segunda-feira, 2 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Energisa tem alta de 6,6% no Ebitda ajustado e reforça caixa no 1º trimestre

Grupo avançou em distribuição, transmissão, gás e geração distribuída, com R$ 1,6 bilhão em investimentos e cerca de R$ 15 bilhões em liquidez.

por Alice Nascimento
12/05/2026 às 00h10
em Empresas
Energisa Tem Alta De 6,6% No Ebitda Ajustado E Reforça Caixa No 1º Trimestre - Gazeta Mercantil

O Grupo Energisa encerrou o primeiro trimestre de 2026 com Ebitda ajustado recorrente de R$ 1,981 bilhão, alta de 6,6% em relação ao mesmo período de 2025, sustentado pelo avanço da receita líquida, controle de custos e desempenho positivo nas áreas de distribuição, transmissão, gás natural e geração distribuída. A companhia também investiu R$ 1,6 bilhão entre janeiro e março, crescimento de 17% na comparação anual, em um trimestre marcado pela renovação antecipada de concessões e pela manutenção de uma posição robusta de liquidez.

A receita líquida do Grupo Energisa avançou 7% no período, enquanto os custos e despesas gerenciáveis, medidos pelo PMSO, cresceram apenas 1,6%, abaixo da inflação acumulada de 4,14%. O resultado reforça a estratégia da companhia de preservar eficiência operacional em um cenário de juros elevados, pressão sobre custos e incertezas macroeconômicas.

Leia também: Buffett elogia Greg Abel e reforça sucessão na Berkshire Hathaway.

A empresa informou que mantém cerca de R$ 15 bilhões em caixa, montante suficiente para cobrir quase três anos de vencimentos da dívida. A posição de liquidez é relevante para uma companhia intensiva em capital, com forte presença em distribuição de energia e planos de expansão em infraestrutura, gás e geração renovável.

Distribuição segue como principal motor do resultado

O segmento de distribuição de energia elétrica, principal negócio da Energisa, registrou Ebitda ajustado recorrente de R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre, avanço de 7,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida ajustada do segmento, sem VNR e sem receita de construção, cresceu 6,7%, para R$ 7,9 bilhões.

Leia também: Caixa Tem 2025: PIX, saques digitais e novas facilidades para beneficiários.

O consumo de energia nas nove distribuidoras do grupo somou 11.037 GWh no trimestre, considerando mercado cativo e TUSD, alta de 3,5% ante o primeiro trimestre de 2025. O desempenho foi impulsionado por novas cargas industriais e agroindustriais, principalmente nas áreas de atuação de EMT, EMS e ESS.

A expansão do consumo é um indicador importante para o setor elétrico porque reflete o nível de atividade nas regiões atendidas e contribui para a geração de caixa das distribuidoras. No caso da Energisa, o crescimento veio acompanhado de controle de perdas e melhora em indicadores operacionais.

As perdas elétricas totais ficaram em 12,3%, queda de 0,11 ponto percentual em um ano. Sete distribuidoras operaram abaixo dos limites regulatórios, sinalizando avanço na eficiência da rede e na gestão de energia distribuída.

Renovação de concessões amplia horizonte operacional

A Energisa também destacou a assinatura antecipada dos contratos de renovação por mais 30 anos das concessões de EMT, EMS, ESE e EPB, oficializados no dia 8. A renovação amplia a previsibilidade operacional e regulatória de ativos relevantes para o grupo.

Para empresas de distribuição de energia, contratos de concessão de longo prazo são decisivos porque sustentam planos de investimento, expansão da rede, modernização de sistemas e compromissos de qualidade de serviço. A extensão das concessões reduz incertezas e reforça a capacidade da companhia de planejar alocação de capital em horizonte mais longo.

A Energisa investiu R$ 1,6 bilhão no trimestre, com avanço de 17% sobre o mesmo período de 2025. O segmento de distribuição puxou esse crescimento, com alta de 25,6% nos investimentos, voltados ao aumento da capacidade instalada, conexão de novas cargas e melhoria da qualidade do fornecimento.

Esse ciclo de investimentos é relevante em regiões com expansão de atividade industrial e agroindustrial. A capacidade de atender novas cargas pode sustentar crescimento de mercado no médio prazo, desde que acompanhada por disciplina regulatória e controle de custos.

Qualidade do serviço avança nas distribuidoras

As nove distribuidoras do Grupo Energisa apresentaram desempenho operacional abaixo dos limites regulatórios em DEC e FEC, indicadores que medem, respectivamente, a duração e a frequência das interrupções no fornecimento de energia por unidade consumidora.

A companhia também liderou novamente o Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor, o IASC. A EPB foi escolhida como a melhor distribuidora de energia do Brasil pela terceira vez consecutiva, enquanto a ESE ficou na vice-liderança. A EMS foi destaque no Centro-Oeste, e a ETO obteve o primeiro lugar na região Norte pela quarta vez seguida.

A melhora nos indicadores regulatórios e de satisfação tem impacto direto na percepção sobre a qualidade das concessões. No setor elétrico, desempenho operacional consistente pode reduzir riscos de penalidades, melhorar a relação com o regulador e sustentar ganhos de eficiência no longo prazo.

A taxa de arrecadação consolidada também foi destaque no trimestre. O indicador, que mede o percentual de contas pagas pelos clientes, alcançou 97,2%, o melhor resultado da série histórica para um primeiro trimestre. Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado pelo uso de inteligência analítica nas cobranças e beneficiado pela isenção tarifária para famílias de baixa renda prevista na MP 1.300/2025.

Transmissão tem alta de 6,7% no Ebitda regulatório

Na área de transmissão, a Energisa Transmissão de Energia apresentou Ebitda regulatório de R$ 170 milhões no primeiro trimestre, alta de 6,7% em relação ao mesmo período de 2025.

O avanço foi impulsionado principalmente pelo reajuste tarifário da Receita Anual Permitida, de 5,32%, referente ao ciclo 2025/2026, e pela entrada em operação de novos ativos. A margem do Ebitda regulatório chegou a 87%, alta de 1,9 ponto percentual em um ano.

O segmento de transmissão costuma oferecer receitas mais previsíveis, vinculadas à disponibilidade dos ativos e ao modelo regulatório. Por isso, sua expansão contribui para diversificar a geração de caixa do grupo e reduzir a dependência exclusiva das distribuidoras.

A entrada de novos ativos em operação reforça a estratégia da Energisa de ampliar presença em infraestrutura elétrica além da distribuição. A combinação entre distribuição e transmissão tende a favorecer estabilidade de receitas, embora também exija investimentos elevados e disciplina financeira.

Negócios de gás crescem 39% no trimestre

O negócio de distribuição de gás natural do Grupo Energisa, que inclui a ES Gás e a Norgás, registrou Ebitda ajustado de R$ 97 milhões no primeiro trimestre. O valor representa crescimento de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Do total, R$ 58 milhões vieram da ES Gás, controlada integralmente pela Energisa, e R$ 39 milhões foram decorrentes da equivalência patrimonial da Norgás, que possui participações minoritárias na Cegás, Algás, Potigás e Copergás.

A margem bruta dos negócios de gás avançou 19%, para R$ 230 milhões. A rede combinada já soma 4 mil quilômetros e atende 360 mil clientes em cinco estados, segundo os dados informados pela companhia.

A ES Gás encerrou o trimestre com volume total de gás natural distribuído de 164.661 mil metros cúbicos, alta de 12,1% em um ano. O avanço foi puxado principalmente pelos segmentos residencial, com crescimento de 15%, e industrial, com expansão de 14%.

Esse desempenho contribuiu para o aumento de 48,7% no Ebitda da ES Gás, que totalizou R$ 58 milhões. A expansão reforça a aposta da Energisa em negócios adjacentes à distribuição elétrica, com foco em infraestrutura energética e diversificação de receitas.

Biometano entra no radar de expansão

A Energisa também destacou oportunidades futuras no segmento de gás e energia renovável. Entre elas está o Programa Mais Gás Alagoas, lançado em 1º de abril, voltado ao uso de gás natural e biometano em diferentes setores da economia.

Outro ponto relevante foi a autorização para comercialização da produção de biometano da unidade da Agric em Campos Novos, em Santa Catarina, concedida em 31 de março. A planta recebeu investimentos de R$ 110 milhões e transforma resíduos agroindustriais em energia renovável carbono zero e insumos agrícolas.

O biometano vem ganhando espaço na agenda energética por combinar destinação de resíduos, redução de emissões e substituição parcial de combustíveis fósseis. Para empresas integradas de energia, o produto pode ampliar portfólio, criar sinergias com clientes industriais e reforçar posicionamento em soluções de transição energética.

No caso da Energisa, a aposta em biometano complementa a expansão em gás natural e geração distribuída, ampliando a presença do grupo em segmentos além da concessão tradicional de energia elétrica.

Geração distribuída avança com 126 usinas solares

A (re)energisa, braço de geração distribuída do grupo, encerrou o primeiro trimestre com capacidade instalada de 473 MWp em 126 usinas solares fotovoltaicas. A unidade registrou Ebitda de R$ 47 milhões, crescimento de 8,4% em relação ao mesmo período de 2025.

O resultado refletiu estratégia comercial e operacional voltada ao aumento da rentabilidade dos ativos. A base de clientes gerando receita atingiu o maior nível da história da operação, com crescimento de 25,4% em março de 2026 frente ao mesmo mês do ano anterior.

A geração distribuída segue como um mercado em expansão no Brasil, impulsionada por empresas e consumidores que buscam redução de custos, previsibilidade energética e alternativas renováveis. Para a Energisa, o segmento amplia a atuação em soluções descentralizadas e pode criar novas fontes de receita junto a clientes corporativos e residenciais.

Apesar do crescimento, o setor exige atenção regulatória e comercial. A rentabilidade dos projetos depende de contratos, tarifas, custos de implantação e evolução das regras para compensação de energia.

Voltz reduz despesas e amplia receitas

A Voltz, fintech do Grupo Energisa, também apresentou avanço no trimestre. As receitas totais chegaram a R$ 12 milhões, alta de 54,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Ao mesmo tempo, as despesas com PMSO foram reduzidas em 13,2%.

O resultado financeiro da fintech cresceu 203%, impulsionado pela expansão de 271% da posição de caixa frente ao mesmo período do ano anterior. A operação segue sendo tratada como uma frente de sinergia com a base de clientes do grupo.

Fintechs vinculadas a empresas de serviços essenciais podem explorar relacionamento recorrente com consumidores, soluções de pagamento, crédito, contas digitais e serviços financeiros integrados. No caso da Energisa, a Voltz pode funcionar como instrumento de fidelização, eficiência de cobrança e monetização adicional da base.

A melhora de receitas combinada à redução de despesas indica avanço operacional, embora o impacto da fintech ainda seja menor diante da escala dos negócios regulados de energia.

Liquidez de R$ 15 bilhões sustenta estratégia financeira

A Energisa encerrou o trimestre com cerca de R$ 15 bilhões em caixa, reforçando a prioridade dada à disciplina financeira. A companhia informou que esse montante é suficiente para cobrir quase três anos de vencimentos da dívida.

A empresa também vem trocando vencimentos de curto prazo por opções mais longas e em condições financeiras consideradas favoráveis. Essa estratégia reduz o risco de refinanciamento em um ambiente de juros ainda elevados e preserva flexibilidade para manter investimentos.

Em abril, a Energisa assinou um memorando de entendimento com o Itaú para um aporte de até R$ 1,4 bilhão em ações preferenciais de uma de suas subsidiárias. A operação, se concluída, pode reforçar capital, financiar expansão e melhorar a estrutura financeira do grupo.

