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UFSC lança questionário para mapear riscos psicossociais no trabalho

Iniciativa busca coletar dados sobre fatores que afetam bem-estar e saúde ocupacional de servidores, em meio às novas exigências da NR-01 sobre gestão de riscos no ambiente laboral

por Daniel Wicker - Repórter
07/05/2026 às 16h42 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h20
em Trabalho, Notícias
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A Universidade Federal de Santa Catarina lançou um questionário online para mapear fatores que impactam o bem-estar e a saúde ocupacional das pessoas que trabalham na instituição. A iniciativa é conduzida pelo Laboratório Fator Humano, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, e integra o projeto institucional “Avaliação e Gestão de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho na UFSC”.

O levantamento foi solicitado pela Secretaria de Planejamento e Orçamento da universidade e tem como objetivo apoiar a construção de um sistema informatizado para coleta de dados, análise e gestão de relatórios sobre riscos psicossociais. A proposta é subsidiar decisões preventivas, aprimorar políticas internas e fortalecer ações de cuidado em saúde mental no ambiente de trabalho.

A participação no questionário é voluntária. Segundo a UFSC, as respostas serão tratadas de forma sigilosa pela equipe responsável, com preservação da confidencialidade das informações e respeito à privacidade dos participantes. O material coletado deverá ser usado de forma agregada para orientar diagnósticos institucionais e medidas de prevenção.

Questionário busca identificar fatores de risco no ambiente laboral

O questionário lançado pela UFSC pretende coletar percepções sobre aspectos do trabalho que podem afetar a saúde mental, física e social dos servidores. Entre os fatores que entram nesse tipo de avaliação estão sobrecarga de tarefas, pressão excessiva, estresse ocupacional, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia, falhas de comunicação e condições organizacionais adversas.

Esses elementos são conhecidos como fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. Eles não se limitam a riscos físicos, químicos ou biológicos, tradicionalmente associados à segurança ocupacional. Envolvem também a forma como o trabalho é organizado, distribuído, cobrado e vivenciado pelas pessoas.

A coleta de dados por meio de questionário é uma etapa inicial para identificar padrões. Quando respostas de diferentes setores são analisadas de forma agregada, a instituição pode observar onde há maior incidência de riscos, quais fatores aparecem com mais frequência e quais áreas exigem atenção preventiva.

No caso da UFSC, o levantamento deve contribuir para o desenvolvimento de uma ferramenta digital de avaliação e gestão desses riscos, com foco no contexto do setor público.

Projeto prevê sistema informatizado para gestão preventiva

A iniciativa integra um projeto institucional mais amplo. A UFSC pretende desenvolver um sistema informatizado capaz de dar suporte à coleta de informações, análise de dados e emissão de relatórios. A meta é estruturar uma base técnica para que gestores possam tomar decisões com maior precisão.

Esse tipo de sistema pode permitir a classificação de níveis de risco, o acompanhamento de indicadores e a definição de ações preventivas. A proposta mencionada pela universidade envolve a construção de um protótipo digital voltado à avaliação de fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.

Segundo a UFSC, o desenvolvimento do sistema segue etapas integradas. A primeira é a definição do problema, com identificação da lacuna tecnológica na gestão de riscos psicossociais. A segunda é a construção do modelo, com definição de indicadores, limites e critérios para classificação dos níveis de risco.

Depois, vem a implementação da solução, com desenvolvimento do software, integração dos fluxos de informação e testes piloto. Por fim, a etapa de avaliação e refinamento busca validar a usabilidade, analisar os indicadores gerados e realizar ajustes para ampliar a precisão e a utilidade dos resultados.

NR-01 amplia pressão por gestão de riscos psicossociais

O projeto ganha relevância em meio às mudanças recentes na Norma Regulamentadora nº 01. A NR-01 estabelece disposições gerais, conceitos e diretrizes para o gerenciamento de riscos ocupacionais e medidas de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho.

A atualização da norma ampliou o foco sobre riscos psicossociais no ambiente laboral. O Ministério do Trabalho e Emprego tem tratado o tema como parte do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e do Programa de Gerenciamento de Riscos, reforçando a necessidade de identificar, avaliar e adotar medidas preventivas em relação a fatores que possam afetar a saúde dos trabalhadores.

A mudança representa uma alteração importante no tratamento institucional da saúde ocupacional. Durante muito tempo, políticas de segurança do trabalho foram associadas principalmente a acidentes físicos, equipamentos de proteção, exposição a agentes nocivos e ergonomia. A inclusão dos riscos psicossociais amplia essa visão para fatores organizacionais e relacionais.

No setor público, o desafio é relevante porque ambientes administrativos, acadêmicos e de atendimento podem reunir pressão por produtividade, conflitos hierárquicos, demandas emocionais, sobrecarga, relações interpessoais complexas e exposição a situações de assédio ou adoecimento.

Laboratório Fator Humano coordena metodologia

O projeto é coordenado pelo professor Roberto Moraes Cruz, responsável pelo Laboratório Fator Humano. O grupo foi acionado pela Secretaria de Planejamento e Orçamento da UFSC em razão de sua experiência no desenvolvimento de métodos e ferramentas para avaliação e gestão de riscos psicossociais.

A escolha de uma estrutura acadêmica especializada dá ao projeto um caráter técnico e metodológico. A avaliação de riscos psicossociais exige instrumentos adequados, critérios de análise e cuidado na interpretação dos dados, justamente porque envolve percepções subjetivas, condições organizacionais e fatores de saúde.

Em novembro de 2025, o Laboratório Fator Humano promoveu um workshop sobre fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. O evento discutiu estratégias de gestão e prevenção no contexto laboral e abordou mudanças na legislação federal, especialmente na NR-01. A iniciativa anterior serviu como etapa de debate e sensibilização sobre o tema dentro da universidade.

Durante a discussão, foram destacados fatores como estresse ocupacional, pressão excessiva, assédio moral, ausência de autonomia e sobrecarga de tarefas. Esses aspectos podem afetar significativamente a saúde mental e física das pessoas trabalhadoras.

Saúde mental passa a ocupar espaço central na gestão do trabalho

A iniciativa da UFSC reflete uma mudança mais ampla nas políticas de saúde ocupacional. A gestão do trabalho passou a considerar, com maior peso, aspectos psicológicos e sociais que interferem no bem-estar, no desempenho e na permanência dos trabalhadores.

Riscos psicossociais podem produzir impactos como ansiedade, depressão, esgotamento, afastamentos, queda de produtividade, conflitos internos e maior rotatividade. Em instituições públicas, esses efeitos também podem comprometer a qualidade do serviço prestado e a capacidade de planejamento administrativo.

A identificação precoce desses fatores permite que gestores adotem medidas preventivas antes que os problemas se transformem em adoecimento ou afastamento. Entre as possíveis respostas estão reorganização de processos, capacitação de lideranças, canais de escuta, políticas contra assédio, revisão de metas, melhora da comunicação e ações de promoção da saúde mental.

O questionário, portanto, funciona como instrumento de diagnóstico. Ele não resolve isoladamente os riscos, mas fornece informações para que a instituição compreenda onde estão os pontos de maior vulnerabilidade.

Sigilo das respostas é condição para adesão

A UFSC informou que as respostas ao questionário serão tratadas de forma sigilosa pela equipe responsável. Esse ponto é central para a qualidade do levantamento, já que avaliações sobre ambiente de trabalho, assédio, sobrecarga e relações institucionais dependem de confiança.

Quando o participante teme exposição ou retaliação, a tendência é que as respostas sejam menos precisas. Por isso, a garantia de confidencialidade é um requisito técnico e ético para pesquisas desse tipo.

A universidade também informou que as orientações estão disponíveis no próprio formulário. A participação é voluntária, e os dados devem ser utilizados para aperfeiçoar o sistema e fortalecer ações institucionais de prevenção e promoção da saúde.

Em levantamentos sobre riscos psicossociais, a análise coletiva costuma ser mais relevante do que a identificação individual. O objetivo é reconhecer padrões institucionais, e não expor casos específicos sem o devido tratamento.

Setor público busca ferramentas próprias de avaliação

Um dos diferenciais do projeto é a ênfase no setor público. A UFSC informa que o protótipo digital foi concebido para oferecer ferramentas mais adequadas à identificação e à administração de riscos psicossociais nesse contexto específico.

O ambiente público tem características próprias. Há estabilidade funcional, estruturas hierárquicas formais, regras administrativas rígidas, processos burocráticos, alta exposição a demandas sociais e, em universidades, convivência entre atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e atendimento.

Essas particularidades exigem instrumentos de avaliação que não reproduzam automaticamente modelos pensados para empresas privadas. A dinâmica de trabalho em universidades federais envolve docentes, técnicos administrativos, terceirizados, gestores, estudantes e diferentes unidades acadêmicas e administrativas.

Mapear riscos psicossociais nesse ambiente pode ajudar a identificar fatores associados a sobrecarga, conflitos de gestão, pressão por desempenho, acúmulo de funções e dificuldades de comunicação institucional.

Dados podem orientar políticas de prevenção na UFSC

Os resultados do questionário devem subsidiar ações futuras da universidade na área de saúde ocupacional. A partir da consolidação dos dados, a UFSC poderá produzir relatórios, identificar riscos prioritários e apoiar decisões preventivas.

A iniciativa também pode servir como base para aprimoramento do Programa de Gerenciamento de Riscos no âmbito institucional. A NR-01 reforça que a gestão de riscos ocupacionais deve envolver identificação de perigos, avaliação de riscos e adoção de medidas de prevenção.

No caso dos riscos psicossociais, as medidas podem envolver tanto mudanças organizacionais quanto ações de apoio aos trabalhadores. A efetividade dependerá da capacidade de transformar diagnóstico em plano de ação.

A construção de um sistema informatizado pode permitir que a universidade acompanhe indicadores ao longo do tempo, em vez de depender de levantamentos isolados. Isso torna a gestão mais contínua e facilita a avaliação de resultados das medidas implementadas.

Levantamento da UFSC reforça nova agenda da saúde ocupacional

O questionário lançado pelo Laboratório Fator Humano coloca a UFSC em uma agenda que vem ganhando força no país: a incorporação da saúde mental e dos riscos psicossociais à gestão formal do trabalho.

A iniciativa ocorre em momento de adaptação institucional às atualizações da NR-01 e de maior cobrança sobre prevenção de adoecimentos relacionados ao ambiente laboral. Para universidades e órgãos públicos, o desafio é desenvolver ferramentas capazes de reconhecer riscos que nem sempre aparecem em indicadores tradicionais de segurança.

Ao reunir dados sobre percepções de trabalhadores, a UFSC busca criar uma base para decisões preventivas, relatórios gerenciais e políticas internas de cuidado. A efetividade do projeto dependerá da adesão ao questionário, da qualidade da análise e da capacidade institucional de implementar medidas a partir dos resultados.

Tags: Laboratório Fator HumanoNR-01PGRPrograma de Gerenciamento de Riscosriscos psicossociaisRoberto Moraes Cruzsaúde mental no trabalhosaúde ocupacionalsegurança e saúde no trabalhoservidores públicostrabalhoUFSCuniversidade pública

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Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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