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Fim da escala 6×1 avança com projeto do governo Lula para jornada de 40 horas semanais

por Júlia Campos - Repórter de Política
15/04/2026 às 14h57 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h20
em Política, Destaque, Notícias
Fim Da Escala 6X1 Avança Com Projeto Do Governo Lula Para Jornada De 40 Horas Semanais - Gazeta Mercantil

Reprodução

Fim da escala 6×1 avança com projeto do governo e coloca nova jornada de trabalho no centro do debate

O debate sobre o fim da escala 6×1 ganhou novo peso político e legislativo em Brasília com o envio, pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de um projeto de lei que reduz a jornada normal de trabalho para 40 horas semanais e assegura dois descansos semanais remunerados de 24 horas consecutivas, sem redução de salários. A proposta foi apresentada à Câmara na noite de terça-feira (14), na véspera da análise, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), de uma PEC que também trata da reorganização da jornada de trabalho no país.

O movimento muda o patamar da discussão sobre o fim da escala 6×1 porque o tema deixa de ser apenas uma bandeira parlamentar ou sindical e passa a contar com uma formulação formal do Palácio do Planalto, com alterações diretas na CLT e em diversas leis específicas. Na prática, o governo tenta ocupar o centro do debate com uma proposta própria, mais ampla e de aplicação transversal, ao mesmo tempo em que o Congresso discute textos com desenho diferente e alcance político relevante.

A nova ofensiva coloca patrões, trabalhadores, juristas, centrais sindicais e lideranças empresariais diante de uma discussão estrutural: como reorganizar a jornada de trabalho no Brasil sem reduzir salários, preservando produtividade, competitividade e segurança jurídica. O fim da escala 6×1 passa, assim, a ser tratado como um dos temas mais sensíveis de 2026 no campo trabalhista e econômico.

Governo tenta liderar a discussão sobre o fim da escala 6×1

Ao encaminhar o projeto, o governo busca assumir protagonismo em uma pauta que ganhou força nas redes sociais, no ambiente sindical e na Câmara dos Deputados. O texto defende a revisão da jornada como uma medida de modernização das relações de trabalho e de proteção à saúde do trabalhador, sob o argumento de que longos períodos de trabalho com descanso insuficiente elevam os casos de adoecimento, acidentes, afastamentos e perda de produtividade.

Nesse desenho, o fim da escala 6×1 aparece como consequência prática de uma nova lógica legal. Em vez de tratar apenas da extinção nominal da escala de seis dias de trabalho para um de descanso, o projeto cria um novo núcleo de proteção trabalhista: 40 horas semanais como teto normal de jornada e dois descansos semanais remunerados como regra geral.

A estratégia política é clara. O governo entra no debate com um texto legislativo próprio justamente quando a Câmara se prepara para avançar em propostas constitucionais sobre o mesmo assunto. Isso tende a intensificar a disputa sobre qual modelo sairá vencedor: o desenho defendido pelo Executivo ou a fórmula que vier a prevalecer no Congresso.

O que muda na jornada de trabalho com a proposta do governo

O eixo central da proposta é a redução da jornada semanal máxima de 44 para 40 horas, mantido o limite diário de 8 horas. Essa mudança atinge diretamente a espinha dorsal da legislação trabalhista e atinge não apenas o contrato celetista tradicional, mas também regimes especiais, jornadas diferenciadas e categorias profissionais submetidas a regras próprias.

Na prática, o fim da escala 6×1 deixa de ser apenas uma hipótese política e passa a ser sustentado por uma nova arquitetura legal. Se o trabalhador passa a ter dois descansos remunerados por semana, a lógica predominante do mercado tende a se aproximar de um arranjo de cinco dias de trabalho e dois dias de folga.

O projeto também estabelece que essa reorganização não poderá servir de justificativa para corte de salários. O texto proíbe redução nominal ou proporcional da remuneração e veda alterações nos pisos salariais em razão da nova jornada. Esse ponto é central para o discurso político do governo, porque evita que a proposta seja percebida como mera redistribuição de horas com perda de renda.

Dois descansos semanais tornam o fim da escala 6×1 mais concreto

A criação de dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas cada é um dos pontos mais relevantes da proposta. Hoje, a legislação parte da lógica de um descanso semanal. Com a nova formulação, o descanso dobra e passa a integrar a estrutura regular do contrato de trabalho.

É justamente aí que o fim da escala 6×1 ganha contornos concretos. Ainda que o texto admita exceções conforme a natureza da atividade ou a negociação coletiva, a regra geral passa a ser a de duas folgas por semana, preferencialmente coincidentes com sábado e domingo. Isso altera o padrão de organização de diversos setores e cria pressão para readequação de escalas, plantões, turnos e revezamentos.

O impacto pode ser especialmente relevante em segmentos com grande uso de jornadas intensas, como comércio, serviços, logística, comunicação, transporte e atividades com funcionamento contínuo.

CLT seria alterada no núcleo da legislação trabalhista

O texto mexe diretamente com dispositivos centrais da Consolidação das Leis do Trabalho. O artigo 58 passaria a fixar a jornada máxima de 40 horas semanais, observada a duração diária de até 8 horas. Já o artigo 67 seria alterado para assegurar a todo empregado dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas cada.

Essas mudanças colocam o fim da escala 6×1 no coração da CLT. Não se trata apenas de uma medida acessória, mas de uma reinterpretação do que passa a ser considerado jornada normal no país. Em outras palavras, o projeto cria um novo padrão legal de tempo de trabalho.

Além disso, a proposta alcança regras sobre viagens de longa distância, atividades específicas, descanso em setores com peculiaridades operacionais e prevalência da negociação coletiva em matéria de jornada. O objetivo é evitar brechas que permitam a manutenção do modelo anterior por vias paralelas.

Negociação coletiva continua, mas terá novo limite legal

Um dos pontos politicamente mais sensíveis é a manutenção da negociação coletiva. O governo não extingue esse instrumento, mas impõe uma trava: acordos e convenções coletivas não poderão manter jornadas acima do novo teto normal de 40 horas semanais.

Na prática, isso significa que o fim da escala 6×1 deixaria de depender exclusivamente de pactos setoriais e passaria a ter um piso normativo nacional. A negociação coletiva seguiria relevante para organizar escalas, revezamentos, exceções e compensações, mas dentro de um limite mais estreito.

Esse desenho tende a agradar trabalhadores e centrais sindicais, mas pode encontrar resistência em setores empresariais que hoje dependem de maior elasticidade para organizar turnos e jornadas em áreas de atendimento contínuo ou alta sazonalidade.

Escala 12×36 permanece, mas com trava na média mensal

A proposta preserva mecanismos já admitidos pela CLT e por legislações específicas, como compensação de jornada e escala 12×36. Porém, esses regimes passam a depender do respeito à média mensal equivalente a 40 horas semanais.

Esse detalhe é crucial. O governo não elimina formatos especiais, mas enquadra esses modelos dentro do novo teto legal. Assim, o fim da escala 6×1 não significa necessariamente padronização absoluta das jornadas, e sim redefinição do limite médio que orienta essas modalidades.

Na prática, empresas e categorias que usam escalas diferenciadas teriam de recalcular seus modelos de operação para não ultrapassar o novo parâmetro semanal.

Categorias específicas seriam alcançadas pela nova regra

O alcance da proposta vai além da CLT. O projeto altera uma série de leis específicas para harmonizar diferentes regimes ao novo modelo de jornada e descanso. Entre as categorias alcançadas estão radialistas, atletas profissionais, comerciários, trabalhadores domésticos, profissionais da aviação e trabalhadores avulsos.

No comércio, por exemplo, a legislação passaria a prever de forma expressa a lógica de cinco dias trabalhados seguidos de dois repousos semanais remunerados. No trabalho doméstico, o divisor do salário-hora do mensalista seria ajustado para 200 horas mensais, e o regime 12×36 seria mantido desde que respeitada a média compatível com 40 horas semanais.

Na aviação, a proposta limita a duração do trabalho dos tripulantes de voo e de cabine a 40 horas semanais e 160 horas mensais. Para motoristas em viagens de longa distância superiores a sete dias, o texto assegura dois descansos semanais remunerados por semana ou fração trabalhada.

O fim da escala 6×1, portanto, não é tratado como mudança restrita a um único setor. O projeto busca irradiar a nova lógica para uma ampla variedade de regimes profissionais.

Congresso discute propostas diferentes para o mesmo tema

A discussão legislativa está longe de ser linear. Na CCJ, duas PECs aparecem no centro do debate. A PEC 8/2025, apresentada pela deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma jornada de quatro dias de trabalho por semana e três dias de descanso, com limite de 36 horas semanais. Já a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe a redução de 44 para 36 horas semanais ao longo de dez anos.

A existência desses textos mostra que o fim da escala 6×1 não é consenso nem em formato nem em velocidade de implementação. Há uma diferença relevante entre a proposta do governo, que cria uma semana tendencialmente 5×2 com 40 horas, e os textos parlamentares que apostam em 36 horas semanais ou em uma semana 4×3.

Essa disputa será decisiva para o mercado de trabalho. Um modelo mais gradual pode ser visto como menos traumático por parte das empresas. Um desenho mais ambicioso pode ganhar apoio social mais forte entre trabalhadores e movimentos organizados.

Hugo Motta, Lula e a pressão política sobre a votação

O presidente da Câmara, Hugo Motta, já sinalizou que quer votar o tema ainda no primeiro semestre. Isso eleva o valor político da pauta e amplia a pressão sobre as lideranças partidárias. O governo, por sua vez, classifica a mudança da jornada como prioridade.

Esse ambiente torna o fim da escala 6×1 um tema com potencial de contaminar a agenda econômica, as relações entre Executivo e Legislativo e até a percepção do eleitorado sobre o custo social do trabalho no Brasil. Trata-se de um debate que mobiliza não apenas argumentos jurídicos e econômicos, mas também forte carga simbólica.

Ao mesmo tempo, a dúvida sobre qual texto avançará segue aberta. O Congresso pode optar por uma PEC, pelo projeto do governo, por uma fusão política entre diferentes propostas ou por uma tramitação mais lenta do que a desejada pelo Planalto.

Impacto econômico deve dominar a próxima fase do debate

A próxima etapa do debate sobre o fim da escala 6×1 tende a ser menos retórica e mais econômica. Empresas deverão calcular o custo da reorganização de escalas, da necessidade eventual de novas contratações e da adaptação de setores que operam em fins de semana e feriados. Trabalhadores e sindicatos, por outro lado, deverão enfatizar ganhos potenciais em saúde mental, qualidade de vida, produtividade e redução de afastamentos.

No centro da discussão estará a pergunta que definirá a viabilidade política da proposta: é possível reduzir jornada, ampliar descanso e preservar salários sem gerar desequilíbrio operacional relevante em larga escala? Essa resposta será construída no embate entre governo, Congresso, setor produtivo e sociedade.

O que já está claro é que o fim da escala 6×1 saiu do campo abstrato e entrou definitivamente na agenda legislativa real. A votação na CCJ e os próximos movimentos da Câmara podem redefinir a jornada de trabalho brasileira e produzir uma das mudanças mais importantes da legislação trabalhista dos últimos anos.

Brasília transforma a jornada de trabalho em uma das batalhas centrais de 2026

O avanço simultâneo de projeto de lei e PECs faz da jornada de trabalho uma das disputas centrais de 2026. O tema reúne apelo popular, forte repercussão entre trabalhadores e alto impacto sobre empresas, especialmente em setores com operação contínua. Por isso, o fim da escala 6×1 tende a dominar o debate público nas próximas semanas e pode se transformar em uma das votações mais acompanhadas do semestre.

Mais do que uma discussão técnica sobre horas trabalhadas, o que está em jogo é a definição do novo equilíbrio entre produção, descanso, renda e competitividade no mercado brasileiro. E é justamente por isso que o desfecho dessa pauta interessa não apenas ao mundo do trabalho, mas a toda a economia.

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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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