sexta-feira, 23 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Política

Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz: PF apura vínculos envolvendo offshore, apostas bilionárias e jatinhos

Investigação examina registros bancários, viagens em aeronaves particulares e movimentações financeiras do advogado; senador nega participação em empresas de Tomaz e afirma que relação é de amizade.

por Júlia Campos
23/10/2026 às 20h18
em Política
Flavio Bolsonaro E Willer Tomaz - Gazeta Mercantil

A relação entre o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e o advogado Willer Tomaz passou a ser examinada pela Polícia Federal em uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro, operações com plataformas de apostas e estruturas empresariais no Brasil e no exterior. Entre os documentos analisados pelos investigadores estão registros bancários que identificam o parlamentar como usuário com perfil de administrador de uma conta vinculada à offshore Alcazar Holdings, controlada formalmente por Tomaz. A apuração também envolve viagens em aeronaves executivas, movimentações financeiras milionárias e relações profissionais com pessoas citadas nas investigações sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O material foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em outubro, após a Polícia Federal identificar referências ao senador em investigações inicialmente conduzidas na primeira instância. O procedimento foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes, enquanto a defesa de Flávio questiona a caracterização de um inquérito formalmente instaurado contra o candidato. O parlamentar nega participação societária ou financeira nas empresas de Tomaz e sustenta que sua relação com o advogado se limita à amizade. Tomaz também rejeita as suspeitas e afirma que seus negócios e movimentações financeiras possuem origem lícita.

As informações surgiram na reta final da campanha presidencial, a poucos dias do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para domingo (25). A investigação reúne diferentes episódios, mas a existência de vínculos pessoais ou comerciais não comprova, isoladamente, a prática de crimes. O ponto central da apuração é determinar se os registros identificados refletem apenas relações privadas e profissionais ou se existiram operações financeiras que possam configurar irregularidades. Até o momento, os fatos divulgados não representam condenação judicial dos envolvidos.

Flávio Bolsonaro apareceu como usuário master de conta de offshore

Um dos principais elementos examinados pela Polícia Federal envolve a Alcazar Holdings, empresa registrada na Ilha da Madeira, em Portugal, da qual Willer Tomaz era o único sócio formal. Documentos bancários da companhia no Santander identificavam Flávio Bolsonaro com perfil de usuário master, condição que poderia permitir acesso elevado a funcionalidades de gerenciamento da conta. A informação foi encontrada em registros e mensagens eletrônicas analisados pelos investigadores. Para a PF, o cadastro justifica aprofundar a apuração sobre a natureza da relação entre o senador e a empresa.

Em 22 de maio de 2025, Fayla Menezes, secretária de Tomaz, encaminhou uma mensagem ao banco solicitando alterações no cadastro de usuários da conta. O pedido incluía a desvinculação do nome de Flávio Bolsonaro e de uma conta pessoal associada ao advogado. A instituição financeira respondeu confirmando a exclusão das vinculações solicitadas. A correspondência passou a integrar o conjunto de informações consideradas pelos investigadores.

A presença do nome do senador no cadastro é relevante porque um usuário com poderes operacionais pode, dependendo das permissões efetivamente concedidas, acessar informações e executar determinadas operações. Entretanto, a identificação como usuário master não equivale automaticamente à condição de sócio, titular dos recursos ou beneficiário econômico da empresa. Também não comprova que o parlamentar tenha realizado movimentações financeiras. Para estabelecer essas circunstâncias, seria necessário examinar os poderes efetivos, os registros de acesso e eventuais transações realizadas.

A defesa de Flávio afirma que o senador nunca teve participação na Alcazar Holdings nem poderes sobre contas das empresas de Willer Tomaz. Segundo sua versão, o registro decorreu de uma vinculação cadastral indevida, posteriormente corrigida. O advogado também nega qualquer sociedade com o candidato do PL. A Polícia Federal procura esclarecer se a documentação encontrada é compatível com essas explicações.

Offshore tinha participação em jatinho utilizado pelo senador

A Alcazar Holdings também aparece em documentos empresariais relacionados à Fraction 024 Administração de Bem Próprio S.A., sociedade proprietária de um avião executivo Embraer Legacy 650, de matrícula PP-NLR. A empresa de Tomaz detinha 33,33% da participação na sociedade vinculada à aeronave. Flávio Bolsonaro utilizou o jatinho em uma viagem realizada em janeiro de 2025, envolvendo deslocamento entre o Brasil e os Estados Unidos. A combinação entre o cadastro bancário e o uso da aeronave despertou o interesse dos investigadores.

Entre os demais participantes da estrutura de propriedade do avião aparecia a Prime You, empresa que manteve vínculos societários com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Essa participação criou uma conexão empresarial indireta entre estruturas associadas a Tomaz e a trajetória de negócios do banqueiro. Entretanto, a existência de cotas em uma mesma aeronave não demonstra que Flávio Bolsonaro e Vorcaro fossem sócios entre si. Tampouco comprova envolvimento conjunto em operações financeiras irregulares.

A investigação também identificou registros de outras viagens realizadas por Flávio e integrantes de sua família em aeronaves privadas relacionadas a negócios de Tomaz. Entre os deslocamentos examinados aparecem viagens internacionais realizadas em 2025, incluindo trajetos na Europa. Parte das despesas teria sido intermediada ou custeada por empresas associadas ao advogado, conforme documentos analisados pela PF. Os investigadores buscam compreender a natureza desses pagamentos e verificar se houve alguma contrapartida.

A defesa de Tomaz afirma que os deslocamentos ocorreram em contexto pessoal e familiar, sem relação com atividades ilícitas. Flávio também sustenta que sua proximidade com o advogado é antiga e não envolve participação nos negócios investigados. O uso compartilhado de aeronaves, por si só, não constitui prova de irregularidade. A relevância jurídica dos episódios depende da origem dos pagamentos, de sua finalidade e de eventuais obrigações legais aplicáveis.

Willer Tomaz movimentou cerca de R$ 5 bilhões em apostas em 2025

Outra frente de apuração envolve as operações de Willer Tomaz em plataformas de apostas e jogos online. Uma nota técnica da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda identificou movimentação de aproximadamente R$ 5 bilhões em apostas realizadas pelo advogado em 2025. O documento também aponta depósitos superiores a R$ 258 milhões e saques próximos de R$ 200 milhões na plataforma Blaze, operada no Brasil pela Foggo Entertainment. Segundo os dados analisados pela Fazenda, Tomaz esteve entre os clientes com maior movimentação financeira do setor naquele ano.

A diferença entre os valores depositados e os montantes apostados exige atenção. Nas plataformas digitais, recursos recebidos como prêmios podem ser utilizados repetidamente em novas apostas, multiplicando o volume bruto registrado sem que exista entrada equivalente de dinheiro novo. Dessa forma, os R$ 5 bilhões em apostas não representam patrimônio pessoal, lucro ou disponibilidade financeira do advogado. A distinção é fundamental para interpretar os números apresentados na investigação.

A nota técnica do Ministério da Fazenda também aponta possíveis falhas nos controles de prevenção à lavagem de dinheiro adotados pela operadora da Blaze. Segundo o documento, a plataforma não teria aplicado procedimentos de análise compatíveis com o volume e as características das operações realizadas pelo cliente. A Secretaria de Prêmios e Apostas recomendou providências administrativas para examinar o cumprimento das obrigações regulatórias. Essas conclusões estão relacionadas à fiscalização da empresa e não representam, por si só, comprovação de que as apostas foram utilizadas para lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal investiga se parte das movimentações poderia ter sido utilizada para ocultar a origem ou a destinação de recursos. A defesa de Tomaz contesta as suspeitas, afirma que o dinheiro tem origem lícita e sustenta que o volume elevado resulta da reutilização sucessiva de valores nas apostas. Também questiona interpretações que tratem o giro financeiro como se fosse patrimônio acumulado. Não há demonstração, nos elementos divulgados, de que Flávio Bolsonaro tenha participado dessas apostas.

PF encontrou sala protegida e máquina de contar dinheiro em hangar

As investigações sobre Willer Tomaz também alcançaram instalações de empresas de aviação associadas ao advogado no Aeroporto de Brasília. Durante diligências realizadas em agosto, a Polícia Federal identificou um compartimento protegido atrás de um painel de madeira, com porta reforçada e equipamentos utilizados para contagem de cédulas. O espaço foi localizado após os investigadores receberem informações sobre sua existência. Outra máquina de contar dinheiro havia sido encontrada em um dos endereços vistoriados durante a operação.

A identificação da sala levou os investigadores a examinar sua finalidade e a possibilidade de utilização para armazenamento de numerário. Entretanto, não foi encontrado dinheiro em espécie no compartimento durante a diligência. Esse aspecto é relevante porque impede concluir, apenas pela existência da estrutura, que ela estivesse sendo utilizada para ocultação de recursos ilícitos. A apuração depende de documentos, registros operacionais e outros elementos que possam esclarecer o uso efetivo do espaço.

Tomaz afirma que o ambiente integra a estrutura de atendimento a empresas de transporte de valores que utilizam serviços de aviação. Segundo sua defesa, instalações protegidas e máquinas contadoras são compatíveis com atividades de custódia e movimentação de numerário realizadas de forma regular. O advogado apresentou essa justificativa publicamente e rejeitou a associação automática entre os equipamentos e a prática de crimes. A legalidade da estrutura e sua utilização concreta são questões distintas que precisam ser examinadas com base nas provas reunidas.

A diligência faz parte do contexto da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS e possíveis mecanismos de movimentação de recursos. Em 4 de agosto, a Polícia Federal informou oficialmente o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no Maranhão para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro. Segundo a corporação, a investigação identificou indícios de operações envolvendo pessoas físicas, empresas, contas bancárias de terceiros e valores em espécie. O objetivo declarado era esclarecer a origem e a destinação dos recursos e individualizar as condutas dos investigados.

Relações profissionais chegaram à investigação sobre fraudes no INSS

As conexões examinadas pela Polícia Federal também envolvem profissionais ligados ao escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro. Documentos apresentados durante as apurações da CPMI do INSS mencionaram relações entre pessoas associadas a Willer Tomaz e investigados por fraudes contra beneficiários da Previdência. Entre os nomes citados está Letícia Caetano dos Reis, apontada como administradora do escritório do senador e irmã de Alexandre Caetano dos Reis. Este último aparece em investigações relacionadas a estruturas empresariais ligadas a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

A documentação também registra que Tomaz atuou como advogado de Alexandre Caetano dos Reis em um processo judicial. Essas relações profissionais passaram a ser consideradas nas apurações sobre eventuais conexões entre pessoas investigadas em diferentes frentes. Entretanto, vínculos familiares ou a prestação de serviços advocatícios não comprovam participação em fraudes. A responsabilização penal exige demonstração específica de condutas, conhecimento dos fatos e eventual contribuição para atividades ilícitas.

Relatórios de inteligência financeira mencionados nas investigações identificaram movimentações de R$ 45,5 milhões atribuídas a Willer Tomaz entre maio e novembro de 2021. Os documentos também apontaram uma transferência de R$ 120 mil para Milton Salvador de Almeida Júnior, citado em apurações relacionadas ao caso do INSS. Esses registros são examinados para esclarecer a natureza das operações e sua eventual relação com outros investigados. O simples aparecimento de uma transação em relatório financeiro não significa que o dinheiro tenha origem criminosa.

O escritório de Flávio Bolsonaro também passou a receber atenção em razão de sua movimentação comercial. Documentos fiscais divulgados publicamente indicam a emissão de pelo menos R$ 13,7 milhões em notas de prestação de serviços advocatícios entre janeiro de 2023 e julho de 2026. Parte das descrições apresentava os serviços de forma genérica, como assessoria jurídica. O volume faturado e o conteúdo das notas, isoladamente, não demonstram irregularidade, mas podem ser confrontados com contratos e informações bancárias para verificar a natureza dos serviços prestados.

Procedimento chegou ao STF, e defesas contestam suspeitas

O encaminhamento do material ao Supremo Tribunal Federal ocorreu depois que a Polícia Federal identificou elementos envolvendo Flávio Bolsonaro em investigações sobre operações financeiras atribuídas a Willer Tomaz. Como o senador possui prerrogativa de foro nas hipóteses constitucionais aplicáveis, a presença de possíveis fatos sob competência do STF exige análise pelas autoridades responsáveis. O procedimento foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes. A defesa do candidato solicitou acesso aos documentos para conhecer o conteúdo das apurações.

Há divergência entre relatos sobre a situação processual do caso. Informações divulgadas sobre a atuação da Polícia Federal descrevem a existência de investigação destinada a esclarecer suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A assessoria de Flávio, porém, contesta a afirmação de que já exista um novo inquérito formalmente instaurado contra ele no STF, distinguindo a remessa dos autos de uma decisão judicial de abertura. Essa diferença exige cautela na descrição do andamento processual.

Tomaz também confirmou uma viagem aos Estados Unidos realizada na reta final da campanha eleitoral. O advogado afirmou que não estava impedido judicialmente de deixar o Brasil e que sua viagem não representava tentativa de escapar das investigações. Não há demonstração, nas informações disponíveis, de descumprimento de medida judicial relacionada ao deslocamento. Por isso, a viagem não pode ser apresentada como prova de fuga.

As defesas reiteram que a relação entre Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz é de amizade e negam a existência de sociedade oculta ou participação conjunta em esquemas financeiros. O advogado sustenta que suas empresas estão regularmente identificadas e que suas atividades econômicas são declaradas às autoridades fiscais. Flávio afirma que não utilizou contas bancárias do empresário e atribui a inclusão de seu nome no cadastro da Alcazar Holdings a um erro. Ambos questionam a divulgação de informações sigilosas durante a campanha presidencial.

O que a investigação precisa esclarecer

Os elementos divulgados até agora permitem identificar registros empresariais, operações financeiras e relações pessoais que justificaram a análise da Polícia Federal. Entretanto, existem diferenças importantes entre a existência de documentos, a interpretação apresentada pelos investigadores e a comprovação judicial de uma conduta ilícita. Um cadastro bancário pode indicar poderes operacionais, mas não demonstra sozinho a realização de transações. Da mesma forma, viagens compartilhadas e relações profissionais não bastam para estabelecer participação em lavagem de dinheiro.

A investigação precisa esclarecer principalmente se Flávio Bolsonaro possuía poderes efetivos sobre a conta da Alcazar Holdings, se realizou operações por meio dela e se havia algum interesse econômico não declarado na estrutura empresarial. Também é necessário estabelecer a origem dos recursos movimentados por empresas associadas a Tomaz e a finalidade dos pagamentos relacionados a viagens e serviços. No caso das apostas, a principal questão é verificar se as movimentações correspondiam a operações reais ou se alguma parte delas foi utilizada para dissimular transações financeiras. Essas hipóteses dependem da análise de documentos bancários, contratos, registros de acesso e outros elementos de prova.

O caso também envolve uma questão institucional: a necessidade de apuração independente de suspeitas financeiras que alcançam uma candidatura presidencial. A proximidade do segundo turno aumenta a repercussão política das informações, mas não altera os requisitos para a atribuição de responsabilidade criminal. O direito de defesa, a presunção de inocência e o exame individualizado das condutas continuam essenciais em todas as etapas do procedimento. A publicidade dos fatos deve preservar a distinção entre investigação e condenação.

A definição sobre eventuais responsabilidades dependerá dos resultados das diligências e das decisões das autoridades competentes. Até lá, os documentos conhecidos demonstram a existência de vínculos que estão sendo examinados, enquanto os envolvidos negam irregularidades. O desfecho permanece aberto, tanto em relação às movimentações de Willer Tomaz quanto à natureza da participação atribuída a Flávio Bolsonaro nas estruturas investigadas.

Fontes

Polícia Federal — Comunicado oficial de 4 de agosto de 2026 sobre nova fase da Operação Sem Desconto destinada à apuração de lavagem de dinheiro.

Polícia Federal — Relatórios de investigação relacionados à Alcazar Holdings, movimentações financeiras e vínculos empresariais encaminhados ao Supremo Tribunal Federal em outubro de 2026, conforme trechos divulgados publicamente.

Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda — Nota técnica de outubro de 2026 sobre movimentações em plataformas de apostas e procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro.

Ministério da Fazenda — Cadastro oficial de empresas autorizadas a operar apostas de quota fixa no Brasil, incluindo a Foggo Entertainment.

Supremo Tribunal Federal — Procedimento relacionado às apurações sobre Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz, distribuído à relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Documentos bancários e correspondências relativos à Alcazar Holdings, incluindo solicitação de alteração cadastral enviada ao Santander em 22 de maio de 2025, conforme conteúdo divulgado das investigações.

LEIA MAIS

Flávio Bolsonaro E Peixe: Entenda Ligação Com Emenda De R$ 200 Mil Investigada Pela Pf - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro e Peixe: entenda ligação com o miliciano e emenda de R$ 200 mil investigada pela PF

Flávio Bolsonaro e Peixe: entenda a emenda de R$ 200 mil investigada pela PF, as mensagens com assessora do senador e a ligação com o caso Marielle.

Leia MaisDetails
Brb - Gazeta Mercantil
Empresas

BTG Pactual (BPAC11) compra R$ 13 bilhões em carteiras do BRB (BSLI3) após crise do Banco Master

BTG Pactual (BPAC11) teria comprado R$ 13 bilhões em carteiras do BRB (BSLI3) após crise do Banco Master. Entenda os impactos e os riscos da operação.

Leia MaisDetails
Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro defendeu de graça PM acusado de matar menina de 5 anos; STJ manteve júri popular

Flávio Bolsonaro defendeu de graça PM acusado de matar Ana Clara, de 5 anos, em Niterói. Senador assinou recurso ao STJ, que manteve o júri popular.

Leia MaisDetails
Flavio E Lula - Gazeta Mercantil
Política

Bispos criticam Flávio Bolsonaro em carta sobre eleições; CNBB esclarece posição oficial

Bispos católicos criticam posições de Flávio Bolsonaro em carta sobre o segundo turno das eleições. CNBB esclarece que manifesto não é posição oficial.

Leia MaisDetails
Andre Janones - Gazeta Mercantil
Política

Janones deve ficar fora do debate da Globo após Flávio Bolsonaro convidar ex-mulher do deputado

Janones deve ficar fora do debate da Globo após Flávio Bolsonaro convidar sua ex-mulher, Leandra Guedes, que possui medida protetiva contra o deputado.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

21:09:59
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
â‚¿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Flávio Bolsonaro E Peixe: Entenda Ligação Com Emenda De R$ 200 Mil Investigada Pela Pf - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro e Peixe: entenda ligação com o miliciano e emenda de R$ 200 mil investigada pela PF

Leia MaisDetails
Brb - Gazeta Mercantil
Empresas

BTG Pactual (BPAC11) compra R$ 13 bilhões em carteiras do BRB (BSLI3) após crise do Banco Master

Leia MaisDetails
Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro defendeu de graça PM acusado de matar menina de 5 anos; STJ manteve júri popular

Leia MaisDetails
Trigo - Gazeta Mercantil
Agronegócio

Brasil pode importar até 10 milhões de toneladas de trigo em 2027 com queda da produção nacional

Leia MaisDetails
Vendas De Etanol No Centro-Sul Batem Recorde De 3,15 Bilhões De Litros No Mercado Interno Em Agosto - Gazeta Mercantil
Agronegócio

Vendas de etanol no Centro-Sul batem recorde de 3,15 bilhões de litros no mercado interno em agosto

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Flávio Bolsonaro e Peixe: entenda ligação com o miliciano e emenda de R$ 200 mil investigada pela PF

BTG Pactual (BPAC11) compra R$ 13 bilhões em carteiras do BRB (BSLI3) após crise do Banco Master

Flávio Bolsonaro defendeu de graça PM acusado de matar menina de 5 anos; STJ manteve júri popular

Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz: PF apura vínculos envolvendo offshore, apostas bilionárias e jatinhos

Brasil pode importar até 10 milhões de toneladas de trigo em 2027 com queda da produção nacional

Vendas de etanol no Centro-Sul batem recorde de 3,15 bilhões de litros no mercado interno em agosto

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP