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Dia das Mães deve elevar fluxo em shoppings e ampliar gastos dos consumidores em 2026

Pesquisa aponta preferência por lojas físicas, tíquete médio entre R$ 100 e R$ 300 e maior disposição de compra para a segunda data mais relevante do varejo

por Ana Luiza Farias - Repórter de Negócios e Empreendedorismo
07/05/2026 às 20h44 - Atualizado em 14/05/2026 às 16h56
em Negócios, Notícias
Pesquisa Aponta Preferência Por Lojas Físicas, Tíquete Médio Entre R$ 100 E R$ 300 E Maior Disposição De Compra Para A Segunda Data Mais Relevante Do Varejo - Gazeta Mercantil

O Dia das Mães de 2026 deve impulsionar o movimento nos shopping centers e ampliar os gastos dos consumidores, segundo levantamento realizado pela SYN com 5.520 frequentadores dos shoppings Cidade São Paulo, Tietê Plaza, Grand Plaza e Metropolitano Barra. A pesquisa indica que 65% dos entrevistados pretendem comprar presentes em lojas físicas, enquanto apenas 8% afirmam optar exclusivamente pelo ambiente online. O resultado reforça a relevância dos centros comerciais em datas comemorativas e mostra que a experiência presencial segue como fator decisivo para parte expressiva do consumo.

A data, tradicionalmente uma das mais importantes para o varejo brasileiro, deve ter impacto direto sobre lojas, restaurantes, praças de alimentação e serviços instalados nos shoppings. De acordo com a pesquisa, 75% dos consumidores pretendem comprar presentes para o Dia das Mães neste ano. Outros 17% disseram que não devem presentear, enquanto 8% ainda estavam indecisos no momento da consulta.

O levantamento também aponta um consumidor mais disposto a gastar em 2026. Cerca de 35% dos entrevistados afirmaram que pretendem desembolsar mais do que no ano passado. Apenas 9% planejam reduzir os gastos. Para 52% dos consumidores, o tíquete médio esperado ficará entre R$ 100 e R$ 300, faixa que concentra parte relevante das compras de presentes em categorias como beleza, moda, calçados, perfumaria, chocolates e joias.

Lojas físicas mantêm força em data de apelo familiar

A preferência pelas lojas físicas mostra que, apesar do avanço do comércio eletrônico, o varejo presencial continua ocupando posição estratégica nas datas comemorativas. No Dia das Mães, a escolha do presente costuma envolver comparação de produtos, avaliação de qualidade, troca de sugestões e necessidade de entrega imediata, fatores que favorecem os shopping centers.

A possibilidade de ver o produto pessoalmente ainda pesa na decisão de compra. Em segmentos como vestuário, calçados, beleza e perfumaria, o contato direto com o item pode reduzir dúvidas e aumentar a segurança do consumidor. Para o varejo físico, esse comportamento é relevante porque reforça o papel da loja como espaço de conversão, não apenas como vitrine.

Outro ponto que favorece os shoppings é a concentração de marcas em um mesmo ambiente. O consumidor que ainda não definiu o presente pode circular entre diferentes categorias e comparar preços, condições de pagamento e promoções. Esse fluxo tende a beneficiar não apenas lojas de maior apelo para a data, mas também operações de alimentação e serviços.

A pesquisa da SYN mostra que apenas uma parcela minoritária pretende comprar exclusivamente pela internet. Isso não significa perda de importância do digital, mas indica que a jornada de compra permanece híbrida. Muitos consumidores pesquisam preços, modelos e marcas online antes de concluir a compra no ponto físico.

Tíquete médio reforça peso da data para o varejo

O tíquete médio previsto entre R$ 100 e R$ 300 para 52% dos entrevistados sinaliza uma data relevante para o varejo, especialmente em categorias de consumo recorrente e presentes de valor intermediário. Essa faixa favorece segmentos que combinam preço acessível, apelo emocional e variedade de opções.

Itens de beleza, vestuário, calçados e perfumaria aparecem entre os mais procurados. Essas categorias costumam concentrar boa parte das vendas no Dia das Mães porque oferecem ampla variedade de preços e permitem escolhas personalizadas. Chocolates e joias também aparecem entre as opções citadas, ampliando o potencial de consumo em diferentes faixas de renda.

A disposição de 35% dos entrevistados de gastar mais do que no ano anterior indica um ambiente mais favorável para o comércio em 2026. Ainda que o cenário de consumo siga influenciado por renda, crédito, inflação e endividamento das famílias, a data tende a estimular compras pontuais, impulsionadas pelo apelo afetivo.

Para os shoppings, o aumento do gasto médio pode ter efeito relevante sobre o desempenho das lojas. Datas comemorativas funcionam como períodos de concentração de vendas e ajudam a compensar meses de menor movimento. O Dia das Mães, em particular, costuma ser uma das principais datas do primeiro semestre para o varejo.

Compra de última hora deve ampliar fluxo na semana da data

O comportamento de compra de última hora é outro fator que deve contribuir para o aumento do movimento nos shopping centers. Segundo o levantamento, metade dos consumidores deixa para comprar os presentes na semana que antecede o Dia das Mães.

A pesquisa mostra ainda que 30,7% afirmam se planejar com mais de 15 dias de antecedência. Já 6,9% compram na véspera ou no próprio dia da celebração. Esse padrão de consumo concentra o fluxo nas lojas em poucos dias e exige preparo operacional dos varejistas.

Para os lojistas, a compra de última hora pode elevar vendas, mas também aumenta a necessidade de estoque, equipe reforçada e agilidade no atendimento. Em datas de alto movimento, a experiência do consumidor pode ser determinante para a conversão da venda, especialmente quando há comparação rápida entre lojas.

Os shopping centers também tendem a se beneficiar desse comportamento. A compra próxima à data favorece locais com ampla oferta de produtos, estacionamento, alimentação e serviços em um mesmo espaço. Para consumidores indecisos, o shopping funciona como solução prática e rápida.

O movimento adicional pode ainda impulsionar segmentos que não estão diretamente ligados ao presente. Cafeterias, restaurantes, cinemas, quiosques e operações de conveniência podem capturar parte do fluxo gerado pela data.

Promoções e experiências influenciam decisão de compra

As ações promocionais aparecem como elemento importante para estimular as vendas. Sorteios, brindes e promoções especiais foram apontados por 26% dos entrevistados como os principais atrativos dentro dos shoppings.

Esse dado mostra que o consumidor não avalia apenas o produto, mas também a experiência associada à compra. Em um ambiente competitivo, campanhas promocionais podem aumentar a permanência no shopping, incentivar compras adicionais e diferenciar centros comerciais em uma data de forte disputa pelo consumo.

A decoração temática também influencia a percepção do público. Ambientes preparados para o Dia das Mães reforçam o apelo emocional da data e podem estimular decisões de compra. Espaços promocionais de marcas e experiências imersivas completam a estratégia de atração.

Para administradoras de shopping centers, essas ações ajudam a transformar a data em evento de fluxo. O objetivo vai além da venda em uma única loja. A estratégia busca ampliar a circulação, gerar engajamento, aumentar o tempo de permanência e favorecer múltiplas operações.

No varejo físico, experiência e conveniência tornaram-se ativos importantes diante da concorrência do comércio eletrônico. A loja precisa oferecer mais do que disponibilidade de produto. Atendimento, ambientação, facilidade de troca, condições de pagamento e estímulo promocional ajudam a sustentar a preferência pelo consumo presencial.

Mais de uma homenageada amplia potencial de consumo

O levantamento também mostra que mais da metade dos consumidores pretende presentear mais de uma pessoa no Dia das Mães. Além da própria mãe, aparecem entre as homenageadas sogras, avós, irmãs e esposas.

Esse comportamento amplia o potencial de consumo por família. Em vez de uma compra única, parte dos consumidores monta cestas de presentes, combina itens de menor valor ou escolhe produtos diferentes para cada homenageada. Para o varejo, isso aumenta as oportunidades de venda cruzada.

Categorias como perfumaria, beleza e chocolates se beneficiam desse padrão porque permitem compras em diferentes faixas de preço. Já vestuário, calçados e joias tendem a capturar consumidores dispostos a gastar mais em presentes principais.

A multiplicidade de homenageadas também favorece promoções com kits, combos e descontos progressivos. Lojas que conseguem organizar ofertas por perfil de presente podem melhorar a conversão, especialmente entre consumidores que ainda não decidiram o que comprar.

Para os shoppings, esse comportamento reforça a importância de uma oferta diversificada. A presença de diferentes categorias em um mesmo ambiente permite que o consumidor resolva várias compras em uma única visita.

Cartão de crédito parcelado lidera preferência

Na forma de pagamento, o cartão de crédito parcelado lidera as preferências, sendo escolhido por 33,3% dos entrevistados. O dado reflete a relevância do crédito para o consumo em datas comemorativas, especialmente quando o tíquete médio se concentra entre R$ 100 e R$ 300.

O parcelamento continua sendo um instrumento importante para o varejo brasileiro. Ele permite ao consumidor diluir o gasto e viabilizar compras de maior valor. Para lojistas, pode funcionar como incentivo à conversão, embora também exija atenção a custos financeiros e condições negociadas com operadoras.

A preferência pelo parcelamento também indica que parte dos consumidores pretende equilibrar o presente com o orçamento doméstico. Mesmo em um cenário de maior disposição de gasto, a renda das famílias e o nível de endividamento seguem influenciando decisões de compra.

Para o varejo, oferecer condições de pagamento competitivas pode ser decisivo. Em datas como o Dia das Mães, o consumidor compara preço, benefício, conveniência e forma de pagamento. A combinação desses fatores pode definir a escolha da loja.

Restaurantes e praças de alimentação também devem ganhar fluxo

O impacto do Dia das Mães não deve se limitar às lojas. A pesquisa mostra que quase metade dos consumidores pretende comemorar a data em casa, enquanto 40,7% planejam sair para almoçar ou jantar.

Esse movimento deve beneficiar restaurantes, cafés e praças de alimentação dos shoppings. A data costuma gerar forte demanda por refeições em família, especialmente no domingo de celebração. Operações de gastronomia tendem a registrar maior fluxo e podem funcionar como complemento às compras de presentes.

Para os shopping centers, a combinação entre compra e refeição amplia a permanência do consumidor no empreendimento. Uma visita motivada pelo presente pode se transformar em programação familiar, com impacto positivo sobre alimentação, lazer e serviços.

Restaurantes localizados em shoppings também se beneficiam da conveniência. Estacionamento, segurança, variedade de opções e proximidade com lojas tornam os centros comerciais uma alternativa para famílias que buscam reunir compra e celebração em um mesmo deslocamento.

Esse comportamento reforça a importância do Dia das Mães como data de consumo ampliado. O gasto não se concentra apenas no presente, mas pode incluir alimentação, transporte, lazer e serviços.

Dia das Mães reforça papel dos shoppings no varejo

Os dados da pesquisa indicam que o Dia das Mães de 2026 deve fortalecer o papel dos shoppings como polos de consumo presencial. A preferência por lojas físicas, a disposição de gastar mais e o comportamento de compra de última hora criam um ambiente favorável para aumento de fluxo e vendas.

Para o varejo, a data representa oportunidade relevante no primeiro semestre. A combinação entre apelo emocional, variedade de categorias e tíquete médio intermediário favorece operações de moda, beleza, calçados, perfumaria, joias, chocolates e gastronomia.

O levantamento também confirma que o consumidor segue valorizando conveniência e experiência. Mesmo com o avanço do online, a loja física mantém força quando a compra envolve comparação, urgência, contato com o produto e celebração familiar.

O resultado esperado para o Dia das Mães será um teste importante para o varejo em 2026. Shoppings e lojistas chegam à data com expectativa de maior movimento, consumidores mais dispostos a gastar e uma disputa concentrada nos dias que antecedem a comemoração.

Tags: belezacomércioconsumoDia das Mãeslojas físicasmodanegóciosperfumariapresentesrestaurantesShoppingsSyntíquete médiovarejo

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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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