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Home Economia Criptomoedas

Bitcoin abaixo de 100 mil dólares: entenda os motivos da queda

por Redação
13/11/2025
em Criptomoedas, Destaque, Economia, News
Bitcoin Abaixo De 100 Mil Dólares: Entenda Os Motivos Da Queda - Gazeta Mercantil

Bitcoin abaixo de 100 mil dólares: por que o mercado virou e o que esperar daqui pra frente

O movimento recente do bitcoin abaixo de 100 mil dólares reacendeu a volatilidade em todo o mercado de criptomoedas. Depois de testar máximas acima de US$ 107,5 mil no início da semana, o principal criptoativo do mundo voltou a recuar e passou a negociar na casa dos US$ 98,7 mil, em um ambiente de maior cautela global após o fim da paralisação do governo dos Estados Unidos.

A combinação entre incerteza em relação à política monetária do Federal Reserve (Fed), retomada da divulgação de indicadores econômicos represados e realização de lucros depois de uma forte alta recente ajuda a explicar o retorno do bitcoin abaixo de 100 mil. Ao mesmo tempo, o movimento afeta outras criptos relevantes, como ethereum, e convive com casos pontuais de forte valorização, como o da Uniswap (UNI).

Para o investidor, entender o que está por trás desse ajuste de preços é essencial para avaliar riscos, identificar oportunidades e definir se o patamar do bitcoin abaixo de 100 mil representa apenas uma correção em um ciclo de alta mais longo ou o sinal de uma mudança de tendência.


Bitcoin abaixo de 100 mil: como o cenário nos EUA pesou na cotação

O primeiro fator a ser observado na queda do bitcoin abaixo de 100 mil é o ambiente macroeconômico dos Estados Unidos. O fim do shutdown — a paralisação parcial do governo norte-americano — trouxe alívio político, mas também abriu espaço para a volta de uma série de indicadores econômicos que estavam represados.

Com a retomada da divulgação de dados, o Fed passa a ter mais elementos para decidir os próximos passos da política de juros. Se as estatísticas de inflação, emprego e atividade vierem mais fortes do que o esperado, o banco central pode optar por manter os juros em patamar mais elevado por mais tempo. Esse cenário costuma reduzir o apelo dos ativos de risco, entre eles as criptomoedas, e contribui para manter o bitcoin abaixo de 100 mil dólares.

Investidores globais tendem a recalibrar portfólios quando aumenta a chance de juros altos por um período prolongado. Títulos do Tesouro norte-americano (Treasuries) se tornam relativamente mais atraentes, o que provoca saídas de capital de segmentos mais voláteis, como o de criptoativos. É dentro desse contexto que se insere a correção que levou o bitcoin abaixo de 100 mil.


Queda generalizada nas criptos e pressão adicional sobre o bitcoin

O recuo do bitcoin abaixo de 100 mil não aconteceu isoladamente. No mesmo momento em que a principal criptomoeda caía cerca de 2,5%, o ethereum registrava queda mais acentuada, superior a 5%, negociado na faixa dos US$ 3,2 mil. Esse comportamento simultâneo reforça a leitura de que o movimento está ligado a uma reprecificação de risco em todo o mercado cripto.

Quando o bitcoin abaixo de 100 mil passa a dominar as manchetes, o sentimento de cautela tende a se espalhar por outros tokens. Investidores realizam lucros, reduzem posições alavancadas e ajustam exposição a projetos considerados mais arriscados, o que pode amplificar as perdas no curto prazo.

Ainda assim, o mercado permanece heterogêneo. A valorização expressiva da Uniswap (UNI) em poucos dias — acima de 100% em determinado intervalo — mostra que, mesmo em um ambiente de ajuste, segmentos específicos, como o de finanças descentralizadas (DeFi), podem apresentar movimentos descolados da trajetória do bitcoin abaixo de 100 mil. Isso reforça a necessidade de análise caso a caso, sem limitar a leitura do mercado apenas ao desempenho do ativo principal.


