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Agenda econômica de 15 de outubro: varejo no Brasil e PPI nos EUA após alta do PIB britânico

Mercados acompanham dados do IBGE às 9h e inflação ao produtor americano às 9h30; Reino Unido cresce 0,1% e indústria europeia recua 0,5%.

por Bruno Assis
15/10/2026 às 08h15
em Economia
Gare11, Hsml11 E Vghf11 Lideram Agenda Do Dia Que Concentra Distribuições De Até 1,58% De Yield E Reforça Fluxo De Renda Do Ifix Em Agosto-Gazeta Mercantil

A agenda econômica desta quinta-feira (15) reúne indicadores relevantes para avaliar o comportamento do consumo, da inflação e da atividade produtiva nas principais economias. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga, às 9h, a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) referente a agosto, após uma retração de 0,8% nas vendas do varejo em julho. Nos Estados Unidos, a atenção se concentra no Índice de Preços ao Produtor (PPI) de setembro, previsto para as 9h30, no horário de Brasília, acompanhado pelos números das vendas no varejo e pelos pedidos semanais de seguro-desemprego. A combinação desses dados poderá influenciar as expectativas sobre juros, câmbio e o desempenho dos mercados financeiros.

O calendário internacional começou com informações da economia britânica, divulgadas durante a madrugada. O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido cresceu 0,1% em agosto, segundo o Office for National Statistics (ONS), depois de avançar 0,4% em julho. Embora o resultado tenha permanecido positivo, a desaceleração mensal foi de 0,3 ponto percentual. A produção industrial britânica aumentou 0,8% no mesmo período, enquanto o setor de serviços ficou estável, revelando desempenhos diferentes entre os principais componentes da atividade econômica.

Na zona do euro, o Eurostat informou queda de 0,5% da produção industrial em agosto, na comparação com julho. O recuo ocorreu depois de uma contração de 0,3% no mês anterior e reforçou os sinais de fragilidade em parte da atividade manufatureira europeia. Os resultados já conhecidos no início da manhã oferecem contexto para a divulgação dos indicadores americanos, que deverão concentrar a atenção dos investidores na segunda metade da manhã brasileira.

Agenda econômica de quinta-feira, 15 de outubro de 2026

A programação reúne divulgações estatísticas e compromissos de autoridades monetárias ao longo do dia. Os horários abaixo seguem o fuso de Brasília e incluem tanto os indicadores já divulgados durante a madrugada quanto os eventos previstos para as próximas horas.

Horário Indicador ou evento País/Região
00h40 Participação de Huw Pill, do Banco da Inglaterra Reino Unido
01h30 Produção industrial revisada e utilização da capacidade Japão
03h00 PIB mensal de agosto Reino Unido
03h00 Produção industrial e manufatureira Reino Unido
03h00 Balança comercial Reino Unido
06h00 Produção industrial de agosto Zona do euro
09h00 Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) Brasil
09h30 Índice de Preços ao Produtor (PPI) e núcleo EUA
09h30 Vendas no varejo de setembro EUA
09h30 Pedidos semanais de seguro-desemprego EUA
11h00 Estoques das empresas EUA
17h30 Participação de Beth Hammack, do Federal Reserve EUA
20h50 Investimentos japoneses em títulos estrangeiros e ações Japão
23h00 Participação de Andrew Bailey, do Banco da Inglaterra Reino Unido

Horários de Brasília (BRT). Programação sujeita a alterações pelas instituições responsáveis. A participação de Andrew Bailey ocorrerá na madrugada de sexta-feira (16), no horário britânico.

A concentração de indicadores entre 9h e 9h30 merece atenção especial. O resultado do varejo brasileiro será conhecido apenas meia hora antes de três divulgações americanas capazes de influenciar as expectativas sobre política monetária. Como os mercados reagem não apenas aos números efetivos, mas também às diferenças em relação às projeções, os movimentos de câmbio e juros futuros dependerão da interpretação conjunta dessas informações.

Varejo brasileiro será divulgado após queda de 0,8% em julho

A Pesquisa Mensal de Comércio de agosto é o principal indicador doméstico previsto para esta quinta-feira. O levantamento do IBGE acompanha as vendas das empresas comerciais e permite avaliar a evolução do consumo em diferentes segmentos, como supermercados, combustíveis, vestuário, móveis, eletrodomésticos e produtos farmacêuticos. Os resultados são observados por economistas e instituições financeiras porque oferecem informações sobre o ritmo da demanda interna, componente relevante da atividade econômica brasileira.

Em julho, o volume de vendas do comércio varejista restrito caiu 0,8% em relação a junho, considerando a série com ajuste sazonal. O desempenho interrompeu uma sequência de resultados positivos e foi acompanhado por retração em cinco das oito atividades pesquisadas. Entre as maiores quedas estiveram móveis e eletrodomésticos, com recuo de 4,9%, livros, jornais, revistas e papelaria, com diminuição de 4,2%, e tecidos, vestuário e calçados, que registraram baixa de 2,7%.

A comparação com julho de 2025 apresentou crescimento de 1,2%, enquanto o acumulado dos sete primeiros meses de 2026 registrou expansão de 1,8%. A diferença entre o resultado mensal negativo e as taxas anuais positivas mostra a importância de examinar períodos distintos antes de concluir se o consumo atravessa uma desaceleração persistente. Uma queda em determinado mês pode coexistir com crescimento acumulado, especialmente quando o nível de vendas permanece superior ao observado no ano anterior.

O comércio varejista ampliado, que incorpora veículos, motocicletas, peças, material de construção e atividades atacadistas específicas, apresentou desempenho diferente em julho. Nessa modalidade, as vendas cresceram 0,4% em relação a junho, contrastando com a retração de 0,8% do varejo restrito. A distância de 1,2 ponto percentual entre os dois indicadores mostra que os segmentos adicionais tiveram influência relevante no resultado agregado.

A divulgação de agosto permitirá verificar se essa diferença permaneceu ou se houve aproximação entre os desempenhos. O resultado também poderá ajudar a interpretar a demanda por bens duráveis, mais sensíveis às condições de financiamento, em comparação com produtos de consumo frequente. A avaliação deverá considerar ainda a evolução da renda, do emprego e dos preços, evitando atribuir variações das vendas exclusivamente ao comportamento dos juros.

PPI dos Estados Unidos será divulgado após inflação de 5,4% em 12 meses

Nos Estados Unidos, o Bureau of Labor Statistics (BLS) divulgará às 9h30 o Índice de Preços ao Produtor referente a setembro. O indicador mede a evolução dos preços recebidos por produtores domésticos de bens e serviços e é acompanhado como uma das referências para avaliar pressões inflacionárias nas etapas de produção e comercialização. Diferentemente do Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que acompanha os preços pagos pelas famílias, o PPI considera a perspectiva dos produtores e utiliza uma estrutura própria de classificação.

O resultado anterior mostrou crescimento de 0,4% nos preços ao produtor em agosto, na comparação com julho. Em 12 meses, o índice acumulou alta de 5,4%, evidenciando a persistência de pressões inflacionárias nos custos de produção. Entre os componentes, os preços dos bens destinados à demanda final subiram 1,1% no mês, enquanto os serviços apresentaram aumento de 0,1%.

A diferença entre esses componentes indica que a inflação ao produtor não se distribuiu uniformemente pelos setores da economia. Parte importante do avanço de agosto esteve associada aos preços de energia, com destaque para o diesel, que registrou elevação de 24,1% no mês. A identificação dessas pressões é relevante para avaliar se o aumento dos custos está concentrado em determinados insumos ou se alcança uma variedade maior de produtos e serviços.

A divulgação ocorre um dia depois de o BLS informar aceleração da inflação ao consumidor americano. O CPI subiu 0,6% em setembro, depois de avançar 0,4% em agosto, e acumulou alta de 3,7% em 12 meses. A gasolina apresentou aumento mensal de 9,1%, respondendo por mais da metade da elevação do índice geral. O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, cresceu 0,3% no mês.

A combinação do CPI já divulgado com o PPI de setembro permitirá examinar se as pressões observadas sobre os preços finais também aparecem nas etapas anteriores da cadeia produtiva. Embora exista relação econômica entre custos de produção e preços ao consumidor, os dois índices possuem metodologias diferentes e não se movimentam necessariamente na mesma intensidade. Empresas podem absorver parte dos custos em suas margens, repassá-los gradualmente ou ajustar preços de acordo com a concorrência e a demanda.

O Federal Reserve (Fed), banco central americano, acompanha esse conjunto de indicadores para avaliar a trajetória da inflação e os efeitos das condições financeiras sobre a economia. O PPI não constitui, isoladamente, uma medida suficiente para determinar decisões sobre juros, mas seus componentes podem contribuir para estimativas de inflação e para a avaliação de tendências de preços.

Vendas no varejo e seguro-desemprego completam agenda americana

Além do PPI, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulgará às 9h30 os números preliminares das vendas no varejo de setembro. O indicador permite acompanhar o comportamento das receitas dos estabelecimentos comerciais e dos serviços de alimentação, oferecendo informações sobre a disposição de consumo das famílias. Seu resultado ganha importância em um ambiente de inflação elevada, no qual a trajetória dos gastos pode influenciar a persistência das pressões sobre os preços.

A interpretação das vendas deverá considerar tanto o resultado agregado quanto a composição dos segmentos. Como os valores são apresentados em termos nominais, variações de preços podem influenciar o crescimento observado, especialmente em categorias como combustíveis. Um aumento expressivo das receitas não representa necessariamente expansão equivalente na quantidade de produtos comercializados.

No mesmo horário, o Departamento do Trabalho publicará os pedidos iniciais de seguro-desemprego referentes à semana encerrada em 10 de outubro. O indicador acompanha a quantidade de pessoas que solicitaram o benefício pela primeira vez e funciona como uma das referências de curto prazo sobre possíveis mudanças nas condições do mercado de trabalho. Oscilações semanais, entretanto, podem refletir fatores temporários, razão pela qual economistas também observam médias móveis e a evolução ao longo de períodos mais extensos.

Às 11h, está prevista a divulgação do relatório de estoques e vendas de empresas americanas, referente a agosto. O levantamento reúne informações de fabricantes, atacadistas e varejistas, permitindo examinar a relação entre mercadorias armazenadas e o ritmo de comercialização. Estoques em expansão podem refletir preparação para uma demanda maior, mas também podem indicar acúmulo de produtos quando as vendas crescem menos do que o esperado.

O conjunto de indicadores americanos oferecerá três perspectivas complementares: os preços recebidos pelos produtores, o comportamento das vendas aos consumidores e os sinais de contratação ou dispensa de trabalhadores. A leitura conjunta poderá ajudar a diferenciar uma economia que mantém demanda elevada de outra em que pressões inflacionárias persistem apesar de uma eventual perda de dinamismo da atividade.

PIB britânico cresce 0,1% e indústria avança 0,8% em agosto

O Reino Unido abriu a agenda internacional com a divulgação de dados de atividade econômica pelo Office for National Statistics. O PIB mensal aumentou 0,1% em agosto, desacelerando em relação às altas de 0,4% registradas em julho e junho. Considerado o trimestre móvel encerrado em agosto, a economia britânica cresceu 0,7% em relação aos três meses anteriores, depois de apresentar expansão de 0,5% no trimestre móvel encerrado em julho.

A distinção entre os resultados mensal e trimestral é importante. A alta de 0,1% representa a variação de agosto em relação a julho, enquanto o crescimento de 0,7% compara conjuntos de três meses. Esses números não são intercambiáveis, pois utilizam períodos de referência diferentes. A análise conjunta indica avanço da atividade no trimestre, apesar da desaceleração observada no último mês.

A produção industrial aumentou 0,8% em agosto, impulsionada principalmente pela indústria de transformação, que registrou crescimento de 1,2%. A mineração e extração avançaram 1,4%, enquanto o fornecimento de eletricidade e gás apresentou alta de 0,1%. Em contrapartida, atividades de abastecimento de água e saneamento recuaram 1,2%.

O desempenho industrial positivo ajudou a compensar a estabilidade dos serviços e a queda de 0,2% da construção no mês. No acumulado de três meses, porém, os serviços continuaram exercendo o principal papel na expansão econômica, com crescimento de 0,9%. A construção recuou 1% no mesmo intervalo, e a produção industrial apresentou retração de 0,2%.

Os dados revelam que a evolução mensal positiva não ocorreu de maneira uniforme entre os setores. A retomada industrial de agosto contrasta com a fraqueza acumulada em parte das atividades produtivas, enquanto o setor de serviços permanece como principal sustentação da expansão trimestral. Essa combinação será relevante para as discussões sobre crescimento, inflação e política monetária no Banco da Inglaterra.

Indústria da zona do euro recua pelo segundo mês consecutivo

Na Europa continental, o Eurostat informou que a produção industrial da zona do euro diminuiu 0,5% em agosto, após queda revisada de 0,3% em julho. A retração mensal foi 0,2 ponto percentual mais intensa do que a registrada anteriormente. Na comparação com agosto de 2025, o volume produzido caiu 1,1%, indicando que o resultado negativo também aparece na avaliação anual.

Entre os diferentes grupos industriais, a produção de bens intermediários caiu 0,8% em agosto, enquanto o segmento de energia registrou redução de 0,6%. A fabricação de bens de consumo não duráveis apresentou queda de 2,7%. Em sentido contrário, os bens de capital avançaram 0,4% e os bens de consumo duráveis cresceram 0,2%.

Os dados mostram uma distribuição desigual do desempenho industrial europeu. A queda dos bens intermediários pode estar relacionada a diferentes condições de demanda e produção ao longo das cadeias industriais, enquanto a expansão dos bens de capital sinaliza comportamento distinto nos segmentos voltados a máquinas e equipamentos. Essas variações devem ser interpretadas em conjunto com informações sobre encomendas, estoques e comércio exterior.

O calendário europeu também inclui indicadores de inflação e comércio internacional, relevantes para avaliar a atividade econômica e as pressões sobre preços na região. O Banco Central Europeu acompanha a evolução desses dados na formulação de sua política monetária, especialmente em um ambiente de oscilações nos custos energéticos e diferenças de crescimento entre países.

Discursos de dirigentes dos bancos centrais seguem no radar

Além dos indicadores econômicos, investidores acompanharão manifestações de autoridades monetárias. A presidente do Federal Reserve de Cleveland, Beth Hammack, participará às 17h30, no horário de Brasília, de uma discussão promovida pela Women’s Trading Network, em evento organizado por Goldman Sachs e Girls Who Code. Sua participação ocorre em uma semana marcada pela divulgação de indicadores de inflação e por debates sobre a necessidade de manter condições monetárias restritivas nos Estados Unidos.

Hammack defendeu recentemente uma postura de política monetária capaz de conter pressões inflacionárias persistentes, destacando a importância de acompanhar custos empresariais e condições de demanda. Comentários sobre inflação, mercado de trabalho ou juros poderão contribuir para a interpretação das perspectivas de política monetária. A participação no evento, contudo, não representa anúncio de uma decisão do Fed.

No Reino Unido, Huw Pill, economista-chefe do Banco da Inglaterra, participou de um painel sobre temas macroeconômicos internacionais durante a madrugada, enquanto o presidente da instituição, Andrew Bailey, tem participação prevista em evento para as 23h, no horário de Brasília. Os compromissos ocorrem durante uma semana de reuniões internacionais e discussões sobre os riscos para a atividade econômica e os preços. A atenção se volta às avaliações sobre crescimento, inflação e perspectivas para os juros britânicos.

A combinação de novos indicadores econômicos com manifestações de dirigentes de bancos centrais poderá ampliar o debate sobre a duração das políticas monetárias restritivas. Entretanto, declarações individuais não substituem as decisões tomadas pelos respectivos comitês responsáveis pela definição das taxas de juros. Sua relevância dependerá do conteúdo efetivamente apresentado e da relação com os dados econômicos mais recentes.

Indicadores podem influenciar dólar, juros futuros e Ibovespa

A concentração de divulgações nesta quinta-feira cria diferentes canais de transmissão para os mercados brasileiros. O resultado da Pesquisa Mensal de Comércio poderá influenciar as expectativas sobre atividade econômica e política monetária doméstica, enquanto o PPI e as vendas no varejo americano poderão alterar as avaliações sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos. A intensidade dessas reações dependerá das diferenças entre os resultados divulgados e as projeções dos agentes financeiros.

Nos contratos de juros futuros, indicadores que apontem maior persistência da inflação podem levar investidores a reavaliar as expectativas de política monetária. No mercado de câmbio, mudanças nas taxas de juros americanas e na demanda global por ativos considerados seguros podem afetar o dólar em relação ao real. Esses movimentos, entretanto, não são automáticos, pois também dependem de fatores como fluxo de capitais, preços de commodities, percepção de risco e condições de liquidez.

No mercado acionário, empresas de consumo podem ser particularmente sensíveis à interpretação dos dados de vendas e às perspectivas sobre o crédito. Setores dependentes de financiamento, como varejo de bens duráveis e construção, costumam apresentar maior exposição às mudanças nas expectativas de juros. Companhias exportadoras, por sua vez, podem reagir à combinação entre taxa de câmbio, atividade internacional e preços de produtos comercializados no exterior.

O desempenho dos indicadores europeus também acrescenta informações sobre a demanda internacional e o ritmo de recuperação industrial. A retração da produção na zona do euro contrasta com o crescimento mensal registrado no Reino Unido, demonstrando que a atividade econômica não evolui uniformemente entre os países. Para os investidores brasileiros, a avaliação conjunta ajuda a identificar possíveis mudanças nas condições financeiras internacionais.

A quinta-feira reúne, portanto, informações de diferentes regiões em um intervalo relativamente curto. No Brasil, a principal dúvida é se o varejo conseguiu recuperar parte da queda registrada em julho. Nos Estados Unidos, a atenção recai sobre a intensidade das pressões inflacionárias e a resistência do consumo, enquanto os indicadores europeus oferecem um panorama atualizado da atividade industrial e do crescimento. Os resultados efetivamente divulgados ao longo do dia permitirão avaliar se essas tendências estão se consolidando ou se permanecem sujeitas a oscilações de curto prazo.

Fontes:

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — calendário oficial da Pesquisa Mensal de Comércio de agosto de 2026 e resultados da PMC de julho.

Bureau of Labor Statistics — calendário de divulgação do PPI de setembro de 2026, relatório de agosto e Índice de Preços ao Consumidor de setembro divulgado em 14 de outubro.

United States Census Bureau — calendário oficial das vendas mensais no varejo e dos estoques empresariais.

Office for National Statistics — estimativa mensal do PIB britânico de agosto de 2026, Índice de Produção Industrial e estatísticas de comércio exterior publicados em 15 de outubro.

Eurostat — relatório de produção industrial da zona do euro referente a agosto de 2026.

Federal Reserve Bank of Cleveland — calendário oficial de compromissos de Beth Hammack em outubro de 2026.

Banco da Inglaterra — programação oficial de eventos de autoridades monetárias entre 12 e 16 de outubro de 2026.

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