terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

Goldman Sachs supera previsões no 1º trimestre com força em M&A e recorde em ações

por João Souza
13/04/2026 às 11h38
em Negócios
Goldman Sachs - Gazeta Mercantil

O Goldman Sachs (GS) reportou lucro acima das expectativas de Wall Street no primeiro trimestre de 2026, em um resultado impulsionado principalmente pela retomada das operações de banco de investimento, pelo avanço das receitas ligadas a fusões e aquisições e pelo desempenho recorde da divisão de negociação de ações. O banco informou lucro por ação de US$ 17,55, acima da projeção média de US$ 16,49 compilada pelo mercado. A reação positiva dos números, no entanto, veio acompanhada de cautela entre investidores, diante da fraqueza em renda fixa, moedas e commodities e do ambiente global ainda pressionado por tensões geopolíticas.

Leia também: NVIDIA perde US$ 355 bi por baixo investimento em marca

Leia também: Walmart (WMT) supera expectativas no 4º trimestre, mas projeções decepcionam investidores

O resultado reforça a leitura de que o Goldman Sachs atravessa 2026 com uma combinação rara de motores de crescimento: de um lado, a reativação do pipeline de grandes transações corporativas; de outro, o aumento da volatilidade nos mercados acionários, que elevou a demanda de clientes por reavaliação de portfólios, hedge, financiamento e execução de operações. Em um trimestre marcado por temores renovados sobre inflação global, alta do petróleo e receio de desaceleração econômica, o banco conseguiu transformar incerteza em receita em áreas estratégicas.

Leia também: Moraes vai relatar ações no STF que pedem suspensão da Lei da Dosimetria.

O desempenho do Goldman Sachs ganha relevância adicional porque serve como um termômetro importante para Wall Street. Como uma das instituições mais expostas a banco de investimento, mercado de capitais e trading, o banco costuma capturar com rapidez mudanças no apetite por risco, no humor corporativo e na disposição dos investidores para grandes transações. Quando seus números surpreendem positivamente, o mercado passa a enxergar sinais mais claros sobre o ritmo da atividade financeira global.

Lucro acima do esperado recoloca Goldman Sachs no centro da temporada de balanços

O lucro por ação de US$ 17,55 colocou o Goldman Sachs acima do consenso e consolidou um começo de ano mais forte do que o mercado previa. O dado, por si só, já seria suficiente para chamar atenção, mas a composição do resultado é o que realmente amplia o peso do balanço. O banco conseguiu entregar crescimento em áreas consideradas decisivas para sua tese de rentabilidade, especialmente banco de investimento e ações, justamente em um trimestre no qual o ambiente macroeconômico permaneceu carregado de ruídos.

Leia também: Pix no Dia das Crianças supera cartão de débito e lidera pagamentos à vista no varejo.

A fala do presidente-executivo David Solomon reforçou esse pano de fundo. Segundo o executivo, o cenário geopolítico segue complexo e a gestão disciplinada de riscos permanece central para a forma como o banco opera. A mensagem é relevante porque mostra que, mesmo com a surpresa positiva nos resultados, o Goldman Sachs não está tratando o momento como uma fase de normalidade plena. O lucro forte veio em meio a um cenário volátil, não em um ambiente de estabilidade confortável.

Essa leitura é especialmente importante para investidores que acompanham o setor financeiro global. Em ciclos de incerteza, bancos com forte presença em mercados e assessoria de grandes transações tendem a capturar oportunidades, mas também ficam mais expostos a oscilações abruptas de receita entre divisões. O primeiro trimestre do Goldman Sachs mostrou exatamente isso: enquanto algumas áreas aceleraram com força, outras sentiram a desaceleração de nichos específicos do mercado.

Negociação de ações bate recorde e vira principal motor do trimestre

O grande destaque operacional do Goldman Sachs no trimestre foi a área de negociação de ações. A receita proveniente de intermediação e financiamento de operações acionárias avançou 27%, atingindo o recorde de US$ 5,33 bilhões. Esse salto ocorreu em meio a um período de volatilidade acentuada nos mercados, com investidores reposicionando carteiras e buscando proteção diante dos riscos internacionais.

