sexta-feira, 6 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

Fundos da Singulare, da QI Tech, repassaram R$ 63,7 milhões a empresa investigada

Operação Catéter identificou retorno de mais de R$ 31 milhões aos FIDCs em 645 transações; Justiça autorizou bloqueio de ativos de dez fundos e apura suspeitas de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

por Álvaro Lima
05/11/2026 às 22h35
em Economia
Qi Tech - Gzt - Gazeta Mercantil

Nove Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) administrados pela Singulare, instituição adquirida pela fintech QI Tech, transferiram R$ 63,7 milhões a uma empresa investigada por suspeitas de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal no Paraná. A movimentação foi identificada pelo Ministério Público estadual e pela Receita Federal durante a Operação Catéter, deflagrada na quarta-feira, 4 de novembro de 2026. Segundo os investigadores, mais de R$ 31 milhões retornaram aos fundos em 645 operações financeiras, em um fluxo considerado incompatível com a antecipação regular de recebíveis.

A concentração das transferências chamou a atenção das autoridades. Das 645 operações de retorno identificadas, 564 foram destinadas a um único fundo, o equivalente a aproximadamente 87,4% das transações. Para os investigadores, a frequência e a estrutura desses pagamentos levantam suspeitas de recompra de títulos sem lastro em operações comerciais efetivas, mecanismo que poderia ter sido utilizado para dar aparência de legalidade à circulação dos recursos.

A investigação integra um conjunto de apurações sobre empresas que comercializavam sebo, gordura e outros subprodutos de origem animal utilizados por indústrias de biodiesel e curtumes. Os investigadores identificaram movimentações bancárias de R$ 1,33 bilhão em uma companhia que não apresentava estrutura física e operacional compatível com o volume declarado. A Justiça autorizou medidas patrimoniais que alcançam ativos de dez FIDCs, estimados em R$ 63,8 milhões, além de valores vinculados a quatro securitizadoras.

A QI Tech afirma que não é investigada e que colaborou com as autoridades mediante o fornecimento de informações. A companhia sustenta que as operações examinadas ocorreram entre 2016 e 2021, antes de sua aquisição da Singulare. A presença de fundos administrados pela instituição na apuração não significa, por si só, que a fintech tenha participado das irregularidades suspeitas.

Receita identifica 645 transferências entre empresa e fundos de investimento

O principal elemento financeiro da Operação Catéter envolve os R$ 63.706.043,71 transferidos pelos nove FIDCs à empresa investigada. A análise foi realizada pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro do Ministério Público do Paraná, a partir de informações bancárias obtidas durante a investigação.

Os documentos mostram que a companhia posteriormente transferiu mais de R$ 31 milhões aos próprios fundos. O montante corresponde a pelo menos 48,7% do total anteriormente aportado, mas essa relação não representa necessariamente o saldo final das operações nem permite concluir que a diferença tenha sido desviada ou perdida.

Isso ocorre porque as movimentações podem envolver contratos, vencimentos e operações distintas. A apuração procura justamente identificar a natureza dos pagamentos, a existência dos direitos creditórios negociados e o destino efetivo dos recursos.

Outro dado relevante é a concentração das devoluções em um único FIDC. As 564 operações direcionadas ao mesmo fundo representam quase nove de cada dez transações de retorno identificadas pelos investigadores. A predominância desse veículo financeiro será importante para esclarecer a origem dos recebíveis e a justificativa econômica das sucessivas movimentações.

Os FIDCs são instrumentos regulares do mercado de capitais utilizados para adquirir direitos a pagamentos futuros. Uma empresa que vende mercadorias a prazo, por exemplo, pode negociar esses créditos com um fundo e antecipar o recebimento, mediante desconto. A operação proporciona liquidez ao vendedor e remuneração ao investidor que assume os riscos associados ao crédito.

