quinta-feira, 17 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Ibovespa

Ibovespa fecha em queda e perde 3,7% na semana com tensão global e política no radar

Alta do petróleo, juros nos Estados Unidos e ruídos no cenário eleitoral pesaram sobre a Bolsa, apesar do avanço de Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3)

por Camila Braga
15/05/2026 às 20h16
em Ibovespa
Ibovespa Hoje Mira Queda Do Petróleo, Exterior Positivo E Reunião Entre Lula E Trump - Gazeta Mercantil

O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira (15), em São Paulo, pressionado pelo aumento da aversão a risco no exterior e pela cautela dos investidores com o cenário político doméstico. O principal índice da B3 recuou 0,61%, aos 177.238,83 pontos, em sessão marcada por volatilidade, alta do petróleo, preocupação com inflação global e avanço das apostas de juros mais altos nos Estados Unidos.

Na mínima do dia, o Ibovespa chegou a 175.417,25 pontos. Na máxima, alcançou 178.340,52 pontos. O volume financeiro somou R$ 31,58 bilhões. Com o desempenho negativo desta sexta-feira, o índice acumulou queda de 3,71% na semana.

A Bolsa brasileira chegou a cair mais de 1% pela manhã, mas reduziu parte das perdas ao longo do pregão. O movimento foi ajudado principalmente pelo desempenho positivo de Petrobras (PETR3; PETR4), que acompanhou a valorização do petróleo no mercado internacional. Ainda assim, a força das ações ligadas a commodities não foi suficiente para levar o índice ao campo positivo.

O pano de fundo externo continuou adverso. A incerteza sobre um possível acordo de paz no Oriente Médio impulsionou os preços do petróleo e reacendeu preocupações com pressões inflacionárias globais. Ao mesmo tempo, dados fortes de inflação nos Estados Unidos divulgados ao longo da semana reforçaram a percepção de que o Federal Reserve pode voltar a elevar os juros ainda neste ano.

Ibovespa hoje reflete maior aversão a risco

O desempenho do Ibovespa hoje refletiu a combinação de fatores externos e internos que reduziram o apetite por risco. No exterior, investidores avaliaram o impacto da alta do petróleo sobre a inflação global e sobre a trajetória dos juros americanos.

O petróleo Brent fechou em alta de 3,35%, a US$ 109,26 por barril. O avanço da commodity elevou as preocupações com custos de energia, combustíveis e transporte, fatores que podem manter a inflação pressionada em diferentes economias.

Esse movimento afeta diretamente as expectativas para a política monetária dos Estados Unidos. Juros americanos mais altos tendem a fortalecer o dólar, elevar os rendimentos dos Treasuries e reduzir a atratividade de ativos de risco em mercados emergentes, como ações brasileiras.

Nesse contexto, o S&P 500 fechou em queda de 1,23%, aos 7.408,5 pontos, refletindo a piora do humor global. A queda das bolsas americanas serviu como referência negativa para o pregão brasileiro, sobretudo em setores mais sensíveis ao ciclo econômico e ao custo de capital.

No Brasil, o Ibovespa também foi afetado pela alta dos juros futuros e pela percepção de seletividade maior entre investidores. Empresas com balanços mais sólidos, geração de caixa previsível e atuação em setores essenciais tendem a ser mais procuradas em períodos de maior incerteza.

Petróleo sustenta Petrobras, mas não salva a Bolsa

A alta do petróleo no mercado internacional favoreceu as ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que figuraram entre os principais suportes positivos do Ibovespa nesta sexta-feira. Os papéis preferenciais da estatal subiram 1,04%, enquanto as ações ordinárias avançaram 2,17%.

A valorização ocorreu em linha com o avanço do Brent, que se aproximou de US$ 110 por barril. Para empresas produtoras de petróleo, preços mais altos da commodity tendem a melhorar a percepção sobre receita, geração de caixa e dividendos, embora também possam elevar preocupações com inflação e intervenção em combustíveis.

O efeito positivo sobre Petrobras (PETR3; PETR4), porém, não foi suficiente para compensar a pressão sobre outros setores relevantes da Bolsa. Bancos, empresas de consumo e companhias com maior sensibilidade a juros pesaram sobre o índice.

A sessão mostrou a dificuldade do mercado brasileiro em sustentar ganhos quando o ambiente global se deteriora. Mesmo com o petróleo beneficiando parte importante da carteira teórica do Ibovespa, a leitura de risco mais ampla prevaleceu.

A alta da commodity também tem impacto ambíguo para o mercado. Ao mesmo tempo em que beneficia produtoras, amplia a preocupação com inflação e pode pressionar expectativas de juros. Esse efeito tende a afetar negativamente empresas dependentes de crédito, consumo e investimentos de longo prazo.

Juros nos EUA ampliam pressão sobre emergentes

Os dados fortes de inflação nos Estados Unidos divulgados durante a semana reforçaram a percepção de que o Federal Reserve pode ter menos espaço para flexibilizar a política monetária. Com o petróleo em alta, parte do mercado passou a considerar inclusive a possibilidade de novos aumentos dos Fed Funds.

Essa mudança de expectativa pesa diretamente sobre mercados emergentes. Juros mais altos nos Estados Unidos elevam o retorno relativo dos títulos americanos, considerados ativos de menor risco. Como consequência, investidores globais tendem a reduzir exposição a bolsas de países emergentes e a ativos de maior volatilidade.

Para o Ibovespa, esse ambiente se traduz em pressão sobre múltiplos, aumento do custo de capital e maior seletividade na alocação. Empresas com endividamento elevado ou dependentes de queda rápida dos juros locais tendem a sofrer mais.

O gestor Ângelo Belitardo, da Hike Capital, afirmou que o Ibovespa ainda mantém uma tese construtiva no médio prazo, mas entrou em uma fase de maior seletividade. Segundo ele, com Selic ainda alta, câmbio voltando a pressionar e juros futuros em alta, investidores tendem a privilegiar empresas com balanço sólido e geração de caixa previsível.

Na avaliação do gestor, setores como energia elétrica, saneamento, concessões, logística, rodovias, infraestrutura básica e bancos bem capitalizados podem ganhar preferência nesse cenário. Já commodities alavancadas, varejo, construção e empresas dependentes de queda rápida dos juros exigem mais cautela.

Política doméstica segue no radar dos investidores

Além do exterior, o mercado brasileiro acompanhou os desdobramentos políticos e eleitorais no país. Investidores seguiram atentos às movimentações em torno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, e às repercussões envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso acusado de uma série de crimes.

Aliados de Flávio Bolsonaro buscaram minimizar os laços do senador com Vorcaro. Na quinta-feira (14), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio, afirmou que a campanha continua e que a agenda de compromissos está mantida normalmente.

Embora o noticiário político não tenha sido o único fator de pressão sobre o Ibovespa, ele contribuiu para a cautela dos investidores em um ambiente já marcado por tensão externa. Em anos de maior incerteza eleitoral, ruídos políticos podem ampliar volatilidade, especialmente quando coincidem com deterioração do cenário global.

A Bolsa brasileira costuma reagir de forma mais intensa quando fatores domésticos e internacionais apontam na mesma direção. Nesta sexta-feira, a combinação de juros globais, petróleo, inflação e política reduziu o espaço para recuperação do índice.

Bancos recuam em dia negativo para o setor financeiro

O setor financeiro pesou sobre o Ibovespa nesta sexta-feira. Itaú Unibanco (ITUB4) caiu 1,73%, Bradesco (BBDC4) recuou 0,84%, Santander Brasil (SANB11) perdeu 0,81% e Banco do Brasil (BBAS3) teve baixa de 0,29%.

Os bancos têm peso relevante na composição do índice e costumam refletir a leitura dos investidores sobre atividade econômica, crédito, inadimplência e curva de juros. Em um ambiente de juros futuros em alta, a interpretação pode variar conforme o perfil de cada instituição, mas o aumento da cautela tende a pesar sobre o setor como um todo.

A queda das ações bancárias também contribuiu para limitar a recuperação do Ibovespa ao longo da tarde. Mesmo com Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3) no campo positivo, o recuo dos bancos impediu uma melhora mais consistente do índice.

Em períodos de estresse global, investidores costumam reduzir posições em ativos mais líquidos, e bancos geralmente aparecem entre os papéis mais negociados da Bolsa. Isso pode ampliar movimentos de realização em sessões de maior aversão a risco.

Vale sobe apesar de minério mais fraco na China

Vale (VALE3) encerrou o pregão em alta de 0,76%, revertendo as perdas registradas pela manhã. O desempenho contrariou a queda dos contratos futuros de minério de ferro na China.

O contrato de setembro do minério de ferro mais negociado na bolsa de Dalian caiu 0,67%, a 809,5 yuans, equivalente a US$ 118,97 por tonelada métrica. A commodity foi pressionada pela quarta sessão consecutiva, em meio aos altos estoques nos portos chineses.

O avanço de Vale (VALE3), apesar do cenário menos favorável para o minério, ajudou a reduzir a queda do Ibovespa. A mineradora tem peso expressivo no índice e costuma influenciar fortemente o desempenho da Bolsa brasileira.

Ainda assim, o mercado segue atento à demanda chinesa, aos estoques portuários e aos sinais de atividade industrial no país asiático. Para empresas ligadas a minério e siderurgia, a China continua sendo variável central para formação de preços e projeções de receita.

Cosan e GPA lideram perdas após balanços

Entre os destaques negativos, Cosan (CSAN3) caiu 5,16% após reportar prejuízo líquido de R$ 1,6 bilhão no primeiro trimestre. A companhia ficou entre as maiores pressões de baixa do pregão.

O presidente da empresa afirmou nesta sexta-feira que a Cosan (CSAN3) pode vender participação na Raízen (RAIZ4) após se tornar minoritária. A sinalização foi acompanhada pelo mercado em meio à avaliação sobre alavancagem, portfólio de ativos e estratégia de desalavancagem do grupo.

GPA (PCAR3) também fechou em queda, com recuo de 1,74%. A empresa, que controla a rede Pão de Açúcar, divulgou balanço na véspera e informou prejuízo líquido de R$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre, ante resultado negativo de R$ 169 milhões no mesmo período do ano anterior.

Os números reforçaram a cautela dos investidores com empresas de varejo e consumo. O setor segue pressionado por juros altos, renda disponível limitada e competição intensa. Em um ambiente de crédito caro, a recuperação operacional dessas companhias depende de melhora no consumo e de disciplina financeira.

CPFL Energia (CPFE3) caiu 1,53%, mesmo após reportar lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre, alta de 18% na comparação anual. O resultado foi ajudado principalmente por efeitos financeiros e tributários positivos, segundo a companhia.

Semana negativa reforça seletividade na Bolsa

A queda de 3,71% do Ibovespa na semana reforça a percepção de um mercado mais seletivo e sensível a choques externos. A combinação de petróleo em alta, inflação nos Estados Unidos, expectativa de juros mais elevados e ruídos políticos domésticos limitou o apetite por risco.

O comportamento do índice também mostrou que ganhos pontuais em Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3) não são suficientes para sustentar a Bolsa quando bancos, varejo e empresas sensíveis a juros operam sob pressão.

Para os próximos pregões, investidores devem seguir monitorando a trajetória do petróleo, os dados econômicos dos Estados Unidos, as sinalizações do Federal Reserve e o noticiário político brasileiro. A curva de juros local também continuará no centro das atenções, especialmente para setores dependentes de crédito e de redução da Selic.

Em um cenário de maior volatilidade, a leitura predominante é de busca por empresas com fundamentos mais defensivos. Balanços sólidos, geração de caixa, menor alavancagem e previsibilidade operacional devem continuar como critérios relevantes para a alocação em ações brasileiras.

O fechamento desta sexta-feira confirmou que o Ibovespa permanece vulnerável à deterioração do ambiente internacional. Mesmo com fundamentos domésticos ainda observados por parte dos investidores, a pressão dos juros globais e a incerteza política mantêm a Bolsa em uma fase de cautela elevada.

LEIA MAIS

Jpmorgan Corta Preço-Alvo Do Banco Do Brasil Para R$ 22 E Mantém Recomendação Neutra-Gazeta Mercantil
Empresas

Banco do Brasil (BBAS3): JPMorgan corta preço-alvo para R$ 22 e reduz projeções de lucro

O JPMorgan reduziu de R$ 24 para R$ 22 o preço-alvo das ações do Banco do Brasil (BBAS3) para dezembro de 2027 e manteve recomendação neutra para os...

Leia MaisDetails
Há 4 Anos, Lula E Bolsonaro Iniciavam Campanhas Que Definiriam A Eleição De 2022 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Investimentos têm desempenhos diferentes nos governos Bolsonaro e Lula, aponta levantamento

A comparação entre os mercados financeiros nos governos de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva mostra resultados diferentes conforme o tipo de ativo e o período...

Leia MaisDetails
Super Quarta: Fed Pode Subir Juros Enquanto Copom Deve Cortar Selic Para 13,75%
Economia

Super Quarta: Fed pode subir juros enquanto Copom deve cortar Selic para 13,75%

Brasil e Estados Unidos chegam à Super Quarta desta quarta-feira, 16 de setembro, em momentos opostos de seus ciclos monetários. O Federal Reserve deve elevar os juros americanos...

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Mercados

Braskem (BRKM5) despenca após UBS BB cortar preço-alvo para R$ 3,75

As ações preferenciais da Braskem (BRKM5) caíam cerca de 13% nesta quarta-feira, 16 de setembro de 2026, depois que o UBS BB reduziu a recomendação dos papéis de...

Leia MaisDetails
Jbs - Gazeta Mercantil
Empresas

Dividendos no Brasil crescem 12,8% e chegam a US$ 4,4 bilhões no 2º trimestre

As companhias brasileiras distribuíram US$ 4,4 bilhões em dividendos no segundo trimestre de 2026, crescimento subjacente de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O avanço...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

09:26:29
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Percepção De Envolvimento De Aliados De Bolsonaro No Caso Master Sobe 12,9 Pontos, Diz Atlas
Política

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Leia MaisDetails
Flávio Bolsonaro Usou Recentemente Apartamento Que Pertenceu A Cunhado De Vorcaro
Política

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

Leia MaisDetails
Brb Recebe R$ 376 Milhões Da Xp Por Créditos Ligados Ao Banco Master-Gazeta Mercantil
Empresas

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

Lula diz que Flávio Bolsonaro participou da aprovação de Kassio e Mendonça no STF

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP