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Geração Z lidera intenção de compra de imóveis em 2026, diz Brain

Pesquisa aponta que 59% dos jovens entre 21 e 28 anos pretendem comprar imóvel nos próximos meses; demanda impulsiona studios e unidades compactas em mercados valorizados como Itajaí

por João Souza - Repórter de Negócios
07/05/2026 às 12h19 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h24
em Negócios, Destaque, Notícias
Compra De Imóvel - Gzt - Gazeta Mercantil

A Geração Z passou a liderar a intenção de compra de imóveis no Brasil em 2026, segundo pesquisa da Brain Inteligência Estratégica. O levantamento aponta que 59% dos jovens entre 21 e 28 anos pretendem adquirir uma unidade nos próximos meses, acima dos 49% registrados no mesmo período de 2025 e dos 56% observados no trimestre anterior. O percentual também supera a média nacional de intenção de compra, estimada em 49%, em um movimento que já influencia lançamentos imobiliários, principalmente em regiões urbanas e turísticas de alta valorização.

O avanço da intenção de compra entre jovens ocorre em um momento de transformação no mercado imobiliário. Para esse público, o imóvel deixou de ser visto apenas como moradia e passou a ocupar também o papel de ativo financeiro, instrumento de proteção patrimonial e fonte potencial de renda por locação.

Esse comportamento ajuda a explicar o crescimento de unidades compactas, especialmente studios, apartamentos de menor metragem e empreendimentos com serviços compartilhados. A preferência aponta para produtos com menor ticket de entrada, localização estratégica, liquidez mais elevada e estrutura condominial alinhada a um estilo de vida mais flexível.

Na região Sul, onde a intenção de compra atinge 49% entre os entrevistados pela Brain, construtoras já ajustam projetos para capturar essa demanda. O litoral norte catarinense aparece como um dos mercados mais ativos nesse processo, impulsionado por valorização imobiliária, turismo, renda regional e busca por imóveis de investimento.

Jovens passam a tratar imóvel como investimento

O dado de 59% de intenção de compra entre jovens de 21 a 28 anos mostra uma mudança relevante na relação da Geração Z com o mercado imobiliário. Embora parte desse público ainda esteja no início da vida profissional, a pesquisa indica maior disposição para considerar o imóvel como alternativa de longo prazo.

A leitura das incorporadoras é que a decisão de compra deixou de depender apenas da formação familiar ou da busca pela primeira moradia tradicional. Em muitos casos, o jovem avalia o imóvel como reserva de valor, proteção contra inflação, ativo para renda com aluguel ou oportunidade de valorização em regiões específicas.

Charles Kan, CEO da Construtora CK, com atuação no litoral norte de Santa Catarina, afirma que esse público passou a observar o imóvel de forma mais estratégica. Segundo ele, o jovem vê a unidade não apenas como lugar para morar, mas como investimento e segurança financeira.

Essa mudança impacta diretamente o desenho dos empreendimentos. Unidades menores, plantas funcionais, áreas comuns completas, serviços agregados e localização próxima a centros urbanos, praias, comércio e mobilidade passaram a ter peso maior na decisão de compra.

O movimento também reflete uma adaptação das construtoras ao poder de compra desse público. Como imóveis maiores exigem entrada mais elevada e financiamento mais robusto, os compactos funcionam como porta de entrada no mercado imobiliário.

Studios ganham espaço em cidades valorizadas

A expansão dos studios é uma das respostas mais visíveis das incorporadoras à demanda da Geração Z por imóveis compactos. Essas unidades costumam ter metragem menor, custo de aquisição inferior ao de apartamentos tradicionais e maior potencial de locação em regiões com alta circulação de moradores temporários, turistas, estudantes ou profissionais em mobilidade.

Em Itajaí, no litoral norte catarinense, esse movimento ganhou escala. Levantamento do Sinduscon Foz do Rio Itajaí, em parceria com a Brain, apontou que o número de unidades compactas lançadas na cidade triplicou em quatro anos. O volume passou de 307 unidades em 2022 para 1.228 em 2025.

O Valor Geral de Vendas acumulado desses lançamentos chegou a R$ 1,7 bilhão. O crescimento acompanha a demanda por imóveis com maior liquidez, menor ticket e potencial de valorização, especialmente em regiões urbanas e turísticas.

Itajaí combina características que favorecem esse tipo de produto. A cidade tem atividade portuária relevante, proximidade com Balneário Camboriú, expansão imobiliária, turismo e valorização do metro quadrado. Esse conjunto amplia o interesse de compradores que buscam tanto moradia quanto investimento.

Itajaí concentra lançamentos voltados ao público jovem

A Construtora CK tem dois projetos em fase de pré-lançamento voltados a esse perfil em Itajaí: o Levels, na Praia Brava, e o Versus, no bairro Fazenda. Os empreendimentos de alto padrão somam quase 600 unidades, majoritariamente studios de até 43 metros quadrados.

Segundo a companhia, os projetos já registram cerca de 50% de intenções de compra, com Valor Geral de Vendas estimado em quase R$ 570 milhões. A proposta é combinar unidades compactas com localização valorizada e estrutura de serviços dentro do condomínio.

A escolha por studios de alto padrão mostra que o imóvel compacto não está restrito ao segmento econômico. Em mercados de metro quadrado elevado, a redução da área privativa permite acesso a regiões mais caras, ao mesmo tempo em que mantém atributos de sofisticação, serviços e liquidez.

Na Praia Brava e no bairro Fazenda, o valor do metro quadrado pode variar em faixas elevadas, de acordo com localização, padrão do empreendimento, vista, estrutura condominial e estágio de lançamento. O texto-base aponta valores entre R$ 15 mil e R$ 40 mil por metro quadrado em áreas de maior valorização.

Esse perfil de produto busca atender uma demanda que mistura moradia, investimento e renda. Para jovens compradores, o imóvel pode funcionar como residência própria, ativo para locação tradicional ou unidade voltada a estadias de curta temporada, dependendo das regras do condomínio e da legislação local.

Serviços compartilhados viram diferencial competitivo

Os novos empreendimentos voltados à Geração Z têm apostado em áreas comuns mais amplas e serviços compartilhados. Coworking, lavanderia coletiva, espaço wellness, academia, área gourmet, mercado autônomo, piscinas, saunas, wine bar, terraço, bicicletário e vagas para patinetes elétricos aparecem como diferenciais dos projetos citados.

Essa estrutura reflete mudanças no padrão de consumo habitacional. Em vez de priorizar apenas área privativa, parte dos compradores passou a valorizar conveniência, localização e serviços que reduzem custos ou facilitam a rotina.

Para incorporadoras, esse modelo permite oferecer unidades menores sem perda de percepção de valor. A área privativa compacta é compensada por ambientes coletivos mais completos, aproximando o empreendimento de formatos híbridos entre moradia, hotelaria, lazer e trabalho remoto.

A presença de coworking, por exemplo, responde ao avanço do trabalho flexível. Já lavanderias compartilhadas, mercados autônomos e espaços de bem-estar atendem consumidores que buscam praticidade e menor necessidade de infraestrutura dentro da unidade.

Esse desenho também tende a favorecer investidores. Imóveis compactos com serviços agregados podem ter maior atratividade para locação em regiões com demanda por mobilidade, turismo, trabalho temporário ou moradia individual.

Mercado imobiliário mira liquidez e menor ticket

A preferência por unidades compactas está diretamente ligada à busca por liquidez. Imóveis menores costumam exigir investimento inicial mais baixo, têm público potencial mais amplo e podem ser revendidos ou alugados com maior facilidade em regiões de demanda aquecida.

Para a Geração Z, essa característica é importante porque reduz a barreira de entrada no mercado. Jovens compradores enfrentam desafios como renda ainda em formação, custo elevado de financiamento, necessidade de entrada e concorrência com alternativas de investimento financeiro.

Ao mesmo tempo, o imóvel mantém apelo cultural e patrimonial no Brasil. Mesmo entre consumidores mais jovens, a aquisição de uma unidade ainda é vista como passo relevante de segurança financeira.

O studio se consolida nesse contexto como um ativo de entrada. Ele permite exposição ao mercado imobiliário com valor menor do que apartamentos maiores, especialmente em cidades onde o metro quadrado está entre os mais caros do país.

Segundo Kan, esse tipo de unidade atende tanto quem busca o primeiro imóvel quanto quem pretende investir. A combinação de menor custo, localização próxima a serviços e potencial de renda com locação reforça a atratividade do produto.

Juros e crédito ainda limitam decisão de compra

Apesar do aumento da intenção de compra, o setor imobiliário segue sensível ao custo do crédito. Juros elevados encarecem o financiamento, reduzem capacidade de pagamento e podem alongar a decisão de compra, especialmente para consumidores mais jovens.

Esse é um dos pontos de atenção para incorporadoras. A intenção de compra captada em pesquisas não se converte automaticamente em venda. Para que a demanda se materialize, o comprador precisa ter renda, entrada, acesso a crédito e confiança na capacidade de assumir compromisso de longo prazo.

No caso dos compactos, o menor ticket ajuda a reduzir parte desse obstáculo. Ainda assim, a compra de imóvel segue sendo uma das decisões financeiras mais relevantes para famílias e indivíduos.

A atratividade do produto depende também da percepção de valorização. Em mercados como Itajaí, onde o metro quadrado está entre os mais caros do país, parte da demanda é sustentada pela expectativa de que a cidade continue se valorizando. Essa expectativa, porém, precisa ser acompanhada de fundamentos como emprego, renda, infraestrutura, turismo, mobilidade e oferta equilibrada.

Tendência reforça adaptação das construtoras ao novo comprador

O avanço da Geração Z na intenção de compra de imóveis mostra que o mercado imobiliário brasileiro passa por uma mudança geracional. O comprador mais jovem tende a valorizar localização, liquidez, praticidade e serviços, além de olhar o imóvel como investimento.

Para construtoras e incorporadoras, esse comportamento exige revisão de produto. Empreendimentos muito grandes, com plantas tradicionais e pouca oferta de serviços podem perder espaço em determinadas praças. Já projetos compactos, bem localizados e com infraestrutura compartilhada ganham força, sobretudo em cidades de alta valorização.

A tendência também pode influenciar o planejamento urbano. O crescimento de studios e unidades compactas aumenta densidade habitacional em regiões centrais ou turísticas, elevando a demanda por mobilidade, serviços, segurança, saneamento e regulação de locação.

No setor, o desafio será equilibrar produto, preço e absorção de mercado. A demanda da Geração Z abre uma frente de crescimento, mas o excesso de lançamentos compactos em determinadas regiões pode pressionar concorrência e exigir diferenciação mais clara.

Imóveis compactos ganham peso na estratégia do setor

A pesquisa da Brain indica que a Geração Z não está fora do mercado imobiliário. Ao contrário, aparece como o grupo com maior intenção de compra em 2026, acima da média nacional e em crescimento frente ao ano anterior.

Esse dado altera a forma como incorporadoras avaliam lançamentos, principalmente em praças com forte valorização e apelo para moradia e investimento. O caso de Itajaí mostra como unidades compactas passaram a ocupar espaço relevante no portfólio das construtoras.

A combinação entre studios, localização premium, serviços compartilhados e menor ticket cria uma resposta ao novo perfil de comprador. Para o setor, a capacidade de transformar intenção em venda dependerá de crédito, preço, renda e qualidade dos projetos.

A Geração Z chega ao mercado imobiliário com uma lógica diferente da de gerações anteriores. O imóvel continua sendo símbolo de segurança, mas agora também é tratado como ativo flexível, conectado a mobilidade, renda, conveniência e valorização.

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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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