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SPFW 30 anos: como a moda brasileira conquista o mundo e transforma economia e cultura

por Redação
13/10/2025 às 18h12
em Moda, Destaque, Lifestyle, Notícias
Spfw 30 Anos: Como A Moda Brasileira Conquista O Mundo E Transforma Economia E Cultura - Gazeta Mercantil - Moda

SPFW 30 anos: internacionalização e impacto da moda brasileira no mundo

A São Paulo Fashion Week (SPFW) chega à sua 60ª edição, celebrando 30 anos de história e consolidando a moda brasileira como referência global. Entre os dias 13 e 20 de outubro, o evento se transforma em vitrine criativa e motor econômico, reunindo estilistas, marcas, investidores e imprensa internacional para reforçar a importância do Brasil no cenário global da moda.

Mais do que uma semana de desfiles, a SPFW é um ecossistema estratégico que combina economia, cultura, inovação e sustentabilidade, mantendo-se como a única semana de moda no Hemisfério Sul com trajetória ininterrupta desde sua criação. O evento envolve mais de 10 mil profissionais, movimenta a cadeia produtiva e gera um impacto econômico estimado em R$ 1,5 bilhão por edição.


Paulo Borges e a missão cumprida da SPFW

Idealizador do evento, Paulo Borges destaca a importância da visão de longo prazo: “Dizia que precisaríamos de 30 anos para construir reputação e história. Hoje, podemos dizer: ‘cumprimos nossa missão’”. No entanto, ele ressalta que os 30 anos marcam um ponto de partida para novos desafios, incluindo a internacionalização da moda nacional.

“O mundo quer o Brasil novamente”, afirma Borges, revelando que delegações da Itália e França já confirmaram presença. Recentemente, ele visitou Moscou para convidar players globais do setor a participar da SPFW60, reforçando a estratégia de expansão internacional.


Inovação e sustentabilidade em evidência

A edição de outubro contará com quatro exposições, incluindo uma dedicada à bioeconomia, reunindo startups e institutos para apresentar matérias-primas sustentáveis. Borges enfatiza que a SPFW busca mostrar que a moda pode avançar em inovação e escala, mesmo sem ser 100% sustentável:

“Estamos reunindo matérias-primas sustentáveis ou de baixo impacto, mostrando de onde vêm, com vídeos, microscópios e a criação de looks a partir dessas matérias-primas.”

A intenção é educar o público e o setor sobre o potencial da moda brasileira de aliar responsabilidade ambiental e criatividade, fortalecendo a imagem do país como líder em inovação sustentável.


Conexão com a cidade e ações culturais

Além dos desfiles tradicionais, a SPFW60 se expande para a cidade de São Paulo, ocupando espaços como Minhocão e Rua Augusta. O projeto Vitrines SPFW30ANOS+Ritz, na fachada do restaurante Ritz, exibe looks históricos da SPFW, atualizados semanalmente, reforçando a conexão com a população e a cultura local da moda.

Essa interação reforça a presença do evento fora das passarelas, tornando a cidade um território criativo e educativo, ao mesmo tempo em que promove a valorização do patrimônio cultural e do mercado da moda.


Line-up: retornos e novidades na SPFW 30 anos

O line-up da SPFW 30 anos traz o retorno de nomes consagrados, como Amir Slama, Flávia Aranha e Ronaldo Fraga, e apresenta estreias promissoras, como a coleção de roupas da marca Chapéus Davi Ramos e a nova proposta Uó, assinada por Marcelo Sommer. Ao todo, são 35 desfiles programados, reforçando a diversidade, prestígio e força do evento no calendário nacional e internacional.

Projetos sociais e de inclusão também ganham destaque, como:

  • Sou de Algodão: promove o uso consciente do algodão brasileiro.

  • Cria Costura: capacita novos talentos da periferia.

  • Mercado Livre Moda: conecta criadores independentes a plataformas de e-commerce.

Essas iniciativas fortalecem a responsabilidade social e a inclusão produtiva, alinhando moda, economia e impacto cultural.

Programação completa do SPFW 30 anos

13 de outubro

  • 11h: João Pimenta

  • 15h: Gloria Coelho

  • 20h: Ronaldo Fraga

14 de outubro

  • 10h30: Flávia Aranha

  • 12h30: Patricia Vieira

  • 17h: Força

15 de outubro

  • 12h30: Lilly Sarti

16 de outubro

  • 10h30: À La Garçonne

  • 15h: Meninos Rei

  • 16h: Marina Bitu

  • 17h30: Leandro Castro

  • 18h30: Catarina Mina

  • 19h30: Dario Mittmann

  • 20h30: Handred

17 de outubro

  • 15h: Sau

  • 16h: Foz

  • 18h: Normando

  • 20h30: Bold Strap

18 de outubro

  • 14h: Herchcovitch; Alexandre

  • 15h30: Rafael Caetano

  • 18h: Ateliê Mão de Mãe

  • 19h: Santa Resistência

  • 20h: Dendezeiro

  • 21h20: Uó por Marcelo Sommer

19 de outubro

  • 11h: Angela Brito

  • 15h: David Lee

  • 16h30: Davi Ramos

  • 18h: Amir Slama

  • 19h: Fauve

  • 20h30: Led

20 de outubro

  • 14h: Gustavo Silvestre

  • 15h30: Weider Silveiro

  • 18h30: Apartamento 03

  • 19h30: Martins

  • 20h30: Lino Villaventura

Estilistas em foco na SPFW60

Abrindo a programação, João Pimenta e Gloria Coelho apresentam coleções que refletem a diversidade da moda brasileira. João Pimenta mistura alfaiataria e referências urbanas e de gênero fluido, enquanto Gloria Coelho explora tecnologia, minimalismo e formas arquitetônicas, destacando inovação e futurismo.

Esses desfiles ilustram a maturidade do evento e a capacidade da moda nacional de dialogar com tendências globais, mantendo identidade cultural e relevância internacional.


A trajetória e impacto da SPFW

Desde sua criação em 1995, a SPFW precisou superar desafios relacionados à autopercepção da moda nacional. Borges lembra que, inicialmente, havia um ceticismo sobre o potencial criativo brasileiro. Ao longo de três décadas, o evento projetou estilistas no mercado global e transformou a maneira como a mídia cobre a moda, integrando-se a editorias de negócios, cultura e comportamento.

Pilares como diversidade e sustentabilidade foram incorporados à estratégia: desde 2020, metade do casting dos desfiles é formado por modelos afrodescendentes e indígenas, ampliando a representatividade e abrindo espaço para novos perfis de consumo.

Em 2006, a SPFW tornou-se carbono zero, compensando emissões por meio de reflorestamento na Mata Atlântica, consolidando a sustentabilidade como parte do DNA do evento.


Moda como economia e educação

Para Paulo Borges, a SPFW vai além da moda: é uma plataforma de economia, educação e cultura. O setor emprega 75% de mulheres e é uma das três maiores indústrias do país, movimentando desde tecelagens até turismo e mídia.

Além disso, o evento impactou a educação: de apenas duas faculdades de moda no Brasil, o país passou a ter mais de 200 cursos, criando carreiras, profissões e ecossistemas inteiros. Modelos como Gisele Bündchen se tornaram referências globais após passarem pelo evento, demonstrando a força da SPFW como incubadora de talentos.

Tags: desfiles SPFWdiversidade na modaeconomia da modaLifestylemodamoda brasileira internacionalPaulo BorgesSão Paulo Fashion WeekSPFW 30 anosSPFW60sustentabilidade na modatendências de moda

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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