A suspeita examinada na Operação Catéter é diferente. Segundo a Receita Federal, parte dos títulos negociados poderia estar vinculada a documentos fiscais sem operações comerciais correspondentes. Nesse caso, o problema não estaria na utilização de FIDCs, mas na possível inexistência dos créditos que justificariam os pagamentos.

A identificação dos contratos e dos beneficiários finais será necessária para determinar se houve utilização deliberada dos fundos para movimentação de recursos ilícitos e qual foi a participação de cada pessoa ou instituição envolvida.

Empresa movimentou R$ 1,33 bilhão e acumulou R$ 128 milhões em dívidas de ICMS

A Operação Catéter teve origem em um procedimento investigatório instaurado em 2024 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Londrina. A apuração começou após a identificação de uma fábrica de subprodutos de origem animal classificada pela Receita Estadual como emissora de documentos fiscais sem operações comerciais correspondentes.

Segundo o Ministério Público, a empresa havia emitido mais de R$ 1,1 milhão em notas fiscais sem saída efetiva de mercadorias durante apenas quatro dias. O pagamento posterior do débito tributário relacionado a esse episódio extinguiu a punibilidade específica daquele crime fiscal, mas não encerrou as investigações sobre possíveis delitos de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e organização criminosa.

O aprofundamento das apurações levou à identificação de outra companhia do mesmo grupo econômico, com sede formal em Londrina. Essa empresa acumulava R$ 128.090.762,56 em débitos de ICMS inscritos em 23 Certidões de Dívida Ativa. Parte do valor correspondia a impostos declarados pela própria companhia e não recolhidos entre novembro de 2020 e novembro de 2022.

A análise financeira revelou que a empresa movimentou R$ 1.330.242.476,56 em 63.580 transações bancárias. Isso corresponde a uma movimentação média aproximada de R$ 20,9 mil por operação, cálculo que dimensiona a circulação financeira, mas não identifica individualmente a natureza dos pagamentos.

Os investigadores consideraram o volume incompatível com a capacidade operacional da companhia. Segundo a Receita, não havia estrutura suficiente para produzir, armazenar ou transportar a quantidade de mercadorias correspondente aos valores registrados.

Três indústrias transferiram mais de R$ 240 milhões à empresa, enquanto os pagamentos identificados a frigoríficos e abatedouros ficaram próximos de R$ 39 milhões. A diferença entre esses montantes reforçou a necessidade de examinar a existência efetiva dos produtos comercializados e os documentos fiscais apresentados.

A investigação também identificou R$ 129,6 milhões movimentados entre contas da companhia, de um operador financeiro e de familiares associados a ele. As autoridades buscam determinar a finalidade dessas transferências e identificar quem efetivamente controlava os recursos.

Justiça autoriza bloqueio de fundos e buscas em São Paulo

As medidas da Operação Catéter foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Londrina. A decisão permitiu o cumprimento de 27 mandados de busca e apreensão, incluindo diligência na sede da administradora dos fundos, em São Paulo, e no complexo industrial utilizado pelas empresas investigadas.

A Justiça também determinou o sequestro e a indisponibilidade de bens e valores até o limite de R$ 128.090.762,56. Entre os ativos alcançados pelas medidas estão participações em dez FIDCs, estimadas em aproximadamente R$ 63,8 milhões, e recursos relacionados a quatro companhias securitizadoras, avaliados em R$ 10,9 milhões.

O número de fundos atingidos pelas medidas patrimoniais é diferente daquele identificado nas transferências à empresa investigada. Nove FIDCs aparecem no levantamento dos R$ 63,7 milhões aportados, enquanto a decisão judicial alcança ativos de dez fundos. As duas informações correspondem a conjuntos de medidas distintos e não devem ser tratadas como equivalentes.

As ordens judiciais também abrangem mais de 80 imóveis, incluindo apartamentos, residências de alto padrão, propriedades rurais e terrenos. Entre os bens identificados está um apartamento em São Paulo adquirido por R$ 13,2 milhões. A relação patrimonial inclui ainda 103 veículos e uma moto aquática.

O valor de R$ 128,1 milhões corresponde ao limite autorizado para o sequestro e a indisponibilidade patrimonial na Operação Catéter. Não significa que todos os recursos tenham sido efetivamente localizados, recuperados ou transferidos para contas judiciais.

O juízo determinou ainda a obtenção de informações junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ao Banco Central, à Receita Federal e à administradora dos fundos. A identificação dos cotistas e beneficiários finais será uma das etapas necessárias para reconstruir a estrutura financeira utilizada nas operações.

Seis investigados receberam medidas cautelares que restringem o contato com outras pessoas envolvidas na investigação e a saída da comarca sem autorização judicial. As providências não representam condenação nem reconhecimento definitivo dos crimes investigados.

Singulare foi adquirida pela QI Tech em operação autorizada em 2025

A relação da QI Tech com os fundos decorre da aquisição da Singulare, empresa especializada em administração e custódia de investimentos. A negociação foi anunciada em novembro de 2023, recebeu aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em janeiro de 2024 e obteve a autorização final do Banco Central em julho de 2025.

Em comunicado institucional publicado em 30 de julho de 2025, a QI Tech confirmou a conclusão da aquisição e o início da integração das operações. Na ocasião, a Singulare administrava aproximadamente R$ 81,9 bilhões em ativos distribuídos entre mais de 650 fundos de direitos creditórios.

A operação ampliou a presença da fintech no mercado brasileiro de serviços financeiros, acrescentando atividades de administração, custódia e controladoria de fundos à sua estrutura de tecnologia e infraestrutura bancária.

A cronologia da aquisição é relevante porque a QI Tech afirma que as transações investigadas ocorreram antes de assumir o controle da Singulare. Em manifestação divulgada publicamente, a companhia informou que recebeu uma requisição de documentos relacionada a operações de terceiros e que forneceu as informações solicitadas pelas autoridades.

A empresa também declarou que as decisões de investimento dos fundos mencionados eram conduzidas por gestores independentes, sem vínculo com o grupo. Segundo seu posicionamento, a atuação da QI Tech na investigação se restringiu à colaboração documental, não havendo imputação de participação nos fatos apurados.

O comunicado da Receita Federal sobre as operações não identifica nominalmente a administradora nem apresenta conclusão sobre sua responsabilidade criminal. As autoridades descrevem a utilização de fundos sob a mesma administração e gestão, mas ainda buscam esclarecer o papel de cada participante da cadeia financeira.

A existência de mandado de busca em uma instituição não permite concluir, isoladamente, que ela tenha cometido crime. A medida também pode ser utilizada para reunir documentos necessários à apuração de condutas atribuídas a terceiros.

CVM estabelece responsabilidades distintas para administradores e gestores de FIDCs

A investigação coloca em discussão a documentação necessária para comprovar a existência dos direitos creditórios negociados pelos fundos. A regulamentação do mercado prevê atribuições específicas para administradores fiduciários, gestores e prestadores de serviços encarregados do registro e da custódia desses ativos.

A Resolução CVM nº 175 estabelece regras sobre a constituição, o funcionamento e a prestação de serviços aos fundos de investimento. Seu anexo dedicado aos FIDCs trata, entre outros aspectos, da aquisição de recebíveis, da verificação de lastro e das responsabilidades das instituições que participam dessas operações.

A verificação do lastro busca confirmar a existência, a integridade e a titularidade dos créditos adquiridos. Em uma operação de antecipação de duplicatas, por exemplo, esse procedimento pode envolver a conferência dos documentos comerciais e das informações que demonstram a origem da obrigação de pagamento.

A CVM esclareceu, em orientações publicadas em 2023 e 2025, que o gestor possui responsabilidades relacionadas à verificação dos créditos. O administrador também deve cumprir obrigações próprias de governança, contratação de prestadores de serviços e acompanhamento dos procedimentos previstos na regulamentação.

A distribuição dessas responsabilidades depende das regras aplicáveis à época de cada operação e das características específicas dos fundos. Essa distinção é especialmente importante porque os fatos examinados pela Operação Catéter abrangem períodos anteriores à conclusão da aquisição da Singulare pela QI Tech e à entrada em vigor de parte das normas atualmente aplicáveis aos FIDCs.

A identificação de títulos possivelmente sem lastro não comprova automaticamente falha ou participação deliberada de todos os prestadores de serviços envolvidos. Para determinar responsabilidades, será necessário examinar os documentos disponíveis, as obrigações contratuais e o conhecimento de cada participante sobre a natureza das operações.

Operações Catéter e Enxágue somam R$ 271,5 milhões em medidas patrimoniais

A Operação Catéter foi deflagrada simultaneamente à segunda fase da Operação Enxágue, também conduzida pelo Ministério Público do Paraná e pela Receita Federal. Embora sejam investigações autônomas, as autoridades identificaram conexões entre empresas, operadores financeiros e fundos utilizados nas movimentações suspeitas.

As duas operações resultaram no cumprimento de 64 mandados de busca e apreensão em 28 municípios do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As ordens de sequestro e indisponibilidade patrimonial alcançam, em conjunto, o limite de R$ 271.481.696,96.

Desse total, aproximadamente R$ 143,4 milhões correspondem à Operação Enxágue e R$ 128,1 milhões à Catéter. A primeira investigação identificou ao menos 35 empresas de fachada e uma estrutura dedicada à emissão de documentos fiscais sem operações comerciais correspondentes.

Segundo a Receita Federal, o mecanismo permitia que empresas adquirentes utilizassem créditos de ICMS destacados em notas fiscais, enquanto o imposto devido ficava registrado em pessoas jurídicas sem patrimônio suficiente para recolhê-lo.

Os investigadores também identificaram a participação de securitizadoras, empresas de fomento mercantil e fundos de investimento na antecipação dos valores associados aos documentos fiscais. A suspeita é de que parte dessas operações tenha permitido transformar créditos sem respaldo comercial em recursos disponíveis para movimentação financeira.

A utilização de uma estrutura com diferentes intermediários aumenta a complexidade da reconstrução dos fluxos de dinheiro. A apuração precisa distinguir operações legítimas, movimentações realizadas sem conhecimento da irregularidade e eventuais transações deliberadamente organizadas para ocultar a origem dos recursos.

Investigação buscará cotistas e beneficiários finais dos fundos

A próxima etapa da Operação Catéter deverá concentrar parte das diligências na identificação dos beneficiários finais das movimentações financeiras. Para isso, a Receita Federal fornecerá informações fiscais e cadastrais, enquanto a administradora dos fundos e os órgãos reguladores deverão prestar os esclarecimentos requisitados pela Justiça.

A análise também poderá permitir verificar como os recursos circularam entre empresas de fachada, operadores financeiros e veículos de investimento, além de identificar quem recebeu os valores ao término das operações.

A existência de mais de R$ 31 milhões em transferências de retorno aos FIDCs será um dos elementos considerados nessa reconstrução. O objetivo é determinar se os pagamentos correspondiam à liquidação regular de créditos ou a operações utilizadas para justificar transações sem lastro econômico.

A eventual responsabilização de administradores, gestores, cotistas ou representantes das empresas dependerá da identificação de condutas específicas e da comprovação dos requisitos legais aplicáveis. Até o momento, as autoridades não apresentaram conclusão definitiva sobre a participação da QI Tech nas irregularidades investigadas, e a empresa afirma não integrar o grupo de investigados.

Fontes:

Receita Federal do Brasil — Comunicado oficial de 4 de novembro de 2026 sobre as operações Catéter e Enxágue, com dados das movimentações financeiras, dos FIDCs, dos mandados judiciais e das medidas patrimoniais.

QI Tech — Comunicado institucional de 30 de julho de 2025 sobre a autorização do Banco Central e a conclusão da aquisição da Singulare.

Comissão de Valores Mobiliários — Resolução CVM nº 175 e Anexo Normativo II, com as regras aplicáveis à administração e à gestão de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios.

Comissão de Valores Mobiliários — Orientações técnicas de 2023 e 2025 sobre verificação do lastro de direitos creditórios e responsabilidades dos prestadores de serviços dos FIDCs.

LEIA MAIS

Dario Durigan - Gazeta Mercantil
Economia

Durigan adia medidas fiscais e promete melhorar contas públicas após reunião com Lula

Durigan promete melhorar as contas públicas, mas adia medidas fiscais para após viagem de Lula. Governo prevê superávit de R$ 73,2 bilhões em 2027.

Leia MaisDetails
Pé-De-Meia Universitário Terá R$ 950 Mensais E Prevê Início Em 2027, Diz Mec - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Pé-de-Meia Universitário terá R$ 950 mensais e prevê início em 2027, diz MEC

Pé-de-Meia Universitário prevê R$ 950 mensais para alunos de universidades federais a partir de 2027, com R$ 250 em poupança para saque após a formatura.

Leia MaisDetails
Taxa Selic - Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: quem ganha com os juros altos e quem paga mais caro

Selic a 13,75% favorece quem investe em renda fixa, mas encarece o crédito para famílias e empresas. Veja como impostos e inflação reduzem os ganhos.

Leia MaisDetails
Fgc E O Rombo Bilionário: Como As Plataformas De Investimentos Entraram No Centro Da Crise Financeira-Gazeta Mercantil
Economia

FGC confirma acesso indevido a dados de investidores e alerta para golpes

FGC confirma acesso indevido a dados de investidores, incluindo CPF e e-mail, e alerta para risco de golpes. Entidade investiga incidente e notifica a ANPD.

Leia MaisDetails
Imposto Do Pecado Em 2027: Veja Quando Começa, Alíquotas E Produtos Afetados - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Imposto do pecado em 2027: veja quando começa, alíquotas e produtos afetados

Imposto do pecado começa em fevereiro de 2027. Veja as alíquotas para cigarros, bebidas, veículos e apostas e entenda o que muda.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

01:50:10
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Dario Durigan - Gazeta Mercantil
Economia

Durigan adia medidas fiscais e promete melhorar contas públicas após reunião com Lula

Leia MaisDetails
Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Após fugir para os EUA, Flávio Bolsonaro nomeia dois assessores no Senado

Leia MaisDetails
Pedro Alliana: Quem É O Vice Que Pode Assumir A Paraguai - Gazeta Mercantil
Mundo

Pedro Alliana: quem é o vice que pode assumir a Presidência do Paraguai

Leia MaisDetails
Entenda Por Que Crise Bancária No Paraguai Levou À Renúncia De Peña - Gazeta Mercantil
Mundo

Peña anuncia renúncia após colapso do Ueno Bank, mas segue no cargo no Paraguai

Leia MaisDetails
Moody’s Vê Risco Contido De Crise Bancária No Paraguai Após Quebra Do Ueno Bank - Gazeta Mercantil
Mundo

Moody’s vê risco limitado de crise bancária no Paraguai após intervenção no Ueno Bank

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Fundos da Singulare, da QI Tech, repassaram R$ 63,7 milhões a empresa investigada

Durigan adia medidas fiscais e promete melhorar contas públicas após reunião com Lula

Após fugir para os EUA, Flávio Bolsonaro nomeia dois assessores no Senado

Pedro Alliana: quem é o vice que pode assumir a Presidência do Paraguai

Peña anuncia renúncia após colapso do Ueno Bank, mas segue no cargo no Paraguai

Moody’s vê risco limitado de crise bancária no Paraguai após intervenção no Ueno Bank

  • Anuncie
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Conflitos de Interesse
  • Gazeta Mercantil

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil