segunda-feira, 26 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados

Cyrela (CYRE3) despenca 43% e MRV (MRVE3) cai 42% após reeleição de Lula; juros disparam

Construtoras lideram perdas na B3 após a reeleição de Lula. Cyrela e MRV recuavam mais de 40% às 12h30, enquanto a disparada dos juros futuros provocava forte pressão sobre o setor imobiliário.

por Camila Braga
26/10/2026 às 13h14
em Mercados
Cyrela (Cyre3) - Gazeta Mercantil

Foto: Divulgação

As ações das principais construtoras brasileiras registraram perdas de até 43% nesta segunda-feira (26), no primeiro pregão após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O movimento foi acompanhado por uma disparada dos juros futuros, forte desvalorização do Ibovespa e acionamento do mecanismo de proteção conhecido como circuit breaker, que interrompe temporariamente as negociações em momentos de queda acentuada. A Cyrela (CYRE3) liderava as perdas do setor, com recuo de 43,38%, enquanto a MRV (MRVE3) acumulava desvalorização de 41,92% por volta das 12h30.

A reação dos investidores ocorreu depois da vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25). Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do adversário. O resultado contrariou o posicionamento de parte significativa dos participantes do mercado financeiro, que havia ajustado suas carteiras à expectativa de uma mudança de governo e de uma política fiscal considerada mais restritiva.

A intensidade da queda das construtoras evidencia a exposição do setor às oscilações das taxas de juros de médio e longo prazo. Empresas imobiliárias dependem de crédito para financiar terrenos, obras, estoques e vendas de unidades residenciais, enquanto os compradores precisam de condições de financiamento compatíveis com sua renda. Quando o custo esperado do dinheiro aumenta, o mercado tende a revisar as projeções de demanda, rentabilidade e geração de caixa dessas companhias.

Cyrela e MRV lideram perdas entre as construtoras

Dados divulgados pelo Times Brasil, licenciado exclusivo CNBC, mostram que as cinco construtoras acompanhadas na reportagem apresentavam quedas de dois dígitos às 12h30. A Cyrela era negociada a R$ 20,20, enquanto a MRV tinha suas ações cotadas a R$ 4,78. Direcional, Tenda e Cury também registravam desvalorizações expressivas, refletindo a pressão generalizada sobre empresas vinculadas ao mercado imobiliário doméstico.

Desempenho das ações de construtoras em 26 de outubro de 2026

Variação intradiária registrada às 12h30, horário de Brasília.

Empresa Cotação Variação
Cyrela (CYRE3) R$ 20,20 -43,38%
MRV (MRVE3) R$ 4,78 -41,92%
Direcional (DIRR3) R$ 8,66 -24,91%
Tenda (TEND3) R$ 22,67 -20,06%
Cury (CURY3) R$ 26,50 -18,46%

Os percentuais representam cotações observadas durante o pregão e não correspondem aos preços oficiais de fechamento. Em sessões de volatilidade extrema, as ações podem apresentar oscilações expressivas em poucos minutos, especialmente quando há desequilíbrio entre ordens de compra e venda. A magnitude dos recuos também exige atenção à liquidez efetiva dos negócios, uma vez que cotações momentâneas não necessariamente representam preços disponíveis para grandes volumes de negociação.

A Cyrela apresentou a maior desvalorização entre as empresas analisadas, seguida pela MRV, enquanto os papéis da Direcional, Tenda e Cury recuavam entre 18% e 25%. Apesar das diferenças nos modelos de negócios, todas estão expostas, em graus distintos, ao custo do crédito e à capacidade financeira das famílias. Esse fator ajuda a explicar por que companhias direcionadas a segmentos diferentes do mercado imobiliário foram atingidas simultaneamente.

Juros futuros disparam e elevam custo esperado do financiamento

O principal fator financeiro por trás da queda das construtoras foi a forte elevação das taxas dos contratos futuros de juros negociados na B3. Na abertura do mercado, os vencimentos para janeiro de 2031 chegaram a 14,46% ao ano, enquanto os contratos para janeiro de 2033 alcançaram 14,58%. Na sexta-feira anterior, essas taxas estavam em aproximadamente 12,58% e 12,65%, respectivamente.

A comparação indica uma alta de 1,88 ponto percentual no contrato de 2031 e de 1,93 ponto percentual no vencimento de 2033. Em termos de mercado, os movimentos equivalem a 188 e 193 pontos-base, respectivamente, demonstrando uma reprecificação expressiva do custo futuro do dinheiro. O avanço reflete a exigência de prêmios mais elevados pelos investidores diante das expectativas sobre inflação, política fiscal, juros e risco.

Felipe Corleta, sócio da Brasil Wolf, afirmou em entrevista ao Times Brasil que, em mais de 15 anos acompanhando o mercado, não havia observado uma elevação de 280 a 300 pontos-base na curva de juros em apenas um dia. A declaração se refere à avaliação do especialista sobre a intensidade dos movimentos em determinados segmentos da curva, não necessariamente aos vencimentos de 2031 e 2033 apresentados anteriormente. O relato evidencia o caráter excepcional da sessão para participantes do mercado financeiro.

A elevação das taxas futuras não significa que os juros cobrados imediatamente em todos os financiamentos imobiliários tenham aumentado na mesma proporção. Entretanto, os contratos futuros funcionam como referências importantes para a precificação de operações financeiras, títulos de dívida e decisões de investimento. Sua alta pode antecipar condições mais restritivas de crédito caso o novo patamar seja mantido.

Por que a alta dos juros atinge diretamente o setor imobiliário?

A construção civil reúne características que tornam suas empresas particularmente sensíveis às condições financeiras. O desenvolvimento de um empreendimento residencial exige desembolsos elevados antes da conclusão das obras, enquanto parte significativa das receitas depende da comercialização de unidades ao longo de vários meses ou anos. Nesse intervalo, a empresa fica exposta a custos financeiros, inflação de materiais e mudanças nas condições de crédito dos compradores.

Quando os juros sobem, o financiamento da produção imobiliária tende a se tornar mais caro, especialmente para companhias que precisam recorrer ao mercado de capitais ou a instituições financeiras. Ao mesmo tempo, as famílias podem enfrentar prestações maiores e redução do valor máximo financiável, o que limita a demanda potencial por imóveis. O resultado pode aparecer na forma de vendas mais lentas, descontos comerciais, estoques elevados e margens de lucro menores.

O impacto é especialmente relevante para empresas concentradas nos segmentos de média e alta renda, nos quais a capacidade de compra costuma depender da combinação entre renda familiar, entrada disponível e financiamento bancário. Entretanto, companhias ligadas à habitação popular também podem sentir os efeitos de juros elevados, embora parte de suas operações conte com linhas de crédito direcionadas e subsídios governamentais.

A existência de programas habitacionais não elimina completamente o risco financeiro do setor. Mesmo quando o comprador dispõe de condições subsidiadas, a construtora precisa administrar capital de giro, custos de produção, velocidade de comercialização e recebimento dos valores contratados. Por isso, a manutenção de incentivos públicos pode atenuar determinados impactos, mas não garante proteção integral contra a deterioração das condições do mercado.

Cyrela sofre reversão após valorização ligada ao primeiro turno

A queda da Cyrela chama atenção porque a companhia havia se destacado positivamente entre as ações de construtoras depois do primeiro turno da eleição presidencial. Na ocasião, parte do mercado passou a apostar na vitória de Flávio Bolsonaro e na possibilidade de uma política econômica que favorecesse a redução das taxas de juros de longo prazo. A expectativa beneficiou especialmente companhias com exposição aos segmentos de média e alta renda.

O JPMorgan chegou a elevar a recomendação das ações da Cyrela e da Eztec, passando de neutra para overweight, classificação que indica expectativa de desempenho superior em relação ao universo de cobertura do banco. A instituição considerava que um ambiente de juros longos mais baixos poderia favorecer as vendas e a rentabilidade das incorporadoras. No pregão analisado após o primeiro turno, a Cyrela havia superado o desempenho do Ibovespa em 10,7 pontos percentuais, segundo informações divulgadas pelo InfoMoney.

O cenário mudou com a confirmação da reeleição de Lula. Investidores que haviam aumentado posições em companhias sensíveis aos juros passaram a reavaliar suas expectativas, diante da elevação das taxas futuras e das preocupações com a condução das contas públicas. A desvalorização das ações também pode refletir o encerramento acelerado de posições financeiras montadas antes da eleição, e não apenas mudanças imediatas nos resultados operacionais das empresas.

A distinção é relevante porque o preço de mercado de uma ação incorpora projeções sobre fluxos de caixa futuros, taxas de desconto e disposição dos investidores para assumir riscos. Uma elevação repentina dos juros pode reduzir significativamente o valor presente atribuído aos lucros esperados de longo prazo. Assim, quedas expressivas em bolsa não significam, necessariamente, que o patrimônio ou as receitas das construtoras tenham diminuído na mesma proporção naquele dia.

Direcional, Tenda e Cury também enfrentam pressão

As ações da Direcional, Tenda e Cury apresentaram perdas menos intensas que as da Cyrela e da MRV, mas ainda expressivas em relação às oscilações habituais do setor. Às 12h30, a Direcional recuava 24,91%, enquanto a Tenda perdia 20,06% e a Cury registrava queda de 18,46%. As três empresas possuem atuação relevante em segmentos associados à habitação popular e ao financiamento residencial.

O comportamento desses papéis demonstra que a reação dos investidores ultrapassou as incorporadoras concentradas em empreendimentos de maior valor. Mesmo empresas beneficiadas por políticas públicas de habitação podem ter suas avaliações afetadas por mudanças nas expectativas de juros, liquidez e crescimento econômico. A intensidade dessa exposição depende da estrutura de financiamento, da concentração regional de projetos e da composição dos clientes de cada companhia.

Em setembro, essas empresas já haviam enfrentado pressão na bolsa diante de preocupações relacionadas às condições de crédito da Caixa Econômica Federal. Segundo análise divulgada pelo InfoMoney, Tenda, Cury e Direcional registraram quedas respectivas de 18,4%, 14,12% e 8,92% naquele período. A nova desvalorização ocorre, portanto, em um contexto no qual a disponibilidade e o custo do financiamento habitacional já vinham sendo acompanhados pelos investidores.

Um ponto importante para a avaliação do setor nos próximos meses será a capacidade de cada companhia de preservar margens e manter a velocidade de vendas. Empresas com maior disponibilidade de caixa, baixo endividamento e empreendimentos direcionados a faixas de renda com financiamento mais acessível podem apresentar respostas operacionais diferentes. Entretanto, apenas os próximos balanços e indicadores de comercialização permitirão medir os efeitos concretos da atual turbulência.

Ibovespa aciona circuit breaker pela primeira vez desde 2020

A dimensão da turbulência levou a B3 a acionar o circuit breaker logo no início da sessão desta segunda-feira. O mecanismo foi ativado após o Ibovespa atingir queda de 10% em relação ao fechamento anterior, provocando uma interrupção de 30 minutos nas negociações de ações e outros ativos abrangidos pela medida. A bolsa informou que a retomada seria realizada por meio de leilão entre 10h30 e 10h35.

Em comunicado oficial, a B3 confirmou que a suspensão alcançou ativos do mercado à vista, renda fixa privada, opções referenciadas em ações, BDRs, índices de ações e fundos negociados em bolsa. O procedimento busca organizar a retomada das negociações em situações de grande desequilíbrio entre compradores e vendedores. O mecanismo não impede que os preços continuem caindo depois da reabertura, mas estabelece intervalos para reduzir o risco operacional associado a movimentos abruptos.

Foi a primeira utilização do circuit breaker desde março de 2020, quando a pandemia de Covid-19 provocou sucessivas interrupções na bolsa brasileira. Criado em 1997, o mecanismo também foi utilizado durante episódios de instabilidade financeira internacional, incluindo a crise asiática e a crise de 2008. A nova ocorrência insere a sessão de 26 de outubro entre os episódios de maior volatilidade da história recente do mercado acionário brasileiro.

Depois da retomada das operações, o Ibovespa chegou a apresentar desvalorização superior a 17%, aproximando-se da região dos 169 mil pontos. O movimento atingiu companhias de diferentes setores, embora as empresas mais dependentes da economia doméstica tenham enfrentado pressão particularmente intensa. A velocidade da queda também ampliou a importância dos mecanismos de controle de risco utilizados pela bolsa, corretoras e investidores institucionais.

Mercado reavalia política fiscal após vitória de Lula

A reação financeira desta segunda-feira está associada à revisão das expectativas formadas ao longo da campanha eleitoral. Parte dos investidores considerava que uma vitória de Flávio Bolsonaro poderia ampliar a probabilidade de medidas de contenção de despesas e favorecer a redução dos juros futuros. Com a confirmação de mais um mandato de Lula, essas projeções passaram por um ajuste abrupto.

Entretanto, a expectativa de uma política fiscal mais austera sob um eventual governo de Flávio representava uma avaliação de mercado, e não uma garantia sobre as medidas que seriam efetivamente adotadas. Da mesma forma, a reeleição de Lula não determina automaticamente o comportamento futuro da inflação, da taxa Selic ou do resultado primário. Essas variáveis dependerão das decisões fiscais e monetárias, das condições econômicas e da evolução das expectativas dos agentes financeiros.

A disparada da curva de juros indica que investidores passaram a exigir remuneração maior para contratos de prazos mais longos. Esse movimento pode refletir preocupações com a trajetória da dívida pública, expectativas inflacionárias e a necessidade de uma taxa de juros real mais elevada para compensar riscos percebidos. No entanto, a decomposição exata desses fatores exige informações adicionais sobre preços de ativos, projeções econômicas e condições de liquidez.

Para as construtoras, o elemento mais importante será a persistência ou não das novas taxas. Uma reprecificação temporária pode produzir grande volatilidade acionária sem necessariamente alterar todos os indicadores operacionais das empresas. Já a manutenção dos juros elevados por um período prolongado tende a produzir consequências mais amplas para o financiamento de empreendimentos, a capacidade de compra das famílias e os investimentos no setor imobiliário.

Queda das ações pode afetar lançamentos e financiamentos imobiliários?

A forte desvalorização das construtoras levanta questionamentos sobre as perspectivas de lançamentos residenciais, expansão de projetos e oferta de crédito. A resposta depende de como as condições financeiras evoluirão após o choque inicial provocado pelo resultado eleitoral. Embora as cotações tenham sofrido perdas excepcionais, as empresas não necessariamente alteram seus planos de construção com base em um único pregão.

A primeira transmissão de um cenário de juros persistentemente elevados pode ocorrer por meio do custo de captação e das decisões de investimento. Projetos que apresentavam retorno esperado satisfatório sob taxas menores podem deixar de atender aos critérios de rentabilidade das companhias. Como consequência, determinados lançamentos podem ser adiados, redimensionados ou submetidos a novas negociações de custos.

Um segundo canal envolve o comportamento dos compradores. Caso o financiamento imobiliário se torne mais caro ou os bancos adotem critérios mais restritivos, o número de famílias capazes de contratar crédito poderá diminuir. Esse efeito tende a ser mais perceptível nos empreendimentos cujo público depende de financiamentos com maior participação do valor do imóvel.

O terceiro canal é a confiança econômica. A volatilidade financeira pode levar famílias e empresas a postergar decisões de longo prazo até que haja maior clareza sobre juros, inflação e renda. No setor imobiliário, essas decisões têm importância especial porque a aquisição de um imóvel representa um compromisso financeiro de muitos anos.

Próximos dias serão decisivos para medir extensão da turbulência

A avaliação dos analistas é que o mercado poderá continuar sujeito a oscilações relevantes enquanto investidores ajustam suas posições ao resultado eleitoral. Felipe Corleta, da Brasil Wolf, afirmou ao Times Brasil que a identificação de um novo patamar de preços poderá exigir vários pregões, com maior clareza possivelmente apenas no fim da semana. A projeção representa a avaliação do especialista, não uma indicação de que as ações necessariamente continuarão caindo.

Segundo Corleta, uma sinalização de responsabilidade fiscal por parte do governo seria importante para reduzir a percepção de risco. O especialista mencionou a possibilidade de Fernando Haddad voltar ao Ministério da Fazenda como um dos elementos relevantes para a comunicação econômica do novo mandato. Até que haja definições oficiais, entretanto, as expectativas sobre a composição da equipe econômica permanecem sujeitas a mudanças.

Para investidores e empresas, o acompanhamento deverá se concentrar especialmente na trajetória dos juros futuros, nas condições de negociação dos títulos públicos, na evolução do dólar e nas manifestações da equipe econômica. Também será necessário observar os indicadores específicos da construção civil, como vendas líquidas, distratos, lançamentos e velocidade de comercialização. Esses dados permitirão avaliar se o choque observado no mercado financeiro começará a afetar as operações das incorporadoras.

A queda de até 43% nas ações de construtoras nesta segunda-feira revela a dimensão da revisão de expectativas após a eleição presidencial. Mais do que uma reação isolada ao resultado das urnas, o movimento combina encerramento de posições financeiras, elevação dos prêmios de risco e preocupação com o custo futuro do crédito. A questão central para o setor será determinar se a turbulência ficará restrita à reprecificação dos ativos ou se se transformará em condições de financiamento mais difíceis para empresas e compradores de imóveis.

Fontes

B3 — Comunicado oficial de 26 de outubro de 2026 sobre o acionamento do circuit breaker, a suspensão das negociações e o procedimento de reabertura.

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — Resultado oficial do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, divulgado em 25 e 26 de outubro.

B3 — Regras operacionais do mecanismo de circuit breaker e procedimentos aplicáveis ao mercado acionário brasileiro.

 

LEIA MAIS

Goldman Sachs - Gazeta Mercantil
Mercados

Goldman Sachs vê oportunidades no Brasil apesar da incerteza fiscal pós-eleição

A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmada em 25 de outubro de 2026, elevou a incerteza sobre a condução da política econômica brasileira, mas não...

Leia MaisDetails
Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro visita Jair Bolsonaro após derrota e enfrenta pedidos de apreensão do passaporte

Flávio Bolsonaro visita Jair Bolsonaro após derrota para Lula e enfrenta pedidos de apreensão do passaporte. Entenda as medidas solicitadas à Justiça.

Leia MaisDetails
Lula Vitória - Gazeta Mercantil
Política

Lula recebe apoio de líderes mundiais após reeleição; Trump e Milei seguem em silêncio

Lula recebe congratulações de líderes mundiais após reeleição em 2026. Macron, Modi e União Europeia celebram vitória; Trump e Milei seguem em silêncio.

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

Lula amplia votação em cidades menos dependentes do Bolsa Família e vence Flávio Bolsonaro

Lula ampliou sua votação nas cidades menos dependentes do Bolsa Família e garantiu a reeleição em 2026. Veja os dados e o peso desses municípios.

Leia MaisDetails
Bc Corta Selic Em 0,25 Ponto Pela 3ª Vez, Para 14,25% Ao Ano, E Mantém Indefinição Sobre Futuro
Economia

Focus reduz inflação para 5,19% e projeta dólar a R$ 5,05 antes da reeleição de Lula

Focus de 26 de outubro reduz inflação para 5,19%, prevê dólar a R$ 5,05 e Selic de 13,25% em 2026. Projeções ainda não refletem reeleição de Lula.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

14:27:33
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
â‚¿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Goldman Sachs - Gazeta Mercantil
Mercados

Goldman Sachs vê oportunidades no Brasil apesar da incerteza fiscal pós-eleição

Leia MaisDetails
Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro visita Jair Bolsonaro após derrota e enfrenta pedidos de apreensão do passaporte

Leia MaisDetails
Lula Vitória - Gazeta Mercantil
Política

Lula recebe apoio de líderes mundiais após reeleição; Trump e Milei seguem em silêncio

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

Lula amplia votação em cidades menos dependentes do Bolsa Família e vence Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails
Bc Corta Selic Em 0,25 Ponto Pela 3ª Vez, Para 14,25% Ao Ano, E Mantém Indefinição Sobre Futuro
Economia

Focus reduz inflação para 5,19% e projeta dólar a R$ 5,05 antes da reeleição de Lula

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Goldman Sachs vê oportunidades no Brasil apesar da incerteza fiscal pós-eleição

Flávio Bolsonaro visita Jair Bolsonaro após derrota e enfrenta pedidos de apreensão do passaporte

Cyrela (CYRE3) despenca 43% e MRV (MRVE3) cai 42% após reeleição de Lula; juros disparam

Lula recebe apoio de líderes mundiais após reeleição; Trump e Milei seguem em silêncio

Lula amplia votação em cidades menos dependentes do Bolsa Família e vence Flávio Bolsonaro

Focus reduz inflação para 5,19% e projeta dólar a R$ 5,05 antes da reeleição de Lula

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP