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Chefes do Comando Vermelho são transferidos para penitenciária federal no Paraná

por Redação
12/11/2025 às 15h27 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h00
em Brasil, Destaque, Notícias
Chefes Do Comando Vermelho São Transferidos Para Penitenciária Federal No Paraná - Gazeta Mercantil

Chefes do Comando Vermelho são transferidos para penitenciária federal no Paraná

Sete chefes do Comando Vermelho (CV) foram transferidos do Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro, para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, uma das unidades de segurança máxima do país. A medida foi tomada após a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, que deixou 121 mortos, entre eles quatro policiais.

A transferência, solicitada pelo governo do Rio de Janeiro e autorizada pela Justiça, tem como objetivo isolar a liderança da facção criminosa e impedir a comunicação entre os detentos e os comparsas que continuam atuando nas comunidades fluminenses. Os sete presos são apontados como responsáveis por ordenar ataques e erguer barricadas em resposta à operação do fim de outubro.


Quem são os chefes do Comando Vermelho transferidos

Os criminosos foram levados sob forte esquema de segurança da Penitenciária de Bangu 1 até o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, escoltados por agentes da Polícia Federal e da Força Nacional.

Entre os transferidos estão:

  • Arnaldo da Silva Dias, o Naldinho;

  • Carlos Vinicius Lírio da Silva, o Cabeça do Sabão;

  • Eliezer Miranda Joaquim, o Criam;

  • Fabrício de Melo Jesus, o Bicinho;

  • Marco Antônio Pereira Firmino da Silva, o My Thor;

  • Alexander de Jesus Carlos, o Choque;

  • Roberto de Souza Brito, o Irmão Metralha.

A escolha da Penitenciária de Catanduvas não é por acaso. Foi a primeira unidade do Sistema Penitenciário Federal (SPF), inaugurada em 2006, e tem como um de seus detentos mais notórios Fernandinho Beira-Mar, considerado fundador e principal líder histórico do Comando Vermelho.

Fontes da segurança pública afirmam que os recém-chegados não terão contato direto com Beira-Mar nem entre si, pois o regime do presídio prevê isolamento rigoroso, celas individuais e monitoramento constante.


O motivo da transferência

A decisão de enviar os chefes do Comando Vermelho ao sistema federal ocorreu após uma série de ataques coordenados contra forças policiais e atos de retaliação às operações realizadas na Zona Norte do Rio.

O governo fluminense e o Ministério da Justiça apontaram que a presença dessas lideranças no Rio facilitava a organização de ataques, a disseminação de ordens por aplicativos e o recrutamento de novos integrantes.

Com a transferência, o Estado espera reduzir a capacidade de comando à distância e enfraquecer as redes de comunicação da facção, que continua sendo a mais poderosa do Rio de Janeiro e uma das maiores do país.


O histórico do Comando Vermelho

Fundado na década de 1970, dentro do presídio da Ilha Grande, o Comando Vermelho nasceu da aliança entre criminosos comuns e presos políticos durante a ditadura militar. Com o passar dos anos, a facção expandiu-se para além das prisões e consolidou-se como uma organização de tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro, com forte presença em favelas cariocas.

Atualmente, o CV mantém influência nacional e internacional, com conexões no Paraguai, Bolívia e Colômbia, e disputa território com outras facções, como o Terceiro Comando Puro (TCP) e o Primeiro Comando da Capital (PCC).

A megaoperação na Penha e no Alemão foi considerada uma das maiores ações de repressão à facção já realizadas, reunindo centenas de agentes da Polícia Militar, Civil, Federal e do Bope.


My Thor: o veterano da facção

Entre os presos transferidos, Marco Antônio Pereira Firmino da Silva, conhecido como My Thor, é um dos integrantes mais antigos do Comando Vermelho.

Apontado como um dos chefes do tráfico no Morro Santo Amaro, na Zona Sul do Rio, My Thor acumula mais de 23 anos de prisão. Seu histórico inclui fugas, recapturas e longos períodos no sistema penitenciário federal.

Condenado a 22 anos e seis meses de reclusão, ele passou 14 anos em presídios de segurança máxima, sendo devolvido ao Rio em 2021. A nova transferência para Catanduvas marca mais uma etapa em sua trajetória de idas e vindas entre o sistema estadual e federal.


Naldinho: o porta-voz do Comando Vermelho

Outro nome de destaque é Arnaldo da Silva Dias, o Naldinho. Condenado a mais de 50 anos de prisão por tráfico de drogas e homicídio, é considerado porta-voz do Comando Vermelho.

Ele atua como intermediário entre a cúpula da facção e os comandos locais, sendo responsável por transmitir ordens estratégicas e coordenar ações simultâneas em diferentes regiões do estado.

Naldinho é apontado pela inteligência policial como autor intelectual de uma trégua criminosa decretada durante a realização do G20 no Brasil, em fevereiro de 2024, quando ordenou a suspensão de assaltos e confrontos para evitar a intensificação da repressão.

Nos últimos meses, o Ministério Público e as forças policiais fizeram quatro pedidos à Vara de Execuções Penais (VEP) solicitando sua remoção do Rio, mas todos haviam sido negados até agora. A nova decisão atende à pressão de autoridades estaduais e federais pela contenção da atuação do CV.


A megaoperação e suas consequências

A megaoperação policial do dia 28 de outubro marcou um dos episódios mais violentos da história recente do Rio de Janeiro. A ação, que mobilizou mais de 1.000 agentes, resultou em 121 mortes, incluindo quatro policiais.

Segundo as investigações, o estopim foi uma série de ataques coordenados contra viaturas e unidades policiais. As autoridades identificaram que as ordens partiram de dentro dos presídios estaduais, o que reforçou a necessidade de transferir os líderes da facção para penitenciárias federais, onde a vigilância é mais rigorosa.

O governo fluminense afirmou que a medida busca restaurar o controle do Estado sobre o sistema penitenciário e enfraquecer o comando das facções que continuam ditando regras em comunidades dominadas pelo tráfico.


A importância estratégica da Penitenciária de Catanduvas

A Penitenciária Federal de Catanduvas, localizada no interior do Paraná, é a primeira unidade de segurança máxima do Brasil e serve como referência para o sistema federal.

Com celas individuais, monitoramento eletrônico 24 horas e protocolos de isolamento extremo, o presídio foi projetado para neutralizar a comunicação entre líderes criminosos e seus subordinados.

Cada preso permanece em regime disciplinar diferenciado (RDD), com apenas duas horas de banho de sol por dia e vigilância constante.

Atualmente, além de Fernandinho Beira-Mar, cumprem pena em Catanduvas traficantes, milicianos e membros de facções de diversos estados, considerados de alta periculosidade.


O enfraquecimento do Comando Vermelho

Embora o governo fluminense tenha comemorado a transferência como uma vitória contra o crime organizado, especialistas alertam que a medida representa apenas um passo tático.

Mesmo com dezenas de líderes presos em presídios federais, o Comando Vermelho continua operando por meio de redes descentralizadas, o que dificulta sua desarticulação completa.

Atualmente, o Estado do Rio tem 58 presos no sistema federal, mas o domínio territorial da facção nas comunidades ainda é expressivo. Para as autoridades, a solução definitiva passa pela integração entre inteligência policial, políticas sociais e controle de fronteiras.


Reação política e institucional

A transferência dos líderes do Comando Vermelho foi acompanhada de perto por Cláudio Castro (PL-RJ), governador do Rio, que tem defendido uma postura mais dura contra o crime organizado.

Nos bastidores, o movimento também tem impacto político, já que reforça a imagem de Castro como um gestor alinhado ao discurso de segurança pública, ao mesmo tempo em que pressiona o governo federal por mais investimentos no setor.

A medida foi elogiada por parlamentares da bancada da segurança, que consideram o envio das lideranças ao sistema federal uma resposta firme à escalada da violência no estado.


O desafio do Estado contra o crime organizado

Apesar da operação e das transferências, o desafio das autoridades continua sendo romper a cadeia de comando do Comando Vermelho e evitar a ascensão de novas lideranças.

A facção se destaca por sua estrutura piramidal e capacidade de regeneração, o que torna o enfrentamento mais complexo. Especialistas defendem que o Estado precisa combinar repressão e políticas de inclusão social para reduzir o recrutamento de jovens pelas organizações criminosas.

Além disso, a modernização do sistema prisional é vista como essencial para impedir que as penitenciárias continuem funcionando como escritórios do crime.

A transferência dos chefes do Comando Vermelho para a Penitenciária Federal de Catanduvas marca um novo capítulo na luta do Estado brasileiro contra o crime organizado.

A medida reforça o compromisso das autoridades em enfraquecer as facções criminosas, proteger a sociedade e restaurar a autoridade do poder público nas áreas dominadas pelo tráfico.

Com o endurecimento da política de segurança e o reforço do sistema federal, o governo busca romper o elo entre o cárcere e as ruas, minando a estrutura de comando do Comando Vermelho, a mais influente facção do país.

Tags: Brasilchefes do Comando VermelhoComando Vermelhocrime organizado.Fernandinho Beira-Marmegaoperação Rio de JaneiroMy ThorNaldinhopenitenciária de Catanduvassegurança pública

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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