimentações no portfólio, custo da dívida e decisões da gestão.

Ainda assim, a manutenção da faixa projetada reforça a leitura de estabilidade operacional, especialmente em um fundo com vacância zero, contratos atípicos e base crescente de investidores.

Crescimento do GARE11 aumenta disputa entre FIIs de tijolo

O avanço do GARE11 reforça a competição entre os principais fundos imobiliários de tijolo listados na B3. Ao superar 500 mil cotistas, o fundo passa a disputar espaço com nomes tradicionais do IFIX e se aproxima de veículos com histórico mais longo no mercado.

A combinação de base de investidores em expansão, liquidez elevada, patrimônio bilionário, contratos longos e vacância zero ajuda a explicar a maior atenção do mercado ao fundo.

O principal desafio será sustentar esse ritmo de crescimento sem comprometer a qualidade do portfólio, a disciplina de capital e a previsibilidade dos rendimentos. Em um mercado cada vez mais seletivo, FIIs com escala, liquidez e receitas recorrentes tendem a ganhar destaque entre investidores de renda imobiliária.

Para o cotista, os próximos relatórios serão importantes para acompanhar se o crescimento da base de investidores continuará acompanhado por geração operacional consistente, manutenção da adimplência e cumprimento do guidance de rendimentos para 2026.

Tags: cotistasdividendosFII GARE11FIIsfundos de tijolofundos imobiliáriosGARE11GPAGrupo CarrefourGuardianHGLG11IFIXKNCR11Mercado LivremercadosMXRF11rendimentosvacância zeroXPML11

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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