As taxas dos tÃtulos públicos negociados no Tesouro Direto voltaram a apresentar nÃveis reduzidos nesta quinta-feira (22), em meio à aproximação do segundo turno das eleições presidenciais e à expectativa dos investidores sobre o futuro da polÃtica econômica brasileira. O movimento ganhou destaque no Tesouro Renda+ 2065, cuja remuneração indicativa ficou próxima de IPCA mais 6,4% ao ano, abaixo dos 6,89% registrados no último pregão anterior ao primeiro turno. A redução dos juros elevou expressivamente o valor de mercado do papel, com valorização bruta indicativa de aproximadamente 24,9% no perÃodo.
O preço unitário utilizado na comparação passou de R$ 209,30 para R$ 261,42, conforme as cotações apresentadas no levantamento divulgado nesta quinta-feira. A diferença de R$ 52,12 corresponde a uma valorização de 24,90%, considerando exclusivamente os preços informados, sem dedução de impostos, despesas de custódia e eventuais diferenças entre valores de compra e recompra. O resultado demonstra a sensibilidade dos tÃtulos de longo prazo à s oscilações das taxas de juros, especialmente quando o prazo de recebimento dos recursos se estende por várias décadas.
O desempenho ocorre em um ambiente de intensa atenção à s pesquisas eleitorais, à evolução da inflação e à s perspectivas para a taxa Selic. Os agentes financeiros avaliam como as propostas fiscais dos candidatos poderão influenciar o endividamento público, a confiança na economia e o custo de financiamento do governo. Entretanto, a coincidência entre a movimentação das taxas e a disputa presidencial não permite atribuir toda a valorização dos tÃtulos a mudanças nas expectativas sobre o resultado da eleição.
A queda dos juros futuros também pode refletir fatores como desaceleração da atividade econômica, perspectivas de redução da Selic e alterações nas condições financeiras internacionais. Essa combinação torna a análise dos tÃtulos públicos mais complexa do que uma simples associação entre o desempenho de determinado candidato e o comportamento das taxas de mercado.
Renda+ 2065 registra queda de 50 pontos-base na taxa real
A principal mudança observada no Tesouro Renda+ 2065 ocorreu na remuneração real oferecida aos novos investidores. No último pregão antes do primeiro turno, realizado em 2 de outubro, a taxa de referência estava em IPCA mais 6,89% ao ano. No fechamento de 5 de outubro, primeiro pregão depois da votação, havia recuado para IPCA mais 6,42%.
Na tarde desta quinta-feira, o levantamento de mercado indicou remuneração próxima de IPCA mais 6,39%, enquanto a tabela de ofertas apresentava aproximadamente 6,40% ao ano. A diferença de um ponto-base pode decorrer do horário de atualização e do arredondamento das cotações. Em relação à taxa de 6,89%, o recuo acumulado é de aproximadamente 50 pontos-base, equivalentes a meio ponto percentual.
A comparação com o fechamento de 5 de outubro revela outro aspecto importante: daquele momento até a cotação de 6,39%, a redução adicional foi de apenas três pontos-base. Isso indica que parcela relevante do movimento acumulado de outubro ocorreu na transição entre o último pregão anterior ao primeiro turno e o primeiro pregão posterior à votação. A trajetória não representa uma queda contÃnua e uniforme das taxas ao longo de todas as sessões.
A movimentação também apresentou reversões intermediárias. Em 15 e 16 de outubro, diversos tÃtulos prefixados e atrelados à inflação registraram elevação de suas taxas, refletindo ajustes de expectativas e a volatilidade observada nos mercados. Na semana seguinte, parte dessas altas foi devolvida, em um ambiente novamente influenciado por pesquisas eleitorais e pelo comportamento dos juros internacionais.
A oscilação revela que a percepção de risco dos investidores pode mudar rapidamente. Mesmo quando a tendência acumulada aponta para redução das taxas, movimentos contrários podem ocorrer em poucos pregões. Para quem utiliza tÃtulos públicos como estratégia de negociação antes do vencimento, essas alterações podem representar ganhos ou perdas significativas.
Como a queda dos juros provocou valorização de quase 25%
O mecanismo que explica a valorização do Tesouro Renda+ 2065 é conhecido como marcação a mercado. Os preços dos tÃtulos públicos são atualizados de acordo com as condições de negociação e com as taxas de juros exigidas pelos investidores. Quando a remuneração oferecida pelo mercado diminui, o preço de tÃtulos existentes com condições mais favoráveis tende a subir.
No caso de um papel que remunera o investimento pela inflação acrescida de uma taxa real, a queda do retorno exigido pelos compradores aumenta o valor presente de seus pagamentos futuros. Esse efeito costuma ser mais intenso nos tÃtulos com prazos elevados. Quanto maior a duração financeira do papel, maior tende a ser sua sensibilidade à s variações das taxas, mantidos os demais fatores constantes.
O Tesouro Renda+ 2065 possui uma estrutura de pagamentos especialmente longa. O investidor acumula recursos até o inÃcio do perÃodo de conversão em renda, previsto para 2065, e depois recebe 240 parcelas mensais ao longo de 20 anos, corrigidas pelo IPCA. O último pagamento ocorrerá em dezembro de 2084, de acordo com o fluxo financeiro do tÃtulo.
Essa estrutura faz com que parte relevante dos pagamentos esteja distante no tempo. Pequenas alterações na taxa utilizada para descontar esses valores podem produzir diferenças expressivas no preço atual. Por essa razão, o Renda+ 2065 apresenta comportamento mais volátil do que instrumentos de renda fixa com vencimentos próximos.
O aumento de R$ 209,30 para R$ 261,42 representa, em termos estritamente ilustrativos, uma valorização bruta de aproximadamente R$ 249 para cada R$ 1.000 inicialmente aplicados, caso a mesma proporção seja observada na posição do investidor. O cálculo não inclui custos, impostos, eventuais diferenças de cotação ou restrições de resgate. Também não significa que o investidor necessariamente conseguiria transformar essa valorização em dinheiro imediatamente.
É importante diferenciar a rentabilidade acumulada da posição de uma taxa contratada para novos aportes. O investidor que comprou anteriormente um tÃtulo com taxa real de 6,89% não passa automaticamente a receber apenas 6,39% se mantiver sua posição conforme as condições originais. A nova taxa influencia o preço de negociação do papel e a remuneração oferecida a quem realiza uma aquisição naquele momento.
Carência de 60 dias impede resgate imediato de tÃtulos recém-comprados
A valorização registrada em outubro exige uma ressalva operacional relevante. Diferentemente de outros tÃtulos públicos que permitem solicitação de venda antecipada observadas as regras gerais do programa, o Tesouro Renda+ possui carência de 60 dias a partir da liquidação de cada compra. Durante esse intervalo, o investidor não pode efetuar o resgate antecipado da posição adquirida.
Isso significa que alguém que tenha comprado o Renda+ 2065 no inÃcio de outubro pode verificar aumento expressivo no valor de mercado de seu investimento, mas não necessariamente realizar esse ganho antes do segundo turno. O prazo de carência impede que a valorização observada seja automaticamente convertida em lucro disponÃvel para saque. Quando o resgate estiver permitido, as condições de mercado poderão ser diferentes.
O cálculo financeiro também precisa considerar a diferença entre o preço utilizado para adquirir um tÃtulo e aquele oferecido pelo Tesouro Nacional na recompra. As cotações de entrada e saÃda não são necessariamente idênticas, e sua comparação influencia a rentabilidade efetiva. Dessa forma, a simples variação de dois preços de referência não equivale ao resultado lÃquido de uma operação concluÃda.
Além disso, a tributação e as despesas aplicáveis podem reduzir o retorno. O programa possui uma tabela especÃfica de cobrança de custódia para resgates antecipados do Renda+, enquanto a tributação pelo Imposto de Renda segue as regras incidentes sobre os rendimentos de tÃtulos públicos. A taxa aplicável depende das condições e do prazo da operação.
O Tesouro Nacional informa que o Renda+ oferece condições diferenciadas de custódia para investidores que mantêm o tÃtulo durante todo o perÃodo de recebimento. Dentro dos limites estabelecidos, a renda mensal pode ficar isenta da cobrança da B3. Esse benefÃcio, entretanto, não deve ser confundido com isenção geral de Imposto de Renda.
A caracterÃstica central do produto continua sendo a formação de uma renda complementar para a aposentadoria. Sua utilização em operações de curto prazo envolve riscos adicionais, justamente porque o objetivo original é acumular recursos durante muitos anos antes do inÃcio dos pagamentos mensais.
IPCA+ 2050 e IPCA+ 2040 também avançam
A valorização observada no Renda+ 2065 não foi um fenômeno isolado. O levantamento divulgado nesta quinta-feira também apontou ganhos acumulados próximos de 14% no Tesouro IPCA+ 2050 e de 9,8% no Tesouro IPCA+ 2040, utilizando como referência o perÃodo anterior ao primeiro turno. Os percentuais reforçam a influência da queda dos juros reais sobre os preços de tÃtulos de vencimento mais longo.
A diferença de desempenho entre esses papéis está relacionada, entre outros fatores, à duração financeira de cada fluxo de pagamentos. Embora todos estejam vinculados à inflação, seus vencimentos e estruturas de remuneração apresentam caracterÃsticas distintas. Por isso, uma alteração de mesma magnitude nas taxas de mercado não produz necessariamente variações percentuais iguais nos preços.
No levantamento da tarde de 22 de outubro, o Tesouro IPCA+ 2040 oferecia aproximadamente IPCA mais 6,55% ao ano, enquanto o Tesouro IPCA+ 2050 apresentava taxa próxima de IPCA mais 6,51%. O Renda+ 2065, por sua vez, aparecia em torno de IPCA mais 6,40%. As diferenças refletem a estrutura de cada instrumento, os vencimentos e as condições especÃficas de negociação.
O investidor que pretende manter os tÃtulos até os pagamentos previstos deve analisar a remuneração real pactuada no momento da aquisição e o fluxo financeiro correspondente. Já quem considera vender antecipadamente precisa avaliar também a volatilidade do preço e o risco de reversão das taxas. As duas estratégias possuem objetivos e perfis de risco diferentes.
Confira as taxas indicativas do Tesouro Direto em 22 de outubro
As taxas divulgadas na tarde desta quinta-feira mostram remunerações distintas entre tÃtulos prefixados, vinculados à inflação e associados à Selic. Os valores apresentados abaixo correspondem à s referências do levantamento de 22 de outubro, publicado à s 16h15, e não representam necessariamente as taxas disponÃveis em todas as negociações do dia. O histórico oficial consultado não permitiu confirmar individualmente todas as cotações dessa sessão.
| TÃtulo | Rentabilidade indicativa |
|---|---|
| Tesouro Selic 2031 | Selic + 0,0987% a.a. |
| Tesouro Prefixado 2029 | 12,76% a.a. |
| Tesouro Prefixado 2032 | 12,90% a.a. |
| Tesouro Prefixado 2037, juros semestrais | 12,92% a.a. |
| Tesouro IPCA+ 2032 | IPCA + 6,80% a.a. |
| Tesouro IPCA+ 2040 | IPCA + 6,55% a.a. |
| Tesouro IPCA+ 2050 | IPCA + 6,51% a.a. |
| Tesouro IPCA+ 2045, juros semestrais | IPCA + 6,58% a.a. |
| Tesouro Renda+ 2030 | IPCA + 6,62% a.a. |
| Tesouro Renda+ 2040 | IPCA + 6,48% a.a. |
| Tesouro Renda+ 2050 | IPCA + 6,41% a.a. |
| Tesouro Renda+ 2060 | IPCA + 6,40% a.a. |
| Tesouro Renda+ 2065 | IPCA + 6,40% a.a. |
| Tesouro Educa+ 2030 | IPCA + 6,77% a.a. |
| Tesouro Educa+ 2040 | IPCA + 6,54% a.a. |
| Tesouro Educa+ 2044 | IPCA + 6,51% a.a. |
Os números mostram que a escolha de um investimento no Tesouro Direto não depende apenas da taxa nominal ou real apresentada. O prazo necessário para utilização do dinheiro, a forma de pagamento e a possibilidade de oscilação do preço antes do vencimento são igualmente importantes. Uma taxa mais elevada não torna automaticamente determinado papel mais adequado para todos os investidores.
Também é necessário distinguir taxa de rentabilidade e valor mÃnimo de aplicação. O Tesouro permite a aquisição de frações de tÃtulos, o que facilita a entrada de pequenos investidores, mas o baixo valor inicial não reduz a volatilidade percentual dos papéis de longa duração. Uma posição de pequeno valor pode sofrer oscilações proporcionais semelhantes à s observadas por investidores com aplicações maiores no mesmo instrumento.
Eleições influenciam expectativas, mas juros dependem também da economia
A proximidade do segundo turno presidencial ampliou a atenção dos investidores à s propostas econômicas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). As campanhas apresentam diferenças sobre polÃtica fiscal, revisão das despesas, estrutura administrativa e gestão de ativos públicos. Essas propostas podem influenciar expectativas futuras de endividamento, inflação e juros.
Parte dos agentes financeiros interpreta determinadas pesquisas eleitorais como sinais de possÃveis alterações na condução da polÃtica econômica. Entretanto, movimentos de mercado observados durante campanhas são influenciados por expectativas ainda sujeitas a mudanças. O resultado efetivo das eleições, a composição do Congresso e as decisões posteriores de governo continuam determinantes para a execução de qualquer programa econômico.
Também não existe relação automática entre a vantagem de um candidato em uma pesquisa e a queda das taxas dos tÃtulos públicos. Os juros brasileiros podem reagir a mudanças nas taxas dos tÃtulos do Tesouro dos Estados Unidos, no preço do petróleo, na cotação do dólar e nas expectativas sobre inflação. A avaliação de risco fiscal constitui apenas um dos componentes dessa formação de preços.
O comportamento dos tÃtulos durante outubro ilustra essa multiplicidade de fatores. A queda expressiva na transição entre o primeiro e o segundo turno foi acompanhada de perÃodos de recuperação das taxas e de novas reduções em sessões posteriores. O resultado acumulado reflete a interação entre expectativas domésticas e condições financeiras internacionais.
O mercado também observa o comportamento da inflação brasileira. A última ata do Comitê de PolÃtica Monetária, divulgada pelo Banco Central em setembro, destacou que as expectativas inflacionárias permaneciam acima da meta de 3%. A autoridade monetária reduziu a Selic para 13,75% ao ano naquela reunião, mas reiterou que novas decisões dependeriam da evolução dos indicadores econômicos e da avaliação dos riscos.
A manutenção de expectativas inflacionárias elevadas pode limitar o espaço para cortes mais acelerados dos juros. Em sentido contrário, uma desaceleração mais intensa da atividade econômica pode reforçar a perspectiva de flexibilização monetária. Essas forças afetam a curva de juros e, consequentemente, os preços dos tÃtulos públicos.
Focus indica Selic de 12% e inflação de 4,32% para 2027
O relatório Focus divulgado pelo Banco Central em 19 de outubro oferece uma referência adicional para compreender o ambiente de renda fixa. A mediana das projeções do mercado apontava Selic de 13,25% ao final de 2026 e de 12% ao término de 2027. Para 2028, a estimativa permanecia em 10,50% ao ano.
As expectativas para o IPCA indicavam inflação de 5,22% em 2026 e de 4,32% em 2027. Embora representem uma desaceleração em relação ao ano corrente, os valores continuavam acima do centro da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. O cenário mantém relevante a remuneração real oferecida pelos tÃtulos indexados ao IPCA.
O levantamento também mostrou redução da expectativa de crescimento do PIB de 2027, de 1,40% para 1,32%. A combinação de atividade mais fraca e inflação persistente cria desafios para a polÃtica monetária. O Banco Central precisa equilibrar os sinais de desaceleração econômica com a necessidade de assegurar a convergência dos preços à meta.
Para os tÃtulos prefixados, uma trajetória de redução da Selic tende a aumentar a atratividade dos papéis que oferecem taxas fixas mais altas, desde que as condições de risco permaneçam compatÃveis. Entretanto, o resultado financeiro de uma venda antecipada continuará condicionado à taxa de mercado vigente naquele momento. Uma deterioração das expectativas fiscais ou inflacionárias pode elevar os juros futuros, produzindo desvalorização dos preços.
Nos tÃtulos indexados à inflação, o investidor contratado recebe a variação do IPCA acrescida da taxa real definida na aquisição, observada a estrutura de pagamentos de cada papel. Essa caracterÃstica oferece proteção contra a perda de poder de compra no horizonte contratual. Antes dos pagamentos previstos, contudo, a marcação a mercado pode provocar oscilações expressivas no valor da posição.
Queda dos juros pode favorecer investidores antigos e reduzir taxas de novas compras
O movimento recente produz efeitos diferentes para quem já possui tÃtulos e para quem pretende iniciar uma aplicação. Investidores que adquiriram papéis de longa duração quando as taxas estavam mais elevadas podem observar valorização do patrimônio marcado a mercado. Já os novos compradores passam a contratar remunerações reais ou prefixadas menores quando as taxas de entrada recuam.
Essa relação inversa constitui uma das caracterÃsticas fundamentais do mercado de renda fixa. A redução dos juros é favorável ao preço de tÃtulos existentes, mas diminui o retorno contratado por quem ingressa nas novas condições. O efeito não significa necessariamente que investir após uma queda seja uma decisão inadequada, pois a escolha depende do objetivo, do prazo e das expectativas individuais.
Em tÃtulos longos, a questão ganha especial importância porque uma nova elevação das taxas pode devolver parte relevante dos ganhos recentes. O investidor que acompanha apenas a valorização passada corre o risco de desconsiderar a possibilidade de perdas futuras. O Tesouro Nacional ressalta expressamente que o resgate antecipado ocorre a preços de mercado, sujeitos a condições diferentes daquelas pactuadas na compra.
O Renda+ 2065 evidencia esse comportamento. A valorização bruta indicativa de 24,9% em outubro chama atenção, mas a longa duração financeira e a carência de 60 dias tornam o produto diferente de um instrumento destinado a negociações imediatas. Seu principal objetivo é a acumulação de recursos para recebimento de renda mensal durante a aposentadoria.
Com o segundo turno marcado para 25 de outubro, os próximos pregões poderão apresentar novas oscilações das taxas, dependendo do resultado eleitoral, das expectativas fiscais e das condições de mercado. A trajetória recente demonstra o potencial de valorização dos tÃtulos públicos em perÃodos de queda dos juros, mas também reforça a necessidade de avaliar riscos, custos e liquidez antes de tomar decisões de investimento.
O desempenho observado nesta quinta-feira representa, portanto, um movimento relevante de reprecificação dos tÃtulos de longo prazo, não uma garantia de continuidade da valorização. Para investidores, o fator decisivo será compreender se o horizonte de aplicação é compatÃvel com o fluxo de pagamentos do tÃtulo e com a volatilidade que pode ocorrer antes do recebimento dos recursos.
Fontes
Tesouro Nacional — Histórico de Preços e Taxas do Tesouro Direto e base pública de preços e taxas dos tÃtulos ofertados.
Tesouro Direto — Regras e Regulamento, incluindo marcação a mercado, condições de resgate, custos de custódia e funcionamento dos tÃtulos públicos.
Tesouro Direto — Documentação técnica do Tesouro Renda+ e metodologia de cálculo da rentabilidade dos tÃtulos NTN-B1.
Banco Central do Brasil — Ata da 281ª reunião do Comitê de PolÃtica Monetária, realizada em setembro de 2026.
Banco Central do Brasil — Relatório de PolÃtica Monetária de setembro de 2026.
Banco Central do Brasil — Relatório Focus divulgado em 19 de outubro de 2026, com expectativas de inflação, Selic, PIB e câmbio.