Sentimento de mercado: medo, cautela e reconstrução da confiança

Outro elemento importante na análise do bitcoin abaixo de 100 mil é o sentimento dos investidores, medido por indicadores de “medo e ganância” do mercado cripto. As leituras mais recentes apontam que o ambiente permanece em zona de “medo”, o que significa maior aversão ao risco e cautela na entrada de novos recursos.

Esse quadro é típico de momentos em que o bitcoin abaixo de 100 mil reflete mais do que uma variação pontual: ele sinaliza dúvidas em relação à sustentabilidade da alta anterior e à velocidade de uma eventual recuperação. Nesse contexto, a liquidez retorna gradualmente, tanto em ativos digitais quanto em instrumentos tradicionais, e o apetite por risco cresce em ritmo mais moderado.

Para quem já está posicionado, o desafio é distinguir entre uma correção saudável, que reorganiza preços após uma disparada, e uma reversão de tendência. Para quem acompanha de fora, o bitcoin abaixo de 100 mil pode ser visto tanto como uma oportunidade quanto como um alerta para não entrar em momentos de maior instabilidade, dependendo do perfil de risco.


Faixas de preço, resistências e suportes: como ler o movimento técnico

Do ponto de vista técnico, analistas vêm destacando que o retorno do bitcoin abaixo de 100 mil acontece após o ativo ter testado a região de US$ 107,5 mil. A partir daí, o movimento de realização ganhou força, e o mercado passou a trabalhar com a possibilidade de um período de lateralização, com o preço oscilando entre US$ 100 mil e US$ 107,5 mil.

Dentro desse cenário, a faixa dos US$ 112,5 mil aparece como resistência relevante, isto é, um patamar em que aumentaria a pressão vendedora caso o ativo voltasse a ganhar tração de alta. Do lado oposto, regiões próximas a US$ 98,8 mil e US$ 95 mil são interpretadas como suportes importantes, pontos em que o fluxo comprador tende a reagir com mais intensidade para impedir que o bitcoin abaixo de 100 mil aprofunde ainda mais as perdas.

Esse desenho técnico reforça a ideia de um mercado em transição, no qual o bitcoin abaixo de 100 mil pode ser apenas uma etapa de consolidação, preparando terreno para movimentos mais fortes — seja de retomada, seja de correção adicional.


Impactos do bitcoin abaixo de 100 mil para o investidor brasileiro

Para o investidor brasileiro, o bitcoin abaixo de 100 mil precisa ser analisado em duas dimensões: a variação do ativo em dólares e a cotação do câmbio. Mesmo em momentos de queda, a conversão para reais pode suavizar ou amplificar o impacto do movimento, dependendo do comportamento do dólar frente à moeda brasileira.

No cenário descrito, o bitcoin abaixo de 100 mil equivalia a pouco mais de R$ 520 mil, considerando a taxa de câmbio daquele momento. Uma eventual valorização do dólar pode fazer com que o preço em reais se mantenha elevado, mesmo com nova queda em dólares. Por outro lado, um recuo da moeda americana pode aliviar parcialmente a pressão sobre as posições em reais.

Esse equilíbrio delicado mostra que o bitcoin abaixo de 100 mil não deve ser o único parâmetro para decisões de investimento. É fundamental acompanhar também a política monetária interna, o comportamento do real e o apetite global por risco, sobretudo em um ambiente em que ativos de renda fixa, dentro e fora do Brasil, oferecem retornos mais altos.


Relação entre juros altos e queda do bitcoin abaixo de 100 mil

A conexão entre juros elevados e o movimento do bitcoin abaixo de 100 mil passa pela forma como os investidores enxergam o custo de oportunidade. Quando o Fed mantém taxas de juros altas, ativos considerados seguros, como títulos públicos dos EUA, passam a oferecer retorno mais atrativo sem o mesmo risco de volatilidade associado às criptomoedas.

Esse cenário leva parte dos investidores institucionais e individuais a reduzir a exposição ao mercado cripto, o que pressionou o bitcoin abaixo de 100 mil. A migração de recursos para renda fixa tradicional reduz a liquidez disponível para ativos digitais e aumenta a sensibilidade dos preços a qualquer choque de mercado, seja ele político, econômico ou regulatório.

Enquanto não houver clareza sobre o momento de início de um ciclo de cortes de juros nos EUA, o bitcoin abaixo de 100 mil tende a conviver com períodos alternados de alívio e estresse, reagindo rapidamente a cada nova indicação do Fed sobre a trajetória da política monetária.


Uniswap e outros destaques: nem tudo cai com o bitcoin abaixo de 100 mil

Embora o recuo do bitcoin abaixo de 100 mil tenha dominado a atenção, o mesmo período trouxe um caso de forte valorização com a Uniswap (UNI). O token ligado a uma das principais plataformas de finanças descentralizadas registrou ganho superior a 100% em poucos dias, saindo de preços próximos a US$ 4,7 para a casa dos US$ 10,3.

Esse contraste mostra que o bitcoin abaixo de 100 mil não impede movimentos de alta expressivos em projetos com notícias específicas, atualizações de protocolo, anúncios de parcerias ou aumento do uso por parte da comunidade. Em ciclos de maior volatilidade, ativos menores podem apresentar oscilações ainda mais intensas, tanto na alta quanto na baixa.

Para o investidor, o recado é claro: acompanhar o bitcoin abaixo de 100 mil é indispensável, já que ele funciona como referência para todo o setor, mas não substitui a análise individual de cada criptoativo, especialmente em nichos como DeFi, infraestrutura de blockchain ou tokens de governança.


Riscos, oportunidades e como lidar com o bitcoin abaixo de 100 mil

A presença do bitcoin abaixo de 100 mil no radar do mercado exige disciplina e planejamento. Entre os principais riscos, estão:

  • Volatilidade elevada: movimentos rápidos de preço podem gerar perdas significativas em operações alavancadas ou de curto prazo.

  • Dependência do cenário macro: qualquer mudança na leitura sobre inflação, crescimento ou juros nos EUA pode acelerar a correção.

  • Risco regulatório: discussões sobre regras para stablecoins, corretoras e plataformas de negociação podem afetar a confiança.

Por outro lado, há oportunidades para quem enxerga o bitcoin abaixo de 100 mil como ponto de entrada em um horizonte de longo prazo:

  • Ajuste de preço após forte alta: correções podem abrir espaço para compras a valores mais baixos.

  • Construção de posição gradual: aportes periódicos diluem o impacto de oscilações pontuais.

  • Diversificação dentro do próprio mercado cripto: combinação de bitcoin, grandes altcoins e projetos consolidados pode reduzir o risco específico.

Em qualquer cenário, o bitcoin abaixo de 100 mil não deve ser analisado isoladamente. Estratégia clara, gestão de risco e visão de longo prazo continuam sendo pilares essenciais para quem opera em um mercado tão sensível a notícias e fluxos globais.


O que observar daqui em diante

Com o bitcoin abaixo de 100 mil, alguns pontos se tornam fundamentais para os próximos dias e semanas:

  • Agenda de dados nos EUA: indicadores de inflação, emprego e atividade vão calibrar as expectativas sobre o Fed.

  • Comunicações oficiais do banco central norte-americano: discursos e atas podem alterar o humor do mercado.

  • Fluxo para fundos cripto: entradas ou saídas de recursos de grandes veículos de investimento ajudam a medir o apetite institucional.

  • Comportamento de suportes e resistências: a capacidade de o mercado defender níveis como US$ 95 mil dirá muito sobre a força compradora.

Se a percepção de risco diminuir e a liquidez voltar a se expandir, o bitcoin abaixo de 100 mil pode se mostrar um episódio temporário em um ciclo de alta mais amplo. Se, ao contrário, os dados reforçarem a necessidade de juros altos por mais tempo, o mercado pode enfrentar novos testes de suporte e períodos mais longos de lateralização.

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