quinta-feira, 17 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

Confiança do consumidor Brasil cresce em janeiro de 2026 e lidera ranking das Américas

por Antônio Lima
02/02/2026 às 14h07
em Economia
Confiança Do Consumidor Brasil Cresce Em Janeiro De 2026 E Lidera Ranking Das Américas - Gazeta Mercantil

Confiança do consumidor no Brasil sobe e país lidera ranking nas Américas em janeiro de 2026

O Brasil inicia 2026 com confiança do consumidor em alta, consolidando a trajetória positiva observada no segundo semestre de 2025. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou 55,1 pontos em janeiro, avançando dois pontos em relação a dezembro, posicionando o país na liderança das Américas e na sexta colocação no ranking global. O desempenho brasileiro supera economias como Estados Unidos e México, segundo levantamento realizado pela Ipsos.

Especialistas destacam que o crescimento da confiança do consumidor Brasil está diretamente ligado à percepção de estabilidade no mercado de trabalho, refletida pelo subíndice de emprego, que apresentou melhora expressiva nos últimos meses. O indicador avalia a percepção dos consumidores sobre condições atuais e expectativas futuras da economia, influenciando decisões de consumo, investimento e planejamento financeiro.


Emprego e estabilidade impulsionam confiança no Brasil

O avanço da confiança do consumidor Brasil em janeiro foi sustentado principalmente pela melhora do subíndice de emprego. Esse indicador demonstra que os consumidores percebem maior segurança em suas ocupações e uma tendência menos negativa em relação à economia nos próximos meses.

Rafael Lindemeyer, Líder do Cluster de Experiência da Ipsos, afirma:
O avanço é sustentado pela melhora do subíndice de emprego, que reflete maior percepção de estabilidade no mercado de trabalho e expectativas menos negativas para a economia.

A confiança do consumidor é um termômetro importante do sentimento econômico no país, influenciando tanto o varejo quanto os investimentos. Um ICC em crescimento tende a estimular o consumo, impulsionando setores como bens duráveis, serviços e crédito pessoal, enquanto promove maior previsibilidade para empresas e investidores.


Comparação anual e tendência de recuperação

Na comparação anual, o ICC brasileiro encontra-se quatro pontos acima do registrado em janeiro de 2025, retornando a um patamar semelhante ao observado no primeiro trimestre de 2024. Esse movimento indica uma recomposição gradual da percepção do consumidor sobre a economia doméstica, sinalizando que as expectativas positivas começam a se consolidar, mesmo em meio a desafios econômicos e geopolíticos.

O crescimento da confiança do consumidor Brasil reforça que os agentes econômicos estão mais otimistas em relação a empregos, renda e estabilidade financeira, criando um cenário favorável para políticas de estímulo e investimentos privados no país.


Brasil lidera confiança do consumidor nas Américas

Com 55,1 pontos, a confiança do consumidor Brasil supera o desempenho de países como Estados Unidos (53,8 pontos) e México (54,2 pontos), colocando o país como a economia mais confiante de toda a América Latina e do continente americano.

Nos Estados Unidos, a confiança permanece acima da neutralidade, impulsionada por ganhos nos subíndices de emprego e expectativas futuras. No entanto, o custo de vida elevado ainda pressiona a percepção do consumidor norte-americano, limitando o ritmo de recuperação em relação ao Brasil.

Para os analistas, a liderança do Brasil nas Américas demonstra a resiliência da economia brasileira e a efetividade de medidas voltadas à estabilidade do emprego e à confiança do mercado doméstico.


Cenário global de confiança do consumidor

No contexto internacional, a confiança do consumidor avançou 0,5 ponto em janeiro, atingindo 49,9 pontos, marcando o terceiro mês consecutivo de alta após um período prolongado de estagnação em 2025. O indicador global reflete leve melhora das expectativas em relação ao futuro e ao mercado de trabalho, embora o índice agregado continue próximo da linha de neutralidade.

A análise por países revela desempenho desigual: economias avançadas mantêm níveis mais elevados de confiança relativa, enquanto países como Argentina registram índices mais baixos, refletindo incertezas políticas e desafios econômicos locais.

O cenário sugere que, embora o consumidor global esteja mais otimista, a recuperação plena ainda depende de estabilidade geopolítica, políticas monetárias consistentes e redução das pressões inflacionárias nos diferentes mercados.


Impacto da confiança do consumidor no Brasil para o mercado

O crescimento da confiança do consumidor Brasil influencia diretamente diversos setores da economia, incluindo varejo, serviços, turismo e mercado financeiro. Quando os consumidores se sentem seguros em relação à estabilidade do emprego e à evolução da economia, aumentam os gastos com bens duráveis, lazer e consumo discricionário, gerando efeito positivo sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e a arrecadação tributária.

Além disso, a confiança elevada tende a estimular investimentos privados e crédito ao consumidor, favorecendo crescimento econômico sustentável e redução do risco de recessão. Instituições financeiras e empresas monitoram o ICC para planejar estratégias comerciais, ajustar estoques e projetar campanhas de marketing alinhadas ao comportamento do consumidor.


Perspectivas para os próximos meses

O início de 2026 indica que a confiança do consumidor Brasil deve continuar em trajetória positiva, sustentada por sinais de estabilidade no mercado de trabalho e expectativas moderadas em relação à economia. Especialistas destacam que, apesar da melhora, o país ainda precisa consolidar políticas fiscais e reformas estruturais que reforcem o crescimento sustentável.

O ICC é um indicador sensível a eventos macroeconômicos e geopolíticos, e pequenas variações podem afetar o sentimento do consumidor de forma significativa. No entanto, a liderança do Brasil nas Américas reforça que o país está em posição privilegiada para aproveitar oportunidades de crescimento e expansão do consumo interno.


Consumidor brasileiro otimista e mercado aquecido

Com a percepção de emprego mais estável e expectativas menos negativas, o consumidor brasileiro se mostra mais disposto a consumir, investir e planejar o futuro. O avanço da confiança do consumidor Brasil sinaliza oportunidades para empresas que buscam ampliar participação de mercado, lançar novos produtos e intensificar campanhas promocionais.

A evolução positiva do ICC também influencia decisões de crédito e financiamento, incentivando bancos e instituições financeiras a oferecer produtos mais competitivos. Com isso, a confiança elevada impacta positivamente tanto a demanda quanto a oferta de crédito, fortalecendo a economia doméstica.


Comparação com mercados emergentes

Ao comparar o desempenho do Brasil com outros países emergentes, observa-se que a confiança brasileira se destaca em termos de estabilidade e perspectivas de curto prazo. Enquanto Argentina e algumas economias latino-americanas enfrentam volatilidade e incerteza, o Brasil consolida posição de liderança, reforçando a atratividade do país para investimentos estrangeiros e confiança do consumidor.

A combinação de políticas macroeconômicas prudentes, recuperação gradual do emprego e estabilidade de preços cria ambiente favorável para expansão do consumo e aumento da confiança geral no mercado brasileiro.


Fatores que sustentam a liderança do Brasil

A liderança do Brasil nas Américas em termos de confiança do consumidor está apoiada em diversos fatores:

  • Estabilidade do emprego e crescimento gradual do mercado de trabalho;

  • Expectativas econômicas mais positivas, refletindo políticas de estímulo e planejamento fiscal;

  • Renda disponível em trajetória de crescimento, permitindo maior poder de compra;

  • Adoção de reformas estruturais e ajustes econômicos que fortalecem a confiança do investidor e consumidor;

  • Comparativo favorável em relação a outros países da região, com menor volatilidade nos indicadores sociais e econômicos.

Esses elementos consolidam o Brasil como referência regional em confiança do consumidor e criam cenário favorável para expansão do consumo interno e atração de novos investimentos.

LEIA MAIS

Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

A redução da Selic para 13,75% ao ano mudou pouco, por enquanto, a principal característica do mercado brasileiro de renda fixa: aplicações conservadoras continuam oferecendo retornos nominais elevados....

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu nesta quarta-feira, 16 de setembro, a taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano, prolongando pelo quinto encontro consecutivo...

Leia MaisDetails
Empresas Ampliam Venda De Dívidas Vencidas Enquanto Crédito Segue Caro-Gazeta Mercantil
Economia

Empresas ampliam venda de dívidas vencidas enquanto crédito segue caro

Empresas brasileiras estão recorrendo com mais frequência à venda de carteiras de crédito inadimplente para transformar recebíveis de difícil recuperação em liquidez imediata. O mercado movimentou R$ 17...

Leia MaisDetails
Banco Mundial Nomeia Nobel Michael Kremer Como Novo Economista-Chefe-Gazeta Mercantil
Economia

Banco Mundial nomeia Nobel Michael Kremer como novo economista-chefe

O Banco Mundial nomeou nesta quarta-feira, 16 de setembro, o economista americano Michael Kremer, vencedor do Prêmio de Economia de 2019, para os cargos de economista-chefe do Grupo...

Leia MaisDetails
Super Quarta: Fed Pode Subir Juros Enquanto Copom Deve Cortar Selic Para 13,75%
Economia

Super Quarta: Fed pode subir juros enquanto Copom deve cortar Selic para 13,75%

Brasil e Estados Unidos chegam à Super Quarta desta quarta-feira, 16 de setembro, em momentos opostos de seus ciclos monetários. O Federal Reserve deve elevar os juros americanos...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

10:16:14
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Leia MaisDetails
Percepção De Envolvimento De Aliados De Bolsonaro No Caso Master Sobe 12,9 Pontos, Diz Atlas
Política

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Leia MaisDetails
Flávio Bolsonaro Usou Recentemente Apartamento Que Pertenceu A Cunhado De Vorcaro
Política

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP