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Bolsas da Europa fecham em queda com Oriente Médio e crise política no Reino Unido

Principais índices europeus recuaram nesta terça-feira, pressionados por incertezas geopolíticas, tensão no petróleo e queda de bancos britânicos

por Camila Braga - Repórter de Economia
12/05/2026 às 19h18 - Atualizado em 14/05/2026 às 22h09
em Mercados, Destaque, Notícias
Bolsas Europeias Caem Com Pressão Do Setor De Luxo E Tensão Entre Eua E Irã-Gazeta Mercantil

As Bolsas da Europa fecharam em queda nesta terça-feira, 12 de maio, pressionadas pela incerteza sobre o Oriente Médio, pela alta do petróleo e por novos desdobramentos da crise política no Reino Unido. O movimento negativo atingiu os principais mercados do continente, com perdas mais fortes em Frankfurt, Madri, Milão e Lisboa. Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,04%, aos 10.265,32 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,54%, aos 23.974,67 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,95%, aos 7.979,92 pontos.

O pregão europeu foi marcado por aversão ao risco em meio à indefinição sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã. O presidente Donald Trump afirmou que os EUA “não têm pressa para nada” em relação ao Irã, em um momento em que investidores aguardam sinais sobre a retomada de diálogo para reduzir as hostilidades no Oriente Médio.

Do lado iraniano, a porta-voz do governo, Fatemeh Mohajerani, disse que o país está “pronto para agir”, mas afirmou que o foco é “a paz duradoura”. A combinação de declarações cautelosas, risco militar e expectativa de negociação manteve o petróleo em alta e sustentou ganhos no setor de energia.

No índice Stoxx 600, as ações de energia avançaram mais de 1%, na contramão do mercado mais amplo. O desempenho positivo do setor, porém, não foi suficiente para impedir o fechamento negativo das Bolsas da Europa.

Frankfurt, Madri e Milão lideram perdas no continente

Entre os principais índices europeus, a queda foi mais intensa em Madri, Frankfurt e Milão. O Ibex 35, da Bolsa de Madri, recuou 1,61%, aos 17.564,50 pontos. O DAX, de Frankfurt, perdeu 1,54%, aos 23.974,67 pontos. Em Milão, o FTSE MIB caiu 1,36%, aos 48.990,98 pontos.

Em Lisboa, o PSI 20 teve baixa de 1,26%, aos 9.050,18 pontos. Já o CAC 40, de Paris, cedeu 0,95%, aos 7.979,92 pontos. Londres apresentou a menor variação negativa entre os principais mercados, com queda de 0,04%.

A sessão mostrou um ajuste amplo em ativos de risco. Investidores reduziram exposição a ações diante de um cenário externo mais instável, combinando tensão geopolítica, petróleo mais caro, incerteza política no Reino Unido e cautela com os próximos passos dos bancos centrais.

O movimento também refletiu realização de lucros em mercados que vinham acumulando ganhos recentes. Com os índices europeus em patamares elevados, notícias negativas tendem a provocar correções mais fortes, especialmente em setores sensíveis a juros, crédito e crescimento econômico.

Oriente Médio mantém petróleo em alta

A tensão no Oriente Médio foi um dos principais vetores do pregão. A possibilidade de escalada no conflito envolvendo Irã e Estados Unidos manteve os investidores atentos ao risco de interrupção no fornecimento de petróleo e ao impacto potencial sobre inflação global.

A alta do petróleo costuma ter efeito ambíguo sobre as Bolsas da Europa. Por um lado, beneficia empresas de energia, que tendem a capturar preços mais altos da commodity. Por outro, aumenta a preocupação com custos para empresas, consumidores e governos, especialmente em economias importadoras de energia.

O avanço do setor de energia no Stoxx 600 mostrou essa divisão. As petroleiras e companhias ligadas à cadeia de energia encontraram suporte no preço do barril. Já setores mais sensíveis a custos e juros foram pressionados pela possibilidade de uma nova rodada de inflação importada.

O risco geopolítico também afeta moedas, juros e títulos públicos. Em momentos de incerteza, investidores costumam buscar ativos considerados mais seguros, enquanto reduzem exposição a ações e mercados mais voláteis.

Crise política no Reino Unido pesa sobre bancos

Além do Oriente Médio, o mercado europeu acompanhou novos desdobramentos da crise política no Reino Unido. O primeiro-ministro Keir Starmer foi pressionado a deixar o cargo após o Partido Trabalhista sofrer uma derrota expressiva nas eleições locais da semana anterior. Starmer, porém, afirmou que permanecerá no cargo.

A instabilidade política teve impacto direto sobre ações de bancos britânicos. Barclays recuou 3,6%, Lloyds caiu 4% e NatWest perdeu 3,5%. O setor financeiro foi penalizado pela percepção de maior risco institucional e pela possibilidade de aumento nos rendimentos dos títulos públicos britânicos.

Segundo avaliação da Capital Economics, uma eventual saída do primeiro-ministro poderia levar a alta dos juros e dos rendimentos dos títulos do governo britânico. A consultoria também indicou que possíveis substitutos teriam dificuldade para impulsionar o crescimento econômico.

Para bancos, esse cenário é sensível. Juros mais altos podem ampliar margens financeiras em determinadas circunstâncias, mas também elevam o risco de inadimplência, pressionam crédito e reduzem a confiança de empresas e consumidores.

Mercado reage a balanços corporativos

A temporada de resultados também influenciou o comportamento de ações individuais. A Vodafone recuou cerca de 8% após a divulgação de balanço, enquanto a Siemens Energy caiu 5%. As quedas reforçaram a cautela com empresas que apresentaram números ou perspectivas abaixo das expectativas do mercado.

Na ponta positiva, a Bayer avançou na casa de 4%, em movimento de recuperação após atualização de investidores sobre a companhia. A alta da empresa ajudou a limitar parte das perdas em Frankfurt, mas não impediu o fechamento negativo do DAX.

A Lufthansa subiu cerca de 2% depois de anunciar decisão de elevar sua participação na Ita Airways para 90%. O movimento reforça a estratégia de consolidação da companhia aérea alemã no mercado europeu de aviação.

A reação aos resultados mostrou um mercado mais seletivo. Em um ambiente de maior incerteza macroeconômica, investidores tendem a penalizar com força empresas que frustram expectativas e a premiar companhias com sinais de melhora operacional, ganhos estratégicos ou maior visibilidade de resultados.

Setor de energia destoou da queda geral

O setor de energia foi o principal contraponto positivo do pregão. A alta do petróleo deu sustentação a ações de petroleiras e companhias ligadas à cadeia energética, em meio à percepção de que as tensões no Oriente Médio podem manter o barril em patamar elevado.

Esse movimento, no entanto, não compensou a fraqueza de bancos, tecnologia, indústria e consumo. A queda disseminada entre os principais índices indica que investidores preferiram reduzir risco em vez de apostar apenas em setores beneficiados por commodities.

Para a Europa, o petróleo mais caro tem implicações relevantes. A região depende de importações de energia e ainda convive com os efeitos de choques anteriores no mercado de gás e petróleo. Uma nova pressão sobre energia pode dificultar o controle da inflação e retardar decisões de afrouxamento monetário.

Esse é um ponto central para o Banco Central Europeu e para o Banco da Inglaterra. Caso o petróleo siga em alta, os bancos centrais podem adotar postura mais cautelosa, mesmo diante de sinais de desaceleração econômica.

Bolsas da Europa refletem combinação de risco político e inflação

A queda das Bolsas da Europa nesta terça-feira refletiu uma combinação de risco político, tensão geopolítica e preocupação inflacionária. O mercado europeu vinha acompanhando com atenção a trajetória dos juros, mas o aumento das incertezas externas adicionou novo fator de volatilidade.

No Reino Unido, a crise política pressiona ativos locais e aumenta dúvidas sobre a condução da política econômica. No continente, investidores monitoram a exposição das empresas a energia, crédito e demanda global.

A situação no Oriente Médio segue como principal fonte de risco no curto prazo. Qualquer avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã pode aliviar o preço do petróleo e melhorar o apetite por risco. Por outro lado, uma escalada militar tende a ampliar a pressão sobre energia, inflação e Bolsas.

Nesse ambiente, o mercado europeu deve seguir sensível a declarações de autoridades, indicadores de inflação, decisões de bancos centrais e balanços corporativos. A sessão desta terça-feira mostrou que, mesmo com setores pontualmente beneficiados pela alta do petróleo, a leitura predominante dos investidores foi de cautela.

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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