Para um banco com o perfil do Goldman Sachs, esse tipo de movimento tem efeito direto sobre a geração de receita. Em momentos de oscilação forte, clientes institucionais intensificam negociações, rebalanceamento de exposições, estratégias de hedge e uso de financiamento estruturado. Isso amplia o fluxo nas mesas e favorece instituições com musculatura global, tecnologia de execução e relacionamento consolidado com grandes investidores.

A performance recorde em ações também mostra que a volatilidade, apesar de ser um fator de risco para o mercado como um todo, pode beneficiar bancos cuja operação está preparada para capturar aumento de atividade. Não se trata apenas de “ganhar com o caos”, mas de transformar maior volume, necessidade de proteção e reposicionamento de capital em receita recorrente de mercado.

No caso do Goldman Sachs, o avanço da área de ações teve ainda um papel simbólico: ajudou a compensar a fraqueza em outras linhas e confirmou que o banco segue altamente competitivo em um dos segmentos mais estratégicos de Wall Street. Em um ambiente em que clientes institucionais buscam agilidade, profundidade de mercado e capacidade analítica, entregar um recorde desse porte fortalece a posição do banco diante dos concorrentes.

M&A volta a ganhar tração e impulsiona banco de investimento

Se a área de ações foi o principal vetor quantitativo do resultado, o banco de investimento foi o grande destaque qualitativo do trimestre. As tarifas de serviços de banco de investimento do Goldman Sachs subiram 48%, alcançando US$ 2,84 bilhões, impulsionadas pelo aumento das transações corporativas, especialmente em fusões e aquisições.

Esse crescimento é relevante porque sinaliza retomada em uma frente que o mercado vinha monitorando com atenção. O ciclo de juros mais altos e o ambiente global mais imprevisível haviam imposto cautela a muitas companhias, atrasando decisões estratégicas e reduzindo o ritmo de grandes operações em alguns momentos recentes. Agora, o resultado do Goldman Sachs sugere que empresas voltaram a movimentar estruturas de capital, combinações de negócios e redesenho de portfólio com maior intensidade.

Os dados de mercado ajudam a sustentar essa leitura. O volume global de fusões e aquisições chegou a US$ 1,38 trilhão no primeiro trimestre, enquanto os gastos com M&A cresceram 19% na comparação anual, para US$ 11,3 bilhões, com o Goldman Sachs liderando o mercado em participação, segundo dados citados pela Reuters com base na Dealogic e em analistas da Jefferies.

O banco atuou em negócios de grande porte no período, incluindo a assessoria à Unilever em uma fusão planejada envolvendo seu negócio de alimentos com a McCormick, para a criação de uma empresa avaliada em US$ 65 bilhões, além da atuação na proposta de parceria entre Equitable e Corebridge, que deve formar uma seguradora de US$ 22 bilhões. Esses mandatos ajudam a explicar por que o Goldman Sachs conseguiu transformar a retomada do fluxo corporativo em crescimento expressivo de receita.

Divisão de renda fixa decepciona e limita entusiasmo do mercado

Apesar do lucro acima do esperado, o trimestre do Goldman Sachs não foi homogêneo. A divisão de renda fixa, moedas e commodities, conhecida no mercado como FICC, registrou queda de 10% na receita, para US$ 4,01 bilhões, pressionada pela desaceleração nas negociações ligadas a taxas de juros e hipotecas. Esse desempenho mais fraco funcionou como contraponto aos números robustos de ações e banco de investimento.

A fraqueza nessa área ajuda a entender por que a leitura do mercado sobre o balanço não foi puramente eufórica. Em grandes bancos americanos, o equilíbrio entre divisões importa tanto quanto o lucro total. Quando uma linha de negócios perde força, surgem dúvidas sobre a sustentabilidade do ritmo de crescimento e sobre a exposição da instituição a segmentos mais sensíveis ao ambiente macroeconômico.

No caso do Goldman Sachs, a queda em FICC indica que nem toda volatilidade se converteu em benefício uniforme. Enquanto o mercado acionário gerou intenso reposicionamento de investidores, nichos ligados a juros e hipotecas tiveram dinâmica menos favorável. Isso reforça a percepção de que o banco continua muito dependente da qualidade de execução entre diferentes frentes de negócios para preservar consistência em seus resultados.

Ainda assim, mesmo com esse ponto fraco, o banco conseguiu entregar um balanço acima do esperado, o que sugere que a força das áreas vencedoras foi suficiente para absorver a decepção em renda fixa.

Gestão de ativos e patrimônio amplia receitas mais estáveis

Outro componente relevante do balanço do Goldman Sachs foi a área de gestão de ativos e patrimônio, cuja receita subiu 10%, para US$ 4,08 bilhões. Esse avanço reforça uma estratégia que o banco vem perseguindo há anos: ampliar fontes de receita mais estáveis e menos dependentes da volatilidade típica de trading e banco de investimento.

Para o mercado, esse movimento é relevante porque melhora a qualidade do mix de resultados. Bancos excessivamente expostos a negócios cíclicos tendem a apresentar desempenho mais errático entre trimestres. Ao fortalecer gestão de patrimônio, crédito privado e outras linhas de maior previsibilidade, o Goldman Sachs tenta reduzir essa volatilidade sem abrir mão de sua posição histórica nas áreas de maior retorno potencial.

Essa diversificação é ainda mais importante em um cenário global em que choques geopolíticos e mudanças de política monetária podem alterar rapidamente o humor do mercado. Quanto maior a capacidade de sustentar receita em frentes menos voláteis, maior tende a ser a resiliência do lucro ao longo do tempo.

IPOs bilionários entram no radar e podem sustentar nova onda de receitas

Além do avanço em M&A, o Goldman Sachs aparece bem posicionado para capturar uma eventual retomada mais forte do mercado de ofertas públicas iniciais. Segundo a Reuters, o banco garantiu espaço entre os principais coordenadores do IPO da SpaceX, previsto para junho, em uma operação que pode levantar US$ 75 bilhões e levar a empresa a um valor estimado de US$ 1,75 trilhão. A instituição também esteve entre os coordenadores do IPO da PayPay nos Estados Unidos, no valor de US$ 880 milhões, que avaliou a companhia apoiada pelo SoftBank em US$ 10,7 bilhões.

A perspectiva para novas aberturas de capital é acompanhada com atenção porque pode representar um segundo motor de crescimento para o Goldman Sachs ao longo de 2026. A expectativa do mercado é que operações de grande porte, incluindo potenciais IPOs de companhias de inteligência artificial como OpenAI e Anthropic, ajudem a reaquecer a agenda de emissões, desde que o ambiente de risco permita. Essa projeção é mencionada pela Reuters como parte da leitura de mercado sobre o pipeline de grandes ofertas.

É verdade que o mercado de IPOs ainda convive com incertezas. Tensões geopolíticas e oscilações mais intensas nas bolsas podem adiar calendários e reduzir apetite por risco. Ainda assim, o posicionamento do Goldman Sachs em operações emblemáticas sugere que o banco chega à sequência do ano com uma avenida relevante de geração de taxas, caso a janela de mercado permaneça aberta.

Oriente Médio, petróleo e inflação mantêm risco no pano de fundo

O contexto macroeconômico em torno do resultado do Goldman Sachs segue sendo um dos principais pontos de atenção. O trimestre foi marcado por instabilidade causada pelo conflito no Oriente Médio, avanço dos preços do petróleo e renovação dos temores de inflação e desaceleração global. Esse ambiente, embora tenha favorecido algumas linhas de receita do banco, também eleva o grau de incerteza para os próximos meses.

Para instituições financeiras globais, esse tipo de cenário tem efeito ambíguo. Por um lado, aumenta a atividade em mesas de negociação, operações de hedge e reorganização de carteiras. Por outro, pode reduzir a disposição para novas transações, atrasar aberturas de capital e afetar preços de ativos. O Goldman Sachs conseguiu navegar esse ambiente no primeiro trimestre, mas o próprio discurso da administração sugere que o banco não trabalha com complacência.

Esse ponto ajuda a calibrar a leitura do balanço. O resultado foi forte, mas não ocorreu em ambiente de previsibilidade. Ao contrário, surgiu em um contexto no qual a gestão de risco segue central e a evolução do cenário internacional pode alterar rapidamente o ritmo de negócios.

Resultado do Goldman Sachs reforça força competitiva de Wall Street em 2026

O balanço do Goldman Sachs no primeiro trimestre de 2026 mostrou que o banco segue em posição privilegiada para capturar duas grandes avenidas de receita em Wall Street: a retomada do mercado de M&A e o aumento da atividade em ações. O lucro por ação acima do esperado, o recorde de US$ 5,33 bilhões em negociação de ações e a alta de 48% nas taxas de banco de investimento recolocam o banco no centro da discussão sobre quem está melhor preparado para transformar volatilidade e reorganização corporativa em crescimento de resultados.

Ao mesmo tempo, a queda em renda fixa e o pano de fundo geopolítico mostram que o ciclo ainda está longe de ser linear. O Goldman Sachs entregou um trimestre forte, mas em um ambiente no qual riscos continuam elevados e a sustentação do ritmo dependerá da continuidade das grandes transações, da manutenção da atividade nos mercados e da abertura efetiva da janela para IPOs bilionários.

Para o mercado, a mensagem central é clara: o Goldman Sachs começou 2026 acima das previsões e reforçou sua capacidade de capturar valor em áreas-chave de Wall Street. Agora, o desafio será transformar esse impulso inicial em uma trajetória consistente ao longo de um ano ainda marcado por volatilidade, tensões internacionais e decisões corporativas de grande escala.

LEIA MAIS

Ibovespa Hoje - B3 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje (13/10): Bolsa recua dos 209 mil pontos com eleições e inflação no radar

O Ibovespa opera em queda nesta terça-feira (13), no primeiro pregão após o feriado nacional, interrompendo o movimento de valorização que levou a Bolsa brasileira a renovar seus...

Leia MaisDetails
Ronaldo Fenômeno Negocia Compra De Clube Brasileiro
Empresas

Ronaldo Fenômeno compra 51% da operação da Head no Brasil

Ex-jogador adquiriu 51% da DLD, que opera as marcas HEAD e MARES no país; grupo que inclui o ex-tenista Bruno Soares ficou com os 49% restantes

Leia MaisDetails
Terras Raras Concentram Cerca De 42% Dos Valores Mapeados, Enquanto Grupos Chineses Ampliam Presença E Grandes Mineradoras Reduzem Exposição A Ativos Fora De Suas Prioridades-Gazeta Mercantil
Negócios

Fusões e aquisições na mineração somam US$ 8,2 bi e terras raras concentram 42%

A mineração brasileira atravessa uma forte reacomodação de capital, impulsionada pela disputa internacional por minerais estratégicos e pela revisão dos portfólios de grandes grupos do setor. Fusões e...

Leia MaisDetails
Tiktok Shop Cresce 102 Vezes No Brasil E Entra Na Estratégia De Grandes Marcas - Gazeta Mercantil
Negócios

TikTok Shop cresce 102 vezes no Brasil e entra na estratégia de grandes marcas

Plataforma transforma influenciadores em vendedores e vídeos em lojas virtuais

Leia MaisDetails
Hotel Rosewood - Gazeta Mercantil
Negócios

Cidade Matarazzo projeta superar R$ 1,5 bilhão em movimentação em 2026

Com mais de R$ 3 bilhões investidos, complexo Mata São Paulo, no Cidade Matarazzo, reúne hotel, restaurantes, arte, moda e novas atrações na Bela Vista

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

20:50:24
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Leia MaisDetails
Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Leia MaisDetails
Nunes Marques - Gazeta Mercantil
Política

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP