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AES é comprada por US$ 33 bilhões nos EUA por consórcio da GIP e EQT

por João Souza - Repórter de Negócios
03/03/2026 às 15h14 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h08
em Negócios, Destaque, Notícias
Aes - Gazeta Mercantil

GIP, BlackRock e EQT fecham aquisição da AES Corp por US$ 33 bilhões em movimento estratégico do setor de energia

Um consórcio formado pela GIP (Global Infrastructure Partners), da BlackRock, e pela empresa de private equity EQT AB anunciou nesta segunda-feira (2) a aquisição da AES Corp, empresa americana de energia, em um negócio avaliado em US$ 33,4 bilhões, incluindo dívidas. A transação reforça o interesse global por concessionárias de serviços públicos, que se tornaram alvos privilegiados de investimentos estratégicos à medida que o avanço da inteligência artificial remodela o mercado de energia elétrica.

O valor acordado representa US$ 15 por ação, totalizando um patrimônio de US$ 10,7 bilhões, com um desconto de 13% em relação ao fechamento recente, mas ainda oferecendo um prêmio de 35,5% sobre o valor de 8 de julho, antes de surgirem rumores sobre a operação. O movimento evidencia a confiança dos investidores na consolidação do setor de utilities, ao mesmo tempo em que projeta maior acesso a capital para expansão e modernização da infraestrutura energética.

Impacto da aquisição no setor de energia

A aquisição da AES Corp pelo consórcio liderado por GIP, BlackRock e EQT demonstra como empresas de energia estão se tornando ativos estratégicos para grandes investidores institucionais. A AES, conhecida por operar concessões reguladas e prestar serviços essenciais, planeja utilizar os recursos da transação para investir em ativos críticos de infraestrutura energética, reforçando a confiabilidade e a eficiência do fornecimento aos consumidores.

AES Indiana e AES Ohio continuarão operando sob regimes regulados locais, mantendo compromissos com as comunidades e garantindo continuidade de serviços essenciais. A operação também projeta a expansão do capital disponível para iniciativas de modernização, digitalização e integração de tecnologias emergentes, incluindo soluções de inteligência artificial voltadas à gestão energética.

Estratégia de investimento do consórcio

A GIP já vem ampliando sua presença no setor de utilities, incluindo a aquisição da Allete em 2024 por US$ 6,2 bilhões, em parceria com a CPP Investments. A empresa também investiu em uma usina de gás natural na Pensilvânia por US$ 1 bilhão e obteve participação no Potomac Energy Center, de 774 megawatts, na Virgínia.

Com a aquisição da AES Corp, o consórcio reforça a estratégia de consolidar ativos de infraestrutura de energia de alta qualidade, criando sinergias entre concessões reguladas, produção de energia e serviços de distribuição. A BlackRock, com sua expertise em gestão de fundos e investimentos globais, assume papel central no financiamento e na governança do grupo, enquanto a EQT AB contribui com know-how em private equity e reestruturação corporativa.

Reação do mercado e das ações

A divulgação do negócio provocou queda imediata nas ações da AES, que recuaram mais de 17% nas negociações pré-mercado. Apesar do desconto, investidores veem na operação oportunidade de valorização e estabilidade a longo prazo, dado o compromisso do consórcio com investimentos estratégicos e manutenção das concessões reguladas.

O prêmio sobre o preço das ações antes do rumor da aquisição reforça que os investidores percebem o valor intrínseco dos ativos da AES, especialmente em um cenário em que a demanda por energia confiável e soluções sustentáveis está em expansão global.

Tendências do mercado global de utilities

O movimento de aquisição da AES Corp reflete uma tendência mais ampla de consolidação no setor de utilities. Com o crescimento da inteligência artificial e tecnologias voltadas à eficiência energética, empresas de energia tornaram-se estratégicas não apenas para consumo doméstico, mas também para suporte a indústrias, data centers e sistemas críticos de infraestrutura.

Investidores institucionais estão atraídos pela previsibilidade regulatória, receitas estáveis e oportunidades de modernização tecnológica, especialmente em mercados maduros como os Estados Unidos. A aquisição da AES Corp posiciona o consórcio para se beneficiar de margens mais previsíveis e de retorno ajustado ao risco, garantindo vantagem competitiva em um setor em transformação.

Perspectivas e cronograma da operação

A finalização da aquisição está prevista para o final de 2026 ou início de 2027, sujeita à aprovação de acionistas, órgãos regulatórios e cumprimento de condições precedentes. A operação inclui a integração de ativos, avaliação de sinergias operacionais e fortalecimento do capital para investimentos futuros.

O consórcio pretende manter o foco em expansão de capacidade, eficiência operacional e sustentabilidade, alinhando-se às demandas regulatórias e sociais do setor de energia elétrica nos Estados Unidos. A perspectiva é que os investimentos em modernização e automação de sistemas proporcionem ganhos de produtividade e aumento da confiabilidade energética.

Significado estratégico para o setor brasileiro e global

Embora o foco seja o mercado americano, a aquisição da AES Corp tem impacto indireto sobre investidores brasileiros e globais. Fundos e players internacionais observam o movimento como referência para operações semelhantes em mercados emergentes, incluindo o Brasil, onde o setor elétrico passa por transformações estruturais e oportunidades de consolidação.

Para empresas brasileiras listadas em bolsas internacionais ou com capital estrangeiro, a operação reforça a necessidade de estratégias de governança, investimentos tecnológicos e alinhamento regulatório, garantindo competitividade frente a movimentos globais de fusões e aquisições.

Expansão da influência da BlackRock no setor de energia

A BlackRock consolida sua posição como investidora-chave em energia, utilizando a aquisição da AES Corp para expandir presença em utilities e infraestrutura energética. A participação de 5% em ações preferenciais de outras empresas, como a Marcopolo, mostra a estratégia de diversificação e fortalecimento de portfólio em setores críticos.

O foco em concessões reguladas permite à BlackRock combinar estabilidade de receita com oportunidades de investimento em tecnologia, digitalização e sustentabilidade, reforçando seu papel como influenciadora global em mercados estratégicos.

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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