Para investidores, a liquidez elevada é um ponto central na análise da companhia. Empresas do setor elétrico operam com necessidade contínua de investimentos e exposição regulatória. Manter caixa robusto reduz riscos de curto prazo e sustenta a execução de projetos em diferentes áreas de negócio.

Resultado reforça diversificação do Grupo Energisa

O balanço do primeiro trimestre mostra uma Energisa apoiada em quatro frentes principais: distribuição elétrica, transmissão, gás natural e geração distribuída. A distribuição segue como centro da geração de caixa, mas os demais segmentos ganham relevância no crescimento do grupo.

O avanço de 6,6% no Ebitda ajustado recorrente, combinado ao controle de PMSO e ao crescimento dos investimentos, indica que a companhia conseguiu preservar eficiência mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador. A expansão em gás, biometano, geração distribuída e serviços financeiros amplia o perfil de negócios, embora também aumente a necessidade de execução disciplinada.

A renovação de concessões por mais 30 anos, a posição de caixa de R$ 15 bilhões e o crescimento em segmentos complementares reforçam a capacidade do Grupo Energisa de sustentar investimentos no médio prazo. O desafio será converter essa expansão em ganhos recorrentes de rentabilidade, mantendo alavancagem sob controle e qualidade operacional nas distribuidoras.

Leia também

  • Lucro da Copel (CPLE3) sobe 29,6% no 4º trimestre com Ebitda de R$ 1,36 bilhão

LEIA MAIS

Embraer (Embj3) Salta Quase 8% E Lidera Ibovespa Com Expectativa De Novos Contratos-Gazeta Mercantil
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Embraer (EMBJ3) fecha acordo de € 590 milhões para fornecer três aviões KC-390 à Grécia, com opção de mais três. Primeira entrega será em 2027.

Leia MaisDetails
Chilli Beans Pede Recuperação Extrajudicial E Amplia Lista De Empresas Em Crise Em 2026 - Gazeta Mercantil - Empresas
Empresas

Chilli Beans pede recuperação extrajudicial e amplia lista de empresas em crise em 2026

Chilli Beans pede recuperação extrajudicial em 2026. Veja outras empresas em crise, como Braskem, Casas Bahia, Oncoclínicas e St. Marche.

Leia MaisDetails
Oncoclínicas (Onco3) - Gazeta Mercantil
Empresas

Oncoclínicas (ONCO3) tenta renegociar dívida em meio a disputa societária bilionária

Oncoclínicas (ONCO3) renegocia R$ 5,7 bilhões em dívidas enquanto disputa societária de até R$ 14 bilhões envolve Centaurus, CVM e decisão judicial.

Leia MaisDetails
Marabraz Pede Recuperação Judicial Para Renegociar Dívida De R$ 140 Milhões - Gazeta Mercantil
Empresas

Marabraz tem recuperação judicial aceita com dívida de R$ 140 milhões; Justiça impõe restrições

Marabraz tem recuperação judicial aceita pela Justiça de SP para renegociar R$ 140 milhões em dívidas. Entenda os prazos e as restrições impostas.

Leia MaisDetails
Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Empresas

Petrobras (PETR4) confirma terceira descoberta de petróleo na Foz do Amazonas

Petrobras (PETR4) confirma terceira descoberta de petróleo na Foz do Amazonas, no poço Morpho, na costa do Amapá. Entenda os resultados e próximos passos.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

20:27:22
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Admin Ajax 2025 12 11T094346.625 (1)
Economia

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

Leia MaisDetails
Telemarketing - Gazeta Mercantil
Economia

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Leia MaisDetails
Bitcoin (Btc) E Criptomoedas (Imagem: Canva Pro)
Criptomoedas

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Salta Quase 8% E Lidera Ibovespa Com Expectativa De Novos Contratos-Gazeta Mercantil
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Leia MaisDetails
Ouro Hoje - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Hackers atacam supermercados na Europa e elevam temperatura de freezers a 50°C

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil